Últimas Postagens

  • Pontões no Fórum de Cultura Digital

    16/11, das 11h às 13h
    Arena da Cultura Digital

    Debate dos Pontões de Cultura no Fórum de Cultura Digital

    PAUTA

    * Pesquisa e Sistematização dos Pontos de cultura

    * Infra -estrutura e administração dos recursos (máquinas, bandas,
    etc) participação mais efetiva na RDSL: Formação de conselhos e comitês descentralizados para
    administração da rede

    * Formação  (ampliando as temáticas da cultura digital do minc, rede de telecentros, parceria entre ministérios com o MEC ou MMA: Pontos de Cultura Ambientais? Rizomas, Cultura Digital e Meio Ambiente

    * rumos e políticas de cultura digital nesse novo governo

    – Andamento dos GTs: responsáveis, atividades, etc

    – Plataforma de suporte e formação aos Pontos em software livre

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  • 1º Fórum Nacional das Cidades Digitais. …

    1º Fórum Nacional das Cidades Digitais.

    Fontes de financiamento, tecnologias, regulamentação e gestão. A partir destes quatro pilares, a construção de uma cidade digital já pode ser planejada. Com o objetivo de favorecer um amplo debate sobre políticas públicas relacionadas à implantação e operação de cidades digitais no Brasil, o 1º Fórum Nacional das Cidades Digitais reunirá, nos dias 1 e 2 de outubro, em Brasília (DF), representantes de órgãos da administração pública federal, estadual e municipal.

    Para a íntegra da notícia, acessem: http://www.tid.org.br/modules/news/article.php?storyid=1063

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  • Encontro dos Articulador@s da Ação Cultura Digital para a Apresentação das Propostas para o Futuro da Ação (GT Sustentabilidade)

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  • o que é ser um/a articulador/a de cultura digital?

    Você, que já foi parte de 100, oitenta, talvez cento e vinte ou trezentos, envolvid@s com a Ação Cultura Digital o que significa para vocês ser um(a) articulador(a) de cultura digital?

    A Cultura Digital entrou no Minc com alguns atores sociais que promoveram a Ação Cultura Digital com os Pontos de Cultura. Foram várias oficinaaasssss, possivelmente mais de cem encontros entre 2005 e 2007.

    Nos anos seguintes a politica do MinC promoveu uma série de editais e prêmios ao invés de investir em uma equipe dedicada a articular e promover a cultura digital, o software livre, a generosidade intelectual e a pedagogia da autonomia na apropriação das novas tecnologias da comunicação e informação junto aos Pontos de Cultura.

    Em 2009, uma equipe mais concisa foi contratada para elaborar diretrizes da política de cultura digital junto aos Pontos de Cultura e o Fórum da Cultura Digital Brasileira, fazendo a ponte entre esta interface web, o MinC e as comunidades envolvidas com Pontos de Cultura.

    Neste momento pergunta-se quais as diretrizes de articulação, mobilização e interação em rede passiveis em gestão compartilhada da política pública e a sociedade.

    Sendo assim, pergunto a vocês, que já foram 100, oitenta, talvez cento e vinte, envolvidos com a Ação Cultura Digital o que significa para vocês ser um(a) articulador(a) de cultura digital?

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  • Visualizando a rede de Pontos de Cultura da região metropolitana de Belo Horizonte

    Fonte: Adriana Veloso de Blog Ação Cultura Digital em Minas Gerais

    Neste trabalho, iniciamos uma análise sobre forma com que os Pontos de Cultura da Região Metropolitana de Belo Horizonte se relacionam. Primeiramente problematizamos a natureza das relações estabelecidas entre estas entidades, se são diretas ou indiretas, bem como os tipos de engajamento presentes e suas conexões. Na visualização também indicamos tipos de referências que cada uma possui dentro da rede, com vistas a subsidiar indicações de centralidade. No último grafo observamos suas áreas de atuação e somando as informações já levantadas analisamos os papéis desempenhados por estes atores as sub redes presentes. Diante destes elementos verificamos o uso das tecnologias da informação e comunicação e os locais da centralidade da informação. Para este estudo, não aprofundamos no fluxo dos laços que se enfraquecem e fortalecem ao longo do tempo, optando por destacar as permanências qualificadas e representá-las graficamente. (OBS: Para ver os grafos abaixo dar duplo clique para ampliar)

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  • Dúvida: Qual o melhor Software Livre para edição de aúdio?

    Fonte: admin de Blog Ação Cultura Digital no Nordeste

    Fonte: Uirá Porã de Rede de Pontos de Cultura do Ceará

    O Otaviano, da Associação Ribuliço Ecoart, envio-me um email com a seguinte mensagem:

    Somos ponto de cultura de Crateús-CE e através da Catavento consegui seu email.

    Nossa ONG. tem um trabalho com Rádio educomunicativa, na Escola Gaspar Dutra, estamos implantando um rádio com um transmissor feito de sucata, estamos preparando o computador para consolidar nossa proposta. Contudo não sabemos que software livre, ou programa de edição de áudio que podemos usar e para edição dos programas. Qual o Software Livre melhor para edição de aúdio?


    Respondi e decidi por compartilhar aqui, pois sei que muitos pontos desjam trabalhar com rádio:

    Parabéns pelo trabalho, acho que as escolas são um ponto estratégico que merecem nossa atenção, elas podem mudar o presente pra melhorar o futuro :)

    Sobre o software, tenho duas indicações: Audacity <http://audacity.sourceforge.net/>, que é um software mais simples e fácil de usar. Para edições de rádio, ele faz tudo o que você precisa.
    Tem também o Ardour <http://ardour.org/>, que é um programa mais completo e complexo de usar. Ele é mais aconselhável para quem necessita fazer efeitos mais rebuscados, trabalhar com muitas trilhas de áudio ou com gravação multipista. Para programas de rádio simples, não acho ser uma boa pedida.

    Se você não tem familiaridade com nenhum dos dois, instale o Audacity e vá usando. Se pretende fazer gravações com muitos instrumentos ao vivo e mixagens mais avançadas, instale o Ardour e começe a pesquisar agora mesmo, pois você tem um longo caminho pela frente. :)

    Espero que você não se importe, mas irei publicar a sua pergunta e essa resposta no blog dos pontos, uma vez que essa informação pode ser útil pra outras pessoas. Como diria minha professora: “a dúvida de um, pode ser a dúvida de muitos”.

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  • 3ª Convenção Internacional de Puredata

    Passei pela 3ª Convenção Internacional de Puredata e registro algumas informações. O evento, que teve início no dia 19, com duração de uma semana, foi uma verdadeira imersão de nerds muito inteligentes de vários lugares do mundo. Cheguei em São Paulo na quarta dia 22 e fiquei só até sábado pela manhã e tive muita sorte de rever a apresentação do Emotional Kernel Panic(EKP), que já tinha visto no FISL, e de participar de oficinas e de apresentações que abordaram as novidades de vídeo no pd. Portanto, como minhas impressões do evento são gerais, convido, principalmente aos brasileiros, a comentar o post. Lembrando também que boa parte da turma segue para Salvador para o Simpósio Interatividade em Sistemas Computacionais Livres (ISCL2009), que vai do dia 27 ao dia 1º de agosto.

    Últimas do CCNM: http://www.livestream.com/tvle

    Tinha algumas ‘missões’ na cidade, sendo que a principal delas era tentar descobrir se alguém já havia desenvolvido um patch para visualização de redes sociais em tempo real a partir da leitura de rss de um site qualquer. A idéia seria, por exemplo, fazer uma representação gráfica e dinâmica (instantânea) de todas as atividades mapeadas pelo rss do Culturadigital.br. Com  este patch pronto, o sisteminha poderia ser aplicado a qualquer outro site e/ou rede social que desejasse analisar e visualizar a mudança dos fluxos de informação. E como estava entre as figuras mais ‘patcheras’ do pd, me distraí e só fui resolver como fazer isso na sexta a tarde. Cheguei ao Museu da Imagem e do Som, local com boas memórias do Festival Digitofagia, à tarde e fui direto para o hackmeeting, organizado por Glerm, que me recebeu com um sorriso de surpresa e um abraço. Tinha um bucado de gente, laptop, arduíno, brinquedos com potenciômetros e coisas muito criativas de apropriação tecnólogica de hardware e software. Fui dar uma volta e olhando a programação achei a oficina do Sergi Laro, catalão gente fina, sobre pdvjtools e externals do PD, onde estava também o Jean. De noite seguimos para o SESC Pinheiros, onde além da apresentação do Brazileiro, da Flavia e do Renato com o EKP, teve o fechamento com LiveNoiseTupi, coletivo do VJPalm, do Panetone, Porres e que desta vez contou também com o Kruno, que já tinha rodado por aqui em 2007 por conta de sua pesquisa sobre os circuitos de arte e tecnologia no Brasil. Em ambas as apresentações teve um pessoal que chegou improvisando na hora, fazendo performances no estilo de teatro recombinante mesmo. Saimos do SESC e fomos jantar com a turma toda, dos quais boa parte está num hostel na 13 de maio. Em geral, os participantes da PDCon são compostos por muitos europeus de diversos países, alguns estadunidenses, poucos latino americanos e de conferencistas somente duas mulheres.
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  • UFGRS publica cartilha “Para fazer Rádio Comunitária”

    Fonte: admin de Blog Ação Cultura Digital no Nordeste

    Fonte: Uirá Porã de Rede de Pontos de Cultura do Ceará

    A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), através da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação (PPGCOM), está publicando a cartilha “Para fazer RÁDIO COMUNITÁRIA com “C” maiúsculo”.

    A obra é organizada por Ilza Girardi, professora do PPGCOM, e Rodrigo Jacobus, mestrando do programa, e dá sequência a um trabalho de seis anos que já havia publicado a “Cartilha (sem frescura) da Rádio Comunitária”.

    A cartilha, que traz um histórico das rádios comunitárias, questões da legislação e fornece informações de como montar uma rádio, está sobre licença Creative Commons e pode ser distribuída gratuitamente sobre a mesma licença, que pode ser conferida na página 4 da obra.

    Baixe seu exemplar e redistribua a cartilha, reforçando a importância de obras compartilhadas sem custo, priorizando o acesso livre à informação.

    (originalmente publicado em http://gilbertoconsoni.com/)

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  • ONG Iphanaq lança Ponto de Cultura sábado em Quixeramobim

    Fonte: admin de Blog Ação Cultura Digital no Nordeste

    Fonte: Uirá Porã de Rede de Pontos de Cultura do Ceará

    O Instituto do Patrimônio Histórico, Natural e Artístico de Quixeramobim (ONG Iphanaq) lança sábado, 9h, no Liceu de Quixeramobim, o Projeto Patrimônio Vivo, um dos Pontos de Cultura selecionados pela em 2009 no Ceará pela Secult. O técnico da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), Franze Silva, estará presente abordando as “Políticas Públicas para a Cultura e Plano Nacional de Cultura”. O presidente do Iphanaq e Coordenador do Projeto, historiador Francisco Neto Camorim, apresenta ações da ONG no município e fala sobre “A cultura como processo educativo”.Na ocasião serão exibidas imagens de ações como as do Cineclube Cinemavida, que exibe filmes na sede e zona urbana realizando debates sobre o cotidiano das comunidades. Também foram convidados para o lançamento a Prefeitura de Quixeramobim e a 4ª Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que atualmente realiza ações em Quixeramobim. O lançamento se encerra com exibição de curtas para os presentes.

    Além da Secult, os recursos do Projeto “Patrimônio Vivo” são financiados pelo Governo Federal. A ONG Iphanaq foi selecionada em edital público após apresentar projeto por escrito. O Projeto Patrimônio Vivo trabalhará com oficinas divididas em módulos: Educação Patrimonial, Gestão da Cultura, Arquivo e Documentação, Fotografia e Vídeo, além das orientações específicas em software livre, conforme orientação do Ponto de Cultura a todos os projetos. Os módulos serão desenvolvidos em oficinas que se realizam aos finais de semana, nos dois turnos de sábado e nas manhãs de domingo, no Liceu. Nos dias oito e nove será realizada a primeira das quatro oficinas de Educação Patrimonial, referentes ao primeiro módulo.

    Participantes – Após divulgação no município – nas rádios, escolas e pela internet –, uma comissão do Iphanaq selecionou os 30 participantes para o primeiro ano de oficinas, incluindo integrantes da zona rural e da periferia da cidade. O mesmo número ficou na lista de suplentes e será chamado com eventuais saídas dos selecionados no primeiro momento, seja por desistência, seja pela ausência de pelo menos dois finais de semana, conforme estabelecido no edital elaborado pela entidade. Os primeiros selecionados participam do primeiro ano do Projeto, que tem duração de três anos e passa por nova seleção ao fim de cada ano.

    As oficinas ocorrem no Liceu, que apóia o Projeto através da Direção e de funcionários da escola. Além do pagamento aos oficineiros, o Projeto prevê a compra de materiais como os de vídeo e fotografia, utilizados nas oficinas e de uso e responsabilidade do Iphanaq. Reunião de Planejamento para o Projeto foi realizada na Biblioteca Pública no final de junho. Os recursos já foram depositados em conta específica. A Coordenação Geral é do historiador Neto Camorim e a Coordenação técnica de Weynes Matos.

    Entre os 100 projetos selecionados no Ceará, sendo 80 no interior, também foi selecionado, em Quixeramobim, pelo mesmo edital, o Projeto da Banda de Lata do Assentamento Recreio, que trabalha com crianças e adolescentes.

    Mais informações:

    Francisco Neto Camorim: (88) 9926-1048, Coordenador Geral e presidente da ONG Iphanaq. Weynes Matos: (85) 8842-4528, Coordenador Técnico.

    (Foto: Ricardo – http://www.flickr.com/photos/ricardosab/2201776592/)

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  • Centro de Convergência de Novas Mídias

    Últimas do CCNM: http://www.livestream.com/tvle


    O Centro de Convergência de Novas Mídias (CCNM) é um grupo de pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que atua também na extensão e ensino. O grupo foi selecionado no primeiro edital com o projeto Rede de Inclusão e Letramento Digital – Rede.Lê, que já estava em andamento desde 2002 devido a uma parceria coma Secretaria Municipal de Educação de BH.

    Em 2005 o grupo também aprovou o Pontão de Cultura da UFMG, cujo objetivo era o de criar ambientes virtuais “que auxiliassem os diversos grupos sociais a trocarem experiências entre si” (site CCNM). Sua área de atuação é ampla e por conjugar pesquisa e extensão o grupo destaca-se na produção de metodologias aplicadas. Atualmente, o CCNM é o Ponto representante de Minas Gerais na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. A seguir contamos um pouco do histórico do projeto e seus atuais trabalhos.
    Quando a sede do projeto ainda era o Centro Cultural da UFMG o grupo foi procurado para colaborar no projeto das Bases de Apoio a Cultura (BACs), que reformulado tornou-se o Cultura Viva. O Centro de Cultural era referência na época, pois contava com um telecentro metareciclado, aberto ao público diverso do centro da cidade, abrigava projetos de dança afro e shows de artistas locais nas sextas a noite, além de ter um cineclube ativo com mostras semanais. Nesta época a Prof. Regina Helena era diretora do Centro Cultural da UFMG e por lá também começou a desenvolver a Rede de Inclusão e Letramento Digital – (Rede.Lê). (mais…)

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