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	<title>Ação Cultura Digital</title>
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	<description>Só mais um blog do Cultura Digital</description>
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		<title>Pontões no Fórum de Cultura Digital</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/acao/2010/11/12/79/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adrianobelisrio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[16/11, das 11h às 13h Arena da Cultura Digital Debate dos Pontões de Cultura no Fórum de Cultura Digital PAUTA * Pesquisa e Sistematização dos Pontos de cultura * Infra -estrutura e administração dos recursos (máquinas, bandas, etc) participação mais efetiva na RDSL: Formação de conselhos e comitês descentralizados para administração da rede * Formação  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>16/11, das 11h às 13h</strong><br />
Arena da Cultura Digital</p>
<p>Debate dos Pontões de Cultura no Fórum de Cultura Digital</p>
<p><strong>PAUTA</strong></p>
<p>* Pesquisa e Sistematização dos Pontos de cultura</p>
<p>* Infra -estrutura e administração dos recursos (máquinas, bandas,<br />
etc) participação mais efetiva na RDSL: Formação de conselhos e comitês descentralizados para<br />
administração da rede</p>
<p>* Formação  (ampliando as temáticas da cultura digital do minc, rede de telecentros, parceria entre ministérios com o MEC ou MMA: Pontos de Cultura Ambientais? Rizomas, Cultura Digital e Meio Ambiente</p>
<p>* rumos e políticas de cultura digital nesse novo governo</p>
<p>- Andamento dos GTs: responsáveis, atividades, etc</p>
<p>- Plataforma de suporte e formação aos Pontos em software livre</p>
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		<title>1º Fórum Nacional das Cidades Digitais. &#8230;</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/acao/2009/09/30/1%c2%ba-forum-nacional-das-cidades-digitais/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uirá Porã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos de Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[cidades digitais]]></category>
		<category><![CDATA[CulturaDigitalBR]]></category>

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		<description><![CDATA[1º Fórum Nacional das Cidades Digitais. Fontes de financiamento, tecnologias, regulamentação e gestão. A partir destes quatro pilares, a construção de uma cidade digital já pode ser planejada. Com o objetivo de favorecer um amplo debate sobre políticas públicas relacionadas à implantação e operação de cidades digitais no Brasil, o 1º Fórum Nacional das Cidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1º Fórum Nacional das Cidades Digitais.</p>
<p>Fontes de financiamento, tecnologias, regulamentação e gestão. A partir destes quatro pilares, a construção de uma cidade digital já pode ser planejada. Com o objetivo de favorecer um amplo debate sobre políticas públicas relacionadas à implantação e operação de cidades digitais no Brasil, o 1º Fórum Nacional das Cidades Digitais reunirá, nos dias 1 e 2 de outubro, em Brasília (DF), representantes de órgãos da administração pública federal, estadual e municipal.</p>
<p>Para a íntegra da notícia, acessem: http://www.tid.org.br/modules/news/article.php?storyid=1063</p>
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		<title>Encontro dos Articulador@s da Ação Cultura Digital para a Apresentação das Propostas para o Futuro da Ação (GT Sustentabilidade)</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/acao/2009/08/25/encontro-dos-articuladors-da-acao-cultura-digital-para-a-apresentacao-das-propostas-para-o-futuro-da-acao-gt-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uirá Porã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos de Sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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		<title>o que é ser um/a articulador/a de cultura digital?</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/acao/2009/08/20/articular/</link>
		<comments>http://www.culturadigital.br/acao/2009/08/20/articular/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 00:31:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Skárnio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa/opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Você, que já foi parte de 100, oitenta, talvez cento e vinte ou trezentos, envolvid@s com a Ação Cultura Digital o que significa para vocês ser um(a) articulador(a) de cultura digital? A Cultura Digital entrou no Minc com alguns atores sociais que promoveram a Ação Cultura Digital com os Pontos de Cultura. Foram várias oficinaaasssss, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você, que já foi parte de 100, oitenta, talvez cento e vinte ou trezentos, envolvid@s com a Ação Cultura Digital o que significa para vocês ser um(a) articulador(a) de cultura digital?</strong></p>
<p>A Cultura Digital entrou no Minc com alguns atores sociais que promoveram a Ação Cultura Digital com os Pontos de Cultura. Foram <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=musicadeponto" target="_blank">várias oficinaaasssss</a>, possivelmente mais de cem encontros entre 2005 e 2007.</p>
<p>Nos anos seguintes a politica do MinC promoveu uma série de editais e prêmios ao invés de investir em uma equipe dedicada a articular e promover a cultura digital, o software livre, a generosidade intelectual e a pedagogia da autonomia na apropriação das novas tecnologias da comunicação e informação junto aos Pontos de Cultura.</p>
<p>Em 2009, uma equipe mais concisa foi contratada para elaborar diretrizes da política de cultura digital junto aos Pontos de Cultura e o Fórum da Cultura Digital Brasileira, fazendo a ponte entre esta interface web, o MinC e as comunidades envolvidas com Pontos de Cultura.</p>
<p>Neste momento pergunta-se quais as diretrizes de articulação, mobilização e interação em rede passiveis em gestão compartilhada da política pública e a sociedade.</p>
<p>Sendo assim, pergunto a vocês, que já foram 100, oitenta, talvez cento e vinte, envolvidos com a Ação Cultura Digital o que significa para vocês ser um(a) articulador(a) de cultura digital?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Visualizando a rede de Pontos de Cultura da região metropolitana de Belo Horizonte</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/acao/2009/07/28/analise-e-visualizacao-rede-metropolitana/</link>
		<comments>http://www.culturadigital.br/acao/2009/07/28/analise-e-visualizacao-rede-metropolitana/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 15:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Adriana Veloso de Blog Ação Cultura Digital em Minas Gerais Neste trabalho, iniciamos uma análise sobre forma com que os Pontos de Cultura da Região Metropolitana de Belo Horizonte se relacionam. Primeiramente problematizamos a natureza das relações estabelecidas entre estas entidades, se são diretas ou indiretas, bem como os tipos de engajamento presentes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.culturadigital.br/minas/?p=238">Fonte</a>: Adriana Veloso de <a href="http://www.culturadigital.br/minas/">Blog Ação Cultura Digital em Minas Gerais </a></p>
<p>Neste trabalho, iniciamos uma análise sobre forma com que os Pontos de Cultura da Região Metropolitana de Belo Horizonte se relacionam. Primeiramente problematizamos a natureza das relações estabelecidas entre estas entidades, se são diretas ou indiretas, bem como os tipos de engajamento presentes e suas conexões. Na visualização também indicamos tipos de referências que cada uma possui dentro da rede, com vistas a subsidiar indicações de centralidade. No último grafo observamos suas áreas de atuação e somando as informações já levantadas analisamos os papéis desempenhados por estes atores as sub redes presentes. Diante destes elementos verificamos o uso das tecnologias da informação e comunicação e os locais da centralidade da informação. Para este estudo, não aprofundamos no fluxo dos laços que se enfraquecem e fortalecem ao longo do tempo, optando por destacar as permanências qualificadas e representá-las graficamente. (OBS: Para ver os grafos abaixo dar duplo clique para ampliar)</p>
<p><span id="more-52"></span>No primeiro edital federal de seleção dos Pontos de Cultura, de 2005, foram selecionadas vinte instituições em todo estado de Minas Gerais, sendo quatro em Belo Horizonte e outros cinco na região metropolitana. Atualmente a rede de Pontos de Cultura do Estado de Minas Gerais possui 60 projetos conveniados distribuídos entre Pontos de Cultura, Pontões de Cultura e Rede de Pontos de Cultura. A diferença entre estes tipo de conveniamento, além de uma maior vera para os dois últimos, consiste também em uma maior amplitude dos trabalhos. Enquanto para os Pontões espera-se que trabalhem com outros Pontos de Cultura de sua região, a Rede de Pontos já define previamente quais serão as instituições conveniadas.</p>
<div id="attachment_241" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/ponto_rede_pontao31.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-241" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/ponto_rede_pontao31-150x150.jpg" alt="ponto_rede_pontao31" width="150" height="150" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Grafo 1 -Pontos, Rede de Pontos e Pontões de Cultura da RMBH</p>
</div>
<p>Diante deste contexto, é importante ressaltar que a rede dos Pontos de Cultura da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) é composta por instituições diversas como ONGs e Fundações/Autarquias e se divide entre Pontos, Pontões e Rede de Pontos conforme anteriormente explicitado. Ao lado uma visualização das 19 entidades abordadas neste trabalho.</p>
<p align="justify">Como  pode-se observar na visualização as entidades selecionadas extrapolam  a região metropolitana de Belo Horizonte, isso ocorre devido ao fato  de que “local e global, entretanto, são conceitos bem adaptados às  superfícies e à geometria, mas inadequados para as redes e a  topologia” (Latour, 1994. p. 116). De fato ao pensar nas redes sociotécnicas  é preciso incorporar o fato de que a fluidez é inerente à ação  social. Por isso, no mapa dos Pontos da RMBH aparecem projetos de cidades  como Ouro Preto, Congonhas, Itabira e  Cataguases. Esta última,  a mais distante da capital, é sede da Fábrica do Futuro, proponente  do Pontão Cidades Invisíveis junto à ONG Contato CRJ e a Rede Minas  de Televisão. Antes de prosseguir no perfil dos atores e quais os papéis  que estes desempenham na fluidez informacional desta rede destaca-se  a hibridação dos espaços geográficos e institucionais.</p>
<p style="padding-left: 180px" align="justify">As  redes são vetores de modernidade e também de entropia. Mundiais, veiculam  um princípio de ordem, uma regulação a serviço dos atores hegemônicos  na escala planetária. Locais estas mesmas redes são portadoras de  desordem. A informação especializada e específica que elas transmitem  serve à afirmação local dos atores hegemônicos. (Santos, p.57, 1996)</p>
<p align="justify">Ainda  que existam mais Pontos de Cultura na RMBH (um total de 21 projetos),  do início da pesquisa, em fevereiro, até o momento de elaboração  deste artigo, algumas destas entidades não deram retorno para marcação  de visita e, portanto, não foram abordadas. Dito isso, ressalta-se  a presença das duas Redes de Pontos vinculadas à autarquias, uma proposta  pela Fundação Municipal de Belo Horizonte e a segunda da Prefeitura  de Contagem. Além disso, observa-se que os três Pontões do estado  localizam-se na capital e exercem diferentes papéis na rede, até por  seu histórico e propostas de trabalho, que serão abordados abaixo  em nossa análise.</p>
<p align="justify">A  estrutura das relações sociais dos Pontos de Cultura do estado estiveram  pautadas pela organização e institucionalização dos mesmos enquanto  grupo com poder de tomada de decisão. Desde o início da implementação  do Programa Cultura Viva, os Pontos de Cultura pleitearam uma maior  participação política nas diretrizes do Ministério e sua legislação.  Para tanto, organizaram-se por meio da Comissão Nacional dos Pontos  de Cultura, que regionalmente se estrutura em Comissões Estaduais.  A Comissão Estadual dos Pontos de Cultura de Minas Gerais elegeu no  final de 2008 um representante do Pontão de Cultura Centro de Convergência  de Novas Mídias (CCNM) e como suplentes representantes do Ponto de  Cultura Aruanda, a Rede de Pontos Incubadora de Arte, ambas de Belo  Horizonte, a Casa de Drummond de Itabira, o Ponto de Cultura Arte Musical  é Vida de Porteirinha e a Rede de Pontos Contagem Cultura Viva. Nos  anos de 2006 e 2007, a Comissão Estadual era presidida pela Contato  CRJ, Ponto de Cultura e também proponente do Pontão Cidades Invisíveis.  A Comissão se comunica com os 60 Pontos de Cultura do estado por uma  lista de discussão online, fechada para não membros de Pontos de Cultura.  Além disso, há outra lista da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura,  na qual há representatividade dos 27 estados da federação, também  restrita a delegados e eleitos regionalmente.</p>
<p align="justify">Antes  de prosseguir sobre os métodos e técnicas utilizadas para a análise  desta rede social, é importante ressaltar que estes atores, antes de  se tornarem Pontos de Cultura, já eram entidades com atividades sócio  culturais, e que, portanto, já possuíam cada um suas próprias redes  de relações.  Alguns destes Pontos de Cultura, já eram parceiros  antes mesmo de serem Pontos de Cultura como é o caso da Associação  Imagem Comunitária (AIC) e o Grupo Cultural Negros da Unidade Consciente  (NUC). Com o edital do Ministério da Cultura conformou-se uma nova  rede, a partir de uma já existente, na qual já estava presente outras  relações. A partir das tentativas de organização, por meio da Comissão  Estadual dos Pontos de Cultura e os fóruns organizados para sua estruturação,  uma nova rede híbrida e móvel destas entidades armava-se e desarmava-se  com atores que, em determinados momentos, participavam mais e, em outros  momentos menos. Este fenômeno complexo ocorreu nos últimos quatro  anos e provavelmente seguirá transformando-se no que se refere à densidade  destas relações e aos diferentes tipos de conexões estabelecidas  em temporalidades específicas. A opção deste estudo foi verificar  permanências qualificadas desta rede, levando em conta os momentos  de conformação dos laços e e as formas como ocorrem, ainda que por  questões de tempo e espaço, não sejam abordadas em profundidade.</p>
<p align="justify"><strong>Métodos  e estratégias para identificar redes relacionais e estruturais</strong></p>
<p align="justify">O  método utilizado neste estudo é o aplicado por Garton (2009)  em que “a análise das redes sociais observa além dos atributos específicos  dos indivíduos para considerar as relações e as trocas entre os atores  sociais”.  Neste sentido, além da composição destes Pontos  de Cultura, Pontões de Cultura e Rede de Pontos de Cultura da região  metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) será observado também o fluxo  de capital simbólico, ou seja, quem distribuí e influencia no fluxo  de informações. As unidades de análise serão tanto os atores da  rede, ou seja os Pontos de Cultura, Pontões de Cultura e Rede de Pontos  de Cultura da região metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), bem como  a observação das relações estabelecidas entre eles e sua composição  (área de atuação) com vistas a observar os nós que existem em conexão.</p>
<p align="justify">Para  identificar as relações entre os Pontos de Cultura foi elaborado um  roteiro de visita, aplicado com gestores dos Pontos de Cultura, que  além de obter informações gerais sobre as instituições, também  orientava a busca de informações das redes de articulação com o  objetivo de compreender qual a natureza das relações estabelecidas  de cada Ponto, Pontão e Rede de Pontos de Cultura visitado.</p>
<p align="justify">Além  disso, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com três diferentes  atores; Cláudia Houara, ex Assessora do Programa Cultura Viva na Representação  Regional do Ministério da Cultura, José Paulo Neto, articulador regional  de MG da Ação Cultura Digital e Denísia Martins representante de  Minas Gerais na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. O objetivo  destas entrevistas foi a observação da rede a partir de uma perspectiva  diferente da visão dos gestores dos Pontos de Cultura.</p>
<div id="attachment_245" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/relacoes_pontos3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-245" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/relacoes_pontos3-150x150.jpg" alt="Relações entre os Pontos" width="150" height="150" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Grafo 2 &#8211; Relações</p>
</div>
<p align="justify">O  tratamento destes dados passou por diferentes etapas nas quais o primeiro  estágio foi a construção de relatórios de visita e das entrevistas,  seguido por construção dos dados no software Ucinet<sup>2</sup> para  montagem dos grafos no NetDraw<sup>3</sup>. Estes dados foram estruturados  primeiramente a partir da relação institucional entre os Pontos de  Cultura como pode-se observar no representação ao lado:</p>
<p align="justify"><img src="https://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.1&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=122bd1873a55e9ce" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." width="1" height="1" /></p>
<p align="justify">Este  grafo é o primeiro passo para visualizar as sub redes presentes,  assim como a natureza das relações estabelecidas entre estas entidades  e nós de centralidade da informação.</p>
<p align="justify">Após  esta estruturação, foi realizada uma representação sobre referências   (grafo 3),  que abrangeu; referências para outros Pontos de Cultura, referência  para comunidade, referência no uso de software livre, trabalhos com  outros Pontos de Cultura e participação na Comissão Estadual dos  Pontos de Cultura, com o objetivo de construir uma referência referenciada  sobre os papéis de centralidade desta rede e como se destacam por sua  permanência qualificada. Além disso, procura-se aprofundar na questão  da natureza das relações estabelecidas, subsidiando a obervação  sobre os indicadores de interdependência e os tipos de engajamento  existentes entre estas entidades.</p>
<p align="justify"><img src="https://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.1&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=122bd1873a55e9ce" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." width="1" height="1" /></p>
<div id="attachment_246" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/referencias3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-246" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/referencias3-150x150.jpg" alt="Referências" width="150" height="150" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Grafo 3 &#8211; Referências</p>
</div>
<p align="justify">Por  fim, também foi criado um grafo de representação das áreas de atuação  (grafo 4)de cada um dos Pontos de Cultura contactados que abrange os tópicos;  cultura digital, juventude, audiovisual, telecentro (máquinas, acesso  a internet e uso pela comunidade), áudio/música/rádio, premiados  da Ação Escola Viva e atuantes na Ação Griô (mestres da cultura  popular). Esta representação auxilia também no destaque de nós centrais  desta rede, uma vez que correlaciona atributos variáveis, além de  indicar qual o uso que estes projetos fazem das tecnologias da informação  e comunicação.</p>
<p align="justify"><img src="https://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.1&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=122bd1873a55e9ce" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." width="1" height="1" /></p>
<p><strong>Análise</strong></p>
<p align="justify">Garton  (2009) sugere o alcance, a centralidade e os papéis como aspectos a  serem observados como características de uma rede. Em termos de alcance  ainda que a rede abordada seja pequena neste estudo ela de fato abarca  um universo de mais de oitocentos Pontos de Cultura em todo Brasil.  Sua heterogeneidade é proporcional à diversidade cultural do Brasil,  ainda assim, pode-se traçar quatro linhas de atuação presentes em  praticamente todas as entidades da RMBH que são; a cultura digital,  juventude, o audiovisual e a presença de telecentros.</p>
<p align="justify">A  partir da análise foram identificados quatro sub redes que abaixo serão  analisadas com relação ao uso das tecnologias da informação e comunicação,  centralidade e papéis desempenhados na rede, atributos em comum, fluxo  de capital simbólico/centralidade informacional e natureza das relações  estabelecidas, com seus respectivos indicadores de interdependência.</p>
<div id="attachment_249" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/areas_atuacao3.jpg" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-249" style="margin: 5px" src="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/areas_atuacao3-150x150.jpg" alt="Grafo 4 - Áreas de Atuação" width="150" height="150" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Grafo 4 &#8211; Áreas de Atuação</p>
</div>
<p align="justify">Na  questão da centralidade da informação “pode ser importante examinar  quem é central ou isolado em redes mantidas por diferentes meios (…),  nesses casos, alguns atores podem desempenhar o papel de disseminador,  fazendo a ponte entre a rede de e-mails e a rede face a face” (Garton,  2009). De fato, a Comissão Estadual dos Pontos de Cultura exerce esse  papel, Denísia Martins, do CCNM e atual representante da Comissão,  conta que “às vezes após enviar mensagem para lista dos Pontos é  necessário pegar o telefone e ligar para as pessoas pedindo para que  elas leiam o aviso”. Este é um dos motivos pelos quais este Pontão  desempenha papel de centralidade e mediação na rede. Mas além disso,  o Pontão de Cultura também é uma das referências no uso de software  livre, plataforma adotada e defendida pelo Programa Cultura Viva, além  de ser referência para comunidade e para outros Pontos de Cultura.  O CCNM é o primeiro Pontão de Cultura conveniado do estado e desenvolve  trabalhos com outros Pontos de Cultura em todas as áreas de atuação  abordadas por esta análise; é premiado na Ação Escola Viva, atua  na Ação Griô, trabalha com áudio, audiovisual, cultura digital,  juventude e possui telecentro em parceria com a Rede de Economia Solidária  da Prefeitura de Belo Horizonte, no qual desenvolve trabalho de letramento  digital com jovens e adultos. A PBH é uma das parcerias com maior permanência  qualificada do projeto, abarcando não somente a rede de Economia Solidária,  como também a Secretaria de Educação e a Fundação Municipal de  Cultura de BH. O projeto ainda tem como característica não somente  o uso das tecnologias da informação e comunicação, como também  sua apropriação, ou seja, não somente utiliza as TICs como compreende  seu funcionamento e dá retorno à comunidade por meio de atividades  de aprendizado e troca em projetos de extensão. Diante disso pode-se  afirmar que o Pontão é um canal de transferência e troca e que as  relações de interdependência são dos outros Pontos de Cultura para  com ele. Isso se deve ao fato também do convênio do projeto ser com  a Universidade Federal de Minas Gerais, via Fundação de Desenvolvimento  da Pesquisa (Fundep), enquanto todos os outros Pontos de Cultura são  Organizações não Governamentais. Por isso, o CCNM agrega outras instituições  em relações de colaboração, mas raramente de parceria institucional.  Sendo assim,  pode-se dizer que este Pontão é um ego da rede,  não uma sub rede, uma vez que e composto por apena um ator.</p>
<p align="justify">Outro  destaque de centralidade desta cartografia são os proponentes do Pontão  Cidades Invisíveis compostos pelos Pontos de Cultura Contato Centro  de Referência para Juventude (CRJ) e a Fábrica do Futuro de Cataguases.  De fato, “similaridades no comportamento de membros da rede sugerem  a presença de um papel de rede” (Garton, 2009), e isso fica explicitado  também pelas relações institucionais em comum destes Pontos de Cultura  com outros projeto tais como; a TV Murinho de Sabará, a Casa da Juventude  de Congonhas e o Timbalê de Ouro Preto. Nessa sub rede, a relação  entre a Fábrica do Futuro e a Contato CRJ é de interdependência formal,  uma vez que assinaram contrato de consórcio, juntamente com a Rede  Minas de Televisão, para a execução do projeto Cidades Invisíveis.  Com outros Pontos de Cultura há diferentes tipos de relação, desde  a circunstancial, como é o caso do Timbalê, parceria estabelecida  somente para execução do Cidades Invisíveis, como também engajamentos  intencionais como é o caso da TV Murinho de Sabará, com o qual há  uma permanência qualificada de projetos em comum. Esta sub rede é  um bom exemplo de laços que se fortalecem e se enfraquecem ao longo  de temporalidades específicas, normalmente relacionadas a interesses  de execução de atividades conformando parcerias mais ou menos pontuais,  uma vez que se relacionam de formas diferentes em cada momento. Em seus  atributos esta sub rede aparece com o audiovisual como forte área de  atuação destes projetos. Em termos do uso das TICs, a Fábrica do  Futuro destaca-se por ser uma referência no uso de software livre,  ainda que no projeto Cidades Invisíveis este não tenha sido o sistema  operacional adotado. Por isso, observa-se uma dificuldade de fluência  digital nesta rede, ou seja, em geral, não conseguem trabalhar com  a linguagem audiovisual independente do sistema operacional (MacOS e  Final Cut, Windows e Premiere e GNU/Linux e Cinelerra). Isto também  é observado em outros atores desta sub rede, que possuem engajamentos  subjacentes com os atores centrais, cujo uso das TICs se concentra em  apenas o sistema operacional mais hegemônico. Devido ao fato desta  sub rede constituir um dos  três Pontões do estado, ela também  desempenha certa centralidade informacional, inclusive por mediar canais  de transferência e troca de capital simbólico. O projeto Cidades Invisíveis,  por exemplo, selecionou nove Pontos de Cultura para participar de formação  conceitual e técnica que culminaria na produção de nove inter programas  cada a serem exibidos na Rede Minas de Televisão. Esta mediação estabelece  também certa relação de poder para com outros Pontos de Cultura,  uma vez que o acesso à televisão pública torna-se uma relação indireta.</p>
<p align="justify">O  terceiro Pontão de Cultura do Estado Formação em Gestão foi conveniado  “visando à realização de um programa de formação específica  em gestão cultural, direcionado aos Pontos de Cultura conveniados pelo  Ministério da Cultura<sup>4</sup>” de todos os estados do país.  Sua atuação consiste em um encontro presencial, no qual mais de 90%  dos Pontos de Cultura de Minas Gerais participaram, seguido por uma  formação de Educação a Distância (EAD). A natureza das relações  estabelecidas pelo Pontão Formação em Gestão caracteriza-se pela  presença de canais de transferência e troca em relações de interdependência  intencionais por parte de outros Pontos de Cultura, uma vez que as inscrições  nos cursos são gratuitas. O projeto não estabelece relações de parcerias  (permanência qualificada) com outros Pontos de Cultura, mesmo assim  cumpre importante papel de centralidade informacional na rede nacional  dos Pontos de Cultura por trabalhar com um dos maiores gargalos do Programa  Cultura Viva que é a questão da gestão e prestação de contas.   Por operar com plataformas de ensino a distância percebe-se que o projeto  utiliza e desenvolve as TICs, caracterizando uma apropriação destas  ferramentas. O Pontão opera um volumoso fluxo de capital simbólico  e por ser constituído de um só ator é outro ego da rede.</p>
<p align="justify">As  duas Redes de Pontos também caracterizam um papel de rede, uma vez  que agregam projetos afiliados; a Incubadora de Artes trabalha com cinco  centros culturais da Fundação Municipal de Cultura e duas ONGs e a  Rede Contagem Viva trabalha com nove instituições da região e seu  distrito. Nossa análise acerca destas entidades tem base em seus projetos  de Redes de Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva, mas também  considera sua rede já conformada antes do edital e sua atuação junto  as comunidades de suas cidades.  As Redes de Pontos, nas quais  as prefeituras municipais estabelecem a mediação entre o governo federal  e os projetos afiliados, também chamados de ‘Pontinhos’, mesmo sem  executar seus projetos já produzem interações, como é o caso do  Centro Cultural do Alto Vera Cruz e o Grupo NUC, por exemplo. Também  já são referências para outros Pontos de Cultura, tanto pelo fato  de aturem diretamente nas comunidades de seus municípios, como também  por serem ligadas a prefeituras, por isso desempenham papel de certa  centralidade desta rede, ainda que de forma subjacente conforme verificamos  no grafo de relações entre os projetos. Ao lado um recorte desta imagem;</p>
<div id="attachment_250" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/relacoes_pontos_corte.jpg" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-250" style="margin: 5px" src="http://www.culturadigital.br/minas/files/2009/07/relacoes_pontos_corte-150x150.jpg" alt="Grafo 5 - Corte Relações Pontos" width="150" height="150" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Grafo 5 &#8211; Corte Relações Pontos</p>
</div>
<p align="justify"><img src="https://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.1&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=122bd1873a55e9ce" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." width="1" height="1" /></p>
<p align="justify">O  engajamento dos Pontinhos para com a Fundação Municipal de Cultura  de BH e a Prefeitura de Contagem é formal em uma relação de dependência,  uma vez que as entidades mediam a relação dos Pontinhos com o governo  federal. É dizer, a natureza destas relações é propositalmente de  interdependência e mediação. Ambos os projetos das Redes de Pontos  prevêem intenso uso das TICs em diversas áreas, do teatro à música  e artes plásticas e em alguns casos já executam estes trabalhos como  é o caso do D-vEr.CidaDe CuLturaL, oriundo do movimento Hip Hop e Pontinho  da Incubadora de Artes.</p>
<p align="justify">Outras  entidades que aparecem com uma centralidade subjacente são as ONGs  Contato CRJ, Grupo NUC, Associação Imagem Comunitária (AIC) e o Museu  Giramundo. Este último é referência nacional em teatro de bonecos,  apresenta-se constantemente em teatros e ainda possui um Museu com suas  construções. O projeto faz parte de uma sub rede de Pontos de Cultura  de Belo Horizonte que atua em artes cênicas, também composto pelo  Aruanda e o projeto A Fábrica, da Cia SeráQuê?. Esta sub rede se  destaca especialmente por sua área de atuação específica e histórico  de atuação, uma vez que todos já existiam antes de se tornarem Pontos  de Cultura. Citamos estes projetos e esta sub rede de artes cênicas  ainda que não sejam objeto desta análise por não atuarem com freqüência  configurando permanência qualificada. Dito isso, prosseguimos em nossa  problematização acerca dos projetos que fazem uso das TICs e desempenham  papel de centralidade informacional.</p>
<p align="justify">Os  projetos do Grupo NUC e da AIC estão dentro de uma mesma rede de juventude  e cultura digital, no entanto existem independente um do outro, surgem  de forma totalmente diferente e a pesar de trabalharem em parcerias,  com laços que variam de densidade através do tempo, atuam também  de forma diferente. A AIC possui um caráter de mediação, capaz de  suscitar e fomentar vários projetos em grupos de jovens como, por exemplo,  A Rede Jovem Cidadania, em parceria com a Rede Minas. Sua atuação  é transversal e seus laços híbridos, ainda que com algumas permanências  qualificadas e, em seu trabalho de comunicação e empoderamento, gera  produção no fluxo de capital simbólico e informacional. O Grupo Cultural  NUC, do Alto Vera Cruz, caracteriza-se como um eixo de resistência  cultural e diálogo transversal. Originalmente uma banda de Hip Hop,  o Grupo NUC atua em sua comunidade com diversos projetos e ao longo  dos anos foi reconhecido por grupos da sociedade civil, como o Observatório  da Juventude da FAE/Centro Cultural da UFMG, como uma referência. Engajou-se  circunstancialmente com diversas ONGs e Pontos de Cultura, como parte  de seus projetos e, nos últimos anos, também passa a ter acesso à  grupos de poder, rompendo em alguns momentos com o papel de mediação  desses outros grupos, ao criar relações diretas de financiamento com  empresas privadas. Tanto o Grupo NUC e como AIC estabelecem relações  de engajamento formal em determinados momentos e engajamentos subjacentes  em outros, tendo a mobilidade e o diálogo como ponto forte de suas  atuações. Trabalham com áudio, audiovisual, cultura digital e juventude  e o Grupo NUC ainda possui um telecentro em sua sede. Dentre estes grupos  que atuam junto a comunidades no eixo juventude e cultura digital/novas  mídias, também está presente a ONG Oficina de Imagens, que embora  não seja um Ponto de Cultura, articula forma transversal com estes  grupos, estabelecendo engajamentos circunstanciais tanto com AIC, como  com o Grupo NUC, entre outros, como a TV Murinho de Sabará. Em nossa  representação gráfica a Contato CRJ aparece próxima a estes projetos  e poderia ser incluída, caracterizando o pertencimento a múltiplas  redes, entretanto ela se difere destes atores por não atuar na ação  e formação de comunidades por meio das TICs, e sim por meio de reciclagem,  artesanato e geração de renda.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p align="justify">Este trabalho é o começo de uma análise de uma rede complexa que permite  outras abordagens. Mesmo assim, busca colaborar com a visualização  da rede dos Pontos, Pontões e Redes de Pontos da RMBH, assim como devolver  à rede informações analíticas que possam ser úteis para sua  mobilização e interação. A partir da análise das relações entre  estes projetos, de suas áreas de atuação, de suas referências para  os Pontos de Cultura conseguimos identificar permanências qualificadas  centrais e subjacentes na rede.</p>
<p align="justify">Observamos  que os projetos possuem áreas de atuação semelhantes, entretanto  com formas de atuação diferentes. Concluímos isso a partir da observação  da natureza das relações estabelecidas, que vão de colaboração  e cooperação à interdependências de engajamentos formais, subjacentes  e circunstanciais. A forma com que os papéis de centralidade são exercidos,  no que diz respeito a informação e mediação de relações, também  constituíram fonte para diferenciar estas formas de atuação. Enquanto  alguns atores se colocam entre a informação, estabelecendo relações  indiretas, outros mediam gerando relações diretas.</p>
<p align="justify">A  informação neste cenário extrapola o conceito de ‘notícia’ caracterizando-se  muito mais pelo conhecimento e sua disseminação, ou seja “para que  uma informação ganhe um sentido, é preciso que ela entre num conhecimento  comum às duas partes<sup>5</sup>” (Morin, 2009) . A generosidade  intelectual, compreendida como a abertura para o compartilhamento dos  aprendizados e saberes, está presente no fluxo informacional.   Por outro lado, o controle dos canais de troca e transferência de capital  simbólico também apresenta-se nesta rede. Isso pode ser observado  a partir dos diferentes usos das tecnologias da informação e comunicação  apresentados na análise.</p>
<p align="justify">Estas  disparidades não são necessariamente negativas, pois “as relações  no interior de uma organização, de uma sociedade, de uma empresa,  são complementares e antagônicas ao mesmo tempo” (Morin, 2007, p.91).  Se as formas de abordagem da cultura digital, do audiovisual e etc,  fossem as mesmas em toda RMBH, não haveria diversidade. Esta é uma  das tendências desta rede, aliada à grande produtividade de conteúdo  e aumento constante de projetos em comum e colaborações híbridas  e fluídas. Por fim, os atores desta rede devem observar certa tendência  de formação de polarizações, que somente prejudicaria à sua própria  ação política dentro da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura,  enquanto instância de tomada de decisão, e no estado Minas Gerais.</p>
<p align="justify">Tendo  em vista que o estado de Minas Gerais por meio de sua Secretaria de  Cultura já selecionou 100 novas entidades para conveniar como Pontos  de Cultura, as análises sobre as dinâmicas desta rede tornam-se cada  vez mais relevantes para potencializar seu funcionamento integrado e  colaborativo. Por isso, a tendência é que este estudo se aprofunde  em uma análise mais detida acerca de como se conformam os laços e  em quais momentos isso ocorre, incluindo uma reflexão sobre sua volatilidade  nesta rede em específico e com propostas para fortalecer estes momentos  em que as redes se constituem.</p>
<p align="justify"><strong>Bibliografia:</strong></p>
<p>CASTELLS, Manuel. <strong>A galáxia  da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade.</strong> Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003. 243 p</p>
<p>GARTON, Laura et al. <strong>Studying  Online Social Networks.</strong> Disponível em &lt; <a href="http://jcmc.indiana.edu/vol3/issue1/garton.html#References" target="_blank"><span style="text-decoration: underline">http://jcmc.indiana.edu/vol3/issue1/garton.html#References</span></a>&gt;. Acessado em 04/07/09.</p>
<p>MORIN, Edgar. <strong>Introdução  ao pensamento Complexo</strong><em>.</em> Porto Alegre. 3. ed. Sulina, 2007.</p>
<p>LATOUR, Bruno. <strong>Jamais fomos  Modernos</strong>. São Paulo. Editora 34, 1994.</p>
<p>ORTIZ, Renato. <strong>Mundialização  e Cultura</strong>. São Paulo. Editora Brasiliense, 2000.</p>
<p>SANTOS, Milton. <strong>Técnica,  espaço, tempo.</strong> São Paulo: Editora Hucitec, 1994.</p>
<p>SORJ, Bernardo. <strong>A nova sociedade  Brasileira.</strong> Rio de Janeiro. Jorge Zahar, 2000.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dúvida: Qual o melhor Software Livre para edição de aúdio?</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/acao/2009/07/27/duvida-qual-o-melhor-software-livre-para-edicao-de-audio/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 14:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uirá Porã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção Multimídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: admin de Blog Ação Cultura Digital no Nordeste Fonte: Uirá Porã de Rede de Pontos de Cultura do Ceará O Otaviano, da Associação Ribuliço Ecoart, envio-me um email com a seguinte mensagem: Somos ponto de cultura de Crateús-CE e através da Catavento consegui seu email. Nossa ONG. tem um trabalho com Rádio educomunicativa, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontosdecultura.org.br/?p=199">Fonte</a>: admin de <a href="http://www.culturadigital.br/nordeste/">Blog Ação Cultura Digital no Nordeste</a></p>
<p>Fonte: Uirá Porã de <a href="http://www.pontosdecultura.org.br/">Rede de Pontos de Cultura do Ceará</a></p>
<p>O Otaviano, da Associação Ribuliço Ecoart, envio-me um email com a seguinte mensagem:</p>
<blockquote><p>Somos ponto de cultura de Crateús-CE e através da Catavento consegui seu email.</p>
<p>Nossa ONG. tem um trabalho com Rádio educomunicativa, na Escola Gaspar Dutra, estamos implantando um rádio com um transmissor feito de sucata, estamos preparando o computador para consolidar nossa proposta. Contudo não sabemos que software livre,  ou programa de edição de áudio que podemos usar e para edição dos programas. <strong>Qual o Software Livre melhor para  edição de aúdio?</strong></p>
</blockquote>
<p><span></span><br />
Respondi e decidi por compartilhar aqui, pois sei que muitos pontos desjam trabalhar com rádio:</p>
<blockquote><p>Parabéns pelo trabalho, acho que as escolas são um ponto estratégico que merecem nossa atenção, elas podem mudar o presente pra melhorar o futuro <img class="wp-smiley" src="http://www.pontosdecultura.org.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Sobre o software, tenho duas indicações: <strong>Audacity</strong> &lt;<a href="http://audacity.sourceforge.net/" target="_blank">http://audacity.sourceforge.net/</a>&gt;, que é um software mais simples e fácil de usar. Para edições de rádio, ele faz tudo o que você precisa.<br />
Tem também o <strong>Ardour </strong>&lt;<a href="http://ardour.org/" target="_blank">http://ardour.org/</a>&gt;, que é um programa mais completo e complexo de usar. Ele é mais aconselhável para quem necessita fazer efeitos mais rebuscados, trabalhar com muitas trilhas de áudio ou com gravação multipista. Para programas de rádio simples, não acho ser uma boa pedida.</p>
<p>Se você não tem familiaridade com nenhum dos dois, instale o Audacity e vá usando. Se pretende fazer gravações com muitos instrumentos ao vivo e mixagens mais avançadas, instale o Ardour e começe a pesquisar agora mesmo, pois você tem um longo caminho pela frente. <img class="wp-smiley" src="http://www.pontosdecultura.org.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Espero que você não se importe, mas irei publicar a sua pergunta e essa resposta no blog dos pontos, uma vez que essa informação pode ser útil pra outras pessoas. Como diria minha professora: “a dúvida de um, pode ser a dúvida de muitos”.</p>
</blockquote>
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		<title>3ª Convenção Internacional de Puredata</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 16:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Skárnio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[arduíno]]></category>
		<category><![CDATA[convenção]]></category>
		<category><![CDATA[digitofagia]]></category>
		<category><![CDATA[emotional kernel panic]]></category>
		<category><![CDATA[hackmeeting]]></category>
		<category><![CDATA[iscl2009]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
		<category><![CDATA[puredata]]></category>

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		<description><![CDATA[Passei pela 3ª Convenção Internacional de Puredata e registro algumas informações. O evento, que teve início no dia 19, com duração de uma semana, foi uma verdadeira imersão de nerds muito inteligentes de vários lugares do mundo. Cheguei em São Paulo na quarta dia 22 e fiquei só até sábado pela manhã e tive muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passei pela <a href="http://blog.pdcon.org/" target="_blank">3ª Convenção Internacional de Puredata</a> e registro algumas informações. O evento, que teve início no dia 19, com duração de uma semana, foi uma verdadeira imersão de nerds muito inteligentes de vários lugares do mundo. Cheguei em São Paulo na quarta dia 22 e fiquei só até sábado pela manhã e tive muita sorte de rever a apresentação do <a href="http://wiki.tecnologiaslivres.org/index.php?title=Pdcon" target="_blank">Emotional Kernel Panic(EKP)</a>, que já tinha visto no <a href="http://fisl.softwarelivre.org/10/papers/pub/programacao/815" target="_blank">FISL</a>, e de participar de oficinas e de apresentações  que abordaram as novidades de vídeo no <a href="http://www.puredata.org/" target="_blank">pd</a>. Portanto, como minhas impressões do evento são gerais, convido, principalmente aos brasileiros, a comentar o post. Lembrando também que boa parte da turma segue para Salvador para o <a href="http://iscl2009.wordpress.com/" target="_blank">Simpósio Interatividade em Sistemas Computacionais Livres</a> (ISCL2009), que vai do dia 27 ao dia 1º de agosto. <div class="wp-caption alignleft" style="width: 325px"><div class="iframe-wrapper">
  <iframe src="http://www.youtube.com/v/LTytHbZG0p8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;;" frameborder="0" style="height:258px;width:315px;">Please upgrade your browser</iframe>
</div><p class="wp-caption-text">Últimas do CCNM: http://www.livestream.com/tvle</p></div>Tinha algumas &#8216;missões&#8217; na cidade, sendo que a principal delas era tentar descobrir se alguém já havia desenvolvido um <em>patch</em> para visualização de redes sociais em tempo real a partir da leitura de <em>rss </em>de um site qualquer. A idéia seria, por exemplo, fazer uma representação gráfica e dinâmica (instantânea) de todas as atividades mapeadas pelo <em>rss</em> do Culturadigital.br. Com  este patch pronto, o sisteminha poderia ser aplicado a qualquer outro site e/ou rede social que desejasse analisar e visualizar a mudança dos fluxos de informação. E como estava entre as figuras mais &#8216;patcheras&#8217; do pd, me distraí e só fui resolver como fazer isso na sexta a tarde.  Cheguei ao <a href="http://www.mis-sp.org.br/" target="_blank">Museu da Imagem e do Som</a>, local com boas memórias do <a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/10/292165.shtml" target="_blank">Festival Digitofagia</a>, à tarde e fui direto para o <a href="http://wiki.descentro.org/wikka.php?wakka=HackmeetingPD2009" target="_blank">hackmeeting</a>, organizado por <a href="http://organismo.art.br/" target="_blank">Glerm</a>, que me recebeu com um sorriso de surpresa e um abraço. Tinha um bucado de gente, laptop, <a href="http://www.arduino.cc/" target="_blank">arduíno</a>, brinquedos com potenciômetros e coisas muito criativas de apropriação tecnólogica de hardware e software. Fui dar uma volta e olhando a programação achei a oficina do Sergi Laro, catalão gente fina, sobre <a href="http://artefacte.org/pd/" target="_blank">pdvjtools</a> e externals do PD, onde estava também o <a href="http://www.jhabib.net/blog/" target="_blank">Jean</a>.  De noite seguimos para o SESC Pinheiros, onde além da apresentação do <a href="http://rbrazileiro.info/" target="_blank">Brazileiro</a>, da Flavia e do Renato com o EKP, teve o fechamento com <a href="http://www.myspace.com/livenoisetupi" target="_blank">LiveNoiseTupi</a>, coletivo do <a href="http://www.estudiolivre.org/currpalm" target="_blank">VJPalm</a>, do <a href="http://panetone.net/" target="_blank">Panetone</a>, <a href="http://porres.googlepages.com/" target="_blank">Porres</a> e que desta vez contou também com o <a href="http://www.uke.hr/BR-HR/" target="_blank">Kruno</a>, que já tinha rodado por aqui em 2007 por conta de sua pesquisa sobre os circuitos de arte e tecnologia no Brasil. Em ambas as apresentações teve um pessoal que chegou improvisando na hora, fazendo performances no estilo de teatro recombinante mesmo. Saimos do SESC e fomos jantar com a turma toda, dos quais boa parte está num hostel na 13 de maio. Em geral, os participantes da PDCon são compostos por muitos europeus de diversos países, alguns estadunidenses, poucos latino americanos e de conferencistas somente duas mulheres.<br />
<span id="more-18"></span><br />
<div class="wp-caption alignright" style="width: 247px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2614/3728050827_457d83459c.jpg?v=0" alt="Foto: Panetone.net HD Musical" width="237" height="187" /><p class="wp-caption-text">Foto: Panetone.net HD Musical</p></div></p>
<p>Na quinta o destaque foi a oficina do <a href="http://estereotips.net/qeve" target="_blank">Qeve</a>, com o Luca Carruba, que após mostrar como o sistema funciona, começou a de fato abrir o código e analisar o que tinha feito, explicando com detalhes todos os passos que fez para desenvolvê-lo. O Qeve é um patch do pd, com interface imepcável, que opera em tempo real imagens 3d em três players e um sequeciador. O Luca também está começando a desenvolver algo similar ao que preciso para minha missão acima citada. Ele vai faver um script de <em>phyton</em> para pegar <em>rss </em>de fotos da Palestina e projetar em uma instalação. Glerm também já fez algo parecido para mapear o fluxo do <em>Pidgin</em> e o Renato disse que adora codar <em>phyton</em>, portanto é possível que siga nessa pesquisa.  Já na sexta perdi a oficina de Antropofagia Sônica por conta de minha segunda missão, que era conceder uma <a href="http://www.estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=7232" target="_blank">entrevista </a>pro pessoal da <a href="http://www.andredeak.com.br/2009/07/05/casa-da-cultura-digital-utopias-reunidas/" target="_blank">Casa de Cultura Digital </a>sobre qualificação do uso da rede. Mas ainda bem que não perdi a performance do peruano Jaime Oliver chamada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LTytHbZG0p8&amp;" target="_blank">Silent Construction</a> que foi aplaudida de pé no auditório do SESC Paulista.  A baldinha de sexta a noite, no Rancho Nordestino, também foi muito divertida pois estava quase todo mundo da conferência por lá, além de amigos paulistas e/ou que estão em Sampa. Hoje a noite é o <a href="http://blog.pdcon.org/?page_id=132" target="_blank">fechamento do evento</a>, com performances que promentem como algumas anteriores, às oito no auditório do MIS. Se estiver em São Paulo, não perca! É cultura digital <em>grassroots</em>!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>UFGRS publica cartilha &#8220;Para fazer Rádio Comunitária&#8221;</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/acao/2009/07/24/ufgrs-publica-cartilha-para-fazer-radio-comunitaria/</link>
		<comments>http://www.culturadigital.br/acao/2009/07/24/ufgrs-publica-cartilha-para-fazer-radio-comunitaria/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 14:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos de Sucesso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontosdecultura.org.br/?p=131</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: admin de Blog Ação Cultura Digital no Nordeste Fonte: Uirá Porã de Rede de Pontos de Cultura do Ceará A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), através da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação (PPGCOM), está publicando a cartilha “Para fazer RÁDIO COMUNITÁRIA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontosdecultura.org.br/?p=131">Fonte</a>: admin de <a href="http://www.culturadigital.br/nordeste/">Blog Ação Cultura Digital no Nordeste</a></p>
<p>Fonte: Uirá Porã de <a href="http://www.pontosdecultura.org.br/">Rede de Pontos de Cultura do Ceará</a></p>
<p>A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (<a title="Site da UFRGS" href="http://ufrgs.br" target="_blank">UFRGS</a>), através da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (<a title="Site da Fabico" href="http://ufrgs.br/fabico" target="_blank">Fabico</a>) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação (<a title="Site do PPGCOM da UFRGS" href="http://ppgcom.ufrgs.br/" target="_blank">PPGCOM</a>), está publicando a cartilha “<a href="http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf">Para fazer RÁDIO COMUNITÁRIA com “C” maiúsculo</a>”.<span></span></p>
<p>A obra é organizada por <a title="Veja o Currículo Lattes de Ilza Girardi" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4797258U4" target="_blank">Ilza Girardi</a>, professora do PPGCOM, e <a title="Veja o currículo Lattes de Rodrigo Jacobus" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4203846Z0" target="_blank">Rodrigo Jacobus</a>, mestrando do programa, e dá sequência a um trabalho de seis anos que já havia publicado a “Cartilha (sem frescura) da Rádio Comunitária”.</p>
<p>A cartilha, que traz um histórico das rádios comunitárias, questões da legislação e fornece informações de como montar uma rádio, está sobre licença Creative Commons e pode ser distribuída gratuitamente sobre a mesma licença, que pode ser conferida na página 4 da obra.</p>
<p><a title="Baixe a Cartilha Para Fazer Rádio Comunitária com C maiúsculo" href="http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf" target="_blank">Baixe</a> seu exemplar e redistribua a cartilha, reforçando a importância de obras compartilhadas sem custo, priorizando o acesso livre à informação.</p>
<p>(originalmente publicado em <a href="http://gilbertoconsoni.com/2009/07/06/ufrgs-publica-cartilha-de-como-fazer-radio-comunitaria-com-licenca-creative-commons/">http://gilbertoconsoni.com/</a>)</p>
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		<title>ONG Iphanaq lança Ponto de Cultura sábado em Quixeramobim</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 18:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Nordeste]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: admin de Blog Ação Cultura Digital no Nordeste Fonte: Uirá Porã de Rede de Pontos de Cultura do Ceará O Instituto do Patrimônio Histórico, Natural e Artístico de Quixeramobim (ONG Iphanaq) lança sábado, 9h, no Liceu de Quixeramobim, o Projeto Patrimônio Vivo, um dos Pontos de Cultura selecionados pela em 2009 no Ceará pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontosdecultura.org.br/?p=125">Fonte</a>: admin de <a href="http://www.culturadigital.br/nordeste/">Blog Ação Cultura Digital no Nordeste</a></p>
<p>Fonte: Uirá Porã de <a href="http://www.pontosdecultura.org.br/">Rede de Pontos de Cultura do Ceará</a></p>
<p>O <strong>Instituto do Patrimônio Histórico, Natural e Artístico de Quixeramobim (ONG Iphanaq)</strong> lança sábado, 9h, no Liceu de Quixeramobim, o <strong>Projeto Patrimônio Vivo, um dos Pontos de Cultura selecionados pela em 2009 no Ceará pela Secult</strong>. O técnico da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), Franze Silva, estará presente abordando as “Políticas Públicas para a Cultura e Plano Nacional de Cultura”. O presidente do Iphanaq e Coordenador do Projeto, historiador Francisco Neto Camorim, apresenta ações da ONG no município e fala sobre “A cultura como processo educativo”.<span></span>Na ocasião serão exibidas imagens de ações como as do Cineclube Cinemavida, que exibe filmes na sede e zona urbana realizando debates sobre o cotidiano das comunidades. Também foram convidados para o lançamento a Prefeitura de Quixeramobim e a 4ª Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que atualmente realiza ações em Quixeramobim. O lançamento se encerra com exibição de curtas para os presentes.</p>
<p>Além da Secult, os recursos do Projeto “Patrimônio Vivo” são financiados pelo Governo Federal. A ONG Iphanaq foi selecionada em edital público após apresentar projeto por escrito. O Projeto Patrimônio Vivo trabalhará com oficinas divididas em módulos: Educação Patrimonial, Gestão da Cultura, Arquivo e Documentação, Fotografia e Vídeo, além das orientações específicas em software livre, conforme orientação do Ponto de Cultura a todos os projetos. Os módulos serão desenvolvidos em oficinas que se realizam aos finais de semana, nos dois turnos de sábado e nas manhãs de domingo, no Liceu. Nos dias oito e nove será realizada a primeira das quatro oficinas de Educação Patrimonial, referentes ao primeiro módulo.</p>
<p>Participantes – Após divulgação no município – nas rádios, escolas e pela internet –, uma comissão do Iphanaq selecionou os 30 participantes para o primeiro ano de oficinas, incluindo integrantes da zona rural e da periferia da cidade. O mesmo número ficou na lista de suplentes e será chamado com eventuais saídas dos selecionados no primeiro momento, seja por desistência, seja pela ausência de pelo menos dois finais de semana, conforme estabelecido no edital elaborado pela entidade. Os primeiros selecionados participam do primeiro ano do Projeto, que tem duração de três anos e passa por nova seleção ao fim de cada ano.</p>
<p>As oficinas ocorrem no Liceu, que apóia o Projeto através da Direção e de funcionários da escola. Além do pagamento aos oficineiros, o Projeto prevê a compra de materiais como os de vídeo e fotografia, utilizados nas oficinas e de uso e responsabilidade do Iphanaq. Reunião de Planejamento para o Projeto foi realizada na Biblioteca Pública no final de junho. Os recursos já foram depositados em conta específica. A Coordenação Geral é do historiador Neto Camorim e a Coordenação técnica de Weynes Matos.</p>
<p>Entre os 100 projetos selecionados no Ceará, sendo 80 no interior, também foi selecionado, em Quixeramobim, pelo mesmo edital, o Projeto da Banda de Lata do Assentamento Recreio, que trabalha com crianças e adolescentes.</p>
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p>Francisco Neto Camorim: (88) 9926-1048, Coordenador Geral e presidente da ONG Iphanaq. Weynes Matos: (85) 8842-4528, Coordenador Técnico.</p>
<p>(Foto: <a href="http://www.flickr.com/people/ricardosab/" target="_blank">Ricardo</a> &#8211; http://www.flickr.com/photos/ricardosab/2201776592/)</p>
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		<title>Centro de Convergência de Novas Mídias</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 18:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uirá Porã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Convergência de Novas Mídias (CCNM) é um grupo de pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que atua também na extensão e ensino. O grupo foi selecionado no primeiro edital com o projeto Rede de Inclusão e Letramento Digital – Rede.Lê, que já estava em andamento desde 2002 devido a uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="wp-caption alignright" style="width: 325px"><span style="font-size: small"><div class="iframe-wrapper">
  <iframe src="http://www.youtube.com/v/EJ1X9rsPJyQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" frameborder="0" style="height:258px;width:315px;">Please upgrade your browser</iframe>
</div><p class="wp-caption-text">Últimas do CCNM: http://www.livestream.com/tvle</p></div><br />
O <a href="http://www.ccnm.org.br" target="_blank">Centro de Convergência de Novas Mídias</a> (CCNM) é um grupo de pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que atua também na extensão e ensino. O grupo foi selecionado no primeiro edital com o projeto  <a href="http://www.ccnm.org.br/cvmc/?q=node/2001" target="_blank">Rede de Inclusão e Letramento Digital – Rede.Lê</a>, que já estava em andamento desde 2002 devido a uma parceria coma Secretaria Municipal de Educação de BH.</p>
<p>Em 2005 o grupo também aprovou o Pontão de Cultura da UFMG, cujo objetivo era o de criar ambientes virtuais &#8220;que auxiliassem os diversos grupos sociais a trocarem experiências entre si&#8221; (site CCNM). Sua área de atuação é ampla e por conjugar pesquisa e extensão o grupo destaca-se na produção de metodologias aplicadas. Atualmente, o CCNM é o Ponto representante de Minas Gerais na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. A seguir contamos um pouco do histórico do projeto e seus atuais trabalhos.<br />
Quando a sede do projeto ainda era o <a href="http://www.ufmg.br/centrocultural/" target="_blank">Centro Cultural da UFMG</a> o grupo foi procurado para colaborar no projeto das <a href="http://ecologiadigital.net/images/BAC_Mapa.jpg" target="_blank">Bases de Apoio a Cultura</a> (BACs), que reformulado tornou-se o Cultura Viva. O Centro de Cultural era referência na época, pois contava com um telecentro metareciclado, aberto ao público diverso do centro da cidade, abrigava projetos de dança afro e shows de artistas locais nas sextas a noite, além de ter um cineclube ativo com mostras semanais. Nesta época a Prof. Regina Helena era diretora do Centro Cultural da UFMG e por lá também começou a desenvolver a <a href="http://www.ufmg.br/rede.le/aredele.html" target="_blank">Rede de Inclusão e Letramento Digital – (Rede.Lê)</a>. <span id="more-4"></span> Em 2003, firma-se a parceria com o Ministério das Comunicações, por meio do programa <a href="http://www.mc.gov.br/inclusao-digital/gesac" target="_blank">GESAC</a>, para a instalação de <span>14 antenas, sendo nove em escolas da rede municipal de BH e o restante em </span>outros projetos culturais de diversas áreas, como o <a href="http://www.ccnm.org.br/cvmc/?q=taxonomy/term/1&amp;page=67" target="_blank">Centro Cultural</a> <a href="http://www.myspace.com/grupotambolele" target="_blank">Tambolelê</a>; o<a href="http://www.ccnm.org.br/cvmc/?q=taxonomy/term/2" target="_blank"> Conselho de Pais Criança Feliz</a>, no Aglomerado da Serra; a <a href="http://www.ccnm.org.br/cvmc/?q=taxonomy/term/3" target="_blank">comunidade dos Arturos</a>, localizada em Contagem, a <a href="http://www.ccnm.org.br/cvmc/?q=taxonomy/term/4" target="_blank">Escola Estadual Dona Francisca Josina</a>, na região da Serra do Cipó; e a <a href="http://www.ccnm.org.br/cvmc/?q=node/57" target="_blank">Associação do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental</a> de Belo Vale. A partir desta experiência o CCNM desenvolveu metodologias de<a href="http://www.ccnm.org.br/letramento.php" target="_blank"> letramento digital</a>, que foram replicadas em outros projetos como a <a href="http://www.ccnm.org.br/caminhada.php" target="_blank">Caminhada Digital</a>, ocorrido no Vale do Jequitinhonha em 2007 e 2008, e na alfabetização de jovens e adultos, em parceria com a <a href="http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&amp;pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&amp;app=politicassociais&amp;tax=16811&amp;lang=pt_BR&amp;pg=5567&amp;taxp=0&amp;" target="_blank">Rede de Economia Solidária de BH</a>. No primeiro edital do Programa Cultura Viva em 2004, são selecionados como Ponto de Cultura e integram a rede local que era composta por vinte projetos na época.<br />
Em 2006, quando mudaram-se para o Edifício Central, por meio de uma parceria com a Rede de Economia Solidária da Prefeitura de Belo Horizonte e para o auditório da escola de engenharia, da <a href="http://www.fco.eng.ufmg.br/" target="_blank">Fundação Cristiano Otoni </a>(FCO), todos também localizados próximo à Praça da Estação, no hipercentro de BH. O plano de trabalho do Pontão de Cultura do CCNM engloba a construção de um <a href="http://www.ccnm.org.br/cvmc/" target="_blank">Centro Virtual de Memórias Compartilhadas</a> (CVMC) juntamente aos grupos acima citados que receberam as antenas Gesac em 2003. Além disso o projeto também incorporou o projeto Gincana Cultural Digital, financiado pelo Programa de Extensão Universitária (<a href="http://proext.cultura.gov.br/" target="_blank">ProExt Cultura</a>). Atualmente, realizam com alguns Pontos de Cultura, como o <a href="http://www.grupoculturalnuc.org.br/" target="_blank">Grupo NUC</a>, pontos da Rede de Pontos Incubadora de Artes (da <a href="http://www.pbh.gov.br/cultura/" target="_blank">Fundação Municipal de Cultura</a>) e grupos culturais a Gincana Contando Memórias que agregará os resultados das atividades propostas em um blogue.</p>
<p>Na área da pesquisa linha principal é a de culturas urbanas, englobando de memória e patrimônio à educação e tecnologia, comunicação mediada por computador, games e narrativas, entre outras. Destacamos a pesquisa que culminou no desenvolvimento do <a href="http://www.ccnm.org.br/gameestradareal/ERD_Inicio.html" target="_blank">Jogo da Estrada Real</a>, e a pesquisa sobre Tecnologia e educação: o uso do computador na sala de aula, em financiado pelo <a href="http://www.programafrida.net/pt/" target="_blank">Fundo Regional para a Inovação Digital na América Latina e Caribe</a> (FRIDA). Além destes o CCNM também colaborou com o projeto <a href="http://www.dzai.com.br/ccnm/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=23225" target="_blank">Interações Estéticas</a> do Superficie.org intitulado <a href="http://www.lar.li/reacoesvisuais/" target="_blank">Reações Visuais</a>.O Grupo ainda tem parceria com o FórumDoc e agrega sua produção audiovisual na <a href="http://www.livestream.com/tvle" target="_blank">TVLê</a>.</p>
<p>No momento, o laboratório do grupo,<a href="http://www.culturadigital.br/groups/estudios-livres" target="_blank"> um estúdio livre local</a>, está de mudança para o <a href="http://www.ufmg.br/conheca/mapas/index.html" target="_blank">campus da UFMG</a>, na sede da <a href="http://www.fundep.ufmg.br/" target="_blank">FUNDEP</a>.</p>
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