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Poesia e ancestralidade: J.Triste, poeta e homem do povo

Localizada na Rua 14 com a Avenida 52, na Vila Olinda, a praça que guarda o nome do poeta rio-clarense João Baptista Pimentel – J Triste é bem arborizada, conta com uma banca de jornais e é usada como local de encontro de moradores próximos e também usada por diversos comerciantes e carroceiros como ponto de parada.

A praça é uma das poucas que ainda guardam a placa com o nome do homenageado. O local recebeu o nome do poeta a partir de um pedido do então vereador Sérgio Guilherme. “Lembro que na festa tinha uma pessoa que sabia de cor as poesias do meu pai, foi uma festa muito bonita com música”, lembra o filho João Baptista Pimentel Júnior.

João Baptista Pimentel ficou conhecido por seu pseudônimo J Triste, embora o próprio filho afirme que o pai era uma pessoa alegre e brincalhona. “Na verdade, nunca soube por que meu pai usava o pseudônimo J Triste, pois ele era muito alegre, além de um grande charadista, cronista e dramaturgo”, fala.

O poeta nascido em Rio Claro atuou como gerente da Cooperativa dos Empregados da Companhia Paulista e, após uma cirurgia quando tinha cerca de 40 anos, ele perdeu a voz.

J Triste escreveu peças teatrais e publicou dois livros: No Meu Silêncio e Simplicidade. “Meu pai era um homem muito simples e humilde e os versos dele eram feitos para o povo. Ele tinha os versos bem lapidados”, lembra o filho.

João Júnior fala que fica feliz por saber que o pai recebeu essa homenagem. “Fico feliz não só por ser meu pai, mas por ser um homem simples, pobre, que não deixou fortuna, mas deixou os versos, e essa homenagem demonstra que Rio Claro também dá valor a isso”, fala.

“Essa homenagem foi um prêmio que envaidece, pois ele é o símbolo do homem humilde que foi exaltado”, fala.

O filho de J Triste conta que o pai gostava que lesse as poesias para que ele pudesse ouvir. “Ele tinha inspiração fácil, fazia muitas crônicas e tinha o prazer de escrever”, fala.

J Triste teve cinco filhos e morreu aos 82 anos.

Oi prorroga inscrições para patrocínios culturais incentivados

O edital para seleção dos projetos estará disponível até 30 de novembro para todo o País

Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2009 – A Oi prorrogou para até o dia 30 de novembro as inscrições dos projetos culturais que concorrem a patrocínios da empresa no próximo ano. O Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2010  destinará recursos para o financiamento, total ou parcial, de projetos em todo o País aprovados em leis de incentivo à cultura. O objetivo da iniciativa é estimular a produção artística no País, valorizando a diversidade como elemento fundamental da identidade  nacional. As inscrições para o processo de seleção estarão disponíveis por meio do site www.oifuturo.org.br ou www.oi.com.br. Artistas e produtores culturais podem concorrer com mais de um projeto.

Apoiado em conceitos como  “acesso” e “inovação”, o programa incentiva iniciativas que valorizem talentos regionais e que possibilitem o intercâmbio de idéias e a convergência entre arte e tecnologia. Também são considerados  como aspectos relevantes a capacidade de formação de novas platéias, a criação de novas oportunidades de trabalho e de formação de artistas.

Desde 2001, a Oi investiu cerca de R$ 222 milhões na cultura brasileira. Mais de 680 projetos em segmentos variados,  como teatro, dança, festivais, artes visuais e cinema, já foram contemplados, atingindo um público estimado de 13 milhões de espectadores.

Seguindo o mesmo modelo das últimas edições, o Oi Futuro será responsável pela gestão do programa. As propostas serão avaliadas por comissões especializadas em cada uma das áreas culturais e o resultado será divulgado no site do Oi Futuro, em data a ser definida. Os projetos terão a confirmação do patrocínio condicionada à apresentação dos certificados válidos nas Leis de Incentivo à Cultura.

Em 2009, a Oi selecionou por meio do programa 132 projetos culturais, com investimento total de R$ 29,2 milhões, nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e São Paulo. Entre as iniciativas selecionadas, há mostras de cinema e artes visuais, longas-metragens, obras de teatro, shows de música, festivais de dança, novas tecnologias, cultura popular, literatura e patrimônio. Os projetos selecionados na edição passada do programa concorreram com mais de 4,3 mil propostas inscritas dos diferentes estados da área de atuação da companhia.

Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2010

Inscrições: de 15 de outubro até 30 de novembro de 2009

www.oi.com.br ou www.oifuturo.org.br

Mais informações: faleconosco@oifuturo.org.br

Sobre o Oi Futuro

Presente em várias cidades do país, o Oi Futuro tem a missão de democratizar o acesso ao conhecimento para acelerar e promover o desenvolvimento humano. Os programas do instituto têm como foco principal a promoção de um futuro melhor para as crianças e jovens do Brasil, reduzindo distâncias geográficas e sociais. São mais de 3 milhões de jovens atendidos pelos programas Tonomundo, Oi Kabum! Escolas de Arte e Tecnologia, NAVE, Oi Conecta e Novos Brasis. Na área cultural, O Oi Futuro atua como gestor do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e em Belo Horizonte (MG), além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades. O Oi Futuro apoia ainda projetos aprovados pela Lei de Incentivo ao Esporte. Com isso, a Oi foi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos sócio-educativos inseridos na nova Lei.

Mais informações:

Comunicação Corporativa – Oi

Mariana Pitta

(21) 3131-3095

(21) 8876-6493

mariana.pitta@oi.net.br

Festival de Curtas de BH na reta final

A maratona de exibição dos 116 filmes do 11º Festival Internacional de Curtas de BH está em sua reta final. Termina nesta sexta-feira, dia 13, a edição especial deste ano. Aproveite a oportunidade de ver as últimas sessões das mostras Vanguardas e Neovanguardas, Campo Imperfeito e Curtas Brasil 2008, e os programas dos festivais de Bafici (Argentina), Locarno (Suíça), Oberhausen (Alemanha) e Vila do Conde (Portugal).

Um dos destaques da programação desta quinta-feira é a exibição de filmes das mostras de festivais internacionais. A Mostra Bafici – Festival Internacional de Cine Independente de Buenos Aires – exibirá, às 17h15, o longa-metragem argentino “Castro”, de Alejo Moguillansky. Já na Mostra Vila do Conde, às 17 horas, serão projetados quatro títulos: “História trágica com final feliz”, de Regina Pessoa; “Suspeita”, de José Miguel Ribeiro; “China, China”, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata; e “Beacon”, de Christoph Girardet e Matthias Müller.

Na sexta, não deixe de participar da sessão comentada da Mostra Curtas do Brasil 2008, às 16h30, que exibirá: “Super barroco”, de Renata Pinheiro (PE), “Osório”, de Heloisa Passos e Tina Hardy, (PR); “O menino que plantava invernos”, de Victor Hugo Maciel Sansão Borges, (SP); “Sumi”, de Marina Fraga, Japão e Brasil (RJ); “Triangulum”, de Melissa Dullius & Gustavo Jahn (Alemanha/Egito/Brasil). João Maria de Araújo, montador de “Super Barroco”; Tina Hardy, diretora de “Osório”; e Marina Fraga, diretora de “Sumi participarão do bate-papo.

Além de filmes, o encerramento desta 11ª edição, traz muita música. O SamBaCana e suas atrações marcam o encerramento do Festival de Curtas de BH. A festa acontecerá nesta sexta, às 22h, no Centro da Comunidade Luso-Brasileira (Rua Curitiba, 746 – Centro – atrás da Galeria do Ouvidor). O som contagiante fica sob a responsabilidade dos djs da noite Rafael Soares e LuizGa – Dioni Luxus. A noite contará com Bar do Graveola e o lixo polifônico com promoções e aparições inusitadas!

Convites: R$5,00 (promoção de 22h às 23h), R$ 10,00 (com o nome na lista a qualquer hora. Enviar nome para o email sambacanagroove.bh@uol.com.br até 17h da sexta!) ou R$ 15,00 (sem o nome na lista).

Para mais informações sobre o Festival de Curtas de BH e sua programação, acesse o site www.festivaldecurtasbh.com.br ou ligue (31) 3236.7400.

Seminário Entendendo a Convenção no Itaú Cultural

SID/MinC promove último encontro da série nos dias 17 e 18 deste mês, em São Paulo

São Paulo será sede, nos dias 17 e 18 de novembro, do último encontro do ano do Seminário da Diversidade Cultural – Entendendo a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.

O evento reunirá, mais uma vez, gestores públicos e privados para discutir os conceitos, objetivos e princípios diretores da Convenção, adotada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2005 e ratificada pelo Brasil em 2007.

Promovido pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Seminário conta, nesta edição, com a parceria do Instituto Itaú Cultural, local da realização do evento, e do Observatório da Diversidade Cultural.

A Convenção da Unesco, já adotada em 103 países, tem como principal objetivo proteger e promover a diversidade das expressões culturais, materializadas e transmitidas principalmente pelas atividades, bens, serviços culturais, línguas e costumes de cada comunidade. Além de reafirmar o direito soberano dos Estados de formular e implementar suas políticas culturais, a Convenção disponibiliza uma série de medidas que as Partes podem adotar para proteger e promover a diversidade das expressões culturais em seu território.

“A Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais foi criada exatamente porque a diversidade cultural no mundo corre perigo. A globalização econômica e financeira e o progresso das tecnologias de informação e comunicação facilitaram a circulação dos bens e serviços, o que resultou em uma maior interação cultural. O problema é que essa interação tem acontecido de maneira profundamente desigual, com um fluxo de bens e serviços culturais direcionado principalmente dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento”, alerta Giselle Dupin, coordenadora de Articulação, Formulação e Conteúdo da SID/MinC e membro da delegação brasileira no Comitê Intergovernamental da Convenção.

“O exemplo mais visível desse desequilíbrio é a oferta de filmes no mundo. As grandes produtoras cinematográficas são norte-americanas e detêm cerca de 90% do mercado mundial de audiovisual, incluindo filmes e programas para a televisão”, cita Giselle, que fará palestra no Seminário sobre os princípios básicos da Convenção e do andamento das negociações com o Comitê Intergovernamental.

O secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Américo Córdula, participa da solenidade de abertura do evento, pela manhã, e na parte da tarde fala sobre as ações que estão sendo desenvolvidas para a proteção e a promoção das expressões representativas da diversidade cultural do país e como as políticas públicas de Cultura no Brasil estão respondendo aos desafios da Convenção. Participam da mesa de abertura, como convidados, o secretário municipal de Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil, e a presidente do Itaú Cultural, Milú Villela.

Ainda no dia 17, o evento também terá como palestrantes Hirton Fernandes, coordenador de Culturas Populares da Secretaria de Cultura da Bahia, André Sturm, coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e João Baptista Pimentel Neto, conselheiro do CBDC – Centro Brasileiro da Diversidade Cultural.  No dia 18, proferem palestras sobre a Diversidade Cultural e a participação da Sociedade Civil José Márcio Barros, do Observatório da Diversidade Cultural; Azelene Inácio Kaingang, socióloga indígena do Mato Grosso; João Batista da Luz, representante da Comunidade Quilombola dos Arturos de Minas Gerais; e Renata Katsue Yuba, representante da Comunidade Japonesa Yuba de São Paulo.

Confira a programação no Blog do Seminário: blogs.cultura.gov.br/diversidadecultural.

Seminário da Diversidade Cultural – Esse é o quinto e último encontro de uma série realizada ao longo deste ano, e que terá continuidade em 2010, pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura para divulgar a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. O primeiro, voltado para os gestores da região Sudeste, aconteceu no mês de junho, em Belo Horizonte. O segundo foi realizado em Sousa, na Paraíba, reunindo gestores públicos e privados de Cultura de todo o semiárido nordestino. Em agosto, em Boa Vista, foi a vez dos gestores da região Norte. O quarto encontro reuniu gestores do Centro-Oeste, em Campo Grande, nos dias 6 e 7 deste mês.

Outras informações sobre o Seminário: (61) 2024-2383, com Júlia Tolentino.

(Heli Espíndola, Comunicação SID/MinC)

IX Cine Chinelo no PE

Nos próximos dias 27 e 28 desse mês de novembro, será realizada a IX edição da mostra de audiovisual Cine Chinelo NoPE. Um dos atrativos do evento é a Sessão Caldo-de-Cana, que é feita minutos antes de iniciar as exibições. O principal objetivo da mostra é a desglamourização do cinema, além da tentativa de estreitar os laços entre o publico e os realizadores do audiovisual pernambucano. Vale ressaltar que o Cine Chinelo é um espaço aberto e democrático, onde profissionais, amadores e aventureiros têm o direito de levar seu vídeo para exibi-lo ao publico, uma forma de fomentar a produção cinematográfica no Estado.

Este ano, a mostra será realizada num outro local. Durante 5 anos as exibições foram realizadas na Rua da Moeda, no bairro do Recife Antigo e agora, os filmes serão (projetados) exibidos na Rua da Alfândega – entre o Paço Alfândega e a Igreja Madre de Deus -, também no Recife Antigo. “Tal mudança foi influenciada por questões de produção e para um melhor aproveitamento do evento. Na Rua da Moeda tínhamos que apagar 11 postes. Além disso, era necessário fechar três ruas e colocar 15 cavaletes de interdição, vinha carros por todos os lados e com eles os faróis, a interferência luminosa no telão”, conta Gê Carvalho, coordenador geral e idealizador da mostra.

A sessão Caldo-de-Cana recebe os filmes das 18h as 20h ou até concluir os 150 minutos propostos para cada dia. Os realizadores devem levar seus filmes na Rua da Moeda, no Bar do João, onde terá um banner indicativo e de fácil visualização. Mas é necessário que o material seja entregue em DVD e o quanto antes para o interessado não correr o risco de ficar de fora da exibição. Por isso a produção do Cine Chinelo NoPE aconselha chegar cedo. “Alguns realizadores não conseguem chegar a tempo e ficam fora da sessão. Outros voltam no outro dia mais cedo e conseguem exibir seus filmes. È bom testar a mídia em casa. Vale se programar para participar”, afirmou o coordenador.

Segundo Carvalho, outra mudança adotada se refere aos dias da semana para realização da mostra. Ao invés de quarta-feira e quinta-feira, o Cine Chinelo será na sexta e no sábado. Isso favorece os realizadores e a participação e permanência do publico no evento, já que por diversas vezes tinham que ir embora mais cedo porque no outro dia tinham seus afazeres logo cedo. “Muita gente precisava ir embora porque tinha aula ou outro compromisso no dia seguinte”, disse.

Quando a sessão Caldo-de-Cana terminar, o cantor CINVAL coco grude faz o som da sexta (27). No sábado (28), a banda Mandala se apresenta pela primeira vez no evento. Enquanto as bandas tocam, o telão será tomado por vjs que chegarem lá na hora com seus sets e se plugarem ao Cine Chinelo NoPE. O Acesso o toda programação é livre e a surpresa é certa. Quais filmes irão passar? Outra novidade é a Bula Cinematográfica, que nesta edição, será o texto integral da Carta de Tabor ou Carta dos Direitos do Publico.

O Cine Chinelo NoPE foi aprovado no II Edital do Audiovisual de Pernambuco desenvolvido pela FUNDARPE e pelo Governo do Estado, e conta com o apoio da Fundação de Cultura Cidade do Recife e Prefeitura da Cidade de Recife, FEPEC – Federação Pernambucana de Cineclubes, além dos apoios da Casa da Moeda e do Bar do João, um parceiro desde o inicio da mostra.

Informações

Gê Carvalho – 92031488 / 32313815

Cine+Cultura: Prorrogadas as inscrições do edital do Ceará

Cada um dos projetos selecionados receberá equipamentos de projeção digital, incluindo uma câmera MiniDV e 104 filmes do acervo da Programadora Brasil

A Secult informa que prorrogou as inscrições para o Edital Cine Mais Cultura para cineclubes, que seguem abertas até dia 7 de dezembro de 2009. O edital é uma parceria entre o Ministério da Cultura e o Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult, e irá selecionar 45 cineclubes. Cada um dos 45 projetos selecionados receberá equipamentos de projeção digital, incluindo uma câmera MiniDV, 104 filmes do acervo da Programadora Brasil e oficinas de capacitação para a atividade exibidora.

Esses pontos selecionados serão os Cines Mais Cultura – ação que faz parte da Agenda Social do Governo Federal e e atuará sobre o tripé tecnologia digital, conteúdo e capacitação cineclubista. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 20 de novembro de 2009. Os interessados poderão conferir o edital no site www.cinemaiscultura.org.br e no site www.secult.ce.gov.br.
Os editais têm como foco pessoas jurídicas sem fins lucrativos e visam contemplar bibliotecas comunitárias, pontos de cultura, associações de moradores e até mesmo escolas e universidades públicas que favoreçam o encontro do público com a produção audiovisual nacional. s propostas selecionadas serão distribuídas igualitariamente pelos 14 (catorze) Fóruns Regionais de Cultura e Turismo do Ceará (anexo X), priorizando os indicadores do Programa Mais Cultura.

Tripé: Tecnologia Digital, Capacitação e Conteúdo
O edital disponibilizará para os novos 45 Cines Mais Cultura, contemplados por este edital de 2009, o equipamento necessário para instalar salas de exibição digitais. São eles: uma tela para projeção de 210 polegadas (4m X 3m), um projetor de vídeo com potência de luz de 2.200 ANSI Lumens, um aparelho leitor de DVD, uma mesa de som de 4 canais, quatro caixas não amplificadas de potência de 250 watts, um amplificador com 1200Wrms de potência, dois microfones sem fio de alcance de 150 metros e uma Câmera Filmadora Digital Mini DV 3CCD ( Panasonic – modelo NV-GS320PL-S) com função Photo shot para tirar fotos no Cartão SD e monitor LCD em cores de 2,7 polegadas wide.

Já as oficinas de capacitação cineclubista têm como objetivo qualificar de maneira prática os participantes para a realização de programação, divulgação e debates das sessões; apoiar a formação dos oficinandos com introduções à história do cinema e linguagem cinematográfica; e oferecer informações sobre questões relevantes e atuais relativas à atividade exibidora como direitos autorais e sustentabilidade. Outra meta é estimular os responsáveis pelos Cines Mais Cultura ao diálogo com a comunidade local para a participação efetiva nas atividades. Esse trabalho será desenvolvido com apoio de um manual de capacitação produzido para o programa, por meio de parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC).

Após receber os equipamentos e a capacitação, os Cines receberão filmes e vídeos do catálogo da Programadora Brasil, programa realizado pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (www.programadorabrasil.org.br). Pela iniciativa, filmes e vídeos nacionais são encartados em DVD e licenciados para exibição pública, por meio de permissão de uso. A Programadora reúne hoje um acervo de 330 obras nacionais, organizados em 103 programas (DVDs). São filmes históricos e contemporâneos, curtas, médias e longas-metragens, de todos os gêneros. Ao longo de dois anos, cada Cine Mais Cultura poderá solicitar até 12 programas por trimestre de trabalho e fazer uma nova solicitação após a entrega dos relatórios das atividades. Os Cines terão que exibir por ano 60% de conteúdo nacional, podendo ser ou não da Programadora Brasil, com total liberdade de escolha dos títulos das suas sessõe

Encontro reúne Coalizões de todo o mundo em Salvador

Durante quatro dias, representantes de organizações culturais de mais de 40 países de todos os continentes, além de autoridades e especialistas brasileiros, vão discutir propostas sobre a diversidade cultural num mundo globalizado, a implantação da “Convenção da Unesco Sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais” e o papel da sociedade civil na construção de uma cultura da paz.

O evento é organizado pelo CBDC – Centro Brasileiro Pela Diversidade Cultural e esta é a primeira vez em que um encontro mundial de Coalizões é realizado num país do hemisfério sul. Os debates e seminários são abertos à participação do público.

Data : 4 a 8 de novembro

Horário: 9h às 17h30

Local Hotel Sol Victoria Marina (Salvador)

Informações: (71) 3117-1442

Organização:
FICDC – Federação Internacional das Coalizões pela Diversidade Cultural
CBDC – Coalizão Brasileira pela Diversidade Cultural

Realização:
Centro Brasileiro da Diversidade Cultural/ Associação Cultural SIMBORA

Patrocínio:
Ministério da Cultura/Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural

Apoio Institucional:
Governo do Estado da Bahia/Secretaria Estadual de Cultura

Apoio:
CBC – Congresso Brasileiro de Cinema
CCDC – Coalizão Canadense pela Diversidade Cultural
RDEB – Instituto de Radiodifusão do Estado da Bahia/ TVE-Ba

Encontros dos Pontos de Cultura de SP

publicado por Gabriela Agustini

Entre os dias 11 e 15 de dezembro, os Pontos de Cultura do Estado de São Paulo realizam  a mostra cultural Teia Paulista e o II Fórum Paulista dos Pontos de Cultura, na cidade de Guarulhos. A proposta dos encontros é aproximar e promover o intercâmbio entre os mais de 180 pontos de cultura do estado e introduzir os novos 300 pontos habilitados em convênio entre o MinC e a Secretaria de Estado de Cultura.

Os Pontos de Cultura são grupos, coletivos e associações culturais reconhecidos pelo poder público como agentes da promoção da diversidade cultural brasileira. Na programação da Teia Paulista: música caipira, hip hop, artesanato, cerâmica, danças, capoeira, teatro, poesia. Já no Fórum, manifestações da cultura paulista se encontrarão e compartilharão impressões, conhecimentos e técnicas. Juventude, meio ambiente, novas tecnologias e outras temáticas da agenda social também estarão presentes em oficinas e rodas de conversa

Para saber mais sobre as ações do Programa Cultura Viva, acesse: www.cultura.gov.br/culturaviva

Para conhecer a Rede Paulista de Pontos de Cultura, acesse: http://forumpaulistadepontosdecultura.wordpress.com/


Teia Paulista dos Pontos de Cultura

Realização: Comissão Paulista dos Pontos de Cultura – CPPC

Co-realização: Ministério da Cultura – MinC, Prefeitura de Guarulhos

Serviço

Teia Paulista de Pontos de Cultura: 11 a 13 de dezembro de 2009

II Fórum Paulista de Pontos de Cultura: 14 e 15 de dezembro de 2009

Guarulhos – SP

Todas as atividades são gratuitas

DoclatXXI: La formación de públicos

2do Encuentro de Documentalistas Latinoamericanos y del Caribe, Siglo XXI

MESA 2. La formación de públicos: el nuevo papel del cineclubismo y otras redes y métodos no comerciales de circulación en la creación de nuevas audiencias. Los riesgos del asistencialismo y las lecciones de la piratería

Una de las vías más tradicionales de acercamiento a nuevos públicos son los cineclubes.  Caracterizados por mantener unas formas y métodos comunes de programación, exhibición, debate y promoción editorial, los cineclubes, a diferencia de las salas de cine convencionales, cultivan una cinefilia sin ambiciones comerciales.  Las programaciones tiene un sentido didáctico y deliberativo; las funciones siempre tienen una introducción  con información pertinente a cada obra, y terminada la exhibición, siempre se propone un foro animado, participativo y crítico.  Las funciones siempre están anunciadas en folletos con información de cada filme, y la programación anticipada de cada muestra o ciclo.  Esta dinámica se ha reforzado por la publicación de revistas especializadas, y por un nada desdeñable papel de los cineclubes como punto de encuentro social.  En América Latina, los cineclubes se han convertido en un espacio al que el historiador cultural Raymond Williams denominó «estructuras del sentir»; es decir, comunidades que reúnen no sólo a nuevas tandas de cinéfilos, sino a también a artistas, estudiantes, universitarios, y militantes políticos.

En la actualidad, el funcionamiento y desarrollo del movimiento cineclubista está amparado en una organización mundial como es la Federación Internacional de Cineclubes (FICC, por sus siglas en español), con representación en más de 40 países y miles de cineclubes.  En 1987, la FICC elaboró la Carta de los Derechos del Público (también conocida como la Carta de Tabor), en donde se especifican los derechos de los espectadores del audiovisual. La FICC ha realizado dos conferencias mundiales; la última se organizó en la Ciudad de México, en 2008.  En enero de 2009, tuvo lugar el 4to. Encuentro Iberoamericano de Cineclubes, en el marco del festival Atibaia International do Audiovisual (Sao Paulo).

Desde hace más de quince años, la FICC otorga el Premio Don Quixote, que representa un esfuerzo por reunir en un jurado a diversos integrantes del público organizado en asociaciones de cine clubes de varios países. Su objetivo es reconocer películas que interpretan ideales humanistas, a través de visiones artísticas que privilegian la imaginación y al ser humano, sobre ideologías y sistemas económicos o políticos. Las obras que han recibido este galardón caracterizan el afán por romper límites y modelos establecidos, expresando la vocación innovadora del lenguaje fílmico universal, pero también manifiestan la diversidad de criterios, así como la variedad de visiones que constituyen la masa crítica de los espectadores activos.  El Premio Don Quixote se entrega actualmente en festivales de cuatro continentes. En América se ha otorgado en Cuba en Festival del Nuevo Cine Latinoamericano (La Habana, Cuba), y más recientemente en Brasil, en Santa María Vídeo e Cinema (Rio Grande do Sul), y en Atibaia International do Audiovisual (Sao Paulo).

A nivel regional, el cineclubismo dispone de su propia página Web (mondokino.net) y de la plataforma de CINESUD, una red de difusión alternativa de obras audiovisuales encabezada por un grupo de cineclubes y federaciones de varios países iberoamericanos, bajo el auspicio de la FICC.  CINESUD es una plataforma de gran utilidad para productores, programadores y festivales; lo es sobre todo por la calidad técnica y temática de las películas que forman parte del catálogo, y por el respeto a los derechos de autor de sus creadores, y en la mayoría de casos, el pago regalías por la exhibición de sus obras.  El catálogo regional CINESUD trabaja con películas licenciadas en Creative Commons. Estas licencias son un mecanismo alternativo para la distribución de contenidos (textos, fotos, canciones, películas) mediante el cuál los autores de las obras pueden liberar ciertos derechos mientras que se reservan algunos. Este mecanismo se opone al tradicional modelo del copyright de “todos los derechos reservados” y permite una mayor libertad de uso de los contenidos y por ende una mayor posibilidad de acceso a los bienes culturales por parte de todas las personas.  CINESUD trabaja con una de las varias licencias disponibles en Creative Commons, y esta es la de Reconocimiento-No Comercial-Sin Obra Derivada, mediante la cual un autor decide que permite la copia, distribución y exhibición pública de su obra bajo la condición de que se mantengan los créditos de la obra de la manera especificada por el autor no se use la obra con fines comerciales y no se altere o transforme la obra para crear una obra derivada.

Cineclubes y políticas públicas

La incidencia de los cineclubes también ha llegado a la esfera de  las políticas públicas del audiovisual; lo fue especialmente en los años sesenta y setenta, y lo es en los momentos actuales, en muchos países con regímenes progresistas.  El cineclubismo catalán es un caso de estudio en Europa, por ejemplo.   En 2006, la Federación de Cineclubes Catalana suscribió varios convenios con las principales autoridades del audiovisual de esa autonomía: l’Institut Català de lles Indústries Culturalls (ICIC), con la Filmoteca de Catalunya y el Centre de Promoció de la Cultura Popular i Tradicional Catalana (CPCPTC).  De los dos primeros obtuvo una subvención de 50.000 euros para el desarrollo del cineclubismo catalán, y para la difusión del patrimonio fílmico catalán.  La Federación Catalana permitió el uso del catálogo CINESUD para las programaciones de la Filmoteca.   La Federación Catalana también logro negociar las regalías de varios títulos de distribuidores extranjeros, tanto en formato de 35 mm. Como en DVD, como La leyenda del tiempo de Isaki Lakuesta, No Matarás de Kieslovsky, Palíndromos de Todd Solondz, El Romance De Astrea y Celadón de Eric Rohmer, Azur y Asmar de Michel Ocelot, Cartas Desde Iwo Jima y Banderas De Nuestros Padres de Clint Eastwood.  Otras actividades subvencionadas del cineclubismo catalán incluyen el desarrollo del público joven e infantil, la creación de dos listas de mailing electrónico, un boletín electrónico, una página Web, así como otras relacionadas a la capacitación y la investigación.

Carta de San Ángel

Reunidos en la Ciudad de México, representantes de cine clubes y federaciones de varias partes del mundo, lanzamos esta Carta de San Ángel, en el marco del 5° Festival Internacional de Cine Contemporáneo de la Ciudad de México y a la víspera del lanzamiento del Cine Club Revolución en el Museo de Arte Carrillo Gil.

Celebrando en México el 60 Aniversario de la Federación Internacional de Cine Clubes y los 80 primeros años del cineclubismo brasileño, emitimos el presente documento con el fin de divulgar las conclusiones de la Primera Conferencia Mundial del Cineclubismo.

Reconociendo el rol de catalizadores del intercambio internacional que tienen los cineclubes, los abajo firmantes asumimos:

1. Construir un puente permanente para la distribución e intercambio de audiovisuales entre nuestros países, vinculando para ello a entidades oficiales y organizaciones civiles.

2. Apoyar y consolidar las redes colaborativas de organización, producción, documentación, edición, programación, publicación y archivo del cineclubismo.

3. Multiplicar los circuitos cineclubistas, en especial en espacios no convencionales como museos, casas de cultura, escuelas e instituciones públicas y privadas.

4.         Fortalecer el catálogo CINESUD con el contacto de cine clubes, festivales, así como instituciones públicas y autores interesados en compartir y difundir sus títulos.

5.         Promover la creación de videotecas y filmotecas para uso cultural y comunitario.

6. Repudiar la utilización indebida de los derechos de autor para impedir la libre circulación de los bienes culturales y el libre acceso y disfrute de la cultura y el arte.

7. Adoptar la búsqueda de alternativas legales, tales como Creative Commons, para promover una reglamentación justa tanto de los derechos del público como de los autores.

8. Estimular la investigación y desarrollo de nuevas tecnologías aplicadas a la promoción de las redes de cine clubes y a la reproducción y divulgación de los materiales audiovisuales.

9. Recomendar al Comité Ejecutivo de la Federación Internacional de Cine Clubes la creación de una comisión internacional que inicie los trabajos de investigación y recuperación histórica de su memoria, especialmente de su archivo histórico.

10. Luchar por la adopción de legislaciones de defensa y estímulo del cineclubismo en todos los países destacando la urgencia de la aprobación del proyecto de adición del Artículo 19 bis en la Ley Federal de Cinematografía en México.

11. Reafirmar la vigencia de los principios de la Carta de los Derechos del Público (Carta de Tabor, 1987) e iniciar una campaña para su difusión mundial.

12. Exhortar a los cineclubes mexicanos a organizarse y ocupar plenamente su lugar en la Federación Internacional de Cine Clubes, convocando a la creación de una entidad nacional que los represente.

13. Exigir el fin del bloqueo criminal estadounidense que asfixia la vida y la cultura del pueblo cubano.

Revista do Cinema Caipira 9

O grupo Kino-Olho de Rio Claro (SP) lançou esta semana a sua revista Cinema Caipira do mês de novembro e novos vídeos produzidos pelo grupo. Confira abaixo as sinopses, links dos filmes e o índice da revista. As informações sobre as atividades do grupo e sobre o envio de artigos para a revista podem ser conferidas no blog do grupo:
kinoolho.blogspot.com

Confiram:

Revista Cinema Caipira 9

“Ilha das Flores como referencial para as relações capitalistas e questões ambientais nos longa metragens de Jorge Furtado” de Massanori Takaki

“Literatura e Cinema: Por que e como comparar?” de Linda Catarina Gualda

“Acesso à Cultura: Considerações sobre o cinema brasileiro.” de Gustavo da Silva Diniz.

“Conversando com Deus” de Wall Morari

“Vento Vermelho: o mito do bandeirante e monçoeiro” de Fernanda Tosini

“A trilha sonora no cinema” de Alessandra Alves de Oliveira

“O Grupo Kino-Olho e as produções dos filmes ensaios: a minha experiência” de Massanori Takaki

“Um breve panorama do Cinema Brasileiro” de Renato Lazzarini

Confiram também os vídeos:

Kino-Olho n. 51
http://www.youtube.com/watch?v=lUInvcw72dw

Documentário produzido pelo grupo Kino-Olho sobre Marina e a construção do corpo de um travesti. Pesquisa de Adriano C. maia e Wall Morari.

Kino-Olho n. 50
http://www.youtube.com/watch?v=HQlaGePbt1c

Produção do grupo Kino-Olho. Roteiro de Adriano C. Maia, inspirado na estória do Kino-Olho n.21 “A girl and a gun”.

Kino-Olho n.49
http://www.youtube.com/watch?v=wLuHKnVrk60

Filme ensaio do grupo Kino-Olho realizado a partir do roteiro de Adriano C. Maia. Comédia sobre um guarda tarado. Atuação de Claudio Lopes e Aurélio Hideki.

Making of Kino-Olho 50
http://www.youtube.com/watch?v=0HRgHRgSGjU

Por Massanori Takaki. Making of do filme-ensaio n. 50 do Grupo Kino Olho realizado no dia 22 de outubro de 2009 no Centro Cultural de Rio Claro, SP.

Making of Kino-Olho 49
http://www.youtube.com/watch?v=7eJaJJBnIaQ

Por Massanori Takaki. Making of do filme-ensaio do Grupo Kino Olho realizado no dia 15 de outubro no Centro Cultural de Rio Claro, SP.

João Paulo Miranda Maria
(19)96843064
kinoolho.blogspot.com
grupokinoolho@yahoogrupos.com.br