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A cultura e o audiovisual de luto

Encerramento do I Festival de Cinema de Triunfo
Encerramento do I Festival de Cinema de Triunfo

Mais do que a política, a Cultura e o audiovisual brasileiro lamentam profundamente a tragédia que vitimou o AMIGO da CULTURA, GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS.

Neste momento de dor e consternação nacional, em meu nome e em nome do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema apresento a toda família Arraes e também aos amigos e companheiros pernambucanos, nossas condolências e nossa irrestrita solidariedade.Contem conosco, pois a luta continua.

Viva a Cultura. Viva Pernambuco. Viva, eternamente, Eduardo Campos, suas idéias e seus compromissos.

João Baptista Pimentel Neto.
Presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Pré-Conferência do Audiovisual: Notícias de Roraima

Pré-Conferência Setorial do Audiovisual

Ministro diz que este é um momento excepcional para a cultura brasileira

Juca Ferreira_CBC“Não basta melhorar a renda do brasileiro. É preciso oferecer educação de qualidade e dar acesso a cultura”. Estas foram as palavras do ministro da Cultura, Juca Ferreira, durante a cerimônia de abertura da Pré-Conferência Setorial de Audiovisual, etapa da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC).

A Pré-Conferência Setorial de Audiovisual iniciou oficialmente nesta quarta, às 9h30,  no auditório Hotel Nacional, em Brasília. Estavam presentes na cerimônia 75 delegados de vários estados brasileiros, divididos em sociedade civil organizada e poder público.

A mesa de abertura da Pré-Conferência foi composta pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira; o secretário de Audiovisual, Sílvio Da-Rin; o diretor da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Manoel Rangel; o secretário-geral do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), Gustavo Vidigal; o coordenador geral das Pré-Conferências Setoriais de Cultura, Mauricio Dantas e o presidente do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), cineasta Rosemberg Cariri.

silvio-da-rin_CBCSilvio Da-Rin, secretário do Audiovisual, pasta vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), disse que sua expectativa é que a Pré-Conferência produza uma agenda positiva, uma vez que foram protocoladas 160 propostas pelos estados. As propostas foram dividas por eixos temáticos, com os quais os grupos de trabalho deverão se basear e redigir duas propostas finais por cada eixo. As propostas serão encaminhadas à II CNC. Segundo o secretário, os encontros setoriais e a própria Pré-Conferência mobilizaram cerca de 50 entidades do segmento audiovisual.

“A II CNC ocorrerá entre os dias 11 e 14 de março, mas o trabalho não se esgotará. Este será apenas um passo importante para produzirmos o Plano Nacional do Audiovisual e o Plano Nacional de Cultura, que será encaminhado ao Congresso Nacional”, explicou Da-Rin.

MinC – Juca Ferreira, ministro da Cultura, iniciou seu discurso destacando a importância da produção de filmes brasileiros que contemplem conteúdos densos e que tenham como fundamento a dimensão simbólica. Esta baseia-se na idéia de que é inerente, a todo o ser humano, a capacidade de simbolizar, expressa por meio das diversas línguas, valores, crenças e práticas. Dotar a arte desta dimensão possibilita instituir uma política cultural que enfatiza, além das artes consagradas, toda a gama de expressões que caracterizam a diversidade cultural brasileira. “Vivemos um momento excepcional da cultura brasileira. Já anunciamos o Vale Cultura, que dispõe de um recurso de R$ 7 milhões e que vai beneficiar 14 milhões de brasileiros diretamente. Sendo assim, os realizadores do audiovisual deverão produzir e dialogar com o universo simbólico da sociedade para atrair este público”, alerta.

Juca criticou a forma de reivindicação baseada em interesses pessoais que muitas vezes é feita junto ao MinC, sem a preocupação de pensar na riqueza e complexidade da cultura brasileira. “É um momento de ouvir. O Brasil não tem a tradição de refletir sobre processos complexos. No entanto, na produção cultural brasileira, infelizmente, o ‘umbigo’ tem maior importância que a coletividade. Temos que avançar nisso. O conceito de participação tem que ir até o cidadão e a consulta é estratégica”, disse.

Ele afirmou que o século XXI tem outro alinhamento, no qual não deve haver a necessidade de imposição por parte do Estado na aplicação das políticas culturais. “Desde a queda do muro de Berlim, a desconstituição do Estado é um realidade, mas o Brasil resistiu a isso, porque o Estado ainda determina as dinâmicas da sociedade. É preciso, portanto, que ocorra a revitalização do Estado com a participação da sociedade”, ponderou.

Juca também apontou números importantes para contrapor os discursos de especialistas econômicos que especulam que o Brasil se tornará, em cinco ou dez anos, a quinta economia mundial e será um país rico. “Como avançar se ainda temas altas taxas de desigualdade e individualismo excessivos? Existem no Brasil, monopólios internos prejudiciais a cultura, assim como externos e temos que ter coragem de dizer isso. Outro fator é que 80% dos recursos da cultura vão para dois estados brasileiros. Destes, 60% vão para duas cidades e apenas 3% dos proponentes sempre ficam com estes recursos. A  mediocridade é um crime”, avaliou.

O ministro ainda colocou outros índices para reflexão do público presente. Ele afirmou que apenas 5% dos brasileiros já foram ou vão aos museus; 13% vão aos cinemas por mês; 17% compram livros e 90% dos municípios não tem cinema ou centro cultural. “Não basta melhorar a renda do brasileiro. É preciso ter uma educação de qualidade e dar acesso à cultura. Temos aqui o maior laboratório cultural do mundo”, explanou.

Juca Ferreira disse em tom otimista que, este ano, a Cultura contabiliza R$ 2,5 bilhões para investimentos. “Quando chegamos ao MinC havia R$ 3 milhões. Hoje há R$ 1,6 bilhão em renúncia fiscal, antes não havia 300 milhões. Mas ainda não chegamos a excelência de financiamento temos que melhorar muito”, apontou. O ministro finalizou dizendo que conversou como presidente Lula sobre os desafios do segmento do audiovisual, quando na oportunidade Lula afirmou que se houver consenso entre os agentes do setor ele está disposto a apoiar.

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“Sem a Região Norte, o cinema está incompleto no Brasil”, diz Rosenberg Cariri, da CBC

rosemberg-cariryO cineasta Rosemberg Cariri, eleito presidente do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), em janeiro de 2009, durante as atividades da entidade no 4º Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual, participou de reunião com representantes de várias entidades ligadas ao audiovisual brasileiro, na noite de terça-feira (23), um dia antes de iniciar as discussões da Pré-conferência Setorial de Audiovisual, em Brasília (DF).

Cariri mantém o discurso voltado ao consenso de propostas e cooperação das entidades representações do segmento do audiovisual para obterem melhor resultado nas propostas a serem encaminhadas. Logo após a reunião informal, o presidente concedeu entrevista ao jornalista Éder Rodrigues, da delegação de Roraima. Confira.

O que o senhor tem a dizer desta breve reunião com cerca de 50 delegados que vão participar da Pré-Conferência?

Rosemberg Cariri Considero da maior importância por conta da diversidade. Todas as regiões estão aqui contempladas. Eu acho que só podemos falar em cinema brasileiro quando todas as regiões desse país começarem a produzir também o seu cinema, porque isso vai representar a diversidade, a riqueza e a profundidade da cultura brasileira.

O senhor chegou a falar sobre os resultados de uma reunião ocorrida entre o ministro da Cultura e diversas entidades do segmento, recentemente, na qual foi anunciado um aporte de 80 milhões para o audiovisual. Qual foi a finalidade do encontro?

RC – Esta ação pretende criar um fundo para o cinema cultural. Seria um fundo criado para os festivais, para a pesquisa, para a memória, para o curta metragem e acreditamos que é também um fundo que vai contemplar todas as regiões brasileiras, uma vez que é um fundo federativo, ou seja, tem a idéia da nação brasileira com um todo.

Como iniciou o diálogo para a criação do fundo?

RC – A ação iniciou-se a partir da própria necessidade das entidades. Como existe atualmente todo um convite voltado para o cinema mundial, ou dito de mercado, era preciso também que houvesse um fundo voltado para o cinema dito popular, para que este outro espaço seja integrado.

Como está o diálogo como o Ministério sobre este tema?

RC – Está muito bom. Logo será formado um Conselho Gestor, com representações das diversas entidades do cinema brasileiro.

O senhor falou sobre a importância das diversas regiões do Brasil estarem presentes aqui em Brasília. Que considerações o senhor tem a fazer sobre a região norte do país?

RC – O Nordeste a partir da década de 80 despertou e disse “vamos produzir”, e começamos a produzir um cinema significativo que tem conquistado espaço nacional e até mesmo internacional. Isso foi uma vontade e um resposta da região. O Centro Oeste também. O sul tem uma grande produção. Então a região que estão faltando integrar nesse esforço produtivo brasileiro é exatamente a Região Norte. Está faltando um pedaço do cinema: não sei se é a cabeça, o braço ou o coração, mas estamos incompletos. Daí esta grande luta para que o Norte esteja presente. Eu defendo, por exemplo, num primeiro momento, editais somente para aquela região, como forma de incentivar o surgimento local de curta e longa metragem. É muito importante que o Norte se agregue neste grande esforço brasileiro.

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Secretário-geral da CNC, João Baptista Pimentel Neto fala sobre expectativas para a Pré-Conferência Setorial do Audiovisual

Pimentel_200_CBCO secretário-geral do Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC) e diretor de articulação e comunicação do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), João Baptista Pimentel, convidou os diversos delegados e representantes do segmento de audiovisual que participam da Pré-Conferência Setorial do Audiovisual , para uma conversa informal na noite desta terça-feira (23), na qual foram explanadas expectativas em relação aos trabalhos na Pré-Conferência.

Nesta entrevista ping pong, Pimentel, que é jornalista e produtor cultural, fala um pouco da importância de avançar nas discussões e avaliou o clima inicial da Pré-Conferência.

Como o senhor avaliou a conversa com cerca de 50 delegados, além de representantes de entidades do audiovisual e poder público, antes de iniciarem os trabalhos?

João Pimentel – A reunião foi muito produtiva. A gente conseguiu ter uma noção de quem está presente e quem somos nós aqui. Acredito que o nosso diálogo não tem muitos ruídos. A maioria das pessoas se propõe no mesmo caminho. Agora temos que nos organizar porque a metodologia e o processo que nós estamos vivendo vai nos fazer ter um grande exercício de criatividade, já que, por exemplo, pelo regimento interno da Pré-Conferência vai sobrar uma proposta de cada eixo (são cinco). Então precisamos ter criatividade para que, ao construir as propostas, colocá-las no documento, até elas virarem uma só proposta. Todo mundo foi muito bacana neste primeiro contato. Não ouvi nenhuma voz dissonante na reunião. Acho que o encontro começa bem.

Em termos institucionais, temos que representações presentes?

JP – Nessa conversa nós tivemos muito forte a presença do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC), da Associação Brasileira de Documentaristas (ABD Nacional), do Fórum de Festivais, da Coalizão da Diversidade Cultural Brasileira e a presença de representantes do poder público de vários estados, o que reforça muito as propostas. A sociedade civil deve entender que é a maioria nesta reunião e tem que fazer valer as suas propostas.

Foi comentado nesta conversa a importância da articulação e mobilização de estados mais distantes dos grandes centros, situados na reunião norte do país. O que o senhor tem a dizer desta participação?

JP – Bom, nós vivemos num país chamado Brasil, que é uma república federativa que tem 27 estados e que tem que tem uma política que deve ser justa. É óbvio que ela não deve ser igual para todo mundo, porque as realidades são diferentes: a realidade do Amapá é uma, a de Roraima é outra, a de São Paulo é outra. E isso em termos, porque alguém pode dizer “ah, o sul foi contemplado, São Paulo está uma maravilha”, mas eu digo que as periferias das grandes cidades não são contempladas.

Então, acho que nós temos que criar uma política de estado, não só para o audiovisual, mas de cultura, que respeite a constitucionalidade de vivermos numa república federativa, que respeite a diversidade cultural brasileira, a identidade cultura e as vocações locais também.

Não adianta você achar que a indústria do audiovisual é uma coisa que nasce no campinho de futebol da casa vizinha, Você não cria uma indústria cinematográfica como você cria craque de futebol no Brasil. Eu acho que o Governo Federal até tem construído políticas públicas de regionalização, equalização, respeito por essa diversidade. Mas temos muito que avançar, porque isso é um jogo pesado que envolve, no campo do audiovisual, interesse econômicos que são muitos claros e nem todos são tupiniquins. Tem muito interesse econômico estrangeiro que vai querer trazer seu ponto de vista aqui.

Então temos que ficar atentos. Eu costumo dizer que se para o império (americano) o audiovisual é uma questão de soberania e segurança nacional, e se a gente quer ser um país de primeiro mundo, buscar assento no Conselho de Segurança da ONU, etc e tal… se a gente quer sair realmente do subdesenvolvimento de terceiro mundo, nós temos que fazer o audiovisual ter o mesmo peso dentro da política de estado do Brasil.

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“A Conferência acorda um Brasil adormecido em 20 anos de ditadura”, diz presidente da ABD Nacional

Solange Lima_CBCA Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas Nacional (ABDN) está presente nas 27 unidades da federação e articulou-se para enviar seus representantes como delegados organizados por estados na Pré-conferência Setorial de Audiovisual.

A presidente da entidade, Solange Lima, conversou na terça-feira (23), um dia antes de iniciar as discussões, em Brasília (DF), com jornalista Éder Rodrigues, da delegação de Roraima. Confira.

Que expectativas a ABD Nacional têm a partir das articulações e das conversas que antecederam a Pré-Conferência, uma vez que houve uma breve conversa com cerca de 50 delegados e a ABDN?

Solange Lima – Em primeiro lugar, como presidente de entidade que representa os documentaristas e curta-metragistas, eu senti que estamos bem representados na Pré-Conferência.

Em segundo, acredito que esta é uma Conferência única, que é ímpar porque é a primeira vez em que o Estado convoca a população, mas a população já vem trabalhando com o Estado, não só com a representação do Estado, mas com sua própria mobilização e que aqui vai encontrar a diversidade cultural brasileira justamente para a Pré-Conferência do Audiovisual para que em março tenhamos propostas muito mais coerentes na Conferência Nacional de Cultura (CNC) como um todo e que na balança não pese nem mais teatro, nem só a música ou a dança ou o cinema, mas que pese a cultura como um todo, sabendo que o audiovisual e outros segmentos da cultura são fundamentais para construir um Brasil mais forte.

Esta conferência acorda um Brasil que ao longo de 20 anos de ditadura militar adormeceu e que agora se levanta para lutar. Está de certa forma, meio solto por que não estava acostumado com estas discussões, mas a partir do momento em que temos este encontro, a gente consegue ver que o país é pulsante, está pensando e que os estado estão fazendo um trabalho de cultura que falta agora ser reconhecido no Congresso Nacional.

A nossa briga forte vai ser esta: elaborar propostas que sejam plurais e que vão atender nos cinco eixos, o Brasil como um todo. Isso é difícil. Sabemos que nosso papel principal é construir propostas para a formação de mão de obra, a distribuição, a exibição, a produção, temos que divulgar a cultura no mundo e o audiovisual, eu sempre digo, é o que congrega todas as vertentes da arte, como a dança, música, o teatro e outros. Ele apreende aquele momento do tempo e do espaço para posteridade, para outras gerações que estão vindo por aí.

O ex-presidente da CBC, Geraldo Morais disse que, quanto ao audiovisual, é hora de construir uma política de estado e não só de governo. O secretário-geral da CNC, João Pimentel também disse que é hora de redesenhar a sustentabilidade do audiovisual no Brasil com a mudança do modelo atual. Você acredita que há um alinhamento no discurso das representações?

SL – Sim, este grupo vem trabalhando em conjunto. O CNC, CBC, a ABDN e fechamos um convênio com o Fórum de Festivais. Este grupo está se encontrando em várias reuniões. Este momento é de refinar o discurso que temos nas entidades politizadas com  a massa. Temos que falar com o todo. Esse afinamento vai ficar mais claro nos grupos de trabalho. Vamos avaliar na noite seguinte o que foi discutido nos GTs e o que teremos que defender no Congresso e que o Congresso aprove. A sociedade tem que ficar vigilante com o Congresso. Muitas vezes o Congresso faz o que quer e não o que a sociedade quer. O alinhamento já existe com as entidades que são politizadas e estamos neste processo com os outros representantes e há um grande caminho pela frente.

Éder Rodrigues

Jornalista, abedista,

Delegação de Roraima na Pré-Conferência Setorial de Audiovisual

AUDIOVISUAL E DIVERSIDADE CULTURAL

Texto de Rosemberg Cariry, presidente do Congresso Brasileiro de Cinema – CBC, lido na abertura da Pré-conferência Setorial do Audiovisual.

Rosemberg CaririAo trabalhar com o povo e a diversidade cultural brasileira, o Ministério da cultura pôs em movimento as forças da nação. Estas forças, uma vez postas em movimento, não param de avançar, independentes do Governo que iniciou o processo. Isto é um grande feito. Tudo passa a ter um sentido histórico. O povo está avançando, e é natural que, agora, esse mesmo povo queira dar as cartas e definir o jogo.

O mundo se agita, e o Brasil é um país importante neste mundo em convulsão. Já não somos apenas consumidores passivos de bens tangíveis ou intangíveis, impostos pelos mercados hegemônicos. As entidades, as ONGs, os movimentos sociais e de cidadania proclamaram que o modelo de globalização imposto não trouxe o progresso e o desenvolvimento prometidos. Pelo contrário, elevou os índices de pobreza e fez aumentar as desigualdades sociais e a violência. Perceberam também que, hoje, a grande guerra que se trava não é com mísseis e canhões, mas é por meio de cabos e satélites. As imagens e os sons, produzidos por uma mesma fonte, são impostos a todos os povos como bens de consumo modernos, como a universalização possível, como o modelo pelo qual devemos nos guiar, até a morte. Ficou comprovado, com a última crise do capitalismo, que a globalização, esse processo devastador de vidas e culturas, não é um processo inexorável. Resistir é preciso. Afinal, também temos o nosso capital simbólico, a diversidade cultural do povo brasileiro.

Em todo o mundo, como reação às tendências hegemônicas do mercado de entretenimento, busca-se a independência, a diversidade, a originalidade, a profundidade, a radicalidade, as novas posturas políticas, as novas estéticas e as novas éticas. À medida que aumentam as formas de controle das chamadas “indústrias de consciência” e a hegemonia dos seus produtos, como uma visão única do mundo, crescem também, na mesma proporção, as possibilidades de transgressão, de afirmação das artes e das culturas diferenciadas. As sociedades que sofrem com esse processo brutal de dominação terminam por criar formas de resistência e estabelecem novos paradigmas. A imaginação libertará o mundo, mas é sempre bom saber que os moinhos de ventos são reais, como cantou Alceu Valença, pernambucano de São Bento do Una.

A cultura brasileira, a partir dos povos originais e transplantados, é herdeira das principais culturas do mundo (européias, ibéricas, mediterrâneas, orientais, africanas, ameríndias e orientais…) e, por isso, traz em si um projeto de universalidade. O Brasil tem encontro marcado com as culturas dos povos do planeta. No Brasil, ensaia-se um novo processo civilizatório capaz de renovar o mundo, pela convivência do múltiplo e pela afirmação das convergências. O filme brasileiro capaz de “aparecer” no mundo, ou mesmo de conseguir um pequeno nicho de mercado setorizado, é o filme que tenha características culturais originais sem deter-se em um regionalismo fechado ou no folclorismo. Daí a necessidade de lapidarmos os diamantes dos arquétipos, trabalhar com as heranças milenares herdadas dos povos transplantados, doadas pelos povos autóctones e reinventadas pelos povos mestiços. Podemos ser agentes de um novo processo civilizatório, com profundo respeito e integração dos povos originais. Podemos nos integrar à modernidade, sem negar nossas tradições e sem desprezar as conquistas tecnológicas e as experiências de vanguarda da contemporaneidade. A nossa melhor arte será aquela que melhor traduzir a nossa diversidade e complexidade cultural e recriar a nossa herança de humanidade.

Não podemos dar um salto no futuro sem os pés firmes no nosso próprio chão. Não existe futuro sem a certeza do presente e o reconhecimento do passado. Não falo aqui de passado idealizado ou dos clichês nacionalistas que anulam a diversidade cultural e elegem-se como emblemas hegemônicos e autoritários. Não nos chamem de bárbaros, nem nos acusem de atrasados. Superamos a modernidade e, na convivência de todas as culturas e de todos os tempos históricos, revelamos os tesouros dos sambaquis imaginários da humanidade. Somos a pós-modernidade que se abre como um moitará de bens simbólicos. Não somos uma “aldeia global”, mas uma “aldeia de encontros”, uma comunidade de destino, abertas à diversidade e à reciprocidade com todas as outras aldeias e comunidades do planeta.

Acreditamos que é preciso realizar audiovisuais que trabalhem a universalidade no particular e a diversidade no singular. Uma arte que seja Brasil e, portanto, seja trezentos, seja trezentos e cinquenta, como disse Mário de Andrade, falando sobre o povo mestiço brasileiro. É este o audiovisual que precisamos conquistar e, com ele, ocuparmos um espaço decisivo nas telas de cinema e das TVs (abertas, por cabo ou digitais) do nosso país sem, no entanto, fecharmo-nos para as manifestações mais legítimas e mais profundas de outros povos e de outras nações. Precisamos pensar o nosso país como espaços de encontros e as nossas culturas como sentimentos em trânsito, vencendo fronteiras e preconceitos. São muitos países dentro de um país. São muitas nações dentro de uma nação. São muitas as culturas e as contradições que constroem uma “cultura” dita nacional. Brasil quer dizer plural, e brasileiro, em construção.

Esta pré-conferência do audiovisual, promovida pelo MinC e pelas forças vivas da nação brasileira, reveste-se de importância história. Apoiamos a nova Lei Rouanet, conforme o projeto original debatido pelo povo. Saudamos a criação do Fundo de Inovação Tecnológica e Audiovisual da SAV para as atividades não comerciais do cinema brasileiro, incluindo nesse guarda-chuva o cinema experimental e autoral, a difusão, a preservação e a pesquisa. Apoiamos, ainda, com a Secretaria de Políticas Culturais, a nova Lei do Direito Autoral, que traz conquistas importantes para a cultura do povo brasileiro. Apoiamos a ampliação, já em processo de implementação pela ANCINE, do parque nacional de exibição com a rede de cinemas populares. A ANCINE tem também o desafio de diminuir, consideravelmente, as desigualdades regionais e de buscar, junto com a SAV, colaborar com planos de desenvolvimentos da produção audiovisual nas diversas regiões do País, através de novos arranjos produtivos, objetivando um diálogo que consideremos positivo

Sim, reconhecemos o que os outros fizeram e, por isso mesmo, deveríamos também citar o que nós mesmos fizemos e penitenciar vocês com um longo rosário de realizações do CBC, neste último ano. Mas não, não faremos isto, posto que este relatório já circula na lista e no blog da entidade. Aqui, basta-nos agora dizer que estendemos a presença do CBC em todo o território nacional, inclusive no Norte e Nordeste, regiões, muitas vezes, marginalizadas nos processos de desenvolvimento, e conseguimos inserir a entidade em um amplo painel de discussões no Brasil e na latino América e Caribe. Caminhamos agora para a realização do VIII Congresso do Cinema e do Audiovisual Brasileiro, com a convocação de todas as entidades, sejam elas filiadas ou não ao CBC, marcado para Porto Alegre, no próximo mês de junho, em comemoração aos 10 anos do III Congresso Brasileiro de Cinema, que foi um acontecimento marcante do cinema nacional. O lema deste congresso é “repactuando o cinema brasileiro”, e a sua filosofia mais ampla parte do reconhecimento de que todos os povos têm direito a suas próprias imagens, à reciprocidade e à universalização dessas imagens. O evento contará com o apoio do MinC, por meio da SAV e da ANCINE, do Governo do Rio Grande do Sul e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, da Fundacine e de muitas outras entidades apoiadoras.

Propomos ainda manter todas as entidades mobilizadas em torno de uma agenda legislativa, composta dos seguintes pontos: aprovação do PL 29, no Senado, sem modificações no texto de lei aprovado na Câmara; aprovação da nova Lei Rouanet, segundo acordo pactuado; aprovação da lei de Cristovão Buarque que propôs a inserção do audiovisual brasileiro na rede pública de ensino; aprovação da lei Vicentinho – que propôs inserção da animação brasileira na TV; aprovação da lei Jandira – que propõe a regionalização da produção e a inserção dos produtos audiovisuais regionais nas programações de TV; Aprovação da PEC 150, com a destinação de recursos orçamentários da União, Estados e Municípios para a cultura, à semelhança do que já acontece na Saúde e na Educação; aprovação do projeto Vale Cultura, levando em conta a convenção da UNESCO sobre a Diversidade Cultural; aprovação e implantação do Sistema Nacional de Cultura – FNC e adequação da Lei 8.666 à área da cultura; ampliação da cota de tela.

Em junho, em Porto Alegre, esperamos todos vocês, Jucas, Silvios, Manueis, Antonios, Fernandos, Tarcianas, Pedros, Leões, Marcos, Anastácios, Joões, Batistas, Fujis, Rejanes, Solanges, Pimenteis, Assunções, Tetês, Nelsons, Barretos, Marias, Josés… O povo brasileiro representado pelos trabalhadores do audiovisual e pelos alquimistas da cultura.  Lá estaremos e mostraremos que grande e generosa é nossa cultura. Grande porque é uma cultura herdeira dos povos do mundo. Generosa porque é a alma de uma nação que sabe pertencer a uma comunidade bem maior, a comunidade dos homens do planeta terra.

Bom trabalho para todos.

Brasília, 24 de fevereiro de 2010.

Nova Diretoria da ABEPEC

A nova presidente da Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (ABEPEC), Regina Lima, tomou posse ontem (27) em cerimônia realizada no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília. Agora, além de presidir a Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), ela substituirá Antônio Achilis, da Rede Minas, na ABEPEC.

No discurso de posse, Regina elogiou o trabalho desenvolvido pela antiga gestão da ABEPEC e ressaltou a necessidade de valorização dos trabalhos desenvolvidos pelas emissoras públicas brasileiras. Para ela, a comunicação é um direito do cidadão e um dever do Estado. Além disso, a nova presidente defendeu a formação de uma rede de comunicação pública forte, para a qual serão também necessárias TVs públicas igualmente marcantes.

A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa fez questão de comparecer ao evento. Em seu discurso, ela lembrou a importância que tem uma mulher do Norte do país assumir a presidência de uma instituição como a ABEPEC. “Isso demonstra que as mulheres estão ocupando cada vez mais cargos estratégicos na gestão pública, e mais do que isso, estão preparadas para exercer essas funções”, destacou Ana Júlia. A governadora paraense também acrescentou que a comunicação pública é o espaço mais democrático para a livre expressão de ideias e manifestações sociais, pois está comprometida com a transformação para a cidadania e a construção de uma identidade coletiva.

Tereza Cruvinel, presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), destacou a importância da ABEPEC para o fortalecimento e a construção da rede pública de televisão. “A TV Brasil tem nas emissoras da ABEPEC grandes parceiras. Somos parceiros de mão dupla.”

Regina Lima possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (1983), mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995) e doutorado em Comunicação e Cultura também pela UFRJ (2001). É professora adjunta III (licenciada) da Universidade Federal do Pará e do programa de pós-graduação do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA). Exerceu o cargo de chefe de departamento do curso de Comunicação Social da UFPA, no período de 2002 a 2004.

A nova diretoria da entidade para o biênio 2009-2011 será composta ainda por Indira Amaral, da Aperipê de Sergipe (programação), Ana Paula Gobbi, da TVE do Mato Grosso do Sul (marketing), Josimey Costa, da TV Universitária do Rio Grande do Norte (tecnologia), Paulo Markun, da TV Cultura de São Paulo (tesouraria) e Gilson Santos, da TV Palmas do Tocantins (secretaria).

Prestigiaram a solenidade, a governadora do Pará Ana Júlia Carepa, vários deputados federais e dirigentes das Emissoras Públicas do Brasil.

Câmara vota PEC 150

Em tramitação desde 2001, a PEC 150 que determina percentuais parte dos tributos federais, estaduais, municipais  e do Distrito Federal para a preservação do patrimônio cultural brasileiro e para a produção e difusão da cultura nacional, será finalmente votada pelo plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (15/09).

2porcento-blogA PEC conta com o apoio de praticamente a unanimidade das entidades, produtores, gestores e artistas brasileiros que entendem sua aprovação como necessária ao fomento, desenvolvimento e preservação da identidade e diversidade cultural nacional, bem como a promoção universalização do acesso da população aos bens culturais e simbólicos.

Segundo o Presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema, o cineasta cearense Rosemberg Cariri “as entidades do audiovisual brasileiro estão atentas e mobilizadas na defesa da aprovação da nova legislação que significará uma significativa ampliação dos recursos destinados a cultura – e consequentemente ao audiovisual brasileiro, capaz de gerar emprego e renda para muitos brasileiros”. – afirmou.

Para Antonio Claudino de Jesus, presidente do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros a aprovação da PEC deverá possibilitar a democratização do acesso a cultura e a bens culturais pela população. “O acesso e fruição da cultura é um direito constitucional que deve ser garantido a todos os cidadãos brasileiros e neste sentido esperamos que a aprovação da PEC 150 determine a ampliação dos mecanismos e dos recursos destinados a acessibilidade, garantindo a melhoria da qualidade de vida de todos. Por isso apoiamos sua aprovação e estamos mobilizando os cineclubes e cineclubistas do país para o acompanhamento da votação”.

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A votação está prevista para acontecer a partir das 14 horas da próxima terça-feira (15), no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília e deve ser acompanhada pelo ministro da cultura, Juca Ferreira, secretários estaduais e municipais de cultura, representantes de entidades culturais, produtores, artistas e militantes de movimentos culturais e sociais.

Confira a íntegra da PEC 150:

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº DE 2003

(Do Srs. PAULO ROCHA , GILMAR MACHADO, ZEZEU RIBEIRO, FÁTIMA BEZERRA e outros)

Acrescenta o art. 216-A à Constituição Federal, para destinação de recursos à cultura

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:

Art. 1º É acrescentado o art. 216-A à Constituição Federal, com a seguinte redação:

“Art. 216-ª A União aplicará anualmente nunca menos de dois por cento, os Estados e o Distrito Federal, um e meio por cento, e os Municípios, um por cento, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na preservação do patrimônio cultural brasileiro e na produção e difusão da cultura nacional.

§ 1º – Dos recursos a que se refere o Caput, a União destinará vinte e cinco por cento aos Estados e ao Distrito Federal, e vinte e cinco por cento aos Municípios.

§ 2º – Os critérios de rateio dos recursos destinados aos Estados, ao Distrito Federal, e aos Municípios serão definidos em lei complementar, observada a contrapartida de cada Ente.

Art. 2º Esta Emenda entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

A exemplo do que já ocorre nas áreas de educação e saúde, a valorização da cultura nacional depende de um decisivo e continuado apoio governamental . Esta é também a regra no resto do mundo, ou, pelo menos, nos países em que a cultura é considerada como um valor a ser preservado e promovido.

No nosso caso, em particular, o financiamento do Estado tem outra importante função, qual seja a se equalizar o acesso e democratizar os benefícios dos produtos culturais, disseminando-os entre os segmentos excluídos da sociedade.

Estas manifestações não podem ser inteiramente privatizadas, e as pessoas de baixa renda ou da periferia não podem ser simplesmente excluídas. Nem se pode admitir que a cultura seja apenas um acessório. A cultura tem que ser entendida como espaço de realização da cidadania, da superação da exclusão social e como fato econômico, capaz de atrair divisas para o país e, internamente, gerar emprego e renda.

Assim compreendida, a cultura se impõe, desde logo, no âmbito dos deveres estatais. É um espaço onde o Estado deve intervir. Mas não segundo a velha cartilha estatizante, mas como um formulador de políticas públicas e estimulador da produção cultural.

A opção para o atendimento a esta necessidade reside na vinculação de receitas – apenas tributárias, apenas de impostos – aplicando parte delas e transferindo outra para os demais Entes, possibilitando, inclusive, a adoção de programas nacionais, sob a forma de participação conjunta.

Por estas razões, espero o amplo e decidido apoio de meus Pares.

Sala das Comissões, em de de 2003

Deputado Paulo Rocha
PT/PA
Deputado Gilmar Machado
PT/MG
Deputado Zezeu Ribeiro
PT/BA
Deputada FátimaBezerra
PT/RN

MinC lança primeiro edital estadualizado

O edital selecionará 60 projetos de entidades privadas sem fins lucrativos que desenvolvam ou queiram desenvolver ações de exibição de obras audiovisuais e contribuir para a formação de plateias e o fomento do pensamento crítico, tendo como principal base obras audiovisuais brasileiras.

As inscrições devem ser feitas de 7 de agosto a 6 de outubro deste ano. As iniciativas selecionadas receberão kit com telão (4mx3m), câmera digital, aparelho de DVD, projetor, mesa de som de quatro canais, caixas de som, amplificador, microfones sem fio, dentre outros equipamentos. O kit contém acervo com centenas de filmes brasileiros (curtas, médias e longas-metragens, documentários e animações) selecionados pela Programadora Brasil para exibições semanais nos Cines. A Programadora reúne hoje acervo com mais de 300 obras, organizadas em 104 programas (DVDs).

Apenas 8,7% dos municípios brasileiros possuem salas comerciais de cinema, revela a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) de 2006, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Cine Mais Cultura é uma ação do Programa Mais Cultura para promover o acesso da população a obras audiovisuais e apoiar a difusão da produção audiovisual brasileira por meio da exibição não comercial de filmes. A prioridade é atender localidades rurais e urbanas que não possuem cinema, localizadas nos Territórios da Cidadania e nas periferias dos grandes centros urbanos.

“Lançar os editais separadamente em cada estado brasileiro, respeitando as suas realidades, é imprescindível para ampliar a ação”, afirma Frederico Cardoso. Ele explica que após o processo de seleção, os 60 novos Cines pernambucanos passarão a existir em rede, levando à população obras audiovisuais brasileiras e incentivando o debates em torno das mesmas.

Capacitação – Além de fornecer equipamentos e acervo, o Cine Mais Cultura realiza oficinas de capacitação cineclubista, com o objetivo de qualificar os participantes para a realização de programação, divulgação e debates das sessões; apoiar a formação dos oficinandos com introdução à história do cinema e linguagem cinematográfica; prestar informações sobre questões relevantes e atuais relativas à atividade exibidora, como direitos autorais e sustentabilidade. O trabalho é desenvolvido com apoio de um manual produzido em parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC).

Parceria
– O edital estadual é fruto de uma parceria entre o Ministério da Cultura e o Governo de Pernambuco para a implantação descentralizada das ações do Mais Cultura. O Programa integra a Agenda Social do Governo Federal e marca o reconhecimento da Cultura como necessidade básica e importante vetor para o desenvolvimento social, econômico e sustentável do país. Tem como principal objetivo promover o acesso da população, especialmente jovens da classe C, D e E, aos bens e serviços culturais.

Inscrições – As inscrições são gratuitas e os projetos devem ser enviados para a Sede da Fundarpe (Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista, Recife, CEP 50.050-000), aos cuidados da Diretoria de Fomento e Formação.

Seleção – A seleção será realizada por Comissão de Avaliação composta por representantes do Ministério da Cultura, da Fundarpe, de entidades do setor audiovisual e da sociedade civil. O resultado será divulgado no Diário Oficial da União, no Diário Oficial do Governo do Estado de Pernambuco e nas páginas eletrônicas do Programa Mais Cultura (mais.cultura.gov.br), da ação Cine Mais Cultura (www.cinemaiscultura.org.br), da Programadora Brasil (www.programadorabrasil.org.br), dos Territórios da Cidadania (www.territoriosdacidadania.gov.br) e da Fundarpe (www.fundarpe.pe.gov.br).

Tsunami cineclubista no Pará

Jornal iTEIA

Chega a Belém na primeira quinta-feira de agosto (dia 6) as atividades do Projeto Circuito Cineclubista “Democratizando o Audiovisual“, com a projeção dos filmes “Patativa do Assaré: Ave Poesia“, do cineasta cearense Rosemberg Cariri e “Chama Verequete“, dos documentaristas Luiz Arnaldo Campos e Rogério Parreira.

patativa-do-assare_75O Circuito roda em 168 cineclubes e entidades brasileiras. Aqui em Belém, a organização fica a cargo do Cineclube Amazonas Douro, com o apoio dos Cineclubes Corredor Polonês e Rede Aparelho, além do Projeto Cinema de Rua.

Segundo Francisco Weyl, coordenador do Cineclube Amazonas Douro, aliar estes projetos, Democratizando o Audiovisual, que é nacional, com o Cinema de Rua, que é local, “representa re-significar conteúdos, potencializando necessariamente o acesso e a inclusão das comunidades periféricas às práticas artísticas de interesse social, ao mesmo tempo em que fortalece as ações de caráter cineclubistas como ferramentas de construção das consciências e das memórias audiovisuais amazônidas”.

Promovido pelo CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros /Filmoteca Carlos Vieira, a realização do Circuito conta ainda com o apoio e parceria do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema, da ABDn – Associação Brasileira de Documentarista e da CBDC – Coalizão Brasileira Pela Diversidade Cultural e dos realizadores que disponibilizaram gratuitamente os direitos de exibição de suas obras ao CNC.

Não por acaso, a sessão destes filmes acontece exatamente no momento em que Weyl diz identificar uma forte onda – “e por que não dizer tsuname?” – cineclusbista no Pará: entre os dias 3 e 7 de agosto, o Pará sedia uma oficina regional do Cine Mais Cultura, que vai treinar , formar e equipar pontos de exibição audiovisual amazônidas.

Esta oficina qualificará os participantes para a realização de programação, divulgação e debates das sessões cineclubistas; apoiará a formação dos oficinandos com introduções à história do cinema e linguagem cinematográfica; e oferecerá informações sobre questões atuais relativas à atividade exibidora como direitos autorais e sustentabilidade.

“Queremos aproveitar esta onda, até porque nós também estamos organizando a Pré-Jornada de Cineclubes de Belém, que acontecerá na Casa da Linguagem, nos dias 7, 8 e 9 de agosto, e que vai ser definidora para a Jornada Paraense – que ocorrerá em setembro – e que vai fundar a Federação de Cineclubes do Estado” conclui.

Serviço
Circuito Cineclubista “Democratizando o Audiovisual”

“Patativa do Assaré: Ave Poesia”, de Rosemberg Cariri & “Chama Verequete”, de Luiz Arnaldo Campos e Rogério Parreira)
6 de agosto de 2009, 20 horas
Rua General Gurjão (Projeto Cinema de Rua).

Oficina Cine Mais Cultura: 3 a 7 de agosto de 2009, Instituto de Artes do Pará. Estados participantes: Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Tocantins

Pré-Jornada de Cineclubes de Belém, dias 7, 8 e 9 de agosto de 2009, na Casa da Linguagem

cbc e abdn apoiam circuito cineclubista

Realizado pelo CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros em parceria com várias entidades do audiovisual e apoio de realizadores o projeto objetiva democratizar o acesso da população a produção audiovisual brasileira.

Teve início na última quarta feira (01/07) as atividades do Projeto Circuito Cineclubista “Democratizando o Audiovisual“. O lançamento do projeto promoverá a exibição dos filmes “Patativa do Assaré: Ave Poesia”, do cineasta cearense Rosemberg Cariri e “Chama Verequete“, dos documentaristas Luiz Arnaldo Campos e Rogério Parreira, em 168 cineclubes e entidades que confirmaram participação. Com acesso gratuito, as exibições serão realizadas nos meses de julho, agosto e setembro nos cineclubes e entidades cadastradas.

Articulado pelo CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros /Filmoteca Carlos Vieira a realização do Circuito conta ainda com o apoio e parceria do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema, da ABDn – Associação Brasileira de Documentarista e da CBDC – Coalizão Brasileira Pela Diversidade Cultural e dos realizadores que disponibilizaram gratuitamente os direitos de exibição de suas obras ao CNC.

Segundo o presidente do CNC, Antônio Claudino de Jesus o projeto objetiva democratizar o acesso da população à produção audiovisual nacional e fortalecer o movimento cineclubista brasileiro através da articulação de um circuito nacional de exibições. “Somamos hoje mais de 350 cineclubes filiados ao CNC. Todos atuando localmente e de maneira isolada, fato que apesar de sua inegável importância, não traduz para a sociedade o valor e a real dimensão do trabalho realizado. Desta forma, pensamos que a realização de uma atividade conjunta com a participação de cineclubes de todo o país além de dar visibilidade ao trabalho realizado por todos acabará ajudando na consolidação dos apoios locais necessários a manutenção das atividades dos cineclubes” – afirmou.

Já o presidente do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema, Rosemberg Cariri afirmou que o apoio da entidade, bem como seu apoio pessoal, vincula-se a constatação da necessidade urgente de ampliação das salas e espaços de exibição no país. “A indústria do audiovisual brasileiro está produzindo atualmente cerca de 100 longas e centenas de documentários e curta-metragens que muitas vezes sequer encontram espaço para serem lançados publicamente. Este fato além de frustrar os realizadores, inibe o desenvolvimento e fortalecimento da indústria nacional. Assim, entendemos que qualquer ação, como é o caso, que objetive solucionar ou amenizar este problema merece total apoio do CBC” – registrou.

Também parceira e apoiadora da proposta, a presidente da ABDn – Associação Brasileira de Documentaristas, Solange Lima registrou que a atividade marcará também o lançamento do Circuito Nacional de Exibição da ABD e destacou a importância destes circuitos para a circulação e exibição dos documentários e curta-metragens produzidos no país. “Infelizmente, apesar da importância e da dimensão da produção documentarista e curtametragista, as obras produzidas nestes formatos tem janelas de exibição ainda menores do que as oferecidas às produções de longa metragem e estão praticamente restritas aos festivais e as exibições promovidas pelos cineclubes. Então não poderíamos ter outra postura que não fosse a de formalizar esta parceria com o CNC e apoiar a iniciativa” – destacou.

Coordenadores do Circuito, o secretário geral do CNC, João Baptista Pimentel Neto e a Diretora de Memória do CNC e da ABDn, Saskia Sá registraram a grande adesão dos cineclubes e das ABDs estaduais à iniciativa. Assim, segundo Pimentel “Considerando o tempo e os recursos que tivemos para organizar a atividade, acredito que a iniciativa recebeu um número de adesões e apoiamentos que superaram em muito nossas expectativas” – registrou. E para Saskia Sá “os resultados desta primeira atividade demonstram claramente que este é um projeto tem tudo para deslanchar e se consolidar num curto espaço de tempo”. – finalizou.

Maiores informações, datas e horários das exibições podem ser acessadas em: www.cineclubes.org.br

João Baptista Pimentel Neto

E-Mail: cbc.articulacao@cbcine.org.br

36 jornada de cinema da bahia / manifesto

Perplexos e inconformados com a notícia do cancelamento do fundamental e indispensável patrocínio oferecido pela Petrobrás a realização da 36 Jornada Internacional de Cinema da Bahia, a ABD – Associação Brasileira de Documentaristas e o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, entidades nacionais do audiovisual, fundadas durante memoráveis Jornadas realizadas no século passado, reconhecendo a importância histórica e a inegável contribuição do evento no processo de construção e desenvolvimento do cinema e do audiovisual brasileiros, decidiram elaborar, tornar público e solicitar o apoio de entidades e personalidades ao abaixo assinado que se segue, que tem o objetivo de sensibilizar os responsáveis por tal decisão e reverter uma situação que poderá causar a inviabilização da realização e continuidade de um evento que, para além dos argumentos já apresentados, constitui-se hoje no segundo mais antigo festival de cinema realizado no Brasil.

Neste sentido solicitamos a adesão e apoio de todos e, em especial das entidades e personalidades do audiovisual brasileiro. Informamos ainda que objetivando facilitar a contabilização e organização do presente abaixo assinado as manifestações de adesão e apoio sejam encaminhadas para:

secretariageral_cnc@cineclubes.org.br

Continuidade e vida longa à Jornada Internacional de Cinema da Bahia!
Respeito a história, a preservação da memória e aos que dedicaram suas vidas ao cinema e a cultura brasileira.
É apenas isso que queremos, buscamos e pretendemos. Nada mais do que isso.

Viva Guido Araújo!
Viva a Bahia!
Viva a Jornada Internacional de Cinema da Bahia!
Viva a cultura e o cinema brasileiros!

Visitem o site da Jornada: http://www.jornadabahia.com/2009/pt/index.html

Solange Lima
Presidente da ABDn

Antonio Claudino de Jesus
Presidente do CNC

Total de subscrições até o momento: 674

Confira no link:
http://cineclubes.org.br/tiki/tiki-index.php?page=MANIFESTO+DE+APOIO%C3%80+JORNADA+INTERNACIONAL+DE+CINEMA+DA+BAHIA&saved_msg=y

Subscrevem:

Entidades internacionais:

1. FICC – Federação Internacional de Cineclubes
2. Centro de Cinema Mundial – Leeds, Inglaterra;
3. CINESUD – Difusão de Filmes
4. Federació Catalana de Cineclubs – Barcelona, Espanha;
5. Fórum Entre Fronteiras – Brasil, Argentina e Paraguai;
6. Produtora Cinema Negro – Berlim, Alemanha;

Entidades Nacionais:

1. CBC – Congresso Brasileiro de Cinema
2. CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
3. ABDn – Associação Brasileira de Documentaristas
4. ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação
5. APBA – Associação Brasileira das Produtoras de Audiovisual
6. ABRAFIC – Associação Brasileira de Film Comissions
7. ABC – Associação Brasileira de Cinematografia
8. APIJOR – Associação Brasileira de Propriedade Intelectual dos Jornalistas
9. APCNN – Associação de Produtores e Cineastas do Norte e Nordeste
10. AR – Associação dos Roteiristas
11. CBDC – Coalizão Brasileira Pela Diversidade Cultural
12. CINEMABRASIL – Fórum de Debates sobre Cinema Brasileiro
13. CPCB – Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro
14. FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual
15. UNINFRA – União Nacional Infraestrutura Cinematográfica

Entidades Estaduais:

1. ABD/AC – ABDeC/AC – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas – Seção Acre – AC
2. ABD/AL – ABDeC/AL – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas – Seção Alagoas – AL
3. ABD/AM – ACVA – Associação de Cinema e Vídeo do Amaonas – AM
4. ABD/AP – ABDeC/AP – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas – Seção Amapá – AP
5. ABD/BA – ABCV – Associação Baiana de Cinema e Video – BA
6. ABD/CE – ACCV – Associação Cearense de Cinema e Vídeo – Seção Ceará – CE
7. ABD/DF – ABCV-DF – Associação Brasiliense de Cinema e Video – DF
8. ABD/ES – ABD&C/ES – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas – Seção Espírito Santo – ES
9. ABD/GO – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas – Seção Goiás – GO
10. ABD/PA – ABDeC/PA – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-Metragistas – Seção Pará – PA
11. ABD/PE – APEC -Associação Brasileira de Documentaristas de Pernambuco – Seção Pernambuco – PE;
12. ABD/PI – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-Metragistas – Seção Roraima – PI
13. ABD/PR – AVEC – Seção Paraná – PR
14. ABD/MA – Associação Brasileira de Documentaristas – Seção Maranhão – MA
15. ABD/MG – Associação Curta Minas – Seção Minas Gerais – MG;
16. ABD/MS – ACV/MS – Associação de Cinema e Vídeo – Seção Mato Grsso do Sul, MS;
17. ABD/MT – AMAV – Associação dos profissionais de Cinema e outras tecnologias Audiovisuais do Estado de Mato Grosso – MT
18. ABD/PB – Associação Brasileira de Documentaristas – Seção Paraíba – PB
19. ABD/RJ – ABDeC/RJ – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – Seção Rio de Janeiro -RJ
20. ABD/RN – ABDeC/RN – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – Seção Rio Grande do Norte -RJ
21. ABD/SC – Associação Brasileira de Documentaristas – Seção Santa Catarina – SC
22. ABD/SP – Associação Brasileira de Documentaristas – Seção São Paulo – SP
23. ABD/RR – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-Metragistas – Seção Roraima – RR
24. ABD/SE – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-Metragistas – Seção Sergipe – SE
25. ABD/TO – ATCV – Associação Tocantinense de Cinema, Vídeo e Televisão – Seção Tocantins -TO
26. ABRACI – Associação Brasileira de Cineastas – RJ
27. ACC/RJ – Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro – RJ
28. AMC – Associação Mineira de Cineastas – MG
29. APACI – Associação Paulista de Cineastas – SP
30. APROCINE – Associação do Produtores e Realizadores de Longa Metragem de Brasília.
31. ASCINE – Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro – RJ
32. Cinemateca Catarinense – SC;
33. Conselho Estadual de Cultura da Bahia – BA;
34. FPC – Federação de Cineclubes do Estado de São Paulo – SP
35. FEPEC – Federação Pernambucana de Cineclubes – PE
36. Instituto Geração – Centro Cultural e Audiovisual – ES;
37. SANTACINE – Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina – SC;
38. SATED/MG – Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de Minas Gerais – MG
39. SIAPAR – Sindicato da Indústria Audiovisual do Paraná
40. SINDCINE – Sindicato de Trabalhadores da Industria do Audiovisual Sao Paulo – SP
41. SINDIRECEITA/BA – Sindicato dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil

Entidades Locais:

1. Artivismo em Rede – Fortaleza, CE;
2. Arrecifes Produções – Recife, PE;
3. Associação das Entidades Usuárias do Canal Comunitário de Rio Claro – Rio Claro, SP;
4. Associação de Cineclubes de Vila Velha – Vila Velha, ES;
5. Associação de Difusão Cultural de Atibaia – Atibaia, SP;
6. AMAS – Associação de Moradores do Alto da Sereia – Rio Vermelho, Salvador, BA;
7. Casa Brasil (Vila União) – Fortaleza, CE;
8. Casa de Cinema da Bahia – Salvador, BA;
9. Centro de Arte e Meio Ambiente – CAMA – Salvador, BA;
10. Centro Cultural Coco de Umbigada – Olinda, PE;
11. Cineduc – Cinema e Educação – Rio de Janeiro, RJ;
12. Cine Vídeo e Educação- Ações Culturais – Salvador, BA;
13. Fábrica de Imagens – ações educativas em cidadania e gênero – Fortaleza, CE;
14. Fórum Cultural de Niterói – Niterói, RJ;
15. Grupo Ecológico e Cultural Tiopac – São Paulo, SP;
16. Grupo KinoOlho – Rio Claro, SP;
17. Instituto de Gestão das Águas e Clima – INGÁ – Salvador, BA;
18. Instituto Humberto Mauro – Belo Horizonte, MG;
19. Instituto Religare Reciclagem Cultural e Social – São Paulo, SP;
20. Instituto Vianinha – Sao Paulo, SP;
21. Estação Cinema – Associaçãos dos Profissionais de Cinema de SAnta Maria – Santa Maria, RS;
22. Núcleo de Cinema de Ribeirão Preto – Ribeirão Preto, SP;
23. Nucleo de Producao Digital Fotografo Jose Medeiros – Teresina, PI;
24. OCA – Organização Crescendo com Arte – Florianópolis – SC
25. Organização Sócio-Educativa Cultural Hip Hop Clã Periférico – Salvador, BA;
26. Projeto Kalu – São Luis, MA;
27. Projeto Lanterninha – Salvador, BA;
28. Sociedade Paulistana de Cineclubismo – São Paulo, SP;
29. Templo Glauber – Rio de Janeiro, RJ;
30. Truque Produtora de Cinema – Salvador, BA;
31. Zeromm – Associação Cultural do Audiovisual – São Paulo, SP;

Cineclubes:

1. Catavideo – Florianopolis, SC;
2. Centro de Estudos Cinematográficos de Minas Gerais – Belo Horizonte, MG;
3. Centro Rioclarense de Estudos Cinematográficos (CREC) – Rio Claro, SP;
4. Cine Califórnia – Recife, PE;
5. Cine Jahú – Jaú, SP;
6. Cine Mofo – Rio de Janeiro, RJ;
7. Cine Oca – Porto Velho, RO;
8. Cine São José – Afogados de Ingazeira, PE;
9. Cine São Roque – São Carlos, SP;
10. Cine Sobremesa – Fortaleza, CE;
11. Cine UFSCar – São Carlos, SP;
12. Cineclio – Santiago, RS;
13. CineOlho – Niterói, RJ;
14. Cineclube ABD Antares – Teresina, PI;
15. Cineclube Alexandrino Moreira – Belém, PA;
16. Cineclube Amoeda Digital – Recife, PE;
17. Cineclube Anhembi – São Paulo, SP;
18. Cineclube Atlântico Negro – Rio de Janeiro, RJ;
19. Cineclube Aventura – Salvador, BA;
20. Cineclube AZouganda – Nazaré da Mata, PE;
21. Cineclube Bela Vista Bela – Sao Paulo, SP;
22. Cineclube Cabidela – Recife, PE;
23. Cineclube Carijó – Florianópolis, SC.
24. Cineclube Casa Brasil Vitória – Vitória, ES;
25. Cineclube Casa de Cultura – Vila Velha, ES;
26. Cineclube Casarão 337 – São Luis, MA;
27. Cineclube Casarão Universitário – São Luis, MA;
28. Cineclube Cascavél – ABD/GO – Goiânia, GO;
29. Cineclube CEET – Vila Velha, ES;
30. Cineclube Central – Vila Velha, ES;
31. Cineclube Cine Cidadão – Vitória da Conquista, BA;
32. Cineclube Cine Como le Gusta – Caxias do Sul, RS;
33. Cineclube Cinema nos Bairros – Lins, SP;
34. Cineclube Cinemando na Amazônia – Macapá, AP;
35. Cineclube Cinemark Caboti – Linhares, Es;
36. Cineclube Clã Periférico – Salvador, BA;
37. Cineclube CPM Lanterninha – Salvador, BA;
38. Cineclube Curta Circuito – Belo Horizonte, MG;
39. Cineclube da ABD&C ES – Vitória, ES;
40. Cineclube da ABDeC-RJ – Rio de Janeiro, RJ;
41. Cineclube da CPV – Vitória, ES;
42. Cineclube da UFT – Tocantinópolis, TO;
43. Cineclube Darcy Ribeiro – São Paulo, SP;
44. Cineclube das Artes – Vila Velha, ES;
45. Cineclube de Bragança Paulista – Bragança Paulista, SP;
46. Cineclube De Olho Na Tela – Vila Velha, ES;
47. Cineclube do Conselho Popular de Vitória – Vitória, ES;
48. Cineclube Eco Social – Águia Branca, ES;
49. Cineclube Fábrica de Imagens – Fortaleza, CE;
50. Cineclube Fanopeia – Pelotas, RS;
51. Cineclube Farol – Fortaleza, CE;
52. Cineclube Floresta – Alta Floresta, MT;
53. Cineclube Garoto – Vila Velha, ES;
54. Cineclube Guadala – Vila Velha, ES;
55. Cineclube Iapôi – Goiana, PE;
56. Cineclube Interação – Salvador, BA;
57. Cineclube Imagem em Movimento – Barra de São Francisco, ES;
58. Cineclube Imagens Cinema na UEFS – Feira de Santana, BA;
59. Cineclube Itapoã – Vila Velha, ES;
60. Cineclube Jece Valadão – Cachoeiro do Itapemirim, ES;
61. Cineclube João Bennio – Goiânia, GO;
62. Cineclube Juparanã – Linhares, ES;
63. Cineclube Kalu – Alcantara, MA;
64. Cineclube Lanterninha Anísio Teixeira – Salvador, BA;
65. Cineclube Lanterninha Aurélio – Santa Maria, RS;
66. Cineclube Lanterninha Dorival Caymmi
67. Cineclube Lanterninha Fama – Salvador, BA;
68. Cineclube Lanterninha Glauber Rocha – Salvador, BA;
69. Cineclube Lanterninha Jorge Amado – Salvador, BA;
70. Cineclube Lanterninha Luis Viana – Salvador, BA;
71. Cineclube Lanterninha Para Todos – Salvador, BA;
72. Cineclube Lanterninha Tela Cheia – Salvador, BA;Cineclube Macaíba – Recife, PE;
73. Cineclube Lionel – Vila Velha, ES;
74. Cineclube Macaíba – Recife, PE;
75. Cineclube Manaós – Manaus, AM;
76. Cineclube Manguerê – Vitória, ES;
77. Cineclube Metrópolis – Vitória, ES;
78. Cineclube Mossoró – Mossoró, RN;
79. Cineclube Natal – Natal, RN;
80. Cineclube O Cinema Vai a Escola – Salvador, BA;
81. Cineclube Olho da Rua – Vitória, ES;
82. Cineclube Osvaldo de Oliveira – Itu, SP;
83. Cineclube Paraty – Paraty, RJ;
84. Cineclube Participação – Vila Velha, ES;
85. Cineclube Pirocinese – Fortaleza, CE;
86. Cineclube Raizes – Dores do Rio Preto, ES;
87. Cineclube Roberto Pires – Salvador, BA;
88. Cineclube Sala Escura – Niterói, RJ;
89. Cineclube SaphusFilmes – Salvador, BA;
90. Cineclube Sauim de Manaus – Manaus, AM;
91. Cineclube Sputnik – São Paulo, SP;
92. Cineclube Subúrbio em Transe – Rio de Janeiro, RJ;
93. Cineclube Terra – Vila Velha, ES;
94. Cineclube TioPac – Sáo Paulo, SP;
95. Cineclube Vagalume – Caçapava do Sul, RS;
96. Cineclube Valeria – Salvador, BA;
97. Cineclube Vila Buarque – São Paulo, SP;
98. Cineclube Vila das Artes – Fortaleza, CE;
99. Cineclube Vila São João – Vila Velha, ES;
100. Cineclube Vozes do Morro – Vila Velha, ES;
101. Cineclube Walter da Silveira – Sao Paulo, SP;
102. Cineclube Zabelê – Salvador, BA;
103. CPCine – Centro de Promoção do Cinema – São Paulo, SP;
104. Difusão Cineclube – Atibaia, SP;
105. Photo Cineclube Chaparral – Embu das Artes, SP;
106. Ponto Cine – Salvador, BA;
107. Tela Tudo Clube de Cinema – Maceió, AL;
108. Tintin Cineclube – João Pessoa, PB;
109. ZeroMM Cineclube – São Paulo, SP;

Festivais:

1. Arraial Cine Festival – Arraial D’Ájuda
2. Bahia Afro Film Festival – Salvador – Santo Amaro, BA;
3. Curta Santos – Santos, SP;
4. FestCine Amazônia – Festival de Cinema e Vídeo Ambiental
5. Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual – Atibaia, SP;
6. Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – Brasília, DF;
7. Festival Cine Mulher – Salvador, BA;
8. Festival de Cinema de Triunfo – Triunfo, PE;
9. Festival Curta Atibaia – Atibaia, SP;
10. Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – São Paulo, SP;
11. Festival NÓIA do Audiovisual Universitário – Fortaleza, CE;
12. Goiamun Audiovisual – Natal, RN;
13. Mostra Cinema Popular Brasileiro
14. Mostra de Cinema de Animação da Baixada Fluminense
15. Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras – Rio das Ostras, RJ;
16. Perro Loco – Festival de Cinema Universitário Latino Americano – Goiânia, GO;
17. Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual – Salvador, BA;
18. SMCV – Santa Maria Cinema e Vídeo – Santa Maria, RS;
19. uniCINE – Festival Universitário de Cinema e Fotografia – Manaus, AM;

Pontos de Cultura:

1. Ponto de Cultura ABD PI – Teresina, PI;
2. Ponto de Cultura Arte aos Quatro Ventos – São Paulo, SP;
3. Ponto de Cultura Cinema de Animação – Iagarassu, PE;
4. Ponto de Cultura Coco de Umbigada – Olinda, PE;
5. Ponto de Cultura Vila Buarque – São Paulo, SP;;
6. Ponto de Leitura Biblioteca Com. Prof. Waldir de Souza Lima – Itu, SP;

Outros apoios coletivos:

1. Curso de História da URI Campus de Santiago, RS;
2. Departamento de Ciências Humanas da URI Campus – Santiago, RS;
3. Projeto Maranhão na Tela – MA;

Pessoas Físicas:

1. Abrahim Baze Jr – Manaus, AM;
2. Adriano Camargo Rocha – Bragança Paulista, SP;
3. Adriano da Cruz Rhrig – Rio Claro, SP;
4. Adriano Richardi – Caxias do Sul, RS;
5. Affonso Gallindo – Belém, PA;
6. Agnes Cardoso – Salvador, BA;
7. Aída Marques – Rio de Janeiro, RJ;
8. Ailton Santos Costa – Salvador, BA;
9. Alan Regis Dantas – Fortaleza, CE;
10. Alan Santana Lobo – Salvador, BA;
11. Alba Vasconcelos – Salvador, BA;
12. Alberto Salva – Sao Paulo, SP;
13. Aléxis Cerqueira Góis – Salvador, BA;
14. Allan Gomes – Manaus, AM;
15. Allan Ribeiro – Rio de Janeiro, RJ;
16. Aluísio Gomes Barbosa Júnior – Recife, PE;
17. Amanda Aouad – Salvador, BA;
18. Amanda Ramos Alves dos Santos – Paulista, PE;
19. Amilcar M. Claro – Sao Paulo, SP;
20. Ana Alice de Morais – Niterói, RJ;
21. Ana Cláudia Dias Vasconcelos – Recife, PE;
22. Ana Lobato – Belém, PA;
23. Ana Maria Magalhaes – Rio de Janeiro, RJ;
24. Ana Paul – São Paulo, SP;
25. Ana Vidigal – Macapá, AP;
26. Adelson da Silva Cardoso – Vitória, ES;
27. André França – Salvador, BA;
28. André Galvão de França – Jaú, SP;
29. André Góes – Paraty – Paraty, RJ;
30. André Piero Gatti – São Paulo, SP;
31. André Ristum – Rio de Janeiro, RJ;
32. André Setaro – Salvador, BA;
33. Andrea Camargo – Rio de Janeiro, RJ;
34. Andressa Guimarães – Vila Velha, ES;
35. Angela Goulart – Vila Velha, ES;
36. Antonio Claudino de Jesus – Vila Velha, ES;
37. Antonio Castigliola – Rio de Janeiro, RJ;
38. Antonio Fernandes da Silva Junior – Natal, RN;
39. Antonio Lopes de Souza Neto – Vitória, ES;
40. Antônio Moreno – Rio de Janeiro, RJ;
41. Antonio Paiva Filho – Niterói, RJ;
42. Ari Omar Oliveira – Manaus, AM;
43. Ariane Porto – Rio de Janeiro, RJ;
44. Ariadne Farias – Fortaleza, CE;
45. Aristides Oliveira – Teresina, PI;
46. Arli Pacheco – Rio de Janeiro, RJ;
47. Arnaldo Faria, São Paulo – SP;
48. Arnaldo Galvão – São Paulo, SP;
49. Aroma Bandeira – Recife, PE;
50. Astrid Miranda Leão – Fortaleza, CE;
51. Aurelio Michiles – Rio de Janeiro, RJ;
52. Aurora Leão – Fortaleza, CE;
53. Bené Sabóia – Rio de Janeiro, RJ;
54. Berenice Mendes – Curitiba, PR;
55. Beto Leão – Goiânia, GO;
56. Beth Verdeguay – Atibaia, SP;
57. Betse de Paula – Salvador, BA;
58. Bruno Cabús – Vila Velha, ES;
59. Caio César Brasil – Atibaia, SP;
60. Caio Dornelas – Goiana, PE;
61. Calebe Augusto Pimentel – Rio Claro, SP;
62. Candida Luz Liberato – Salvador, BA;
63. Cândido Alberto da Fonseca – Campo Grande, MS;
64. Caó Cruz Alves – Salvador, BA;
65. Carla Francine Pedrosa Ferreira – Recife, PE;
66. Carla Osório – Vitória, ES;
67. Carlos Augusto Brandão – Rio de Janeiro, RJ;
68. Carlos Dowling – João Pessoa, PB;
69. Carlos Elias de Oliveira França – Goiania, GO;
70. Carlosnaik Veras – Fortaleza, CE;
71. Carlos Normando – Fortaleza, CE;
72. Carlos Pará – Belem, PA;
73. Carlos Seabra – São Paulo, SP;
74. Carlos Tourinho – Natal, RN;
75. Carmensita Goulart Crespo – Rio Claro, SP;
76. Carolinne Vieira – Fortaleza, CE;
77. Carolina Paiva – Rio de Janeiro, RJ;
78. Cássio Caetano Gusson Schiavi – Atibaia, SP;
79. Cássio Caetano Gusson Schiavi – Atibaia, SP;
80. Calé Alencar – Fortaleza, CE;
81. Cátia Luzia Sabadi Bonotto – Santiago, RS;
82. Cellina Franca – Salvador, BA;
83. Celso Gonçalves – São Paulo, SP;
84. Cesar Cavalcanti – Florianópolis, SC;
85. Cida Pfeifer – Santos, SP;
86. Cida Reis – Belo Horizonte, MG;
87. Cibele Maria M. de Aguiar – Salvador, BA;
88. Charles Brait – Embu das Artes, SP;
89. Cynthia Falcão – Recife, PE;
90. Clarissa Mattos – Salvador/Ba;
91. Cláudio Antonio de Mauro – Uberlândia, MG;
92. Cláudio Constantino – Belo Horizonte, MG;
93. Cláudio Nunes de Souza (Tiopac) – São Paulo, SP;
94. Cláudio Pereira – Fortaleza, CE;
95. Clementino Junior – Rio de Janeiro, RJ;
96. Cléo Adriano Sabadi Bonotto – Santiago, RS;
97. Clívia Pinheiro de Lavor – Fortaleza, CE;
98. Clodoaldo Santos Lopes – Salvador, BA;
99. Conceição Senna – Rio de Janeiro, RJ;
100. Cristina Leal – Rio de Janeiro, RJ;
101. Cristina Torres – Salvador, BA;
102. Daniela Brusantin – Piracicaba, SP;
103. Daniela Fernandes, Belo Horizonte, MG;
104. Danielle Freire de Souza Santos – João Pessoa, PB;
105. Dario Goularte – Rio de Janeiro, RJ;
106. Diana Gurgel – Salvador, BA;
107. Dinely Campos – Rio de Janeiro, RJ;
108. Di Moretti – São Paulo, SP;
109. Diomédio Piskator – São Paulo, SP;
110. Djamlma Limongi Batista – Rio de Janeiro, RJ;
111. Dodô Brandão – Rio de Janeiro, RJ;
112. Duarte Dias – Fortaleza, CE;
113. Edgard Castro – Ribeirão Preto, SP;
114. Edgar Navarro – Salvador, BA;
115. Edina Fujii – São Paulo, SP;
116. Edlene Alves Paim de Cerqueira – Salvador, BA;
117. Edyala Yglesias – Salvador, BA;
118. Edson (Beleza) Gonçalves – Atibaia, SP;
119. Eliana Mendes – Salvador/Ba
120. Elisa Bessa – Manaus, Am;
121. Elisabete Bullara – Rio de Janeiro, RJ;
122. Emanuela Yglesias – Salvador, BA;
123. Emiliano Ribeiro – Rio de Janeiro, RJ;
124. Enrique Escoda – Parnamirim, RN;
125. Erik Oliveira – Rio de Janeiro, RJ;
126. Eunice Gutman – Rio de Janeiro, RJ;
127. Evaldo Mocarzel – Rio de Janeiro, RJ;
128. Euclides Barboza Sandoval – Atibaia, SP;
129. Evanildo Mariano da Silva – Afogados de Ingazeira, PE;
130. Fábio Costa – Salvador/Ba
131. Fabio Marc Baltensperger – Salvador, BA;
132. Fábio Novello – Rio de Janeiro, RJ;
133. Fátima Guimarães – Teresina, PI;
134. Fausto Júnior – Salvador, BA;
135. Felipe Macedo – São Paulo, SP;
136. Fernando Adolfo – Brasília, DF;
137. Fernando Belens –
138. Fernando Luiz Amorim Albuquerque de Oliveira – Recife, PE;
139. Fernando Moares – Salvador, BA;
140. Fernando Santana – Rio Claro, SP;
141. Flávio Machado – Rio de Janeiro, RJ;
142. Flávio Cândido – Niterói, RJ;
143. Flora Paim Duarte – Maceió, AL;
144. Francis Vale – Fortaleza, CE;
145. Francisco Carlos Gomes – Afogados de Ingazeira, PE;
146. Frank Ferreira – São Paulo, SP;
147. Francisco Filho – Chicao – Manaus, AM;
148. Gerardo Damasceno – Fortaleza, CE;
149. Geraldo Moraes – Brasília, DF;
150. Geraldo Veloso – Belo Horizonte, MG;
151. Gilbert da Motta – Chapecó – SC;
152. Gilvan Dockhorn – Caçapava do Sul, RS;
153. Giovanni Rodrigues – Mossoró, RN;
154. Glauber Filho – Fortaleza, CE;
155. Gleciara Ramos – Salvador, BA;
156. Graça Coutinho – Brasília, DF;
157. Gui Castor – Vila Velha, ES;
158. Guigo Pádua – Belo Horizonte, MG;
159. Guilherme Nunes da Cunha Fernandes – Campo Grande, MS;
160. Gustavo de Souza Santana – Vitória, ES;
161. Hamilton Oliveira – Salvador, BA;
162. Hans Peter Gutman – Salvador/Ba
163. Henrique Dantas – Salvador, BA;
164. Heloisa Toledo Machado – Rio de Janeiro, RJ;
165. Helvecio Ratton – Belo Horizonte, MG;
166. Heraldo Cavalcanti – Fortaleza, CE;
167. Hercules Dias – Rio de Janeiro, RJ;
168. Hermano Penna – Sao Paulo, SP;
169. Hermes Leal – São Paulo, SP;
170. Hilda Braga – Salvador, BA;
171. Iara Sydenstricker – Rio de Janeiro, RJ;
172. Icaro C. Martins – São Paulo, SP;
173. Igor Penna – Salvador, BA;
174. Igor Souto – Salvador, BA;
175. Iraci Santana – Salvador, BA;
176. Irma Viana – Salvador, BA;
177. Isabela Cribari – Recife, PE;
178. Isidoro Cruz Neto – São Luis. MA;
179. Isolda Libório – Salvador, BA;
180. Itamar Santana dos Santos – Salvador, BA;
181. Ivo Branco – Rio de Janeiro, RJ;
182. Ivo Sabino Cirne – Olinda, PE;
183. Jackson Bantim – Crato, CE;
184. Jamila Gonçalves de Oliveira – Santos, SP;
185. Januário Guedes – Belém, PA;
186. Jean Cardoso – Salvador, BA;
187. Jesus Chediak – Rio de Janeiro, RJ;
188. Joao Batista Bandeira Carneiro Junior – Porto Velho, RO;
189. Joáo Batista de Andrade – São Paulo, SP;
190. Joáo Batista de Jesus Felix – Palmas, TO;
191. João Baptista Pimentel Jr – Rio Claro, SP;
192. João Baptista Pimentel Neto – Atibaia, SP;
193. João Germano Meyer – Rio Claro, SP;
194. João Guilherme Barone – Belo Horizonte, MG;
195. João Luiz Vieira – Rio de Janeiro, RJ;
196. João Paulo Furtado – São Luís, MA;
197. João Roni Garcia – Florianópolis, SC’;
198. Jorge Alfredo Guimarães – Salvador, BA;
199. Jorge Duran – Rio e Janeiro, RJ;
200. Jorge Mello – Salvador, BA;
201. José Antonio (Tito) Ameijeiras – Rio de Janeiro, RJ;
202. José Araripe Jr – Salvador, BA;
203. José Gomes de Vasconcelos Neto – Goiania, GO;
204. José Guilherme Castro – Belo Horizonte, MG;
205. José Luiz Fernandes – Lins, SP;
206. José Olímpio Andreatta Cavallin (J. Olímpio) – Curitiba, PR;
207. Jorge Luis Saes Moreno – Belo Horizonte, MG;
208. José Maurílio de Sousa Jr – Salvador, BA;
209. José Ribeiro Filho – Aracaju, SE;
210. José Roberto Tricoli – Atibaia, SP;
211. Juca Fonseca – São Paulo, SP;
212. Julia Gabriela dos Reis Franca – Caldas Nova, GO;
213. Junior Brassalotti – Santos, SP;
214. Julio Calasso – São Paulo, SP;
215. Julio Lamaña i Orozco – Barcelona, ES;
216. Jurandir Costa – Porto Velho, RO;
217. Katia Messel – Recife, PE;
218. Laise Helena Teixeira de Jesus – Salvador, BA;
219. Laly Cataguases – Belo Horizonte, MG;
220. Lanucio de Souza – Dores do Rio Preto, ES;
221. Laura Bezerra – Salvador, BA;
222. Laura Pires – Rio de Janeiro, RJ;
223. Lazaro Faria – Salvador, BA;
224. Leandro Mendonça – Niterói, RJ;
225. Leide Souza – Teresina, PI;
226. Leonor Bianchi – Rio das Ostras, RJ;
227. Leonardo Barbosa Rossato – São Carlos, SP;
228. Leonardo Domingues – Rio de Janeiro, RJ’
229. Leonardo Sant’Ana Mendes Sant’Ana – Cuiabá, MT;
230. Leonardo Oliveira – Rio de Janeiro, RJ;
231. LG de Miranda Leão – Fortaleza, CE;
232. Lia Mara Soares Silva – Porto Velho, RO;
233. Ligia Benevides – Brasília, DF;
234. Lilian Lopes Silva – Salvador, BA;
235. Lilian Navarro – Salvador, BA;
236. Lis Paim – Maceió, AL;
237. Lorena Bondarovsky – Rio de Janeiro, RJ;
238. Lourdes Maria Soares Silva – Brasilia, DF;
239. Lucia Murat – Rio de Janeiro, RJ;
240. Liuba de Medeiros – João Pessoa, PB;
241. Luana Camargo – São Luis, MA;
242. Lucia Nagib – Leeds, Inglaterra;
243. Luciano de Almeida Lopes – Salvador, BA;
244. Luciano Guimarães – Linhares, ES;
245. Luzinalda T. Bezerra – Salvador, BA;
246. Luiz Alberto Cassol – Santa Maria, RS;
247. Luis Antonio de Souza Carvalho Júnior – Recife, PE;
248. Luiz Carlos Grassi – Santa Maria, RS;
249. Luiz Carlos Lacerda – Rio de Janeira, RJ;
250. Luiz Carlos Rodrigues Rezende – Rio Claro, SP;
251. Luiz Cavalari – Rio Claro, SP;
252. Luiz Filipe Cavalieri Doro – Salvador, BA;
253. Luis Pires – Palmas, TO;
254. Luis Santana dos Santos – Salvador, BA;
255. Luis Sergio Brito Nascimento – Salvador, BA;
256. Lola Laborda – Salvador, BA;
257. Lula Gonzaga – Olinda, PE;
258. Lula Oliveira – Salvador, BA;
259. Magdalena Rodrigues – Belo Horizonte, MG;
260. Manfredo Caldas – Brasília, DF;
261. Manoel de Andrade Correa – Brasília, DF;
262. Marcelo Laffitte – Rio de Janeiro, RJ;
263. Marcelo Matos – Salvador/Ba;
264. Maria Carolina Silva – Salvador/Ba;
265. Maria da Conceição S. Brito – Salvador, BA;
266. Maria de Fátima Amorim – Salvador, BA;
267. Maria de Fátima Ferreira Pinto – Salvador, BA;
268. Maria Dora Mourão – São Paulo, SP;
269. Maria Eluziane Pereira – Porto Velho, RO;
270. Maria Luiza Aboim – Rio de Janeiro, RJ;
271. Maria Emanuela Yglesias e Silva – Salvador, Ba;
272. Maria Rachel das Graças Pezooti Pimentel – Rio Claro, SP;
273. Mariarosaria Fabris – São Paulo, SP;
274. Maria Sena – Rio de Janeiro, RJ;
275. Maria Zilda Bethlem – Rio de Janeiro, RJ;
276. Marcelo Antelo – Salvador, BA;
277. Marcelo Cristiano Luz – Macapá, AP;
278. Marcelo Lopes – Salvador, BA;
279. Marcello Benedictis – Salvador, Ba;
280. Marcia Alves – Belo Horizonte, MG;
281. Márcia Nunes – Rio de Janeiro, RJ;
282. Marcio Curi – Brasília, DF;
283. Marcoliva Marcos Vanderlei Alves de Oliveira – Florianópilis, SC;
284. Marcos Antonio Gomes da Silva – Afogados de Ingazeira, PE;
285. Marcos Antonio Monte Rocha – Fortaleza, CE;
286. Marcos Manhães Marins – Rio de Janeiro, RJ;
287. Marcos Oliveira de Carvalho – Salvador, BA;
288. Marcos Valério Guimarães – Vila Velha, ES;
289. Mariana Andrade – Recife, PE;
290. Marília Franco – São Paulo, SP;
291. Marília Gabrielle Meireles Teles – Olinda, PE;
292. Mariana Gonçalves Gomes – Recife, PE;
293. Marina Andion Torreão – Salvador, BA;
294. Mariza Teixeira – Vila Velha, ES;
295. May Waddingto Telles Ribeiro – Teresina, PI;
296. Matheus Bottan T. Vasconcelos – São Paulo, SP;
297. Matteo M. Viola – Salvador, BA;
298. Maurício Caires – Salvador, BA;
299. Mauricio Nogueira Azevedo – Rio de janeiro, RJ;
300. Mazé Figueiredo – Fortaleza, CE;
301. Melina Guterres – Rio de Janeiro, RJ;
302. Moisés Augusto – Salvador, BA;
303. Myrna Silveira Brandão – Rio de Janeiro, RJ;
304. Myrella Soares França – Brasilia, DF;
305. Murah Azevedo – São Paulo, SP;
306. Nataska Conrado – Maceió, AL;
307. Nei Cintra – Atibaia, SP;
308. Nelma Maria Belchote Nogueira- Salvador, Ba;
309. Nelson Brito B. de Aguiar – Salvador, BA;
310. Nelson Marques – Natal, RN;
311. Nenzinho Soares – Boa Vista, RR;
312. Neusa Barbosa – Salvador, BA;
313. Nicole AlGranti, Rio de Janeiro- RJ;
314. Nicole Kubli – Atibaia, SP;
315. Nilson Villas Bôas – Itajaí, SC;
316. Noilton Nunes – Rio de Janeiro, RJ;
317. Nuno Cesar Abreu – São Paulo, SP;
318. Odilon Rocha – São Paulo, SP;
319. Omar Fernandes Aly – São Paulo, SP;
320. Orib Ziedson – Boa Vista, RR;
321. Orlando Bomfim Netto – Vitória, ES;
322. Orlando Lemos – Florianópolis, SC;
323. Orlando Margarido – São Paulo, SP;
324. Orlando Senna – Rio de Janeiro, RJ;
325. Oswaldo Caldeira – Rio de Janeiro, RJ;
326. Pablo Rodrigo Oliveira – Salvado, BA;
327. Pacífico Ferraz – Vitória da Conquista, BA;
328. Paloma Rocha – Rio de Janeiro, RJ;
329. Paulo Alcantara – Salvador, BA;
330. Paulo Bastos Martins – Campinas, SP;
331. Paulo Cannabrava Filho – São Paulo, SP;
332. Paulo Ernesto Rodrigues – Itu, SP;
333. Paulo Munhoz – Curitiba, PR;
334. Pedro Augusto Soares Fiuza – Natal, RN;
335. Pedro Cunha – Vitória, ES;
336. Pedro Lacerda – Brasília, DF;
337. Pedro Lazzarini – São Paulo, SP;
338. Pedro Merege – Curitiba, PR;
339. Péricles Palmeira – Salvador, BA;
340. Peterson de Jesus Martins – Cariacica, ES;
341. Plínio de Mesquita Camargo – São Paulo, SP;
342. Pretus Cariry – Fortaleza, CE;
343. Rafael de Souza Leal – Salvador, BA;
344. Rafaela Lunardi Martins – Santiago, RS;
345. Raphael Cruz – Mairiporã, SP;
346. Raphael Medeiros – São Paulo, SP;
347. Randal Johnson – Rio de Janeiro, RJ;
348. Regina Zauk Leivas – Pelotas, RS;
349. Régis Frota Araújo – São Paulo, SP;
350. Reinaldo Pinheiro – São Paulo, SP;
351. Reinaldo Souza – Salvador, BA;
352. Renato Oselame – Salvador, BA;
353. Renata Vial – Barra de São Franscisco, ES;
354. Ricarda da Silva Santos – Salvador, BA;
355. Ricardo Miranda – Rio de Janeiro, RJ;
356. Rita de Cássia Fernandes Oliveira – Vila Velha, ES;
357. Roberto Berliner – Rio de Janeiro, RJ;
358. Roberto Carvalho – Rio de Janeiro, RJ;
359. Roberto Duarte – Salvador, BA;
360. Roberto Farias – Rio de Janeiro, RJ;
361. Roberto Faissal – São Paulo, SP;
362. Roberto Gervitz – São Paulo, SP;
363. Roberto Nunes – Salvador, BA;
364. Roberto Saboia – Teresina, PI;
365. Robson Claudionor S. de Brito – Salvador, BA;
366. Robson Vieira Santiago – Salvador, BA;
367. Rodolfo Nanni – Rio de Janeiro, RJ;
368. Rodrigo Brant – Belo Horizonte, MG;
369. Rodrigo de Araujo – Belo Horizonte, MG;
370. Rodrigo Letier – Rio de Janeiro, RJ;
371. Rodrigo Roal – Rio de Janeiro, RJ;
372. Rogério Corrêa – Rio de Janeiro, RJ;
373. Rogério Dalmonch – Vitória, ES;
374. Rogério Martins Roberto – Atibaia, SP;
375. Roman Stulbach – Rio de Janeiro, RJ;
376. Rosangela Montagner – Santiago, RS;
377. Rosângela Nascimento Gomes – Afogados de Ingazeira, PE;
378. Rose Farias – Rio Branco, AC;
379. Rose La Creta – Rio de Janeiro, RJ;
380. Rosemberg Cariri – Fortaleza, CE;
381. Rubens Rewald – Sao Paulo, SP;
382. Ruth Pinho – Recife, PE;
383. Sandra Regina Ferreira Carrilho – Salvador, BA;
384. Sandra R. Rosa Farias – Feira de Santana, BA;
385. Sandra Ribeiro – Recife, PE;
386. Sandra Temistocla – Vila Velha, ES;
387. Sandro Luiz Cardoso Santana – Salvador, BA;
388. Saskia Sá – Vitória, ES;
389. Sebastiao Maria – São Paulo, SP;
390. Sebastião Ribeiro Filho – Vitória, ES;
391. Sérgio Bloch – Rio de Janeiro, RJ;
392. Sergio Muniz – São Paulo, SP;
393. Sergio Santeiro – Rio de Janeiro, RJ;
394. Sergio Sanz – Rio de Janeiro, RJ;
395. Sergio Uchôa – Manaus, AM;
396. Sheila Gomes – Salvador, BA;
397. Shel Almeida – Bragança Paulista, SP;
398. Sidney Martins – Berlin, Alemanha;
399. Simone Evangelista – Rio de Janeiro, RJ;
400. Simone Oliveira Lima – Fortaleza, CE;
401. Síria Bonfim – Fortaleza, CE;
402. Silvio Tendler – Rio de Janeiro, RJ;
403. Sylvia Abreu – Salvador, BA;
404. Sofia Federico – Salvador, BA;
405. Sofia Stallbaum Mafalda – Florianópolis, SC;
406. Solange Lima – Salvador, BA;
407. Sueli Nascimento – Rio de Janeiro, RJ;
408. Talita Nobre Pessoa – Lençóis, Ba;
409. Tania da Cruz Rohrig – Rio Claro, SP;
410. Tatiana de Souza Lima – Natal, RN;
411. Tatiana Lohmann – São Paulo, SP;
412. Tenille Bezerra – Salvador, BA;
413. Tereza Trautman – Rio de Janeiro, RJ;
414. Tete Moraes – Rio de Janeiro, RJ;
415. Tiago Alves – Salvador, BA;
416. Thayane Guedes Loiola dos Santos – Vila Velha, ES;
417. Thiago Pilloni – Salvador, BA;
418. Thiago Scarnio – Florianoplois, SC;
419. Tarcísio Tavares – Fortaleza, CE;
420. Tereza Aguiar – Rio de Janeiro, Rj;
421. Tizuka Yamazaki – Rio de Janeiro, RJ;
422. Tomás Farkas – São Paulo, SP;
423. Toninho Dantas – Santos, SP;
424. Toninho Murici – São Paulo, SP;
425. Tunico Amancio – Niterói, RJ;
426. Yana Yoshida Borghi – Atibaia, SP;
427. Walter Lima – Salvador, BA;
428. Ursula Dart – Vitória, ES;
429. Valério Fonseca – Rio de Janeiro, RJ;
430. Valfrido Moraes Neto – Salvador, BA;
431. Vania Bayer – Vila Velha, ES;
432. Vanessa Dalenogare – Santiago, RS;
433. Vanessa Santos de Oliveira – Slalvador, BA;
434. Veronica América de Jesus – Vila Velha, ES;
435. Vilma Motta – São Paulo, SP;
436. Virginia Pinho – Fortaleza, CE;
437. Virna Paz – Fortaleza, CE;
438. Vitor Carvalho – Atibaia, SP;
439. Vladimir Vasconcelos – Salvador, BA;
440. Wellington Oliveira – Salvador, BA;
441. Wanderson dos Santos Cristo – Vitória, ES;
442. Zélia Maria de Souza Silva – Feira de Santana, BA;
443. Zezé Pina – São Paulo, SP;
444. Zita Carvalhosa – São Paulo, SP;