Pelos Direitos do Público

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ObservaCine
Observatório Cineclubista Brasileiro

 

O que é a Campanha Pelos Direitos do Público!
Promovida pela IFFS – Federação Internacional de Cineclubes e organizada no Brasil pelo CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros a Campanha pelos Direitos do Público é permanente e tem âmbito mundial.

A Campanha se baseia na Carta dos Direitos do Público, aprovada por 70 países membros da Federação Internacional de Cineclubes e referendada, em fevereiro de 2008, na 1ª. Conferência Mundial de Cineclubismo, na Cidade do México

O público é o único segmento da cadeia produtiva do audiovisual que não está representado em nenhum órgão ou instância de decisão referente às políticas de comunicação ou cultura. É o único setor que não tem voz no processo de comunicação – que tem nele, justamente, sua sustentação e seus objetivos.

Assim, as normas – ou a ausência delas – que regulamentam a comunicação, delimitam a circulação dos bens culturais e controlam o acesso da população à cultura são fundamentalmente, determinadas por grandes grupos privados, com interesses particulares. E o público, que financia esse sistema, é tratado apenas como platéia passiva, como espectadores submissos, meros consumidores desprovidos de interesses e inteligência, simples objetos e nunca sujeitos do processo de comunicação.

A imprecisão legal do conceito de direito de autor – e seu conseqüente uso indevido- , o abuso de chicanas legais para impedir a livre circulação de produtos audiovisuais, o não cumprimento de compromissos previstos em programas de fomento da produção e distribuição audiovisual, a ausência de garantias ao usufruto da produção e à expressão equitativa dos diferentes públicos, a falta de programas de sustentação de organismos de representação do público e a inexistência de sua participação na imensa maioria dos órgãos públicos de comunicação e cultura  – enfim a ausência de um corpo jurídico e político que reconheça, estabeleça e garanta os direitos do público fazem com que o processo cultural, no Brasil, esteja sob controle de grandes corporações de comunicação, voltadas unicamente para a obtenção de lucro e sem consideração pelos interesses e direitos do público.

No mundo contemporâneo, o público compreende praticamente o conjunto da população. No plano da criação, produção, distribuição e usufruto dos produtos audiovisuais, o público é hoje representado pelos cineclubes e suas entidades representativas regionais, nacionais e internacionais.Desde seu surgimento, no início do século 20, os cineclubes foram as únicas instituições a advertir sobre o mal uso do instrumento cinematográfico e que, desde logo, atuaram no sentido de organizar o público. E, há cerca de 90 anos, vêm construindo uma experiência única de inclusão e representatividade, integrando, representando, confundindo-se com o público.A Carta dos Direitos do Público sintetiza, em grandes linhas, os próximos passos que o movimento cineclubista, junto com todos os setores autônomos do audiovisual brasileiro, com o conjunto da sociedade civil e com o apoio do Legislativo, deve dar no sentido de definir e fazer aprovar uma legislação dos Direitos do Público.

Carta dos Direitos do Público
ou “Carta de Tabor”

A Federação Internacional de Cineclubes (FICC), organização de defesa e desenvolvimento do cinema como meio cultural, presente em 75 países, é também a associação mais adequada para a organização do público receptor dos bens culturais audiovisuais.

Consciente das profundas mudanças no campo audiovisual, que geram uma desumanização total da comunicação, a Federação Internacional de Cineclubes, a partir de seu congresso realizado em Tabor (República Tcheca), aprovou por unanimidade uma Carta dos Direitos do Público:

1. Toda pessoa tem direito a receber todas as informações e comunicações audiovisuais. Para tanto deve possuir os meios para expressar-se e tornar públicos seus próprios juízos e opiniões.
Não pode haver humanização sem uma verdadeira comunicação.

2. O direito à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, fontes de toda transformação cultural e social, são direitos inalienáveis.
Constituem a garantia de uma verdadeira compreensão entre os povos, a única via para evitar a guerra.

3. A formação do público é a condição fundamental, inclusive para os autores, para a criação de obras de qualidade. Só ela permite a expressão do indivíduo e da comunidade social.

4. Os direitos do público correspondem às aspirações e possibilidades de um desenvolvimento geral das faculdades criativas. As novas tecnologias devem ser utilizadas com este fim e não para a alienação dos espectadores.

5. Os espectadores têm o direito de organizar-se de maneira autônoma para a defesa de seus interesses. Com o fim de alcançar este objetivo, e de sensibilizar o maior número de pessoas para as novas formas de expressão audiovisual, as associações de espectadores devem poder dispor de estruturas e meios postos à sua disposição pelas instituições públicas.

6. As associações de espectadores têm direito de estar associadas à gestão e de participar na nomeação de responsáveis pelos organismos públicos de produção e distribuição de espetáculos, assim como dos meios de informação públicos.

7. Público, autores e obras não podem ser utilizados, sem seu consentimento, para fins políticos, comerciais ou outros. Em casos de instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão direito de exigir retificações públicas e indenizações.

8. O público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele qualquer tipo de censura ou manipulação, e se organizará para fazer respeitar, em todos os meios de comunicação, a pluralidade de opiniões como expressão do respeito aos interesses do público e a seu enriquecimento cultural.

9. Diante da universalização da difusão informativa e do espetáculo, as organizações do público se unirão e trabalharão conjuntamente no plano internacional.

10. As associações de espectadores reivindicam a organização de pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais como pesquisas de índices de audiência e aceitação

Tabor, 18 de setembro de 1987

Para maiores informações, acesse CNC LANÇA CAMPANHA PELOS DIREITOS DO PÚBLICO

Sobre a Carta dos Direitos do Público

Por uma campanha nacional em defesa do acesso ao conhecimento e à cultura e pela livre circulação dos bens culturais

Introdução

O movimento cineclubista experimentou um esvaziamento, em todo o mundo, durante os últimos anos do século passado, coincidindo com os momentos mais importantes da onda de expansão do liberalismo, do primado da iniciativa individual, da privatização das atividades culturais, sob o amplo guarda-chuva conceitual da “globalização”.

Tavez por isso, iniciativas das entidades mais gerais dos cineclubes, como a Federação Internacional de Cineclubes (FICC) ou o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC) não tenham prosperado e mesmo regredido em alguns casos

De certa forma, o mesmo aconteceu, de maneira bastante generalizada, com muitas outras organizações e movimentos políticos, sociais e culturais, por toda parte e nos setores os mais diversos.

A 1ª Conferência Mundial de Cineclubismo, realizada na Cidade do México no final de fevereiro de 2008, recuperou e endossou unanimemente a Carta de Tabor dos Direitos do Público, um verdadeiro manifesto e um esboço de programa de defesa do público e de luta pelo reconhecimento de seus direitos e das entidades que os representam.

No campo da comunicação audiovisual o público é representado pelos cineclubes e suas entidades representativas regionais, nacionais e internacionais.

Aprovada em 1987, quando apenas se reconheciam os grandes traços da transformação de paradigmas de comunicação e informação, assim como da generalização em escala inédita dos meios e produtos audiovisuais, a Carta de Tabor mantém-se absolutamente atual e, mais que isso, urgente.

 

Proletarização do público

“A linha divisória entre os homens não se acha exclusivamente entre os que possuem e os que não possuem mas, cada vez mais, entre quem tem possibilidade de aceder ao saber e quem está marginalizado do conhecimento. Por outro lado, sabemos que o saber e o conhecimento, cada vez mais, ao nível da maioria da população, se alcançam através dos meios audiovisuais de transmissão e comunicação eletrônica. Se além disso, observamos a grande exploração do consumo audiovisual com fins práticos e a conseqüente miséria intelectual e cultural, perceberemos que estamos diante do fato inédito de um proletariado dos meios de comunicação

Em outras palavras, nunca os meios e produtos de comunicação audiovisual – da televisão ao cinema, dos DVDs aos celulares – tiveram uma tal disseminação em todo o mundo. Por outro lado, especialmente nos países “em vias de desenvolvimento” ou mesmo “emergentes”, o acesso à qualidade e à pluralidade das formas de comunicação e expressão do conhecimento e da arte estão cada vez mais restritas e sendo restringidas pela privatização e controle da circulação das obras de arte e dos bens culturais. Diante de uma incrível diminuição de distâncias de comunicação e de uma inédita diversificação de meios e produtos culturais, cada vez mais a “otimização” de segmentos de mercado, o controle dos “direitos de propriedade intelectual” e, enfim, os preços absolutamente abusivos, relegam a quase totalidade das populações de países como o nosso à periferia do conhecimento e da cultura universais, a uma posição colonial diante da circulação da cultura, a uma proletarização no acesso à comunicação, à cultura, à cidadania.

 

Quem representa o público

Desde seu surgimento, no início do século 20, foram os cineclubes os únicos a advertir sobre o mal uso do instrumento cinematográfico e que, desde logo, atuaram no sentido de organizar o público. “Evidentemente, a questão do público se coloca hoje de maneira diversa e bem mais aguda do que quando o consumo da literatura, da arte, do teatro ou da música envolviam setores extremamente restritos da população. A explosão científica e técnica dos últimos anos afetou poderosamente os meios de transmissão e, portanto, ampliou enormemente os consumos de idéias e emoções”

Há cerca de 90 anos, os cineclubes trabalham com o público, confundem-se com o público, construindo uma experiência única de inclusão e representatividade porque “cremos que o público deve ser considerado como tal, e não ser visto como incapaz de autonomia e liberdade, destinado portanto a assumir e aceitar o papel de consumidor passivo, mudo, que apenas assimila tudo o que se lhe oferece das mais diversas maneiras. Depois, esse consumidor é consumido pelos mesmos meios de comunicação: porque paga como assinante de televisão; paga como espectador na bilheteria do cinema; paga ao comprar o jornal; paga os produtos que a publicidade, infiltrando-se com uma freqüência vertiginosa e absolutamente intolerável nas transmissões televisivas, lhe propõe e impõe… Mas nós não queremos consumidores de comunicação, queremos um público sujeito ativo, consciente, responsável, capaz não apenas de propor – porque deve propor – mas igualmente conhecedor de seus próprios direitos que, para nós, são inalienáveis e essenciais, para que o cidadão cresça e possa alcançar os níveis do autogoverno.”

 

Pela defesa dos direitos do público, do acesso à cultura e da livre circulação dos bens culturais

A degradação do conceito de direito autoral, inalienável, em direito de propriedade manipulado por corporações de porte planetário, expõe em todo o mundo a fragilidade de direitos fundamentais do público, consagrados nos maiores textos constitucionais.

De fato, essas corporações se apropriam indevidamente das obras e produtos do conhecimento e das artes, não apenas restringindo economicamente seu acesso a uma pequena “elite”, mas ativamente reprimindo iniciativas culturais e educativas sem finalidades lucrativas.

Os direitos do público não se restringem, contudo, ao livre acesso à informação e à cultura, mas incluem o direito de responder, de participar e de intervir no processo de comunicação, individualmente e através das entidades que representam seus interesses, “porque se continuássemos apenas a escutar, sem usar esses instrumentos para nos expressarmos, perderíamos a capacidade de comunicação entre os homens, que forma a própria substância do ser humano”.

A questão dos direitos do público tornou-se urgente e inadiável. As enormes transformações que estão ocorrendo nos meios de comunicação e nas formas de circulação, de intercâmbio da cultura da humanidade, exigem o estabelecimento de normas que assegurem o direitos de todos e de cada um.

Por isso a Carta dos Direitos do Público, tomada de posição inicial, no campo do audiovisual, para uma ampla mobilização civil em prol da definição clara inequívoca dos direitos da população que deve e exige participar, ativa e conscientemente, do processo de comunicação entre as pessoas, regiões, povos e culturas.

O Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros conclama as forças vivas do audiovisual brasileiro, do governo e da sociedade, e em especial nossos representantes no Congresso, para essa fundamental e digna batalha.

Nós somos o público!

1 No Brasil, a Carta de Curitiba (1974) consolida o compromisso do cineclubismo com o cinema brasileiro, “enquanto intérprete da vida brasileira aos níveis de divertimento, de análise e de informação”. No âmbito internacional, foi em 1976, na Assembléia Geral da Federação Internacional de Cineclubes, em Potsdam (RDA), que a delegação italiana propôs como tema central a questão do público.

2 A legislação sobre os cineclubes, no Brasil – em especial a Lei 5536/68 – caiu numa espécie de “esquecimento” com a promulgação da nova Constituição, em 1988. Na prática, governos e magistratura a ignoram desde então.

3 Fabio Masala, Una Carta Internacional para los Derechos de um Publico Nuevo, comunicação ao 3º. Congresso de Cineclubes do Estado Espanhol, Ed. Federació Catalana de Cine-Clubs,1992

4 Idem, ibidem

5 Filippo M. De Sanctis, Per uma riccerca-transformazione con el publico dei mídia, in Masala F., Publico e comunicazione audiovisiva, Roma, Bulzoni, 1986.

6 Declaração Universal dos Direitos Humanos – Art. 27 – Todo homem tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do progresso científico e de fruir de seus benefícios. – Constituição da República Federativa do Brasil – Art. 215 – O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.

7 Exemplo recente é notório é o do Cineclube Falcatrua, atividade de extensão universitária, exercida no recinto da Universidade Federal do Espírito Santo sem cobrança de qualquer taxa, processado pela exibição de dois filmes disponibilizados publicamente pelos seus autores/realizadores. Em todo o Brasil, cineclubes, prefeituras, até cidadãos privados recebem notificações e ameaças quanto à exibição de obras audiovisuais sem intuito de lucro – contradizendo diretamente o art. 184 do Código Penal.

8 Ricardo Napolitano, presidente da Federazione Italiana dei Circoli di Cine, intervenção na discussão pública da Carta dos Direitos do Público, em Roma, 1988, com a participação de representantes da Comunidade Econômica Européia, do Parlamento Europeu e do Conselho da Europa, além de forças política e culturais italianas.

Maiores Informações

João Baptista Pimentel Neto
Secretário Geral do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
secretariageral_cnc@cineclubes.org.br

Subscrevem este documento:

Entidades Internacionais

  1. FICC – FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE CINECLUBES
  2. FEDERAÇÃO ARGENTINA DE CINECLUBES, AR
  3. FEDERAÇÃO DE CINECLUBES DO MARROCOS, Marrocos
  4. FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CINECLUBES, PT
  5. FEDERAÇÃO URUGUAYA DE CINECLUBES, UY
  6. FESTIVAL DE ÉVORA – ÉVORA, PT
  7. MUNDOKINO – OBSERVATÓRIO GLOBAL DO CINECLUBISMO, MX
  8. REDE CULTURAL DO MERCOSUL
  9. REDE MUNDIAL DE ARTISTAS EM ALIANÇA
  10. SECRETARIADO LATINOAMERICANO DA FICC, AR
  11. CINECLUB BRAVO!, MX
  12. CLUB 7° ART DE TANGER, Marrocos

Entidades Nacionais:

  1. CNC – CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES BRASILEIROS
  2. ABCA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CINEMA DE ANIMAÇÃO
  3. ABD/N – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS
  4. APCNN – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES CINEMATOGRÁFICOS DO NORTE E NORDESTE
  5. APIJOR – ASSOCIAÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DOS JORNALISTAS
  6. APRO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA PRODUÇÃO DE OBRAS AUDIOVISUAIS
  7. CBC – CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA
  8. CBDC – COALIZÃO BRASILEIRA PELA DIVERSIDADE CULTURAL
  9. CPCB – CENTRO DOS PESQUISADORES DO CINEMA BRASILEIRO
  10. FIC – FÓRUM INTERMUNICIPAL DE CULTURA
  11. INSTITUTO ÁRVORE DA VIDA
  12. INSTITUTO GERAÇÃO
  13. IPSO – INSTITUTO DE PESQUISAS E PROJETOS SOCIAIS E TECNOLÓGICOS
  14. OBORÉ
  15. PONTÃO DE CULTURA MAPAS DE REDE
  16. UBE – UNIÃO BRASILEIRA DOS ESCRITORES
  17. UNINFRA -UNIÃO NACIONAL DA INFRAESTRUTURA DO AUDIOVISUAL

Entidades Estaduais:

 

  1. ABD/AL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DE ALAGOAS, AL
  2. ABCV/DF – ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E VÍDEO DO DISTRITO FEDERAL, DF
  3. ABD/ES – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO ESPÍRITO SANTO, ES
  4. ABD/GO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DE GOIÁS, GO
  5. ABD/MA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO MARANHÃO, MA
  6. ABD/PI – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO PIAUÍ, PI
  7. ABD/SE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DE SERGIPE, SE
  8. ABD&C/RJ – ASSOCIAÇÃO DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTAS DO RIO DE JANEIRO, RJ
  9. ABD&C/RN – ASSOCIAÇÃO DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTAS DO RIO GRANDE DO NORTE, RN
  10. ACCRJ – ASSOCIAÇÃO DE CRÍTICOS DO RIO DE JANEIRO, RJ
  11. ACV/MS- ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E VÍDEO DO MATO GROSSO DO SUL, MS
  12. AMAZÔNIA IMAGIÁRIA, PA
  13. APTC/ABD RS
  14. ASCINE/GO – ASSOCIAÇÃO DE CINECLUBES DE GOIÁS, GO
  15. ASCINE/RJ – ASSOCIAÇÃO DE CINECLUBES DO RIO DE JANEIRO, RJ
  16. ASSOCIAÇÃO CURTA MINAS, MG
  17. AVEC/ABD-PR – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS DO PARANÁ, PR
  18. ASSOCIAÇÃO CULTURAL JOSÉ MARTI, SC
  19. CONCINE – CONSELHO CEARENSE DE CINECLUBES, CE
  20. CORREDOR INTERMUNICIPAL DE CULTURA, SP
  21. FEDERAÇÃO CAPIXABA DE CINECLUBES, ES
  22. FEDERAÇÃO DE CINECLUBES DO ESTADO DE SÃO PAULO, SP
  23. FUNDAÇÃO SOUSANDRADE DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA UFMA, MA
  24. INSTITUTO GUARNICÊ, MA
  25. SIAV/RS – SINDICATO DA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL DO RIO GRANDE DO SUL, RS
  26. SINDCINE, SP
  27. SINDICATO DA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL DO RIO GRANDE DO SUL (SIAV-RS)
  28. SPVA/RN – SOCIEDADE DOS POETAS VIVOS E AFINS DO RN
  29. STIC, PA
  30. UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, MA

Entidades Municipais:

  1. ACAM – Associação Cultural dos Amigos da MoVA
  2. ASSOCIAÇÃO DAS ENTIDADES USUÁRIAS DO CANAL COMUNITÁRIO DE RIO CLARO – RIO CLARO, SP
  3. ASSOCIAÇÃO DE CINECLUBES DE VILA VELHA – VILA VELHA, ES
  4. ASSOCIAÇÃO CULTURAL CONFRARIA DE CINEMA, SP
  5. ASSOCIAÇÃO CULTURAL PHOTO CINECLUBE CHAPARRAL – EMBU DAS ARTES, SP
  6. ASSOC. CULTURAL SAMBA SEM COMPROMISSO – OLIMPIA, SP
  7. ASSOCIAÇÃO CULTURAL ZERO MM – SANTO ANDRÉ, SP
  8. ASSOCIAÇÃO DE DIFUSÃO CULTURAL DE ATIBAIA – ATIBAIA, SP
  9. BVS – ESTÚDIO BRASILEIRO DE VIDEOFILMES
  10. CAMPUS AVANÇADO – NITERÓI, RJ
  11. CEPAARN – Centro de Estudos e Pesquisas África/América do Rio Grande do Norte
  12. CINEART – NÚCLEO DE CULTURA AUDIOVISUAL- VILA VELHA, ES
  13. CESMA – COOPERATIVA DOS ESTUDANTES DE SANTA MARIA – SANTA MARIA, RS
  14. ESTAÇÃO CINEMA – Associação dos Profissionais Ténicos de Cinema e Vídeo de Santa Maria – SANTA MARIA, RS
  15. INSTITUTO FILMAR PRESERVA VIDAS – SAO PAULO, SP
  16. OFICINA DE VÍDEO TV OVO – SANTA MARIA, RS
  17. ONG PROJETO BEM VIVER – EMBU DAS ARTES, SP
  18. FÓRUM MUNICIPAL DE CULTURA DE CAMPINAS – CAMPINAS, SP

 

Cineclubes:

  1. Cachaça Cinema Clubes – Rio de Janeiro, RJ
  2. Cineclube da ABD/AL – Maceió, AL
  3. Cineclube ABD/ Antares – Teresina, PI
  4. Cineclube ABD/GO – Goiânia, GO
  5. Cineclube ABD&C/RJ – Rio de Janeiro, RJ
  6. Cineclube Aldire Pereira Guedes – Bauru, SP
  7. Cineclube Anhembi – São Paulo, SP
  8. Cineclube Ankito – Nilópolis, RJ
  9. Cineclube AZouganda – Nazaré da Mata, PE
  10. Cineclube Balaio – Brasília, DF
  11. Cineclube Bancarios – Brasilia, DF
  12. Cineclube Beco do Rato – Rio de Janeiro, RJ
  13. Cineclube Bela Vista Bela – São Paulo, SP
  14. Cineclube Buraco do Getúlio – Nova Iguaçu, RJ
  15. Cineclube Caiçara – Bertioga, SP
  16. Cineclube Casa de Cultura – Vila Velha, ES
  17. Cineclube Casa Curta-SE – Aracaju, SE
  18. Cineclube Casinha – São Paulo, SP
  19. Cineclube Cauim – Ribeirão Preto, SP
  20. Cineclube Central – Vila Velha, ES
  21. Cineclube Cinema nos Bairros – Lins, SP
  22. Cineclube Cinema Digital – Diadema, SP
  23. Cineclube Circus – Assis, SP
  24. Cineclube Coxiponés – Cuiabá, MT
  25. Cineclube Darcy Ribeiro – São Paulo, SP
  26. Cineclube ECAC – Bocaina, SP
  27. Cineclube ECAC – Itapuí, SP
  28. Cineclube ECAC – Jahú, SP
  29. Cineclube ECAC – Mineiros do Tiete, SP
  30. Cineclube ECAC – Piratininga, SP
  31. Cineclube ECAC – Torrinha, SP
  32. Cineclube Eco-Social – Águia Branca, ES
  33. Cineclube Embu das Artes – Embu das Artes, SP
  34. Cineclube Espaço Parlapatões – São Paulo, SP
  35. Cineclube Floresta – Alta Floresta, MT
  36. Cineclube Garoto – Vila Velha, ES
  37. Cineclube Guadala – Vila Velha, ES
  38. Cineclube Guandu – Japeri, RJ
  39. Cineclube Humberto Mauro – Piracicaba, SP
  40. Cineclube Ideário – Maceió, AL
  41. Cineclube Itapuã – Vila Velha, ES
  42. Cineclube Imagem em Movimento – Barra de São Francisco, ES
  43. Cineclube Irmão Sol, Irmã Lua – Ijuí, RS
  44. Cineclube João Bennio – Goiânia, GO
  45. Cineclube Lanterninha Aurélio – Santa Maria, RS
  46. Cineclube Mate Com Angu, Duque de Caxias RJ
  47. Cineclube Metrópolis – Vitória, ES
  48. Cineclube Mossoró – Mossoró, RN
  49. Cineclube Natal – Natal, RN
  50. Cineclube Osvaldo de Oliveira – Itu, SP
  51. Cineclube Papa-Jaca – Santo Antônio de Jesus, BA
  52. Cineclube Outros Tempos – Niterói, RJ
  53. Cineclube Participação – Vila Velha, ES
  54. Cineclube Paulo Afonso – Paulo Afonso, BA
  55. Cineclube Pilar de Mauá – Mauá, SP
  56. Cineclube Phobus – Rio de Janeiro, RJ
  57. Cineclube Pólis – São Paulo, SP
  58. Cineclube Raízes – Dores do Rio Preto, Guto LimaES
  59. Cineclube Rosarinho – Brasilia, DF
  60. Cineclube São Roque – São Carlos, SP
  61. Cineclube Sala Escura – Niteroi, RJ
  62. Cineclube Sated – São Paulo, SP
  63. Cineclube Sem Compromisso – Olímpia, SP
  64. Cineclube Sem Tela – Rio de janeiro, RJ
  65. Cineclube Spoutnik – São Paulo, SP
  66. Cineclube Suburbio em Transe – Rio de Janeiro, RJ
  67. Cineclube Tela Brasilis – Rio de Janeiro, RJ
  68. Cineclube Terra – Vila Velha, ES
  69. Cineclube Tijucao – Rio de Janeiro, RJ
  70. Cineclube Unifra – Santa Maria, RS
  71. Cineclube Unisuam
  72. Cineclube Vila Buarque – São Paulo, SP
  73. Cineclube Vozes do Morro – Vila Velha, ES
  74. Cineclube Zero MM – Santo André, SP
  75. Cine Mofo – RJ
  76. CineolhO – Niterói, RJ
  77. CineUFSCAR – São Carlos, SP
  78. CPCine – Centro de Promoção do Cinema, SP
  79. CREC – Centro RioClarense de Estudos Cinematográficos – Rio Claro, SP
  80. Difusão Cineclube – Atibaia, SP
  81. Photo Cineclube Chaparral – Embu das Artes, SP
  82. Nictheroy Cine Clube – Niterói, RJ
  83. Sua Escola no Cineclube – Rio de Janeiro, RJ
  84. Tela Tudo Clube de Cinema – Maceió – AL
  85. Tintin Cineclube – João Pessoa, PB

 

Pontos de Cultura:

  1. PONTO DE CULTURA ABD/ANTARES – TEREZINA, PI
  2. PONTO DE CULTURA CAMPUS AVANÇADO – NITERÓI, RJ
  3. PONTO DE CULTURA CIDADE VIVA – RIO CLARO, SP
  4. PONTO DE CULTURA CUCA DA UNE – SALVADOR, BA
  5. PONTO DE CULTURA FIGURAS EM TRÂNSITO – SE
  6. PONTO DE CULTURA IDEÁRIO – MACEIÓ, AL
  7. PONTO DE CULTURA NAVEGAR AMAZÔNIA – MACAPÁ, AP
  8. PONTO DE CULTURA ESPELHO DA COMUNIDADE – SANTA MARIA, RS
  9. PONTO DE CULTURA VILA BUARQUE – SÃO PAULO, SP


Festivais e Mostras:

  1. CONTATO – SÃO CARLOS, SP
  2. CURTA ATIBAIA – ATIBAIA, SP
  3. DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO, BR
  4. FESTIVAL CINEMA NA FLORESTA – ALTA FLORTESTA, MT
  5. FESTIVAL DE ATIBAIA INTERNACIONAL DO AUDIOVISUAL – ATIBAIA, SP
  6. FESTIVAL DE BELÉM DO CINEMA BRASILEIRO – BELÉM, PA
  7. FESTIVAL CURTA-SE – ARACAJU, SE
  8. FESTIVAL GUARNICÊ – SÃO LUÍS, MA
  9. FESTIVAL SANTA MARIA DE CINEMA E VÍDEO – SANTA MARIA, RS
  10. GRANIMADO – FESTIVAL INTERNACIONAL DE ANIMAÇÃO DE GRAMADO  – GRAMADO, RS
  11. JORNADA INTERNACIONAL DE CINEMA DA BAHIA – SALVADOR, BA
  12. MOSTRA DE CINEMA DE LONDRINA – LONDRINA, PR
  13. MOSTRA DE CINEMA DE LAPA – LAPA, PR
  14. TUDO SOBRE MULHERES – CHAPADA DOS GUIMARÁES, Ma


Coletivos:

  1. Movimento Cooperarte: Coletivo de produtores e simpatizantes do cineclubismo em Campinas, São Paulo
  2. Pão Com Ovo Filmes – Santa Maria, RS
  3. Rede Universidade Nômade – Santa Maria, RS

 

Produtoras:

  1. ARRECIFE PRODUCOES – RECIFE, PE
  2. BRAZUCAH PRODUÇÕES – SÃO PAULO, SP
  3. EF ENTRETERIMENTOS CULTURAIS – BELÉM, PA
  4. FINISH PRODUTORA – SANTA MARIA, RS
  5. KINOPUS AUDIOVISUAL – LONDRINA, PR
  6. QUIMERA PRODUÇÕES – SÃO LUÍS, MA
  7. SACADA PRODUÇÕES ARTÍSTICA E CULTURAIS
  8. O MAGO REALIZAÇÕES  FLORIANÓPOLIS, SC

Gestores de Cultura e Representantes Governamentais:

  1. Cláudio Antonio de Mauro – geógrafo, professior universitário e ex-Prefeito de Rio Claro, SP
  2. Edson Antonio Gonçalves – Atibaia, SP – vereador
  3. João Germano Meyer – Arquiteto e Diretor de Difusão Cultural e Eventos de Rio Claro, SP
  4. José Augusto Vinagre – Secretaria Municipal de Cultura de Bauru, SP
  5. José Roberto Tricoli – Arquiteto e Prefeito de Atibaia, SP
  6. Lauro Monteiro – Artista Plástico e Secretario de Cultura de Araraquara, SP
  7. Vitor Carvalho – Fotógrafo e Secretaria Municipal de Cultura e Eventos de Atibaia, SP

Pessoas Físicas:

  1. Adelson Freitas dos Reis – Natal/RN – funcionário público
  2. Adriana de Andrade – Brasília, DF – cineasta
  3. Adriano da Cruz Rohrig Pimentel – Rio Claro, SP – enfermeiro e estudante
  4. Adriano de Angelis – Brasília, DF – jornalista
  5. Adriano Rocha – Bragança Paulista, SP – advogado
  6. Affonso Galindo – Belém, PA – Presidente da ABD&C/PA
  7. Ageo Luiz Villanova – Cuiabá, MT
  8. Agostinho Bizinoto – Alta Floresta, MT – ator, gestor e produtor cultural
  9. Allan Ribeiro, Rio de Janeiro-RJ – cineasta e diretor ABDeC-RJ
  10. Ale Machado – animador e Presidente da ABCA
  11. Alexandre Armênio Mazzucco – Londres, UK
  12. Alexandre Soares – Mauá, SP –  cineclubista
  13. Alessandro Candiani – Itu, SP
  14. Aline Pereira – Fortaleza, CE – atriz
  15. Alisson Augusto da Silva – Itu, SP
  16. Almeida Júnior – Fortaleza, CE – ator
  17. Amélia Cristina – Sao Luiz, MA – atriz
  18. Ana Killy da S. Pereira – Itu, SP
  19. André Luis Campanhol – Santa Maria, RS
  20. Andréia Souza Castro, Salto, SP
  21. Anézio Martins Santana – Sinop, MT – estudante e cineclubista
  22. Ataliba Cristiano dos Santos – Itu, SP
  23. Altair Moreira – São Paulo, SP – jornalista e gestor cultural
  24. Amanda Ramos Alves dos Santos – Paulista, PE – Estudante e Cineclubista
  25. Ana Arruda – Brasília, DF – produtora cultural
  26. André Piero Gatti – São Paulo, SP – professor universitário
  27. André Sandino – Rio de Janeiro, RJ –
  28. Angela Menezes Marques – Natal, RN – assistente social
  29. Antonio Claudino de Jesus – Vila Velha, Es – médico e professor universitário
  30. Antonio de Farias Capistrano – Natal, RN – cineclubista
  31. Antonio de Gouveia Jr. – São Paulo, SP – advogado
  32. Ariane Dias Aranha Bastistella – Itu, SP
  33. Ariadne Farias – Fortaleza, CE – estudante
  34. Arivaldo Nunes – Itu, SP
  35. Arnaldo Galvão – São Paulo, SP – animador
  36. Astrid Miranda Leão – Fortaleza, CE – professora universitária
  37. Assumpção Hernadez – São Paulo, SP – produtora
  38. Aurora Leão – Fortaleza, CE – jornalista
  39. Bene Silva – Embu das Artes, SP – artista e produtor cultural
  40. Bernadete Passos – Paraty, RJ – atriz e arte educadora
  41. Beth Verdegay – Atibaia, SP – artista plástica
  42. Beto Leão – Goiânia, GO – jornalista
  43. Beto Rodrigues – Porto Alegre, RS – cineasta
  44. Beto Strada – São Paulo, SP – músico
  45. Bohumila Araujo – Salvador, BA
  46. Bruno Afonso Vieira – agente cultural
  47. Bruno Borges Kieling – Santa Maria, RS – estudante
  48. Bruno Cabús – Vila Velha, ES – biólogo
  49. Caio Brasil – Atibaia, SP – comunicólogo e produtor cultural
  50. Calé Alencar – Fortaleza, CE – cantor e compositor
  51. Calebe Augusto Pimentel – Rio Claro, SP – produtor cultural
  52. Candido Alberto da Fonseca – Campo Grande, MS – professor universitário
  53. Caó Cruz aAves – Salvador, BA – animador
  54. Carlos Alberto Badke – Santa Maria, RS – professor universitário
  55. Carlos AlberAriane Dias Aranha Bastistellato Kalú – Produtor Cultural – Santa Maria – RS
  56. Carlos Antonio Cruz – Belo Horizonre, MG –
  57. Carlos Brezeghello – Atibaia, SP – artista plástico
  58. Carlos Brandão – pesquisador
  59. Carlos Cristiano Barboza Frederico – Maceió, AL
  60. Carlos Reichenbach – São Paulo, SP – cineasta
  61. Carlos Seabra – São Paulo, SP – editor
  62. Carlos Tourinho – Natal, RN – presidente da ABD/RN
  63. Carmensita Goulart Crespo – Rio Claro, SP – fonoaudióloga
  64. Cássio Araújo – Redencao, CE – ator
  65. Celso Brandão – Sao Luiz, MA – produtor cultural
  66. Cesar Cavalcanti – Florianópolis – SC
  67. Cesário Ribeiro de Paula Filho – Atibaia, SP – jornalista
  68. Christine Freitas – Fortaleza, CE – atriz
  69. Cibele Maria Menas de Aguiar – Salvador,BA – Professora
  70. Cínthia Oliveira – Fortaleza, CE – estudante
  71. Claudia Schuch – Produtora Audiovisual
  72. Cláudio Constantino – Belo Horizonte, MG – Presidente Curta Minas
  73. Cláudio Pereira – Fortaleza, CE – jornalista
  74. Clementino Junior – Rio de janeiro, RJ – Cineasta/professor, Vice Presidente da ABD&C/RJ
  75. Charles Brait – Embu das Artes, SP – cineclubista
  76. Christian Pineda Zanella – Ijuí, RS –
  77. Cristiano Requião –
  78. Cynthia Alario – São Paulo, SP – produtora
  79. Daniel do Nascimento Paim – Jornalista
  80. Daniel de Queiroz Soares – Belo Horizonte/ MG
  81. Daniela Brusantin – Piracicaba, SP – publicitária
  82. Daniela Fernandes – Belo Horizonte, MG – jornalista
  83. Daniela Bertoline – São Paulo, SP – jornalista e produtora
  84. Daniela Goldberg – Itu, SP
  85. Dario Goulart – Rio de Janeiro, RJ – Presidente da ABD&C/RJ
  86. Davy Alexandrisky – Niterói, RJ
  87. Deth Haak – Natal, RN – poeta
  88. Débora Butruce – Rio de janeiro, RJ –
  89. Deise Dias – Santa Maria, RS – Fonoaudióloga
  90. Deise Nascimento – Jornalista  e presidente do Fórum Muncipal de Cultura de Campinas
  91. Deise Velten – Montreal, CA
  92. Diaulas Ulysses – Diadema, SP – cineclubista
  93. Diego Aparecido da Silva Ciriaco – Natal/RN – recepcionista
  94. Diomédio Piskator – São Paulo, SP – jornalista
  95. Duda Falcão – Salvador-BA
  96. Éber Novo – Rio Claro, SP – produtor de TV
  97. Edina Fujii – São Paulo, SP – presidente da UNINFRA
  98. Edison Puente – Florianópolis, SC
  99. Edmar Fabiano Venâncio – Itu, SP
  100. Eduardo Kubli Passos – Atibaia, SP – estudante
  101. Emanoel Freitas – Belém, PA – empresário cultural
  102. Eneida Ferreira – Atibaia, SP – paisagista
  103. Erica Cristina Ferrari – Itu, SP
  104. Euclides Moreira Neto – São Luís, MA – Diretor do Festival Guarnicê
  105. Fabiane Dias Berlese – Santa Maria, RS
  106. Fabiano Foggiato Godinho – Produtora e Presidente da Estação Cinema
  107. Felipe Macedo – São Paulo, SP
  108. Felipe Mello – Fortaleza, CE – estudante
  109. Felipe Salles – Fortaleza, CE – ator
  110. Fernanda Versolato – São Paulo, SP – atriz e produtora cultural
  111. Fernando Kaxassa – Ribeirão Preto, SP – produtor cultural
  112. Fernando Santana – Rio Claro, SP – design
  113. Fernando Souza – Ribeirão Preto, SP – cineasta e cineclubista
  114. Fernando Tobgyal – Jahú, SP –
  115. Flávio Machado – Rio de Janeiro, RJ
  116. Francele Pedroso Cocco  – Santa Maria, RS
  117. Francine L. P. de Almeida – Itu, SP
  118. Francine Nunes – Santa Maria, RS
  119. Francis Vale – Fortaleza, CE – cineasta
  120. Francisco Carlos Leal Passos – Atibaia, SP – marceneiro
  121. Francisco Geovanni Fernandes Rodrigues – Mossoró, RN – professor universitário
  122. Francisco Gleydson Bezerra Raulino – Natal, RN.
  123. Francisco Weyl – poeta
  124. Frank Ferreira – São Paulo, SP – jornalista
  125. Fred Maia – Brasília, DF – poeta e jornalista
  126. Gabriel Rodríguez – Cidade do Mexico, MX – cineclubista
  127. Gabriel Perrone – Vitória, ES – cineasta
  128. Geraldo Moares – Brasília, DF – cineasta e diretor da Coalizão Brasileira Pela Diversidade Cultural
  129. Geraldo S. Rodrigues – Jaguariúna, SP – écologo
  130. Gianfranco Marchi – Natal, RN – Funcionário Público Estadual
  131. Giovanno Candiani – Osasco, SP
  132. Giovane Rocha – Diretor de Fotografia – Santa Maria – RS
  133. Giselle Fernandes – Itu, SP
  134. Giselle Bossard – São Luís, MA
  135. Gui Castor -Vila Velha, ES – curta metragista
  136. Gui Garvey – Santo Antônio de Jesus,BA – estudante e cineclubista
  137. Guido Andre Araujo – Salvador, BA
  138. Guido Araújo – Salvador, BA – Diretor da Jornada Internacional de Cinema da Bahia
  139. Guilherme Castro – Porto Alegre, RS – Diretor Cinematográfico
  140. Guilherme Peraro – Londrina, PR – produtor
  141. Guto Pasko – Curitiba, PR – cineasta e Presidente da AVEC-ABD/PR
  142. Guto Lima – Florianópolis, SC – Produtor e Diretor Finaceiro da Cinemateca Catarinense
  143. Hamilton Faria – São Paulo, SP – poeta e gestor cultural
  144. Heloísa Rodrigues – RJ
  145. Heitor Gaudenci Junior – Piracicaba, SP – filósofo e professor universitário
  146. Herculano Neto Filho – Itu, SP
  147. Hermano Figueiredo – Maceió, AL – cineasta
  148. Hermano Izidorio da Silva – Itu, SP
  149. Irinalva Melo da Silva – Natal/RN – maquiadora/cabeleireiro
  150. Jackson Alexandre Costa Cavalcante – Paulo Afonso, BA – funcion[ario Público
  151. Januário Branco de Oliveira – Atibaia, SP
  152. Jania Maria Souza da Silva – Natl, RN – Bancária e Diretora de Eventos SPVA/RN
  153. João Baptista Pimentel Junior – Rio Claro, SP – advogado
  154. João Baptista Pimentel Neto – Atibaia, SP – gestor e cultural e Presidente da Federação Paulista de Cineclubes
  155. João Carlos Bacelar – Campinas, SP – administrador de empresas
  156. João Fernando Rosa – Itu, SP
  157. João Paulo Macedo – Évora, PT – Presidente da Federação Portuguesa de Cineclubes
  158. João Paulo Miranda – Rio Claro, SP – cineasta
  159. Jodilson da Silva – Natal/RN – cabeleireiro
  160. Jorge Alfredo – Salvador, BA – cineasta
  161. Jose Carlos A Costa – Itu, SP
  162. Jose Euclesio dos Santos – Itu, SP
  163. José Luiz Fernandes – Lins, SP – produtor cultural
  164. Jose Renato Margarido Galvão – Itu, SP
  165. Jose Vilson Soares de Oliveira – Salto, SP
  166. Josiane Rocilda Marques Chaves – Itu, SP
  167. Josinaldo Medeiros – Rio de Janeiro, RJ – Montador
  168. Josuel Rodrigues de Lima – Itu, SP
  169. Juliana D´Urso – Rio Claro, SP – atriz
  170. Juliana Regina Galdeano Rodrigues – Itu, SP
  171. Juliane Fossatti – Santa Maria – RS – Relações Públicas e Produtora
  172. Karen Cristina Araújo – Itu, SP
  173. Katia Messel – Recife, PE – cineasta
  174. Leila Barreto – Niterói, RJ – cineclubista
  175. Leonardo Barbosa Rossato – São Carlos, SP – mestrando
  176. Leonardo Retamoso Palma – Santa Maria, RS – estudante
  177. Leonardo Oliveira – Rio de Janeiro, RJ – cineasta e cineclubista.
  178. LG de Miranda Leão – Fortaleza, CE – jornalista
  179. Leuda Bandeira – Fortaleza, CE – atriz
  180. Ligia Cristina – Itu, SP
  181. Lis Paim – Maceió, AL – jornalista
  182. Lívio Alves Araújo de Oliveira – Natal, RN – Procurador Federal e Professor Universitário
  183. Lorival de Oliveira – Itu, SP
  184. Lucélia Pelegrini – Porto Ferreira – SP – Publicitária e Educadora
  185. Lucia Grazielle Pereira – Itu, SP
  186. Luciana Druzina – Porto Alegre, RS – animadora e produtora cultural
  187. Luciana Maria dos Santos Domingues – Itu, SP
  188. Luciano Guimarães – Águia Branca, ES – cineclubista
  189. Luis Alberto Cassol – Santa Maria, RS – cineasta e Vice-Presidente do CNC
  190. Luiz Carlos Grassi – Santa Maria, RS – Diretor e Prof. UFSM
  191. Luis Carlos Pereira da Silva – Itu, SP
  192. Luis Cavalari – Rio Claro, SP – Diretor Tv Cidade Livre
  193. Luiz Claudio Motta Lima – Rio de Janeiro, RJ – Professor
  194. Luis Cesar Batistela – Itu, SP
  195. Luis Eduardo Tavares – São Paulo, SP – sociólogo
  196. Luis Fernando Brezeghello – Atibaia, SP – artista plástico
  197. Luís Fernando Rodrigues – Santa Maria, RS
  198. Luiz Fernando Quilice – Rio Claro, SP – administrador de empresas
  199. Luís Antonio Parras, BA
  200. Lula Gonzaga – Recife, PE – animador
  201. Luzia Dias A. Batistela – Itu, SP
  202. Manfredo Caldas – Brasília, DF – cineasta
  203. Manoel de Andrade Correa – BigNel – Brasília, DF – Músico
  204. Maria Clara Fernadez – São Paulo, SP – produtora
  205. Maria Cristina Borda – Itu, SP
  206. Maria do Carmo P. M. Galvão – Itu, SP
  207. Maria Fernanda F.Ferreira
  208. Maria Felisbina Dias Aranha Rodrigues – Itu, SP
  209. Maria Rachel da Graça Pizzotti Pimentel – Rio Claro, SP – professora
  210. Maria Sofia VB Guimarães
  211. Mariana Aranha Rodrigues – Itu, SP
  212. Mariana Vannucci Vasconcellos – Natal, RN – Advogada
  213. Marcelo Cabala – Santa Maria, RS – cineclubista e músico
  214. Marcelo Dias do Prado – Itu, S
  215. Marcelo Engster – Rio de Janeiro – RJ – Publicitário
  216. Marcelo Marques – Itu, SP
  217. Marcio Bertoni – Caracas, VE – estudante
  218. Marcio Blanco – Rio de Janeiro, RJ
  219. Marcio Cassiano – Itu, SP
  220. Marcio Curi – Brasília, DF
  221. Marcio Moraes – Brasília, DF – cineasta
  222. Marcius Patrizi – Rio Claro, SP – advogado
  223. Marco Aurelio Charret Brandt – Niterói, RJ
  224. Marcos Borba – Santa Maria, RS – cineclubista
  225. Marcos Cury – Brasília, DF – cineasta e produtor
  226. Marcos Valério Guimarães – Vila Velha, Es – produtor cultural e cineclubista
  227. Marília Franco – São Paulo, SP – professora universitária e pesquisadora
  228. Mario André  Giarmetti Filho – Itu, SP
  229. Mariza Teixeira – Vila Velha, ES – produtora cultural
  230. Matheus Bottan – Santo André, SP – comunicólogo e produtor cultural
  231. Maurício Coppini – São Bernardo do CaJose Vilson Soares de Oliveirampo, SP – agente cultural
  232. Maurício Vidal – animador
  233. Mazé Figueiredo – Fortaleza, CE – atriz
  234. Meili Morais – Itu, SP
  235. Milton Castelli Veiga – Itu, SP
  236. Myrna Brandão – Rio de Janeiro, RJ – pesquisadora
  237. MiwAriane Dias Aranha Bastistellakiywana Alencar Abe – Salvador, BA
  238. Moacir Francisco Barros – Cuiabá, MT
  239. Nathalia Fernandes – Itu, SP
  240. Nelia Belchote – Salvador, BA – jornalista
  241. Nelma Maria Belchote – Salvador, BA – produtora
  242. Nelson Marques – Natal, RN – cineclubista
  243. Newton Canitto – São Paulo, SP
  244. Nícea de Lima Morais – Itu, SP
  245. Nicole Kubli – Atibaia, SP – artista plástica e produtora cultural
  246. Nicolle Malta Pontes Frire – Maceió – AL
  247. Niedja Ribeiro – Fortaleza, CE – funcionaria publica
  248. Nivaldo Morais – Itu, SP
  249. Odônio dos Anjos – Ribeirão Preto, SP –
  250. Orlando Bonfim – Vitória, ES – cineasta
  251. Orlando Lemos – Goiania, GO – cineasta
  252. Pádua Martins – Natal/RN – funcionário público
  253. Patrícia Andrade – São Paulo, SP – produtora cultural
  254. PatAriane Dias Aranha Bastistellarícia Dornelles – Porto Alegre, RS – psicóloga
  255. Paulo Canabrava Filho – São Paulo, SP – Jornalista
  256. Paulo Roberto Tavares – Santa Maria, RS – fotógrafo
  257. Paulo Henrique Teixeira – Santa Maria, RS –
  258. Paulo Rodrigues – Itu, SP
  259. Pedro Fiuza – Natal, RN – cineclubista
  260. Pedro Lacerda – Brasília, DF – Diretor, produtor e roteirista
  261. Pedro Lazzarini – São Paulo, SP – Presidente do SINDCINE e diretor de fotografia
  262. Rafael Rigon – Santa Maria, RS
  263. Raudrey Ghillian Petry – Santa Maria, RS
  264. Regiane da Silva Mariano – Itu, SP
  265. Reinaldo Costa – BA – cineclubista
  266. Renato Mendes Magalhães – Florianópolis, SC
  267. Richardson Pontone – Belo Horizonte, MG
  268. Rita Fiolom – Itu, SP
  269. Roberto Sabóia – Teresina, PI – cineasta e Presidente da ABD Antares/PI
  270. Robson Claudionor Sousa de Brito – Salvador, BA – Professor
  271. Rodrigo Bouillet – Rio de Janeiro, RJ – Diretor Geral da ASCINE/RJ
  272. Rodrigo Mazzuco – Itu, SP
  273. Rodrigo Tomba – Itu, SP
  274. Rosangela Rocha – Aracaju, SE – produtora do CURTA-SE
  275. Rubens Marcelo Mariano – Itu, SP
  276. Sabrina Bitencourt – Rio de Janeiro – Cineclubista e Produtora
  277. Sandra Baldessin – Rio Claro, SP – escritora
  278. Sandra Carrilo – Salvador, BA
  279. Sandro Santos – Rio Claro, SP – produtor cultural
  280. Saskia Sá – Vitória, ES – cineasta e PRESIDENTE DA ABD/ES
  281. Sebastião Ribeiro Filho – Vitória, ES – advogado
  282. Sebastião Soares – Itapecirica da Serra, SP – produtor cultural
  283. Sergio Borda – Itu, SP
  284. Sidney de Miguel – Brasília, DF – ambientalista
  285. Silvana Missi Braga Martins – Atibaia, SP
  286. Solange Lima – Salvador, BA – cineasta, produtora e Presidente da ABD/N
  287. Talitha Ferraz – Rio de Janeiro, RJ – cineclubista
  288. Tania da Cruz Rohrig – Rio Claro, SP – adminmistradora hospitalar
  289. Tarcísio Tavares – Fortaleza, CE – publicitario
  290. Thais Pereira Faria Vieira – Atibaia, SP
  291. Thiago da Silva Ferreno – Itu, SP
  292. Tobias Damião Corrêa – Ijuí, RS
  293. Waldir de Pina – Brasília, DF – cineasta
  294. William Milani – Santa Maria, RS
  295. Vanessa Cristina B. de Arruda – Itu, SP
  296. Viviane Loiuse – Goiânia, GO – abedista
  297. Zezé Pina – São Paulo, SP – produtora cultural



João Baptista Pimentel Neto
Secretário Geral do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Presidente da Federação Paulista de Cineclubes
Secretário do Conselho Deliberativo do CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Membro do Conselho Municipal de Cultura de Atibaia, SP
Assessor de Relações Institucionais do Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual

Cel: 11.8492.7373
Msn: pimentel439@hotmail.com
Skype: pimentel43

FILMES SÃO FEITOS PARA SEREM VISTOS!

Visite:
www.cineclubes.org.br
www.pec.utopia.com.br
www.festivaldeatibaia.com.br
www.difusaocineclube.org.br

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