cineclubes br
- observ@tório
- tei@ cineclubista
- crec 25 @anos
- memóri@s da rearticulação
- 2oo3
- 2oo4
- 2oo5
- 2oo6
- curtas crec
- I teia cineclubista
- cnc / 26 jornada nacional de cineclubes / convocatória
- 1 monvia
- datacrec@ / lançamento oficial
- II eiac / carta de santa maria
- lei geral das comunicações
- teia cineclubista
- luta pela regulamentação
- ascine / tv digital
- 1ª Mostra Nacional de Vídeo Ambiental de Vila Velha
- cpcine
- Rede Audiovisual do Nordeste dos Pontos de Cultura
- edital pdd’s
- programadora brasil
- 1º Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo 2006
- 2oo7
- 3º eiac / encontro iberoamericano de cineclubes
- carta da maré
- carta de atibaia dos cineclubes latinoamericanos 2007
- convênio cnc / tv brasil canal integración
- II teia cineclubista
- pré jornada 2007
- carta de vitória / 2007
- ccbb homenageia o movimento cineclubista
- seminário internacional sobre diversidade cultural
- circuito cnc & abd nacional / 2007
- festival de matera
- boletim vento norte III
- Instrução Normativa 63, de 02 de outubro de 2007
- ascine / visões periféricas
- reorganização da federação paulista de cineclubes
- I encontro paulista de cineclubes
- circuito cineclubista no maranhão
- mostra afroolhar
- carta de natal
- festival cinema na floresta
- nota oficial do cnc / cinefalcatrua
- Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira
- federação paulista de cineclubes
- 1º CONTATO – Festival Multimídia de Rádio, TV, Cinema e Arte Eletrônica
- II curta atibaia
- ficc / mapeamento do movimento cineclubista brasileiro
- 2oo8
- 1ª conferência mundial de cineclubismo
- boletim vento norte V
- federação capixaba de cineclubes
- federação paulista de cineclubes
- federação pernambucana de cineclubes
- nota oficial do cnc em defesa da UFES
- 27 jornada nacional de cineclubes
- campanha pelos direitos do público
- Carta dos Pontos de Cultura
- III MONVIA
- manifesto a favor de cotas na tv por assinatura
- Campanha Pelos Direitos do Público / Sétima Parcial
- 2oo9
- 2o1o
- 2o11
- 2o12
- 80 @anos
- referênci@s
- o que é cineclube, wikipédia
- da distribuição clandestina ao grande circuito exibidor
- o que é cineclube
- em defesa dos cineclubes
- cineclubes e cineclubismo: política é fogo!
- o movimento cineclubista brasileiro
- estamos presentes por todo o tecido social
- o modelo brasileiro de cinema
- ozualdo candeias / um marginal entre os marginais
- por um CNC modelo 2004, cavado, godê
- Uma vida dedicada ao cinema
- Ignácio Lyonel Lucini (1942 – 2005)
- Cineclubismo e entidades de massa
- O que comemoramos
- 80 anos de cineclubismo
- CINECLUBISMO: PRÁTICA SUBVERSIVA
- manifesto cineclubista
- O que é um Cineclube?
- o resgate do cineclubismo
- cineclube e cinema no brasil: traços de uma história
- bibliotec@ cineclubist@
- nossas lut@s
- cineclubismo & educação
- marv@da c@rne
crec 25 @anos
25 anos em defesa dos direitos do público!
O cineclubismo em Rio Claro
por João Baptista Pimentel Neto
A vitoriosa experiência cineclubista mantida por quase duas décadas é relatada por Renato de Souza, fundador da entidade e por muitos anos responsável pela programação da saudosa sala do “Cineminha da Paulista” em uma monografia (1) publicada na década de oitenta pelo Arquivo Público Municipal de Rio Claro.
A passagem dos anos 70 para os anos 80 é ainda marcada por um forte movimento de produção em super 8mm e pela produção de filmes do cineasta Roberto Palmari (Diário da Província e O Predileto), que colocou o cinema em grande evidência na vida cultural local, também marcada por um fortes movimentos nas área das artes cênicas e da música.
Palmari participa ativamente da vida cultural local. Cria-se o Arquivo Público Municipal. O Grupo Banzo salva a memória da gloriosa PRF-2. O movimento cultural cria o Centro Experimental de Artes (CEA). Palmari propõem a criação de um Museu da Imagem e do Som local. O Prefeito Dermeval da Fonseca Nevoeiro Junior e seu Secretário de Educação, Cultura, Esportes e Turismo, Paulo Osório Bueno decidem construir o Centro Cultural de Rio Claro. Hoje, Centro Cultural Roberto Palmari.
Em 1983, Alceu Morosi Righeto assume a Diretoria de Cultura da prefeitura local e comanda a ocupação do então esquelético prédio do Centro Cultural. João Baptista Pimentel Neto assume a Divisão de Difusão Cultural e cria uma Coordenadoria de Áudio Visual e Cinema, responsável pela execução do Projeto Cinevídeo Rio Claro, cujo principal objetivo era oferecer semanalmente exibições cinematográficas gratuitas, com programação voltada a difusão do cinema nacional e de autor (filme de arte, cults).
Realizada no Centro Cultural na primeira sessão do projeto foi exibido o filme “Gaijin”, de Tizuka Yamazaki, em 16mm. A sessão é prestigiada principalmente pela colônia japonesa local, que compareceu em grande número ao evento. Na seqüência, contando com o apoio da IMESP, o Cinevídeo realizou ciclos de exibição e debate, com vários cienastas brasileiros, entre os quais Ozualdo Candeias e Denoy de Oliveira. Pronto estava novamente lançada a semente do cineclubismo em Rio Claro.
São também realizados, no Salão Nobre da Câmara, ciclos de cinema alemão, francês e polonês, com o apoio do Instituto Goethe, da Aliança Francesa e do Consulado Polonês em São Paulo. Rapidamente aparece entre os freqüentadores a idéia de se formar um cineclube. Um espaço democrático, onde os freqüentadores (associados) pudessem discutir programação, cinema, cultura em geral.
Projeto Intercine:
O “Projeto Intercine” – Interiorização do Cinema Cultural foi elaborado em 1977 pela Federação Paulista de Cineclubes e realizado pela primeira vez em 1978, com verbas públicas repassadas pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Seus objetivos eram “difusão da arte cinematográfica através de atividades cineclubistas e a criação de novas opções de lazer e cultura para as comunidades do interior paulista. O projeto volta a ser realizado em 1985 e 1986. Assim foi que em 1985, no bojo da realização do Intercine II, aprofunda-se as discussões locais acerca da necessidade da criação de um Cineclube.
Ainda neste ano, com estatuto e diretoria provisórios, o Cinevídeo Rio Claro filia-se a Federação Paulista de Cineclubes e ao Conselho Nacional de Cineclubes, passando a participar ativamente do então efervecente Movimento Cineclubista.
Já em 1986, representando a entidade, João Baptista Pimentel Neto é eleito pelo Movimento Paulista para a Coordenação Geral do Projeto Intercine III. Finalmente no dia 7 de outubro de 1986 é fundado o CreC – Centro Rio Clarense de Estudos Cinematográficos /Cinevídeo Roberto Palmari.
A primeira diretoria da entidade apresenta a seguinte composição: João Baptista Pimentel Neto (Presidente);Nestor Acosta Padilha (Vice-Presidente); Isabel Olinto Ballesté (Secretaria); Vera Lígia de Oliveira Soave(Tesoureira), Luiz Fernado Moreno Barrocas (Coordenador de Projeções e Técnica); Antonio Carlos Riani Costae Jaime Luiz Leitão Rodrigues (Coordenadores de Relações Regionais) e Cláudio de Morrison Valeriano (Coordenador de Eventos Especiais). Assinam ainda a ata de fundação da entidade Geraldo César Brochini, Luiz Fernando Vechiatto, Raquel Maria Padula e Sheila Bisson.
Conheça um pouco de nossa história, através de imagens, arquivos para donwload e pÁginas wiki.
Created by pimentel
. Last Modification: Quarta-feira 21 de Junho, 2006 18:53:46 UTC by pimentel![]()
http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/o-roberto-palmari-dos-outros/
- Nenhum comentário ainda.





