Incubadora de Artes

Fundação Municipal de Cultura
A Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte é a instituição proponente da Rede de Pontos Incubadora de Artes. A Rede articula 8 Pontos, sendo 5 Centros Culturais municipais em vilas e favelas, 1 laboratório de linguagens eletrônicas do núcleo de formação da UFMG, e as ONGS: Fundação Centro de Referência de Cultura Negra e D. Ver-Cidade Cultural.
Em 2007, ano em que iniciou a sua coordenação, a Rede foi uma das principais participantes do grupo de estudos promovidos pela Cultura Digital e outros parceiros. Além de estar presente em todas as reuniões dos grupos de estudo a instituição também participou das oficinas da capital e sediou um encontro/fórum/reunião sobre cultura Digital no Prédio Central.
Nesta época o projeto já estava em fase de implementação. Entretanto, por entraves burocráticos, readequações (de Pontão passou a ser Rede de Pontos) e mudanças estruturais dentro da Fundação (nova gestão municipal) o projeto ficou relativamente parado nos dois últimos anos. Estes entraves burocráticos, segundo eles, eram muitas vezes responsáveis pela dificuldade de articulação e autonomia do Ponto. Além disso, após o seu conveniamento, o projeto percebeu várias necessidades de reformas nos Centros Culturais para o recebimento da estrutura multimídia. Na readequação também tiveram que rever a necessidade de uma equipe maior para a manutenção e produção de oficinas em Software Livre.
É estratégico, não somente para a Ação Cultura Digital, mas também para o Programa Cultura Viva, que a Fundação possa executar seu projeto, não somente por se tratar de um convênio com a Prefeitura de Belo horizonte, mas pela abrangência do projeto, que diferentemente da maioria dos Pontos de Cultura da capital, chega às periferias da cidade. Mais que isso, mesmo sem estar sendo executado o projeto, os Centros Culturais da Cidade as pessoas que lá atuam fazem circular a informação e geram interações com outros atores da rede metropolitana dos Pontos de Cultura.
A Fundação possui como principal parceira a RedeLe/CCNM, em parte devido ao trabalho desta última junto as escolas municipais. Outro parceiro claro da fundação é a Prodabel, instituição ligada à prefeitura responsável pela manutenção de software livre em diversas escolas públicas e instituições de inclusão digital que operam em Belo Horizonte.
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