terça-feira, 29 de maio de 2012

Categoria » pontos de cultura

Lançamento do Game Estrada Real Digital – CCNM/UFMG

Grupo de pesquisa da UFMG lança game sobre Estrada Real

O Pontão de Cultura da UFMG – Centro de Convergência de Novas Mídias, tem o prazer de convidá-lo, para o evento de lançamento do “Game Estrada Real Digital”, que acontecerá, no dia 01 de Outubro de 2009 (quinta-feira), a partir das 19h, na FUNARTE MG (Rua Januária, 68 / Floresta – Belo Horizonte).

O Game Estrada Real Digital é um jogo educativo, genuinamente produzido com verbas públicas provindas da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. No roteiro se mesclam a história da Estrada Real e das cidades coloniais, o (eco)turismo do século XXI,  a culinária e congado, sem perder o vigor e a dinâmica de um bom jogo de aventura e de estratégia.

O projeto recebeu o selo do fundo Internacional para a Promoção da Cultura (FIPC), órgão criado pela Unesco para apoiar projetos que apresentem ações na área cultural relacionados ao desenvolvimento social de localidades. O Selo FIPC reconhece e certifica a importância desses projetos para o desenvolvimento cultural e social internacional e funciona como um facilitador na captação de recursos.

No cenário nacional, e até mesmo mundial, o game é um dos poucos do gênero que, com incentivos públicos soube dosar uma boa qualidade gráfica com um bom roteiro educativo, pesquisado, construído e acompanhado por professores da UFMG, das diversas áreas do conhecimento. O jogo está pronto para ser lançado como mais um recurso pedagógico nas salas de aula das escolas públicas de Minas Gerais.


Com o fim do financiamento do projeto, buscaremos através de novas parcerias dar continuidade a produção de novas versões para o game, e colocá-lo em prática em todo território nacional. Mas para celebrar o sucesso dessa primeira jornada, c
ontamos com a presença de vocês no lançamento! Se possível poderíamos fazer um esforço conjunto para a divulgação desse inédito produto genuinamente mineiro!

Convite_Lançamento_Game_19h


Instituto Kairós

Sede do Instituto Kairós

Sede do Instituto Kairós

O Ponto de Cultura Instituto Kairós, localizado no município de Nova Lima, no distrito de Macacos, Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi criado em 2003 com o objetivo de trabalhar tecnologias sociais na área ambiental, no fortalecimento político, na geração de renda da população e na memória coletiva. Segundo Rosana, gestora do Kairós, o Ponto teve um papel importantíssimo na comunidade quanto à Inclusão Digital. Quando o Ponto iniciou suas atividades, em 2006, realizou uma parceria com a empresa privada Microcity, que fez a doação de um servidor e 11 computadores, montando então o primeiro ponto púbico de acesso à Internet de Macacos. Juntamente com os equipamentos adquiridos por meio do Convênio com o Ministério, criou seu Núcleo de Cultura Digital. Neste telecentro ocorrem atividades de capacitação digital de jovens e adultos da comunidade por meio de oficinas de informática, Internet e formação em audiovisual. Faz parte também do núcleo digital uma sala aberta para mostras de vídeo e difusão do cinema nacional. Hoje são atendidos no programa 420 pessoas, contemplando jovens, adultos, idosos, adolescentes e crianças, que passam a experimentar um novo olhar sobre sua comunidade e a recriar seus instrumentos de comunicação social. (Portfólio Kairós). Leia mais »


Grupo Cultural NUC

Conhecemos fisicamente o projeto Negros da Unidade Consciente (NUC) em 2006, por conta da oficina de redes sem fio promovida pela Oficina de Imagens com o pessoal do Wireless Lavapiés, de Madrid, Espanha. Naquela época o pessoal ainda nem tinha sido conveniado como Ponto de Cultura, mas mesmo assim rolou instalação do Jardim de Voltz com CHGP e o Palmieri por lá. No encerramento das atividades teve uma apresentação bem informal das Meninas de Sinhá, grupo de mulheres do Alto Vera Cruz e comunidades da região, que se encontram para cantar cantigas de roda e outras músicas da cultura popular, ou composições próprias, que pouco tempo depois ganhou alguns prêmios de projeção nacional, como o Cultura Viva e o Tim de Música.

Canal http://www.youtube.com/sitenuc

No ano seguinte, quando fizemos os grupos de estudo em produção multimídia em software livre, o Negro F (Fred) participou de alguns encontros do vídeo, inclusive os que renderam o vídeo O que será da tv digital brasileira???, que neste ano foi premiado no Festival do Livre Olhar de Porto Alegre. Quando ficamos sabendo do conveniamento do NUC como Ponto de Cultura foi uma alegria, afinal ele é um dos poucos projetos originalmente localizados em periferia.

O Grupo Cultural NUC

O grupo Cultural Negros da Unidade Consciente é um grupo existente desde 2003 com ampla atividade dentro do Bairro Alto Vera Cruz e que tem a arte, juventude, hiphop e tenologia como principais frentes do seu trabalho, como descritos no site.

Além de atividades no Alto Vera Cruz,geralmente de oficinas, aulas e apresentações, o Grupo tem grande penetração tanto com a Comunidade do Alto Vera Cruz, quanto com projetos de outras regiões como Cataguazes, Diamantina e Rio de Janeiro, além de realizar parcerias junto à iniciativa privada.

o Ponto de Cultura

O Ponto de Cultura recém-conveniado tem como plano de trabalho o ensino em teoria musical por meio do site Aventuras Musicais, que complementa a atividade musical do Ponto que já possui grande desenvolvimento prático. Além dessa formação o NUC está construindo um estúdio para a produção e divulgação de grupos da comunidade.
Leia mais »


Aruanda

A visita ao Ponto de Cultura Aruanda foi feita no dia 27 de março com a presença dos articuladores regionais Adriana Veloso e José Paulo Neto, e do gestor do Ponto de Cultura Romênio e do Diretor da instituição e ex-coordenador do Ponto Sérgio Cosser. A visita foi feita na sede do Ponto na Rua Espírito Santo esquina com Av. Afonso Penna, localizada no hipercentro de Belo Horizonte.

Dança das Fitas - Fotos: Grupo Aruanda

Dança das Fitas - Fotos: Grupo Aruanda

O grupo Aruanda

O Aruanda é um grupo pára-folclórico que existe há 48 anos, realizando pesquisa sobre cultura popular brasileira e representando danças de todas as regiões do país. Para tanto, contam com um imenso guarda roupa com vestimentas típicas de várias danças, além de 60 voluntários, sendo 24 músicos e 36 bailarinos, que representam as danças catalogadas e pesquisadas. Todo material é tratado como domínio público da cultura popular brasileira, estando disponível para pesquisa na própria sede do grupo e no site.

Além disso, o Grupo Aruanda realiza oficinas de folclore destinadas a replicadores (principalmente professores do ensino médio) e apresentações em feiras e outros eventos de dança e música. Mesmo com toda essa bagagem o grupo se identifica como pára folclórico, ou seja, de representatividade. Um dos exemplos de respeito à tradicional cultura popular está no não uso da lata (para sapateado) nas apresentações do Congado Moçambiqueiro, de Oliveira, MG. Sérgio explica que “como a lata no pé é um símbolo de respeito para a comunidade, ou seja, só a utiliza quem tem reconhecimento da tradição, optamos por não usá-la em nossas apresentações, ainda que a tenhamos aqui”.

Leia mais »


Memória Gráfica

Marcadores de texto - Memória Gráfica

O Ponto de Cultura da memória gráfica trabalha há mais de 10 anos  no Centro de Internação de adolescentes no bairro Horto, e trabalha com todo o processo de editoração gráfica que vai desde a escrita, papelaria, imprensão e encadernação dentro de diversas técnicas gráficas como a Imprensa de Guthemberg, xilogravura, stencil, impressão digital dentre outras, dando justificativa(mas nem tanto :P ) pro nome ‘De Guthemberg a Bill Gates’.

O Ponto de Cultura sempre foi parceiro da Ação Cultura Digital sendo o único Ponto da Região Metropolitana de Belo Horizonte a receber o Kit Mulktimídia de 2006. Dentro das atividades desenvolvidas entre a Ação Cultura Digital e o Ponto, temos a  “Oficina Local” promovida em Outubro de 2006, relatada aqui, a oficina de montagem do kit junto com o Ponto de Cultura de Congonhas, e as oficinas continuadas de 2006, em que o ponto exerceu um importante papel cedendo espaços e equipamentos no Centro Cultural da UFMG  e circulando o conhecimento produzido pelo próprio grupo principalmente no grupo de estudos de Gráfico.
Leia mais »