Tema desenvolvido por Xemelê
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Rejeitar sacolas plásticas no comércio, uma forma simples de fazer sua parte
0 comentáriosPequenas atitudes podem gerar grandes resultados. No cuidado e uso racional dos recursos naturais e preservação do meio ambiente não é diferente. Cada um de nós, embora não tenha conhecimento e/ou consciência, já nasce com uma forte pegada ecológica, que se acumula ao longo da vida.As sacolas plásticas, por exemplo. Bilhões delas são produzidas – com grande custo ambiental pela emissão de carbono, além de consumirem matéria prima fóssil, são consumidas e descartadas nos lixões e aterros sanitários, iniciando uma vida longa – centenas de anos – comprometendo o meio ambiente e a qualidade de vida.
Você pode começar a fazer alguma coisa, a sua parte. Não espere por alguma lei restritiva ou que proíba o seu uso para deixar de contribuir com este estado de coisas. Hoje, por exemplo, em uma saída rápida ao centro da cidade, eu recusei 6 sacolas plásticas.A primeira em uma farmácia, depois um caderno em uma papelaria, 2 pratinhos plásticos para vasos de plantas em outra loja, um kg de açúcar mascavo em uma loja de produtos naturais, alguns DVDs e, por último, em um mercadão, 2 doces de leite pequenos, já embalados, que o vendedor colocou em um saquinho de papel e em seguida em uma sacola plástica. Tudo foi levado na mochila.
Isso prova que elas nem sempre são necessárias. É só usar o bom senso. Uma boa idéia é fazer você mesmo uma Sacola Ecológica, que você aprende como fazer clicando no link: Como fazer uma sacola ecológica, e levá-la em suas compras. Parece pouco, mas, antes do resultado prático, existe aquele de auto-educação e consciência ambiental, e a certeza de que está fazendo algo pelo seu bem estar, e de todos os demais no planeta.Leia artigos relacionados:
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Como começar a reduzir a sua pegada ecológica
0 comentáriosAs preocupações com a “pegada ecológica” individual ainda não entrou no universo pessoal das pessoas que, em sua maioria, não tem muita noção do que isto significa e, muito menos, como reduzi-la ou compensa-la.Hoje, já existe um “negócio”, ainda pontual, de venda de compensações do carbono emitido individualmente ou por empresas de todo tipo. Para empresas e governos, a questão do aquecimento global e meio ambiente é uma grande oportunidade de fazer um marketing ecológico-ambiental que pode gerar dividendos com imagem e clientes mais conscientes.
A pegada ecológica individual pode – e deve – ser atenuada com medidas simples de racionalização do uso da água e energia, por exemplo, bem como atitudes no trato dos resíduos ou descartados como a sua separação doméstica – para a coleta seletiva – tudo, relativamentre simples, que exige apenas um pouco mais de atenção e cuidado, mas de importância significativa na preservação do meio ambiente e das condições de vida no planeta.É isso!Leia artigos relacionados:- Pequenas atitudes no uso da água que trazem grandes resultados
- Dicas para economizar ou otimizar o uso de energia;
- Pavimentação de jardins e quintais e problemas para o meio ambiente nas cidades;
- Separe o lixo, mesmo que não exista uma coleta seletiva regular onde mora;
- Torne-se um “guerrilheiro verde”, lance bombas de sementes e ajude na recuperação do meio ambiente;
- A bicicleta contra o aquecimento global, o ganho de peso e pelo meio ambiente;
- Dia mundial do meio ambiente, mudar pequenas atitudes pode trazer grandes resultados;
- Fraldas descartáveis. Os bebês já nascem com uma forte pegada ecológica e comprometendo o seu próprio futuro;
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Como fazer uma pequena horta orgânica, em casa ou no apartamento
0 comentáriosAlém de proporcionar um alimento livre de agrotóxicos e adubos químicos, manter uma “míni-horta” em casa ou apartamento tem outras vantagens como ter um tempero ou ingredientes para salada ao alcance da mão e a economia que isso proporciona, pois, os temperos e folhas comprados em supermercados se estragam em grande parte antes que sejam utilizados, além do diferencial do prazer e satisfação de consumir algo “feito por você mesmo”.
1 – O local deve ser arejado e com luz – sol, mesmo que seja só uma parte do dia – e os vasos, desde que não sejam muito rasos, de maneira que possam comprometer o desenvolvimento das raízes, algo como 20 cm, pode ser de barro ou de plástico e com o tradicional sistema de drenagem, ou o(s) furo(s) no fundo;
2 – A terra é a vegetal e com mistura de humos ou esterco – mais ou menos 1/3 – pois, em proporção maior pode comprometer a saúde das mudas. No preparo do vaso, deve se colocados no fundo uma acamada de pequenas pedras ou argila expandida (encontrada em floras), para facilitar a drenagem sem comprometer a umidade; Continue lendo…
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Como fazer sabão com oleo de fritura e ainda preservar o meio ambiente
0 comentáriosEm varias cidades pelo Brasil, entidades diversas recolhem o óleo nas residências e o transforma em sabão de barra, mas o esquema ainda é pontual e não é alternativa pelo grande descarte de restaurantes, lanchonetes e residências.
No Rio Grande do Sul o recolhimento é feito por um órgão público, que o transforma – o óleo – em biodiesel, com custos muito reduzidos, e já move parte da frota de ônibus coletivos.
E você, o que faz com os seu? Não sabe o que fazer com ele e continua jogando mesmo no ralo da pia?
Enquanto não aparece outra alternativa, você pode utilizar a receita abaixo, e transformá-lo em sabão, que pode ter um bom uso para você ou para outra pessoa.
Receita do Sabão
Ingredientes:
- 5 litros de óleo,
- 1 litro de água,
- 1 litro de soda líquida.
Modo de Preparo:
Junte os ingredientes em um balde, de plástico, e mexa com uma colher de pau velha, que não deve ser reutilizada na cozinha.
Bata bem até engrossar. Deixe descansar por cerca de 2 horas até endurecer e corte em pedaços.
Obs.
1: Quando todo o óleo tiver sido usado em apenas um tipo de preparo (batatas, pastéis), a receita endurece mais rápido;
2: Antes de endurecer, se colocar em um vasilhame mais baixo, tipo assadeira, o corte dos pedaços poderá ser feito de forma mais regular;
3: Você pode acrescentar a sua essência preferida.
Como vê, é simples e fácil, e com certeza estará fazendo um grande bem ao meio ambiente.
Publicado originalmente no Blog Coisaboa
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Torne-se um “guerrilheiro verde”, lance bombas de sementes e ajude na recuperação do meio ambiente
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Já plantou uma árvore? Não? O que está esperando? Não parece tão fácil, não é mesmo? As cidades estão tão grandes e o solo tão ocupado – privatizado – que fica difícil até plantar uma árvore. A muda, o adubo, as ferramentas para abrir o buraco, a rega, a proteção, os cuidados… não parece tão simples assim.
Um jeito fácil é fazer como os passarinhos, sair distribuindo sementes por aí e deixar que a natureza faça o resto do trabalho. Se aproveitar o tempo de chuva fica ainda mais fácil.
Primeiro é preciso conseguir as sementes. Não, não precisa comprar. Nesta época do ano tem muita árvore por ai que está “doando “ suas sementes. É só olhar. Não precisa nem procurar muito.
Aqui na porta de casa, por exemplo, tem um Ipê Amarelo que, depois de uma festa de flores amarelas, está preparando as vagens de sementes para “distribuir” a sua exuberância e beleza. Como ele existem aos milhares por aí. Ele sabe das coisas. Sabe que o momento é agora, pois a estação é propicia.
A Seed-Bomb, surgiu como um projeto de semear por aviões, mas, dá para fazer de forma mais simples, cada um pode fazer a sua parte.
A idéia é a seguinte: fazer uma “bomba de sementes” e se tornar um “Guerrilheiro verde”. Clique no link: Bomba de sementes, e veja como fazer isso. Depois, é distribuir por aí.
Vai dar um grande prazer, passar de vez em quando e acompanhar o resultado.
Vamos lá, mãos à obra!
Se quiser, volte e fale sobre a sua experiência. É só guardar o link do artigo.
Publicado originalmente em Metanoverde
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Imposto verde, uma boa idéia que vem dando certo
0 comentáriosUma “instituição” que vem dando certo, e crescendo, no país é o Imposto Verde. Provavelmente tenha começado no Estado do Paraná, e hoje já vigora em 12 Estados, com mais 12 em processo de implantação. A idéia é reservar um percentual do ICMS – de 0,5 a 5% – para ser distribuído aos municípios que se comprometem com a preservação do meio ambiente.
As ações vão desde a criação e conservação de áreas verdes protegidas até a proteção dos mananciais para garantir o abastecimento de água. A idéia deu tão certo, que tem muito prefeito criando ou mantendo um grande leque de ações a favor do meio ambiente, apenas para receber a verba que passa a ter um peso significativo no orçamento do município.
As ações podem ser: coleta seletiva de lixo, educação ambiental nas escolas, plantio de árvores na cidade, criação de áreas de preservação permanente, o que dá para garantir cidades mais ecológicas e com melhoria significativa na qualidade de vida da população.
Fonte: Revista Problemas Brasileiros – SESC
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A bicicleta contra o aquecimento global, o ganho de peso e pelo meio ambiente
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Manifestação contra carros em ParisUm habito saudável que ataca dois problemas graves do nosso tempo é andar de bicicleta.
Primeiro porque elimina a produção e emissão pessoal de CO², ao não utilizar qualquer outro meio de transporte com combustível fóssil e, segundo porque possibilita a queima dos excessos de calorias e reduz o sobrepeso e seus adereços como hipertensão e diabetes, além de dar “um trato” no estresse.
Mas, para isso é necessário que – pelo menos nas grandes cidades do país – se inverta a prioridade no ordenamento e uso do solo urbano, que privilegia o transporte individual, literalmente, por automóveis, criando ciclovias.
No ponto em que estão as cidades hoje, sem infra-estrutura adequada ao ciclismo, andar de bicicleta como veiculo de locomoção – trabalho, escola, universidade – é uma aposta na sorte a na vida.
Precisamos, portanto, usar a criatividade e acionar as instancias de decisão do município e exigir mais espaço para a bicicleta, como de resto vem ocorrendo em muitas cidades mundo à fora. Inclusive uma legislação que não só favoreça como proteja o ciclista.
Publicado originalmente em Metanoverde
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Um planeta melhor para os nossos filhos, ou filhos melhores…
0 comentáriosSobre os problemas do meio ambiente, duas questões colocadas parecem equivocadas ou, no mínimo, não corretamente formuladas. A primeira se refere à necessidade de se salvar o planeta. O planeta, efetivamente, não precisa ser salvo.
Leia: “O planeta não precisa ser salvo ”.
O que tem que se repensado, senão recuperadas são as condições objetivas, no meio ambiente, que permitam a continuação da vida como a percebemos. O planeta só aparenta fragilidade. Na realidade ele é extremamente poderoso, com um poder “brutal” que pode inviabilizar a vida. As tragédias ambientais que se sucedem não deixam duvidas quanto a isso. A depredação irracional e a falta de cuidados pode gerar reações muito além das nossas pretensões – e da ciência – de prever e contornar ou corrigir.
A segunda, é sobre a inversão da primeira, quando se preconizam ações para deixarmos um planeta melhor – mais preservado – para os nossos filhos ou as próximas gerações. Será se a questão, também, não está mal formulada?
Não seria criar ou educar as novas gerações, deixando filhos ou pessoas melhores, mais conscientes para garantir e preservar, não o planeta em si, mas as condições de vida para continuar a “experiencia humana na terra”?
Acha que estamos deixando filhos melhores, criando gerações melhores?
Faça um comentário e deixe a sua opinião?
Publicado originalmente no blog Metanoverde
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Lixo virtual. O novo “front” da velha atitude de produzir lixo e destruir o meio ambiente
0 comentáriosA atitude de uso e abuso dos recursos naturais vem deixando um saldo de descarte, de lixo, no meio ambiente, no planeta que só tende a se agravar.
Temos o lixo convencional, doméstico e industrial, urbano no meio ambiente: “Lixão em Nova York, a maior “obra” humana vista do espaço”.
O lixo no meio ambiente marinho, que tem o seu maior expoente detectado no Oceano Pacífico, como comentamos no artigo:”Lixão gigante no Oceano Pacífico”.
O Lixão Espacial, de sucata de satélites e foguetes, sem falar nos dejetos sanitários da estação espacial, que ainda bem que não andam caindo por aí, que você lê: “O planeta Terra e o lixão espacial”.
O lixo nuclear com seu poder destrutivo, latente, enterrado, sabe-se lá onde, que só tende a aumentar com a retomada da construção de usinas nucleares.
Leia:”Energia nuclear. Crise energética minimiza os risos e ‘ressuscita’ antigos projetos de usinas”
O e-lixo ou e-waste, o lixo tecnológico com seus vários componentes tóxicos, que aumenta vertiginosamente na esteira das inovações tecnológicas e no descarte precoce de aparelhos tornados obsoletos pelo modismo e concorrência das empresas de tecnologia.
Leia:”O descarte de baterias de celular no meio ambiente, a contaminação da água e os risos para a saúde”.
E, finalmente, para honrar a nossa atitude básica de produzir lixo de todo tipo, o lixo virtual. É isso mesmo! O lixo virtual, que são os milhões de blogues, sites, e-mails e perfis em redes sociais, abandonados, que já infestam a “estratosfera virtual”.
Como vê, a atitude é a mesma. De uso, abuso e descarte irrefletido e inconsequênte.
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O uso de tela preta contra a degradação do meio ambiente e o aquecimento global
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Depois do Climate Savers, iniciativa das maiores empresas de TI que surgiu no Vale do Silício de otimizarem recursos e tecnologias no sentido de contribuírem para deter a degradação do meio ambiente com o Aquecimento Global, um novo movimento, agora sugerido pelo Google, tem dimensões menores, mas, é igualmente significativo.
O Google começou com a criação do site Blackle, que divulga a idéia com um portal de buscas de cor preta dentro da nova proposta. Bem como o Ecoogle/EcoFree que surgiu depois com o mesmo objetivo, defendendo a substituição das home page de sites e blogs pela cor preta.
Estudos são unânimes na constatação do desperdício de energia com as telas brancas, já que as negras consomem em torno de 48% a menos que as convencionais – brancas – que predominam na Web.
O Ecoogle ou EcoFree pode ser incorporado ao seu navegador Firefox ou Internet Explorer, (veja como na base da página), quando você poderá contribuir, reduzindo, mesmo que minimamente, o consumo de energia e emissão de CO² em suas buscas.
A idéia, como já disse, é boa. Resta saber se estamos dispostos a mudar a “cara” dos nossos sites e blogs e criar esta uniformidade estética.
O efeito estufa é sério, mas, se observarmos no nosso cotidiano, veremos que podemos reduzir e/ou racionalizar o nosso consumo de energia de maneira simples e efetiva, logo, nossas emissões pessoais de dióxido de carbono.
Basta observar o nosso comportamento em casa, no trabalho, no uso do automóvel e em inúmeras outras maneiras quando utilizamos energia.
O nosso consumo pessoal parece pequeno, mas, é significativo.
O que achou da nova proposta? E você já esta fazendo algo no sentido de cooperar, ou pensa que é um lance só de empresas e governos?
Faça um comentário e dê a sua opinião.
