Últimos Posts

  • Como adicionar o conceito de sustentabilidade ao faça você mesmo

    0 comentários

    por: Paulo Athayde, em ConscienciaAmbiental, Consumismo, DicasAmbientais, Faça Você Mesmo, Reciclagem, Reutilização no dia 24/02/2017

    Como adicionar o conceito de sustentabilidade ao faça você mesmo

    Este artigo foi publicado originalmente no blog Como fazer você mesmo, cujo nome já trás as pistas do que trata, quando dá dicas para adicionar a este grande prazer de fazer as coisas – de toda ordem e tipo – por si mesmo, o conceito de sustentabilidade que, embora pareça ter saído de moda, continua na ordem do dia como premência e/ou necessidade vital como sempre.

            “Como fazer para adicionar o conceito de sustentabilidade ao faça você mesmo

    … em sua casa

    A ideia deste blog é estimular o hábito saudável, prazeroso e econômico até, do fazer você mesmo, aliado ao inegável efeito – como poderíamos dizer? – ecológico/ambiental e sustentável, com a economia de materiais, a reutilização de produtos e matérias-primas de todo tipo.

    Em função disso, alguns procedimentos simples e fáceis em casa no nosso cotidiano, estão dentro desse espírito e só adicionam à ideia de preservação e cuidados.

    Consertar os eletroeletrônicos e outros aparelhos, bem como ficar ligado em sua manutenção constante, o que otimiza o seu uso e funcionamento bem como retarda ou evita a necessidade de substituição por outro.

    Fique ligado, também, na manutenção das tomadas que não funcionam ou que apresentem problemas, como faíscas. Isso vale, também, para bocais, tanto aqueles da iluminação convencional como em abajures e/ou quebra-luzes.

    Outro item que “dá pau” com certa frequência são as torneiras. Quando começam a pingar insistentemente, logo, substitua a “bucha” no princípio.  Aproveite e instale redutor de vazão nas torneiras, bicos e as tradicionais “peneirinhas” ou telas, o que facilita o uso – evita o excesso de pressão que espalha a água – além de reduzir o consumo enquanto mantém a mesmo efeito de vazão, até parece aumentar, sem comprometer o trabalho.

    Continue lendo: aqui

    *

  • Proibição de refrigerantes “Fat Family”. E você com isso?

    0 comentários

    por: Paulo Athayde, em Consumismo, DicasAmbientais, Sustentabilidade e saúde no dia 22/04/2013

     

    E você, acha que precisa que as autoridades façam isso por você? Cuidem da sua saúde  impedindo que você “se obeside”, proibindo que se encharque com estes “alimentos”?
    .
    Se não consegue fazer isso – controlar-se e agir com bom senso e racionalidade – como pretende educar os seus filhos?
    .
    Sabia que os EUA inauguram um fato novo e inusitado que é tornar-se o primeiro país que, na contramão da história, está reduzido à expectativa de vida de sua população?  O problema é tão sério e crescente que já existe quem veja vantagem nisso, tipo o controle dos custos com a concessão de seguro e aposentadoria, com a morte prematura dos beneficiários.
    .
    Como vê, até o “sistema” está se lixando, e suas “preocupações” se resumem a problemas de orçamento e conveniências econômicas, já que a crescente obesidade e invalidez para o trabalho e produtividade da população podem ter muito a ver com a decadência econômica sem precedentes dos EUA.
    .
    E ai, vai continuar detonando a sua saúde e de sua família pelo “prazer” incompreensível de beber isso aí, que a Clarisse Lispector definiu com perfeição: “Apesar de ter o gosto do cheiro de esmalte de unha, de sabão Aristolino e plástico mastigado. Tudo isso não impede que todos o amem com servilidade e subserviência”, em A Hora da Estrela. 
    .
    .
    . Publicado originalmente em Metanoverde

    Tags: , ,

  • Plásticos do mal, porque você precisa parar de usar

    0 comentários

    por: Paulo Athayde, em ConscienciaAmbiental, Dicas Ambientais no dia 14/04/2013

    Os plásticos, mais especificamente os utensílios feitos com plásticos, estão “entranhados” em nosso cotidiano, de maneira que seria impensável a vida na cozinha e alimentação sem eles, não é verdade? Este texto é uma resposta de um leitor da revista Ciência Hoje: Os potes plásticos que usamos na cozinha liberam substâncias que fazem mal à saúde? A resposta é de Sônia Hess, do Instituto de Química da Universidade Federal de Santa Catarina.
     
    Sim, alguns tipos de plástico têm substâncias que atuam como interferentes endócrinos, ou seja, modificam o equilíbrio hormonal do corpo, podendo causar danos e doenças. É o caso dos ftalatos, dos alquilfenóis e do bisfenol A – já proibido em vários países e ainda aceito no Brasil.
     .
    A exposição e a ingestão dessas substâncias pelo contato com a comida podem provocar inúmeros problemas de saúde. Pesquisas com animais apontam para um aumento dos riscos de desencadear diabetes do tipo 2 e hipertensão, além de distúrbios sexuais.
     .
    A exposição do feto a essas substâncias ocasiona alterações de forma em órgãos ligados à reprodução, como útero, vagina, glândulas mamárias e próstata. Experimentos com ratas grávidas e seus filhotes recém-nascidos mostram que a ingestão dessas substâncias resulta ainda em obesidade e mudanças no comportamento, como hiperatividade, aumento da agressividade, problemas de aprendizagem e reação alterada para estímulos de dor ou medo.
     .
    Quanto ao bisfenol A, especificamente, é importante destacar que já existem estudos epidemiológicos que comprovam a correlação entre a sua concentração no sangue e o desenvolvimento de doenças em seres humanos, como obesidade; síndrome dos ovários policísticos; hiperplasia do endométrio; diabetes e mau funcionamento do fígado.
     .
    As quantidades de bisfenol A, ftalatos ou alquilfenóis existentes em cada tipo de plástico variam de acordo com cada fabricante. A verificação da presença dessas substâncias só é possível com análises químicas em laboratório.
    .
    Mas podemos afirmar que quanto maior o tempo de contato com o plástico, a temperatura e o teor de gordura do alimento, maior é a taxa de transferência desses compostos para o interior dos alimentos.
    .
    Portanto, o leitor deve pensar duas vezes antes de esquentar potes de plástico no micro-ondas ou beber café no copinho de plástico. (Ciência Hoje)
    .

    Tags: , ,

  • Como fazer uma vassoura com garrafas PET, é simples e fácil

    0 comentários

    por: Paulo Athayde, em ConscienciaAmbiental no dia 11/04/2013

    Como fazer uma vassoura de garrafas PET passo a passo! (Pense de novo)Clique na imagem para ampliar
    .
    As imagens falam por si, não é verdade?
     .
    Talvez, aquelas que possam gerar alguma dúvida sejam as de  nº 10, nº 11 e nº 12, quando todo o conjunto de garragas “desfiadas”, depois de colocadas umas dentro das outras são como que “grampeadas” com um arame para fixá-las. No mais, não existe mistério.
    .
    Publicado originalmente em: Como fazer você mesmo

    Tags: , ,

  • Qual a relação entre o seu churrasco e as mudanças climáticas?

    0 comentários

    por: Paulo Athayde, em AquecimentoGlobal, ConscienciaAmbiental, Consumismo, Dicas Ambientais, Faça Você Mesmo, MeioAmbiente no dia 16/03/2013

    O que você anda fazendo com os seus
    200 bilhões de neurônios?
    Uma boa forma de mudança, mudança real, é aquela que começa em nós mesmos.
    .
    É assim com a corrupção, quando a maioria de nós prefere fazer coro com a mídia “desinformante” enquanto acalentamos as nossas mazelas pessoais em desonestidade e corrupções em nosso cotidiano, embora, não a reconheçamos como tal, ou o discurso vazio sobre o meio ambiente e sustentabilidade, quando levamos uma vida predatória dos recursos naturais e do ambiente onde vivemos e trabalhamos.
    .
    Ou seja, não adianta empunhar bandeiras em defesa do estado de direito e da sustentabilidade ambiental se não estamos dispostos a fazer a nossa mudança pessoal, agora. É como a velha história de uma assembleia de grevistas em São Paulo que quis colocar em votação a proposta de uma greve de fome para pressionar por abertura de negociações, para os outros fazerem, é claro. Isto é, você levanta a mão, aprova a proposta e vai para casa comer o seu pirão normalmente.
    .
    Assim é fácil! Posar de cidadão consciente, politicamente correto e/ou de ambientalista engajado, desde que isso não afete a sua vidinha. Já pensou na cadeia de produção que gera a “carninha” que degusta no churrasco de fim de semana? Não? É uma boa pista.
    .
    Desde a Rio+20, em 1992, que se discute o meio ambiente e a conveniência de se adotar medidas para conter a degradação ambiental e climática que pode colocar em risco a sobrevivência no planeta, e as perspectivas não são lá muito animadoras.
    .
    Isso porque os países são como as pessoas. Primeiro eu e os meus interesses pessoais, o meu estilo de vida, o meu padrão de consumo. Todos agem, ou agimos, como se vivessem em um mundinho à parte, embora, para manter a aparência de preocupado afino o discurso e conto com a leseira dos outros, para que tudo permaneça como está, pelo menos para mim.
    .
    É o discurso dos países maiores devedores do planeta, o que não difere muito do nosso, pessoal.
    .
    Já pensou, efetivamente, de que maneira você contribui para este estado de coisas no planeta? Não? É bom dar uma olhada, tambem, nesta área não existem inocentes.
    .
    Publicado originalmente em  Metanoverde
    .

    Tags: ,

  • Se anda de bicicleta precisa saber disso

    0 comentários

    por: Paulo Athayde, em Sem categoria no dia 24/07/2012

    Abaixo você confere as recomendações que devem ser observadas por aqueles que, por vontade própria ou necessidade de trabalho ou lazer, ainda fazem uso de bicicletas nas grandes cidades brasileiras. Não custa dar uma olhada e pensar no assunto.

    (…)O médico destaca a importância de recorrer ao atendimento emergencial em casos de acidentes com ciclistas, mesmo que a lesão não aparente ser grave. ´A orientação que damos sempre é acionar os meios de apoio, resgate e bombeiros, para que possam fornecer ajuda e deixar que os médicos definam a real gravidade´, diz o médico socorrista. Ele destaca que é fundamental para prevenção o uso de equipamentos de segurança (capacete, joelheira e cotoveleira).

    A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomenda também o uso de refletivos nos pedais, laterais, dianteira e traseira da bicicleta. Além disso, orienta os ciclistas a usar roupas claras, acessórios refletivos, além da instalação de sinalizadores e lanternas na bicicletas para aumentar a visualização dos motoristas, sobretudo à noite, quando os cuidados precisam ser redobrados.

    Os ciclistas devem, além disso, procurar ruas menos movimentadas e jamais trafegar em vias expressas e rodovias – prática que é proibida por lei. Circular entre veículos parados no ´corredor´ do trânsito, formado pelos carros parados nos semáforos, é outra prática perigosa. ´Culpa-se muito o motorista, mas o ciclista também tem uma parcela de culpa dentro dessa história´, alerta o médico.

    Os dados são, no mínimo, preocupantes. Em São Paulo, no ano passado, 2011, passaram pelo atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), apenas no SUS, 3,4 mil ciclistas vítimas de acidentes de trânsito, com níveis variados de gravidade das lesões ou 9 por dia com um uma morte. Há 5 anos era de um a cada quatro dias.

    Segundo o médico socorrista do Grupo de Resgate e Atendimento às Urgências (Grau) Hassan Yassien Neto, o estudo incluiu apenas aquelas vítimas que usaram o resgate e outra forma de atendimento emergencial, ficando fora as mortes no local e atendimentos em outros locais.

    Como vê, o quadro é grave, portanto siga as regras e cuide-se.(Coluna do Leitor)

    Fonte: Agência Brasil

  • Porque a lâmpada fluorescente não é ecologicamente sustentável

    4 comentários

    por: Paulo Athayde, em ConscienciaAmbiental, Consumismo, MeioAmbiente, Tecnologia no dia 26/05/2012

    Esta ideia de trocar a lâmpada incandescente pela fluorescente em nome da economia de energia e em benefício do meio ambiente vem parecendo mais uma das pseudos soluções sustentáveis, quando, na realidade, significa um novo nicho de grandes lucros de empresas que, como sempre ocorre fazem qualquer coisa, inclusive posarem de ambientalmente corretas, um rótulo que vale ouro, literalmente.

    Já está comprovado que ela faz mal à saúde, como pode ler no artigo: A luz fria faz mal, sim ainda não foi divulgado a contento como elas são compostas, quando se sabe da extrema simplicidade de uma lâmpada incandescente, e do relativo baixo impacto ambiental do seu descarte.

    O mesmo não ocorre com a fluorescente que tem uma estrutura mais complexa e representa elevados riscos ambientais e de saúde quando quebradas ou descartadas indevidamente, já que não podem ir para o lixão ou mesmo para um aterro sanitário, exigindo o recolhimento pelo fabricante, o que até agora nada foi feito, em que pese o já elevado consumo e as regulamentações da nova Lei de Resíduos Sólidos, que ainda não funcionam.

    Elas possuem mercúrio (elemento químico) e fósforo em sua composição. É classificada como contaminante químico. Caso tenha destino inadequado, a lâmpada fluorescente pode poluir o ar, solo, lençóis freáticos, rios, chuvas, animais e o homem, comprometendo a cadeia alimentar. Deve ser destinada a empresas de reciclagem. (Wikipédia)

    O que, como disse acima, ainda não ocorre.

    Claro que a diferença de consumo de energia entre as duas é significativo, mais os fatores complicadores para a saúde e o meio ambiente, não justificam o risco. A solução seria o desenvolvimento de uma tecnologia tão eficiente no consumo, mas, segura no que se refere aos problemas apresentados.

    Ao se adotar esta opção, sob força da lei, como já fez a União Europeia, gera a acomodação e é um desestímulo à procura por solução ecologicamente correta e sustentável.

    Publicado originalmente em (metanoverde)

  • Atividades humanas provocam terremotos

    10 comentários

    por: Paulo Athayde, em MeioAmbiente, Tecnologia no dia 26/12/2011

    Canos bombeiam vapor quente em usina geotérmica, na China

    A intervenção do homem em sua tentativa de dominar a natureza, que é um paradigma de desenvolvimento anacrônico e comprovadamente ineficaz, e mesmo algumas delas teem um potencial de provocar reações radicais e destrutivas, inclusive o que vem demonstrando a escalada de fenômenos naturais cada vez mais letais.

    As mudanças climáticas, hipoteticamente provocadas pelas emissões de carbono fóssil na atmosfera é uma delas, embora hajam cada vez mais controvérsias.

    Sobretudo depois que se descobriu manipulação de dados para os adequarem às teorias sobre o aquecimento, além de cada vez mais cientistas climáticos as considerarem como resultado do próprio metabolismo do planeta, logo natural, além das pouco consideradas e/ou divulgadas influências das atividades solares sobre o clima no planeta.

    Leia tambem: Terremotos podem ser “induzidos” pelas atividades humanas no meio ambiente?

    A construção da maior usina hidrelétrica do mundo, a Três Gargantas, na China, em área com certa “fragilidade sísmica”, já provocou terremotos na região, e promete mais.

    Outra fonte de produção de energia utilizada por muitos países é a geotérmica, quando se injeta água sob grande pressão a quilômetros de profundidade sobre rochas quentes, provocando a formação do vapor d’água superaquecido que é utilizado em usinas termoelétricas.

    O processo tem provocado terremotos, ainda, de baixa magnitude, como já ocorre na Alemanha, Reino Unido e Suiça, por exemplo, o que vem provocando reações crescentes ao uso desta tecnologia o que pode inviabilizá-la.

    Isso só para ficar nestes exemplos.

    Como vê, o “domínio da natureza” trás certos riscos, e só ultimamente o homem parece começar a levar mais à sério. (metanoverde)


  • Os celulares podem ser responsáveis pelo desaparecimento das abelhas

    0 comentários

    por: Paulo Athayde, em ConscienciaAmbiental, Gente & Bichos, MeioAmbiente no dia 28/05/2011

    Um estudo recente feito pelo Instituto Suíço de Tecnologia, atribui aos sinais de celulares um dos responsáveis por afetar o desenvolvimento das colmeias ou mesmo pela morte oudesaparecimento das abelhas. É o novo vilão que pode comprometer seriamente a produção de alimentos, ligada diretamente ao trabalho das abelhas.

    As abelhas seriam extremamente sensíveis aos campos eletromagnéticos pulsados gerados pelos celulares, ou seja, o celular confunde as abelhas em seu senso de orientação, inclusive impedindo que consigam localizar o enxame e voltar à colmeia.

    Com o aumento do número de celulares, tudo indica que as abelhas os terão cada vez mais perto.

    Este estudo levanta uma questão muito séria, que vem a se somar às preocupações como o excesso de pesticidas nas plantações que vem reduzindo drasticamente o número de outros insetos, tambem polinizadores como as abelhas, ou seja, o que fazer para livrá-las dos celulares, já que na agricultura, em principio teríamos alguma perspectiva de mudança?

    Leia tambemPorque as abelhas estão desaparecendo?

    Pelo visto, se existe uma solução, ela ainda não está à vista, ao contrário das abelhas que vem desaparecendo muito rapidamente, com as perspectivas previstas sobre a produção de alimentos, como falamos acima.

    Fonte: Mashable

    Publicado originalmente em Metanoverde

  • Bicicleta é o meio de transporte ideal

    2 comentários

    por: Paulo Athayde, em ConscienciaAmbiental, Dicas Ambientais, MeioAmbiente no dia 21/03/2011

    Em certo sentido, a bicicleta é um meio de transporte perfeito, notadamente, nestes tempos em que alguns dos grandes problemas que nos afetam podem ser equacionados ou resolvidos, com o uso de um recurso tão eficiente como prazeroso.

    Primeiro, o problema da mobilidade, mesmo, nas grandes cidades com o excesso de veículos; a questão do meio ambiente com emissões de gases de efeito estufa dos veículos e a falta ou pouca mobilidade das pessoas que, associada a hábitos alimentares pouco saudáveis, vem trazendo o sobrepeso e doenças associadas como o diabetes e doenças cardiovasculares.

    Mesmo ficando somente nestes exemplos e vantagens, é de estranhar que as administrações municipais continuem  privilegiando o automóvel, o que deixa a bicicleta, literalmente, inviável, já que não cria ou desenvolve uma infraestrutura adequada, como ciclovias por exemplo, que permita o seu uso sem riscos para a população que mesmo como opção de lazer, continua uma pratica de risco.

    Mais pela qualidade de vida nas cidades e de seu habitantes, o uso da bicicleta vem crescendo em todo o mundo, principalmente nas grandes cidades, com a criação de infrestrutura e legislação adequadas, além do sistema de bicicletas publicas gratuitas e de aluguel, o que ainda não se vê em nenhuma cidade brasileira de medio e grande porte.

    Leia artigos relacionados:

    * Bicicleta contra o aquecimento global, o ganho de peso e pelo meio ambiente;
    * Paris, a cidade das bicicletas;
    * Como começar a reduzir a sua pegada ecológica.