A atitude de uso e abuso dos recursos naturais vem deixando um saldo de descarte, de lixo, no meio ambiente, no planeta que só tende a se agravar.
Temos o lixo convencional, doméstico e industrial, urbano no meio ambiente: “Lixão em Nova York, a maior “obra” humana vista do espaço”.
O lixo no meio ambiente marinho, que tem o seu maior expoente detectado no Oceano Pacífico, como comentamos no artigo:”Lixão gigante no Oceano Pacífico”.
O Lixão Espacial, de sucata de satélites e foguetes, sem falar nos dejetos sanitários da estação espacial, que ainda bem que não andam caindo por aí, que você lê: “O planeta Terra e o lixão espacial”.
O lixo nuclear com seu poder destrutivo, latente, enterrado, sabe-se lá onde, que só tende a aumentar com a retomada da construção de usinas nucleares.
Leia:”Energia nuclear. Crise energética minimiza os risos e ‘ressuscita’ antigos projetos de usinas”
O e-lixo ou e-waste, o lixo tecnológico com seus vários componentes tóxicos, que aumenta vertiginosamente na esteira das inovações tecnológicas e no descarte precoce de aparelhos tornados obsoletos pelo modismo e concorrência das empresas de tecnologia.
Leia:”O descarte de baterias de celular no meio ambiente, a contaminação da água e os risos para a saúde”.
E, finalmente, para honrar a nossa atitude básica de produzir lixo de todo tipo, o lixo virtual. É isso mesmo! O lixo virtual, que são os milhões de blogues, sites, e-mails e perfis em redes sociais, abandonados, que já infestam a “estratosfera virtual”.
Como vê, a atitude é a mesma. De uso, abuso e descarte irrefletido e inconsequênte.
