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	<title>ruiz</title>
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		<title>Hip3rorgânicos: uma análise afetiva</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[“É possível ser entusiasta sobre o uso contextualizado das novas tecnologias ao mesmo tempo sendo crítico à ideologia do progresso tecnológico que polui até mesmo tecno culturas de resistência” – Tapio Mäkelä Há muitas maneiras de se observar e relatar um evento. Aqui, vou focar no que mais me chamou a atenção dentro da minha [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 120px">“<em>É possível ser entusiasta sobre o uso contextualizado das novas tecnologias ao mesmo tempo sendo crítico à ideologia do progresso tecnológico que polui até mesmo tecno culturas de resistência” – Tapio Mäkelä</em></p>
<p style="padding-left: 120px"><em><br />
</em></p>
<p>Há muitas maneiras de se observar e relatar um evento. Aqui, vou focar no que mais me chamou a atenção dentro da minha participação na versão soteropolitana do simpósio Hip3orgânicos, durante a segunda quinzena de outubro, 2012.</p>
<p>Uma das principais características do evento, importante de ser apontada aqui, é a telepresença. Disponível desde a década de 1990, a telepresença se refere a um conjunto de tecnologias que permita que as pessoas distantes geograficamente se sintam presentes em um mesmo lugar, que dê a aparência de estarem presentes, que cause o efeito sensório de estarem presentes. Necessita que os estímulos dos usuários desses sistemas sejam afetados de tal forma que traga a sensação de compartilhar o mesmo ambiente físico. Adicionalmente, aos mesmos usuários, deve-se possibilitar que afetem os espaços remotos. Para isso, a informação deve correr em todos os sentidos entre o usuário e sua localização remota. Aplicações populares podem ser vistas na telepresença via videoconferência, hoje disponível até em aparelhos celulares e dispositivos móveis.</p>
<p>A Telepresença proposta e aplicada buscava a troca sensória-máquínica,<a href="http://hiperorganicossalvador.wordpress.com/2012/10/17/robotofagia-hyperorganismos-interacoes-assincronas-e-reflexao-sobre-hiperorganicos-ensaio/" target="_blank"> tão bem descrita no texto de Glerm Soares</a>.</p>
<p>Aqui, vamos procurar analisar os efeitos dessa telepresença proposta no campo das relações humanas.</p>
<p>Com o intuito claro da troca de dados OSC – Open Sound Control: protocolo de comunicação entre softwares, instrumentos musicais e demais dispositivos equipados com tal tecnologia –, as dificuldades técnicas apresentadas durante o primeiro e segundo dia de experimentações para a conexão entre o node Rio de Janeiro, impulsionou nos participantes de todos os outros nodes o uso de todas as tecnologias disponíveis até então para comunicação, para troca de impressões e informações, sobre o evento. Aplicativos de troca de textos via celular, salas de irc, mensagens por e-mail, chats e todos os outras penduricalhos tecno comunicacionais tomaram parte do cenário de telepresença que envolveu o encontro.</p>
<p>Aqui é onde acredito que se deu a parte mais importante de trocas do evento. Foi saboroso perceber, que em meio a todas essas conversas em paralelo e simultâneas, mensagens institucionais de posicionamento do evento e composições musicais marginalizadas, conseguia-se afetar a todos os participantes, em seus respectivos entornos geográficos, com a mesma troca afetiva, ou bem próxima, das que se consegue em eventos de arte e tecnologia onde todos se fazem presentes fisicamente em um mesmo espaço.</p>
<p>Fabiane Borges e Alexandre Freire, na agradável análise metodológica que fazem de eventos como processos de imersão e aprendizado <em><a href="http://culturadigital.br/biodigital/files/2009/11/producao_e_politica.pdf" target="_blank">Produção também é política: táticas para produção de pequenos encontros</a>,</em> afirmam que:</p>
<p style="padding-left: 60px">“<em>Há algum tempo vêm se definindo nas práticas coletivas algumas outras formas de produção de encontros/eventos que não se fixam nem em super institucionalidade nem em descompromisso, mas que habitam entre essas coisas, que fazem dos seus métodos uma estrutura política que contribui para um pensamento político maior, que provoca pequenos processos democráticos (…) construindo ambientes propícios para a liberação de fluxos, agenciamento de devires, fluência de potenciais, conexão de desejos, necessidades, desenvolvimento de ritmos, remixagem de papéis sem centro catalizador (&#8230;)”</em></p>
<p>E, um pouco à frente, salientam:</p>
<p style="padding-left: 60px">“ <em>Uma imersão é um recorte do mundo, com todas nuances que ele tem.”</em></p>
<p>É importante notar que o surgimento da internet inspirou uma orgia do hype mcluhanista que – após os acontecimentos da década de 1990 da bolha dotcom – parece hoje absurdo. Vale também notar que, muito mais próximo de nós, Manuel Castells analisou a net como um “espaço de fluxos” que existia fora do mundo físico. Em contraste, as atuais tecnologias de mídia locativa criam os “espaços de lugares” que conecta as pessoas com seu entorno geográfico. No início da segunda década desse milênio, <em>devemos combinar o tecno otimismo mcluhanista com o desdenho e o tecno pessimismo deleuziano </em>(BARBROOK:2011). Se não queremos ser aprisionados por esses f<em>uturos imaginários</em> devemos criar os nossos próprios – e melhores – futuros. Acima de tudo, devemos confiar na nossa habilidade para modelar as tecnologias de telepresença locativa. As reflexões e afecções promovidas pelo Hip3rorgânicos muito colaboraram para esse objetivo.</p>
<p><em>Olinda, primavera de 2012.</em></p>
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		<title>Video-tutorial web radio com IDJC</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/ruiz/2010/12/06/video-tutorial-web-radio-com-idjc/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 12:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Fizemos após os estudos com o Internet DJ Console, ótimo software para stream de áudio. O servidor usado é o estudiolivre.org. Postem aqui nos comentários suas dúvidas. [vimeo 17521483 tutorial webradio]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fizemos após os estudos com o Internet DJ Console, ótimo software para stream de áudio. O servidor usado é o estudiolivre.org. Postem aqui nos comentários suas dúvidas.</p>
<p>[vimeo 17521483 tutorial webradio]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rio 40 Caos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 11:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[tuxaua]]></category>

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		<description><![CDATA[ontem ela sentiu necessidade de voltar. radio madame satan &#8211; transmitido ao vivo da agencia mídia livre by felipecastro ela, que conhece as ruas como o bom e velho exu, que circula por entre os desgarrados e desalmados, pelos desumanizados. ela, que se defende com os proprios punhos, que não é homem nem mulher, pois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>ontem ela sentiu necessidade de voltar.</p>
<p>      <span><a href="http://soundcloud.com/felipecastro/radio-madame-satan-transmitido-ao-vivo-da-agencia-midia-livre">radio madame satan &#8211; transmitido ao vivo da agencia mídia livre</a> by <a href="http://soundcloud.com/felipecastro">felipecastro</a></span> </p>
<p>ela, que conhece as ruas como o bom e velho exu, que circula por entre os desgarrados e desalmados, pelos desumanizados.</p>
<p>ela, que se defende com os proprios punhos, que não é homem nem mulher, pois são todos, ela, que é a alegria despojada de viver dos que não têm mais nada. Ela, que é Madame, no meio do Caos, sentiu vontade de voltar. E Voltou.</p>
<p>No Ar. Direto da L.A.P.A. Coração pulsante da babilônica guanabara. A Madame dos que não têm voz.</p>
<p>Rádio Madamẽ Satã: De volta com 4 horas de transmissão ontem, com a presença de tuxauas, pontos de cultura, secretarias estaduais, MCs, jovens moradores da Rua, Intelectuais, Radialistas, Punks, Rastas, Orixás.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_AbZFdLqYbrk/TPB9GZdKfBI/AAAAAAAAAxE/4oueVgmdewk/s1600/DSC01177.jpg" alt="" width="675" height="506" /></p>
<p>Coração Pulsante de Paz, Amor, Alegria. Nas ondas do Rádio e pela internet. Cidade Caos.</p>
<p>E continuamos na mesma frequência positiva de ontem, difundindo o amor.</p>
<p>Amor, sapiência, paz. São nossas únicas armas para lutar.</p>
<p>Ontem, nós as usamos.</p>
<p>Valeu, Madame Satã!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_AbZFdLqYbrk/TPB-hbFCuwI/AAAAAAAAAxk/rMpMLttwJj8/s1600/DSC01212.jpg" alt="" width="675" height="506" /></p>
<p>No blog da Madame:</p>
<p>Nos dias 25 e 26 de novembro a rádio Madame Satan hospedou a oficina de cultura digital realizada pela secretaria de cultura para os pontos de cultura.<br />
Nestes dois de dias de interação e troca em fluxo, diversas frentes foram ativadas e a galera colocou a mão na massa.</p>
<p>Tivemos oficina de sofware livre que mostrou a facilidade da migração para o Linux, repositórios, pacotes e familiarizou a galera com o terminal.</p>
<p>No dia seguinte tivemos uma oficina de streaming de rádio, ação que resultou em um programa que foi veiculado durante 5 horas com diversas inserções de processos criativos de grupos presentes.</p>
<p><a href="http://www.radiomadamesata.org/2010/11/encontro-cultura-digital-2526-novembro.html">Mais no blog da Radio Madame Satã</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gravações em Vitória da Conquista</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/ruiz/2010/11/10/gravacoes-em-vitoria-da-conquista/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 15:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Transmissão Rádio Amnésia durante Festejos do aniversário da cidade de Vitória da Conquista &#8211; Bahia Bia Novaes e Iracema Miller by ruiz choro Samba de artista]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Transmissão Rádio Amnésia durante Festejos do aniversário da cidade de Vitória da Conquista &#8211; Bahia</p>
<p>      <span><a href="http://soundcloud.com/user2468414/bia-novaes-e-iracema-miller">Bia Novaes e Iracema Miller</a> by <a href="http://soundcloud.com/user2468414">ruiz</a></span> </p>
<p><span><a href="http://soundcloud.com/atacd/choro">choro</a> </p>
<p><span><a href="http://soundcloud.com/atacd/samba-de-artista">Samba de artista</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>E-mail para TT Catalão</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 16:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[caro tt. catalao este email visa elucidar falhas de comunicação que estao rolando entre alguns envolvidos com os pontos de cultura e o programa cultura viva Após uma boa conversa com um de seus melhores funcionarios, caetano ruas, vimos que estamos tendo varias problemas de comunicação por coisas bem simples, e ele me sugeriu enviar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>caro tt. catalao</p>
<p>este email visa elucidar falhas de comunicação que estao rolando entre alguns envolvidos com os pontos de cultura e o programa cultura viva</p>
<p>Após uma boa conversa com um de seus melhores funcionarios, caetano ruas, vimos que estamos tendo varias problemas de comunicação por coisas bem simples, e ele me sugeriu enviar esse email pra ficar tudo mais fácil. Achei a idéia ótima, tanto que a acato.</p>
<p>O maior problema que tentei levantar em todos essas conversas foi a falta de informações oficiais por parte da SCC em relação ao processo do atraso de pagamentos. Uma nota no site, um ofício assinado por voce, teriam sido suficientes. É só isso. É simples.</p>
<p>Mas além, o email é uma proposta para que a SCC faça um boletim semanal de suas atividades, publique lá no site, pra gente poder acompanhar mais de perto todos os difíceis processos que estão atravessando.</p>
<p>espero que esse email solucione dezenas de falhas de comunicação.</p>
<p>na paz, galera.</p>
<p>só pode dar dilma, claro.</p>
<p>há braços,</p>
<p>ruiz</p>
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		</item>
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		<title>Oficinas mimoSa durante o Curta-se 10</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 21:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[curta-se]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[tuxaua]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as produções, como a panoramica da visita à laranjeiras &#8211; clique aqui  &#8211; http://ruiz.descentro.org/360laranjeiras: Produzimos também alguns filminhos: e também esse filminho aqui: E logico que fizemos uma mimoSa, olha ela aqui: gravava audio e video, trocava os efeitos visuais da filmagem conforme a voz do contador de histórias e era cheia de pinduricalhos. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira as produções, como a panoramica da visita à laranjeiras &#8211; <a href="http://ruiz.descentro.org/360laranjeiras">clique aqui  &#8211; http://ruiz.descentro.org/360laranjeiras</a>:</p>
<p><img src="http://curtase.org.br/wp-content/gallery/abertura-da-oficina-de-conteudos-digitais/snapic-curtase-dia14-manha-012.jpg" alt="" width="480px" /></p>
<p><img class="alignnone" title="mimosa" src="http://curtase.org.br/wp-content/gallery/abertura-da-oficina-de-conteudos-digitais/snapic-curtase-dia14-manha-003.jpg" alt="" width="533" height="800" /></p>
<p><img class="alignnone" title="mimosinha" src="http://curtase.org.br/wp-content/gallery/abertura-da-oficina-de-conteudos-digitais/snapic-curtase-dia14-manha-006.jpg" alt="" width="800" height="533" /></p>
<p>Produzimos também alguns filminhos:</p>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bFTAWciM_SU?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/bFTAWciM_SU?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>e também esse filminho aqui:</p>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/n_jHvdOC11Y?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/n_jHvdOC11Y?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E logico que fizemos uma mimoSa, olha ela aqui:<br />
<a href="http://www.culturadigital.br/ruiz/files/2010/10/MiMoSA_SE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102" title="mimosa curta-se 10 anos" src="http://www.culturadigital.br/ruiz/files/2010/10/MiMoSA_SE-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>gravava audio e video, trocava os efeitos visuais da filmagem conforme a voz do contador de histórias e era cheia de pinduricalhos. Valeu Aracaju!</p>
<p><img class="alignnone" title="oficina" src="http://curtase.org.br/wp-content/gallery/abertura-da-oficina-de-conteudos-digitais/snapic-curtase-dia14-manha-010.jpg" alt="" width="800" height="508" /></p>
<p><a href="http://curtase.org.br/2010/09/oficina-de-conteudos-digitais-traz-novidades-para-alunos-sergipanos/">Leia mais sobre a oficina &#8211; http://curtase.org.br/2010/09/oficina-de-conteudos-digitais-traz-novidades-para-alunos-sergipanos/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A culpa é dos Pontos!</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/ruiz/2010/10/07/a-culpa-e-dos-pontos-tt-catalao/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 13:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Questionado sobre os atrasos no repasse, o secretário tt catalão Coloque fone de ouvido que está mal o audio pergunta: resposta:]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Questionado sobre os atrasos no repasse, o secretário tt catalão </p>
<p>Coloque fone de ouvido que está mal o audio</p>
<p>pergunta:<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5PyzYIvDzfI?hl=pt&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5PyzYIvDzfI?hl=pt&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>resposta:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ujv8gJDI-5o?hl=pt&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Ujv8gJDI-5o?hl=pt&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>semuSSum Brasil e coco da umbigada</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/ruiz/2010/08/11/semussum-brasil-e-coco-da-umbigada/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 00:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Gravamos, mixamos e masterizamos lá, na alegria, no terreiro da umbigada, semussum rulez! Boa noite da umbigada by amnesiadiscos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Gravamos, mixamos e masterizamos lá, na alegria, no terreiro da umbigada, semussum rulez!<br /><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Famnesiadiscos%2Fboa-noite-da-umbigada&amp;secret_url=false"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Famnesiadiscos%2Fboa-noite-da-umbigada&amp;secret_url=false" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/amnesiadiscos/boa-noite-da-umbigada">Boa noite da umbigada</a> by <a href="http://soundcloud.com/amnesiadiscos">amnesiadiscos</a></span> </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Listen to Jah music!</title>
		<link>http://www.culturadigital.br/ruiz/2010/06/28/listen-to-jah-music/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 16:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Jah]]></category>
		<category><![CDATA[reggae]]></category>

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		<description><![CDATA[rockers control + daniel ganjaman + instituto. Eu amo muito tudo isso! Rockers Control + Instituto + Curumin by danielganjaman]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>rockers control + daniel ganjaman + instituto. Eu amo muito tudo isso!</p>
<p><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fdanielganjaman%2Frockers-control-instituto-curumin"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fdanielganjaman%2Frockers-control-instituto-curumin" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/danielganjaman/rockers-control-instituto-curumin">Rockers Control + Instituto + Curumin</a> by <a href="http://soundcloud.com/danielganjaman">danielganjaman</a></span> </p>
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		<title>Laboratórios de Experimentação em Cultura Digital, as Gangues e a Indústria Criativa</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 16:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[por Ricardo Ruiz e Cary Grant Nas “facções” temidas por Hobbes é possível encontrarmos um caminho a seguir. Uma (e não A) multitude de pessoas agindo transversalmente ao (e não por fora do) Estado, do bem comum, e de outras instituições (e facções), não necessariamente contra qualquer um deles, mas de acordo com suas próprias [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt } 		P.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt } 		P.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 		A.sdfootnoteanc { font-size: 57% } --><em>por Ricardo Ruiz  e Cary Grant</em></p>
<p><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cary_Grant"><img class="alignnone" title="cary grant" src="http://cinemagia.files.wordpress.com/2008/10/cary_grant.jpg" alt="" /></a></em></p>
<p><em> </em></p>
<blockquote><p><em>Nas  “facções” temidas por Hobbes é possível encontrarmos um caminho a  seguir. Uma (e não A) multitude de pessoas agindo transversalmente ao (e  não por fora do) Estado, do bem comum, e de outras instituições (e  facções), não necessariamente contra qualquer um deles, mas de acordo  com suas próprias idéias. Isso é o que eu quero chamar aqui de &#8216;gangue&#8217;.  O formato das redes permite para tais gangues unir não somente  territorialmente, mas também através de setores, transversalmente, pelas  práticas, idéias e objetivos.</em></p>
<p><em>J.J.  King</em></p></blockquote>
<p>Esse texto é uma série de pequenas reflexões a respeito da construção  e manutenção de uma Rede de Laboratórios de Experimentação em Cultura  Digital, ou RedeLabs, no território brasileiro, levantando considerações  econômicas, sociais e ecológicas. Propõe ampliar o debate sobre o tema e  também propor algumas possibilidades.</p>
<p>Inevitável, ao se falar em Laboratórios de Experimentação em Cultura  Digital, portanto, laboratórios de mídia, focarmos primeiramente (e às  vezes exclusivamente) nas questões que envolvem o já escovado conceito  de Indústria Criativa. Caracterizado como um efeito do acelerado  desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), o  termo foi cunhado pelas Secretarias de Cultura do governo britânico de  Tony Blair durante a década de 1990, e procurava abarcar os novos (e  inúmeros) produtores de conteúdo (música, vídeos, festivais, design,  obras de arte, softwares, peças de teatro etc) que afloravam em  Londres  <a name="sdfootnote1anc" href="#sdfootnote1sym"><sup>1</sup></a>pelas mãos de uma nova  classe de trabalhadores intelectuais (chamados na última década de  diferentes nomes como <em>New Independents</em>, <em>E-lancers</em>, <em>Multitude</em>,  <em>New Barbarians</em>, <em>Bobos</em>, <em>Free Agents</em>, <em>Cibertariado</em>,  <em>Netocracia</em> entre outros<a name="sdfootnote2anc" href="#sdfootnote2sym"><sup>2</sup></a>) que cada vez mais  inundavam o país com empregos e estufavam o PIB nacional de libras  esterlinas. Desde então, o termo inunda estudos sobre cultura,  comunicação, internet e economia.</p>
<p>No Brasil, durante a mesma década de 1990, o governo de Fernando  Henrique Cardoso buscava restaurar o sucateado Ministério da Cultura,  extinto durante todo o breve governo de Fernando Collor de Mello<a name="sdfootnote3anc" href="#sdfootnote3sym"><sup>3</sup></a>. Acreditando num Poder  Público capaz de direcionar os produtos comerciáveis da ainda tão ativa  Indústria Cultural tupiniquim, o novo Ministério foi composto em  Secretarias responsáveis pelos então “segmentos da cultura”: Cinema e  Vídeo, Teatro e Dança, Audiovisual, Belas Artes, Patrimônio Histórico e  Bibliotecas. Em 1999, o Ministério da Cultura, em parceria com a Fundação  João Pinheiro, lança um estudo que mostra dados empíricos sobre a  quantidade e a qualidade dos empregos gerados pelo segmento Cultural no  país, bem como do valor agregado ao PIB nacional por este mesmo  segmento. Apoiado por suas ideologias neoliberais, o estudo apontava os  benefícios de empresas, públicas e privadas, em apoiarem a cultura ao  invés de utilizarem formas mais tradicionais do marketing publicitário  (anúncios, spots de rádio, comerciais de TV etc). A Lei Rouanet era  proclamada então como uma ótima alternativa para a reconstrução dos  apoios (através do mecenato) e de uma própria política cultural  brasileira.<a name="sdfootnote4anc" href="#sdfootnote4sym"><sup>4</sup></a></p>
<p>Com o novo governo de Luís Inácio Lula da Silva, impulsionado pela  administração do ministro pop-star da Indústria Cultural Gilberto Gil, o  Ministério da Cultura aposta em potencializar, então com apenas 1% do  orçamento desse Ministério (R$ 4 milhões), um conceito mais amplo e  antropológico do termo “Cultura”: surge então o programa Cultura Viva e  os Pontos de Cultura &#8211; muito mais construído em parceria com diversos  segmentos da sociedade civil cultural brasileira do que dentro dos  gabinetes modernistas da capital federal. No programa, as “questões  referentes à democratização do acesso da produção e à  valorização das  experiências locais e da diversidade cultural são enunciadas  com total  clareza e estão sintonizadas com demandas e valores contemporâneos  na  área cultural. O programa também reformulava os papéis e a atuação do   Estado, ao procurar ampliar os espaços públicos de compartilhamento de   decisões e execução de políticas com a sociedade, estando, portanto,  adequados às proposições de democratização, participação e transparência   na gestão dos recursos.”<a name="sdfootnote5anc" href="#sdfootnote5sym"><sup>5</sup></a></p>
<p>A seguinte reflexão era levantada pelos gestores culturais na época:</p>
<blockquote><p><cite>O Programa tem uma conotação comunitarista<a name="sdfootnote6anc" href="#sdfootnote6sym"><sup>6</sup></a> e prenuncia um novo   paradigma de política pública cultural, muito pouco explorado e  desenvolvido  em experiências concretas de reorganização da atuação do  Estado. Esse  paradigma pressupõe uma ampla base de organização e de  iniciativas  autônomas da sociedade civil, que repercuta na dinamização  da ação pública estatal. Entretanto, ainda se conhece pouco dessas  experiências e é possível  que elas ganhem visibilidade ou organicidade a  partir de iniciativas como a  do próprio Programa Cultura Viva.<a name="sdfootnote7anc" href="#sdfootnote7sym"><sup>7</sup></a></cite></p></blockquote>
<p>Além de disponibilizar recursos diretamente  para centros culturais  ou outros lugares produtores e difusores da cultura no País (como  terreiros de candomblé, grupos de capoeira, espaços de preservação  ambiental etc), o Programa Cultura Viva também concederia Kits  Tecnológicos para a produção multimídia utilizando-se de software livre,  bem como momentos de encontro e fortalecimento das Redes de afinidades  que se formavam e para a troca de conhecimentos, valorizando na mesma  superfície plana<a name="sdfootnote8anc" href="#sdfootnote8sym"><sup>8</sup></a> saberes tecnológicos com  saberes tradicionais, produção midiática e xamanismo, histórias e  estórias.</p>
<p>Conscientemente, o Ministério da Cultura, amplamente apoiado pela  sociedade civil, fortalecia uma cadeia de organizações sociais e  indivíduos capazes de estabelecer a “Indústria Criativa” no Brasil:  produtores de conteúdos midiáticos e atores sociais responsáveis por  movimentar a iconoclástica civilização do século XXI. Porém, dentro do  próprio Ministério, sabia-se que Indústria Criativa não se tratava  apenas em produzir subjetividades – coletivas e individuais – para  veiculação e venda de produtos culturais, embora muitas vezes isso fosse  encarado como uma constante<a name="sdfootnote9anc" href="#sdfootnote9sym"><sup>9</sup></a>. O próprio site do  Ministério da Cultura, na seção de Economia da Cultura, anuncia que  “Economia Criativa inclui a cultura, a criatividade e o conhecimento em  seu processo de produção, independente de ter finalidade cultural.”<a name="sdfootnote10anc" href="#sdfootnote10sym"><sup>10</sup></a> Mais do que apoiar a  construção de nós produtores de mídia e conteúdo cultural, o Ministério  da Cultura brasileiro funcionava, ele mesmo, e na medida do possível,  como uma Indústria Criativa: ao invés de manterem secretarias gestoras  de segmentos já tão orgânicos e mesclados da cultura (como Secretaria de  Belas Artes, Secretaria de Dança e Teatro etc), apostava em uma rede  descentralizada e espalhada de produtores e gestores culturais  funcionando em suas localidades e, sempre que possível, colaborando no  todo.  Ao invés de uma hierarquia rígida e uma linha de produção montada  entre todos os atores culturais do país, preferiu um esquema de  trabalho mais colaborativo entre todos os atores envolvidos, alterando  hierarquias, e uma cadeia de produção que não se encerrava no produto  final, ao contrário, potencializava os processos. E, crucialmente, ao  invés de apoiar a ferramenta principal da Indústria Cultura, o <em>copyright</em>,  estimulava as trocas como ponto culminante no processo cultural,  tornando o produto final, assim, no diálogo, na troca de saberes, de  informações burocráticas, de afetos. Esse funcionamento criativo do  Ministério foi fundamental para a construção e transformação das  identidades culturais e tomou um primeiro passo para a consolidação da  comunidade cultural da América Latina no século XXI.</p>
<p>Voltemos aos Laboratórios de Experimentação em Cultura Digital e sua  possível relação com as Indústrias Criativas. No final de outubro de  2009, em Lisboa, o SUDOE – Programa de Cooperação Territorial do  Sudoeste Europeu (que compreende os países de Portugal, Espanha e  França) – organizou um seminário intitulado “Promover a Criatividade, a  Inclusão Social e o Crescimento: Explorar o potencial das  indústrias  criativas ”. O folheto de apresentação trazia a seguinte descrição sobre  o tema:</p>
<blockquote><p><cite>As indústrias criativas são, com efeito, um elemento  fundamental da nova economia do conhecimento e devem ser utilizadas como  maneira essencial de criar valor acrescentado num contexto de crise  global. Por outro lado, é fulcral promover um crescimento sustentável,  que exige uma melhor integração social e uma utilização mais completa do  potencial dos cidadãos comunitários. Neste contexto, o objectivo do  seminário seria estudar o modo como a inclusão social e o talento das  pessoas podem ser utilizados da melhor forma para explorar o potencial  das indústrias criativas, a fim de reforçar a produtividade e a  competitividade européia.<a name="sdfootnote11anc" href="#sdfootnote11sym"><sup>11</sup></a></cite></p></blockquote>
<p>Já em junho de 2010, o programa SUDOE apoiou mais 223 projetos para  compor a vasta lista de patrocínios  oferecidos pela entidade.<a name="sdfootnote12anc" href="#sdfootnote12sym"><sup>12</sup></a> As prioridades apoiadas  são, segundo o site do programa:</p>
<ul>
<li>Inovação : para projetos de 	inovação tecnológica e manutenção de  redes de pesquisa e 	informação;</li>
<li>Ambiente : para projetos focados na 	preservação do meio ambiente e a  geração de energias limpas;</li>
<li>Acessibilidade : para projetos 	estratégicos no desenvolvimento  policêntrico das cidades, como nas 	áreas de transporte, infraestrutura e  distribuição demográfica;</li>
<li>Desenvolvimento Urbano Sustentável: 	para projetos que proponham  sinergia entre as cidades e o campo e a 	produção e a valorização do  patrimônio cultural.<a name="sdfootnote13anc" href="#sdfootnote13sym"><sup>13</sup></a></li>
</ul>
<p>Como é possível perceber, a produção midiática – de signos,  significados, subjetividades e demais possíveis produções de expressões  culturais – é apenas uma parte do amplo emaranhado de empresas, grupos,  setores da sociedade, instituições acadêmicas e etc. que compõe o atual  quadro da Indústria Criativa do Sudoeste Europeu. Muito mais do que  produtores de material comerciável através dos meios, as supostas  Indústrias Criativas buscam novas formas de estruturação social,  econômica, empresarial etc. O que se busca são novos paradigmas para a  análise e o funcionamento da sociedade no século XXI, inflada com a  superpopulação, o desgaste ecológico, a concentração de renda, as  desigualdades intercontinentais, os abusos de poder e a democraticidade  possível com o advento das novas tecnologias. Visualizemos sob este  ponto de vista o funcionamento de uma Rede de Laboratórios de  Experimentação em Cultura Digital pelo país.</p>
<p>Com isto, é possível citar e analisar brevemente dois exemplos de  desenvolvimento, em diferentes áreas de atuação, da Indústria Criativa  nacional e a transversalidade com outros países menos fincados nas  ferramentas de análises e práticas remanescentes do século passado.</p>
<p>Durante a segunda metade da primeira década do século, um  imprevisível golpe foi aplicado contra os meios de comunicação de massa,  promovido pela ânsia mercadológica dos mesmos grandes meios: a  digitalização do sistema de transmissão de TV (o <em>broadcast)</em>.  Graças às possibilidades da digitalização, os moduladores dos sinais de  transmissão poderiam transportar uma quantidade muito maior de dados na  mesma faixa de frequência das ondas magnéticas produzidas pelas antenas  de transmissão. Nos Estados Unidos, país ainda tão fincado nos modelos  de negócios do século XX, a novidade tecnológica foi usada unicamente  para uma satisfação do consumo do <em>broadcast</em>: a melhora da  qualidade da transmissão do áudio e do vídeo. O mesmo fato ocorreu no  Japão, com alterações apenas nos sistemas de multiplexação e  codificação. E na Europa, uma pouca quantidade de interatividade foi  permitida nos aparelhos, dada a possibilidade de transmissão também de  dados a até 18Mbit/seg. nesse novo sistema de transmissão. No Brasil, um  amplo e caloroso debate entre sociedade civil, órgãos governamentais,  academia e inúmeras forças econômicas e políticas nortearam a construção  das normas para a radiotransmissão digital<a name="sdfootnote14anc" href="#sdfootnote14sym"><sup>14</sup></a>. Ao final, mesmo com  muito de sua capacidade limitada pelo <em>lobby</em> dos conglomeratos de  comunicação de massa, o sistema brasileiro de TV digital apresentava uma  novidade: o middleware<a name="sdfootnote15anc" href="#sdfootnote15sym"><sup>15</sup></a> Ginga<a name="sdfootnote16anc" href="#sdfootnote16sym"><sup>16</sup></a>. Funcionando sobre um  sistema operacional Linux (Fedora 7), trabalha através de sistemas de  APIs para a programação de aplicações diversas para a TV. Isso  possibilitou que o sistema fosse adotado na grande maioria dos países do  hemisfério Sul do planeta (que já adotaram a tecnologia), com suaves  diferenças nos sistemas para cada país. A flexibilidade desse conjunto  de softwares permite diferentes aplicações para os atuais aparelhos de  TV. Na Argentina, toda a capacidade no desenvolvimento de aplicações já  estão disponíveis (o que ainda não acontece no mercado brasileiro). No  Chile, dado o problema enfrentado por terremotos e tsunamis, os  aparelhos de TV rodando o sistema Ginga serão responsáveis por, no risco  de tsunamis, se auto ligarem com alarme anti-tsunami e apresentar em  sua tela a melhor rota de fuga para o alto das montanhas para cada um  dos habitantes, evitando congestionamentos e tumultos<a name="sdfootnote17anc" href="#sdfootnote17sym"><sup>17</sup></a>. Na Índia e na África do  Sul, busca-se adaptar o aparelho para a circulação de uma maior produção  regional nas telinhas. O aparelho ainda possui uma porta de  saída/entrada USB, o que amplia para um fator exponencial as  possibilidades de criação de aplicações para as TVs localmente ou em  redes locais e regionais. Sem o uso do software livre e as consequentes  liberdades na propriedade intelectual dos códigos computacionais e sem o  fortalecimento de uma rede acadêmica e da sociedade civil contando com  diversos atores espalhados pelo país e pensando descentralizadamente, o  desenvolvimento de tal ferramenta seria impossível. Obviamente, o  mercado de <em>broadcast</em> ainda tem fortemente incrustado em suas  raízes a Indústria Cultural e o modelo de comercialização em massa de  bens culturais proibidos de cópia e adaptação, mas se alterações forem  feitas nos modelos de negócios nesse segmento, serão feitas graças ao  sistema de middleware Ginga.</p>
<p>Também na segunda metade da década, um outro exemplo de laboratórios  impulsionantes da Indústrias Criativas surge, advindo da ideia de um  laboratório de mídia<a name="sdfootnote18anc" href="#sdfootnote18sym"><sup>18</sup></a>: Descentro – nó emergente  de ações colaborativas. Descentro caracteriza-se por um modo ético, e  não moral, no qual se exclui todo juízo a priori ou sistema de  julgamento fundado em referências ou reivindicações de qualquer espécie,  que pretende atingir, ao invés de um princípio de organização, um plano  imanente e emergente que encontre a própria unidade de composição das  relações no acontecimento simultaneamente múltiplo e singular, cuja  afirmação é expressão da própria potência que cresce sem centro.<a name="sdfootnote19anc" href="#sdfootnote19sym"><sup>19</sup></a> Nascida da necessidade de  diferentes atores em mídia e ativismo político se articularem, a  associação buscou  não seguir nenhum modelo pré-determinado de  instituição, e tem em seu estatuto uma tentativa de expressar  judicialmente novos formatos de funcionamento institucional: abrangência nacional (uma  vez que a desterritorialização ainda não é possível judicialmente);  uma hierarquia composta por dois conselhos: um deliberativo e um  consultivo, sem a figura de um só presidente ou representante legal; uso  intenso das TICs para a comunicação dos envolvidos como listas de  discussão e sítios colaborativos, assembleias via IRCs; e divulgação de  suas pesquisas e orçamentos em licenças livres na Internet. Acima de  tudo, o Descentro propõe, ainda, pesquisar os protocolos necessários  para o funcionamento colaborativo de um instituto de pesquisa do século  XXI, que utilize de seu objeto de estudo na constante reestruturação de  suas metodologias políticas, sociais e econômicas. Desenvolvem ações nos  campos da mídia, arte, meio ambiente, valorização cultural, cultura  digital, administração de servidores web e articulação política em  diversas esferas. Produzem subjetividade em campos tão diversos quanto o da  preservação ambiental, da comunicação livre e das metodologias de  implementação de políticas públicas. Além disso, seus membros operam  abertamente no formato que J.J. King define como uma “gangue”. Segundo  ela, uma vez que “(..)em toda parte, poderíamos dizer, as pessoas estão cada  vez menos convencidos da eficácia e relevância das organizações com  hierarquias de cima para baixo e cada vez mais convencidos da potência  dos atores em rede em trabalho transversal (isto é, não &#8220;dentro&#8221;, mas  não fora) entre eles” que “(..) essas condições sob o modelo capitalista  nos leva à uma estrutura parecida com a das gangues, (&#8230;) reabilitadas  como uma forma política ”<a name="sdfootnote20anc" href="#sdfootnote20sym"><sup>20</sup></a>. Muito embora contando  com um número limitado de associados, outras pessoas que possuem  similaridades com o formato estrutural e metodológico do Descentro  colaboram com a associação de alguma forma e, mesmo seus membros, se  distribuem em diversos outros setores da produção criativa brasileira,  bem como outras instituições públicas e privadas, direcionando sempre  que possível suas atividades cotidianas para a construção do coletivo.</p>
<p>Esses dois exemplos seriam impulsos para um possível formato de uma  rede distribuída de laboratórios de experimentação em cultura digital:  uma RedeLab, nós autônomos de pesquisa em áreas que vão do  desenvolvimento sustentável à produção midiática e tecnológica,  construindo entre eles “protocolos<a name="sdfootnote21anc" href="#sdfootnote21sym"><sup>21</sup></a>” de comunicação e  operação – como o intenso uso das tecnologias da informação (até mesmo  com o uso de algumas plataformas em comum), a generosidade intelectual, o fortalecimento de estruturas mais colaborativas e menos hierárquicas etc. – que permitam a  transversalidade entre eles, sem interferirem no funcionamento de cada  um. O apoio à uma Rede de Laboratórios em Experimentação em Cultura  Digital é também o apoio ao desenvolvimento da Indústria Criativa  nacional, e é de suma importância que tais laboratórios usem a  criatividade, a cultura e as TICs para a busca de soluções inovadoras  para os atuais problemas sociais, políticos, econômicos e ecológicos. É  também necessário a compreensão de que uma busca em comum dos  laboratórios é sua própria manutenção econômica, que explore além da  simplista troca comercial de bens imateriais por dinheiro, sem cair na  morosidade do assistencialismo estatal e que valorize, muito além das  cifras, a experiência, a alegria e o bem estar &#8211; de cada um e de todos.</p>
<p>Além disso, essa Rede de Laboratórios de Experimentação em Cultura  Digital deve atentar-se para alguns problemas já levantados nas relações  da nova Indústria Criativa. Volker Grassmuck, pesquisador alemão  atualmente residindo no Brasil, alerta para quatro problemas inerentes  das Indústrias Criativas<a name="sdfootnote22anc" href="#sdfootnote22sym"><sup>22</sup></a>:</p>
<ol>
<li>A exploração individual privada 	de recursos e saberes públicos;</li>
<li>Uma possível estratégia para 	cortar os gastos públicos para a  cultura e restringir a competição 	pelos bens criativos conectivos;</li>
<li>Posicionar a forma de trabalho 	precária de artistas e trabalhadores  da web como o modelo de 	trabalho do século XXI;</li>
<li>Mobilizar o “trabalho grátis” 	- ou a produção social &#8211; (modificação  e construção de fases e 	personagens nos jogos eletrônicos ou usuários  da web 2.0) para 	interesses corporativos.</li>
</ol>
<p>Contudo, algumas propostas podem ser pensadas desde já para os  problemas apresentados, e muitas outras devem surgir trilhando novas  soluções:</p>
<ol>
<li>O uso de licenças alternativas ao copyright são um bom princípio 	de  busca por soluções nessa área. Reconhecimento da autoria 	coletiva,  liberdade de uso não-comercial de obras e etc. Além 	disso, buscar novas  formas de expressão e de integração entre 	produtores e objetos. Essa  nova força  socio-político-econômica 	como motora de novos tipos de  relação, menos individualizados, com 	focos mais positivos nos objetivos  e com uma nova visão da arte. 	Isso passa por não fazer mais sentido a produção privada, através 	de  uma nova relação entre as pessoas e entre elas e seus 	trabalhos.  Trata-se, enfim, de desconstruir o sentido da apropriação 	privada com  uma nova construção interpessoal e entre as pessoas e 	o fruto de seus  trabalhos. Uma nova estética do sensível!</li>
<li>Aqui, o autor se preocupa com a força desse movimento em cortar os 	 custos do Estado  com cultura e inovações. Porém, no Brasil vemos 	já o  inverso.  O Estado financiou como nunca a produção 	descentralizada – o  mercado criativo &#8211;  e, ao mesmo tempo, manteve 	as grande produções  culturais e tecnológicas. Aqui, a solução é 	política,  ou seja, nunca  deixar que essas forças auto modeláveis, 	liquidas, substituam a  importância do Estado e do financiamento 	dele e de suas empresas  público-privadas.</li>
<li>A busca de uma solução, tanto dos atores envolvidos como dos 	órgãos  públicos responsáveis, que vão desde sistemas 	previdenciários  específicos para o setor, quanto para os formatos 	de patrocínio,  apoios, mecenatos e compra e venda de produção 	tecnológica e  intelectual focados num desenvolvimento econômico e 	social para o todo.  Para isso se faz necessária a desburocratização 	pra a troca de  pequenas quantidades de capitais, encontrando para 	isso protocolos  possíveis dessas trocas (como paypal etc.)<a name="sdfootnote23anc" href="#sdfootnote23sym"><sup>23</sup></a>;</li>
<li>Buscar alternativas de retornos possíveis das empresas privadas 	 para o público. Uma vez que as empresas buscam trabalho “grátis” 	de  seus consumidores, políticas podem ser estruturadas para que as 	mesmas  empresas retornem ao público benefícios, que podem ser, por 	exemplo, o  apoio à uma rede laboratórios de experimentação 	cultural, ou  preservação de áreas verdes para a educação 	ambiental etc.</li>
</ol>
<p>Acreditamos, portanto, que o apoio à uma Rede de Laboratórios Para a  Experimentação em Cultura Digital possa ter como seus objetivos a busca  de inovações tecnológicas, políticas, econômicas e sociais para os  desafios do nosso século. Para tanto, se faz fundamental a sinergia  entre todos os produtores, órgãos públicos, sociedade civil e empresas  do setor privado na busca por protocolos e objetivos em comum para o bem comum, sem  perderem nunca sua autonomia de produção, estruturação e gestão.</p>
<div id="sdfootnote1">
<p><a name="sdfootnote1sym" href="#sdfootnote1anc">1</a>INDÚSTRIAS 	CRIATIVAS E A VIRADA  CULTURAL, Pedro F. Bendassolli e Thomaz Wood 	Jr.. Disponível em <a title="http://www.cult.ufba.br/maisdefinicoes/INDUSTRIACRIATIVA.pdf" href="http://www.cult.ufba.br/maisdefinicoes/INDUSTRIACRIATIVA.pdf"> http://www.cult.ufba.br/maisdefinicoes/INDUSTRIACRIATIVA.pdf</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote2">
<p><a name="sdfootnote2sym" href="#sdfootnote2anc">2</a>Richard 	Barbrook faz um estudo com  todos os termos referentes às novas 	classes de trabalhadores existentes  desde o século XIX no seu livro 	THE CLASS OF THE NEW, disponível para  download em 	<a href="http://www.theclassofthenew.net/">http://www.theclassofthenew.net/</a> e para venda em <a title="http://www.metamute.org/en/the_class_of_the_new_1" href="http://www.metamute.org/en/the_class_of_the_new_1">http://www.metamute.org/en/the_class_of_the_new_1</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote3">
<p><a name="sdfootnote3sym" href="#sdfootnote3anc">3</a>IPEA 	- Política Cultural  no Brasil,  2002-2006:  acompanhamento e 	análise . Página 17. Disponível em 	 <a title="http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/cardenosdepoliticas/caderno02.pdf" href="http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/cardenosdepoliticas/caderno02.pdf">http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/cardenosdepoliticas/caderno02.pdf</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote4">
<p><a name="sdfootnote4sym" href="#sdfootnote4anc">4</a>Pesquisa 	Economia da Cultura – Resumo –  Fundação João Pinheiro. 	Disponível em 	 <a title="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/10/estudo-fund-joao-pinheiro.pdf" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/10/estudo-fund-joao-pinheiro.pdf">http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/10/estudo-fund-joao-pinheiro.pdf</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote5">
<p><a name="sdfootnote5sym" href="#sdfootnote5anc">5</a>IPEA 	- Política Cultural  no Brasil,  2002-2006:  acompanhamento e 	análise . Página 123.</p>
</div>
<div id="sdfootnote6">
<p><a name="sdfootnote6sym" href="#sdfootnote6anc">6</a>Não 	se trata de comunidade em sentido  clássico, ou seja, com grau de 	homogeneidade, tradicionalidade  e  territorialidade definida, mas se 	refere a espaços de solidariedade e  convívio e pode englobar a 	atuação de entidades estatais, associações,  organizações 	governamentais etc.</p>
</div>
<div id="sdfootnote7">
<p><a name="sdfootnote7sym" href="#sdfootnote7anc">7</a>IPEA 	- Política Cultural  no Brasil,  2002-2006:  acompanhamento e 	análise . Página 125.</p>
</div>
<div id="sdfootnote8">
<p><a name="sdfootnote8sym" href="#sdfootnote8anc">8</a>Para 	um estudo sobre a superfície e a  linguagem, ver Gilles Deleuze – 	<em>Á lógica do Sentido</em></p>
</div>
<div id="sdfootnote9">
<p><a name="sdfootnote9sym" href="#sdfootnote9anc">9</a>Ana 	Jaguaribe afirma que a Indústria  Criativa é ligada somente à 	produção de textos, imagens e símbolos.  JAGUARIBE, Ana. As 	Indústrias Criativas: Parâmetros para as Políticas  Públicas. In 	Workshop da UNCTAD sobre as Indústrias Criativas  Empreendedoras. 	São Paulo, 9 de  junho de 2004.</p>
</div>
<div id="sdfootnote10">
<p><a name="sdfootnote10sym" href="#sdfootnote10anc">10</a>Nanan 	Catalão – Ministério da  Cultura. Disponível em <a title="http://www.cultura.gov.br/site/2006/02/16/cultura-e-desenvolvimento/" href="http://"> http://www.cultura.gov.br/site/2006/02/16/cultura-e-desenvolvimento/</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote11">
<p><a name="sdfootnote11sym" href="#sdfootnote11anc">11</a>SUDOE 	– Open Days 2009. Folhet  prévio à conferência. Disponível em <a title="http://www.cultura.gov.br/site/2006/02/16/cultura-e-desenvolvimento/" href="http://www.cultura.gov.br/site/2006/02/16/cultura-e-desenvolvimento/"> http://ec.europa.eu/regional_policy/conferences/od2009/doc/pdf/le/fold_country/pt.pdf</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote12">
<p><a name="sdfootnote12sym" href="#sdfootnote12anc">12</a><a title="http://www.interreg-sudoe.eu/ESP/d/139/Los-Proyectos-SUDOE/Lista-de-beneficiarios" href="http://www.interreg-sudoe.eu/ESP/d/139/Los-Proyectos-SUDOE/Lista-de-beneficiarios">http://www.interreg-sudoe.eu/ESP/d/139/Los-Proyectos-SUDOE/Lista-de-beneficiarios</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote13">
<p><a name="sdfootnote13sym" href="#sdfootnote13anc">13</a><a title="http://www.interreg-sudoe.eu/PRT/d/112/Le-Programme-SUDOE/Quelles-sont-les-priorites-du-programme-" href="http://www.interreg-sudoe.eu/PRT/d/112/Le-Programme-SUDOE/Quelles-sont-les-priorites-du-programme-">http://www.interreg-sudoe.eu/PRT/d/112/Le-Programme-SUDOE/Quelles-sont-les-priorites-du-programme-</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote14">
<p><a name="sdfootnote14sym" href="#sdfootnote14anc">14</a>Veja 	mais em 	<a href="http://www.intervozes.org.br/publicacoes/revistas-cartilhas-e-manuais/TVDigital.pdf/view">http://www.intervozes.org.br/publicacoes/revistas-cartilhas-e-manuais/TVDigital.pdf/view</a> e também em <a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/SBTVD" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SBTVD">http://pt.wikipedia.org/wiki/SBTVD</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote15">
<p><a name="sdfootnote15sym" href="#sdfootnote15anc">15</a>Conjunto 	de ferramentas de software  que controlam um hardware específico.</p>
</div>
<div id="sdfootnote16">
<p><a name="sdfootnote16sym" href="#sdfootnote16anc">16</a>Veja 	mais em <a title="http://www.ginga.org.br/" href="http://www.ginga.org.br/"> http://www.ginga.org.br/</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote17">
<p><a name="sdfootnote17sym" href="#sdfootnote17anc">17</a>Veja 	mais em  <a title="http://www.htforum.com/vb/archive/index.php/t-70765.html" href="http://www.htforum.com/vb/archive/index.php/t-70765.html">http://www.htforum.com/vb/archive/index.php/t-70765.html</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote18">
<p><a name="sdfootnote18sym" href="#sdfootnote18anc">18</a><a title="http://culturadigital.br/redelabs/2010/06/redelabs-caminhos-brasileiros-para-a-cultura-digital-experimental/" href="http://culturadigital.br/redelabs/2010/06/redelabs-caminhos-brasileiros-para-a-cultura-digital-experimental/">http://culturadigital.br/redelabs/2010/06/redelabs-caminhos-brasileiros-para-a-cultura-digital-experimental/</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote19">
<p><a name="sdfootnote19sym" href="#sdfootnote19anc">19</a>Veja 	mais em  <a title="http://pub.descentro.org" href="http://pub.descentro.org">http://pub.descentro.org</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote20">
<p><a name="sdfootnote20sym" href="#sdfootnote20anc">20</a>JJ 	King &#8211; On The Plane Of The  Para-Constituted: Towards A Grammar Of 	Gang Power . Traduzido pelo  autor. Disponível em 	<a title="http://www.shiftspace.cc/jamie/gang_grammar.pdf" href="http://www.shiftspace.cc/jamie/gang_grammar.pdf">http://www.shiftspace.cc/jamie/gang_grammar.pdf</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote21">
<p><a name="sdfootnote21sym" href="#sdfootnote21anc">21</a>Baseada 	nos estudos da ARPANet de  Licklider, J.J. King acredita que, para a 	transição de uma “massa  dominada” para uma “multidude de 	atores sociais trocando  subjetividades” os protocolos são peças 	fundamentais do processo.  Segundo ela, esses protocolos são 	indispensáveis para a troca entre  subgrupos de afinidades e outras 	forma de organização em rede.</p>
</div>
<div id="sdfootnote22">
<p><a name="sdfootnote22sym" href="#sdfootnote22anc">22</a>Palestra 	proferida no EACH-USP.  Folheto prévio disponível em 	 <a title="http://www.aepidemia.org/comentarios/industrias-criativas-software-livre" href="http://www.aepidemia.org/comentarios/industrias-criativas-software-livre">http://www.aepidemia.org/comentarios/industrias-criativas-software-livre</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote23">
<p><a name="sdfootnote23sym" href="#sdfootnote23anc">23</a>Boas 	investigações sobre o tema  forma feitas por Leo Germani sobre o 	livro “Small is beautifull”, de  Ernst Friedrich Schumacher em 	 <a title="http://pirex.com.br/2006/08/23/small-is-beautiful/" href="http://pirex.com.br/2006/08/23/small-is-beautiful/">http://pirex.com.br/2006/08/23/small-is-beautiful/</a></p>
<p><em>Agradecimentos especiais para Paulo José Pajé Lara e Leo Germani  na eterna busca por soluções.</em></p>
</div>
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