Manhãs

janeiro 24th, 2012 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Quando você se dá tudo fica melhor e mais fácil
Ou eu fui tão bom ou eu fui tão ruim
O que não é tudo pode ser um pouco
Quando a mulher demora o homem se atrapalha
Tudo é bom e mais é melhor
Eu insinuo eu aviso eu peço qual é a surpresa?
O poder é cancerígeno? Senão do corpo talvez da alma
Ah! Se eu fizesse metade do que tenho que fazer
A mulher só é mulher quando ajuda
A gata tem que entender o drama do parceiro
Mandei vir de Paris e não usufruo?
Ela me acusou de morder sua mão como se eu fosse um cão
Quanto melhor a ida melhor a volta
Vem fazer esse biquinho aqui
Diz que você não vai apagar a luz da entrada senão ela fica o tempo todo ligada mas se você mandar eu apago por favor
Rever é sonhar
Dormi na cama sem ela
Eu durmo mais sem ela
Sem ela eu fico com dois travesseiros
Eu não sou travesso
Eu não atravesso
Eu não complico eu simplifico
Eu não gosto de confusão nem desgosto
Meio já é caminho andado
O da padaria já perguntou se a madame não veio
A do balcão perguntou se era só uma média
Até o garçon me chama de querido
Eu quero não dormir com você
Ela é mágica se eu chamar ela vem
Penso em você como o vento
Vejo estrelas sobre o verde
Só você pra eu sair à meia-noite
Eu dou pra você quantas vezes você quiser. Tudo
É preciso abolir-se a urgência
Por ter o monopólio legal da força o estado não pode usá-la contra o povo
Não se pode tolerar o despejo criminoso em São Paulo e em parte alguma
É criminoso porque atenta contra a vida
Quem pensa que o diabo não existe é porque não conhece os governos
Contra a barbárie a estética do espírito
Salve Nelson sobre Tom

Luxos

janeiro 20th, 2012 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Queria dormir com você ao natural sem nada

Lúdico é melhor que lúcido

Você é das que gostam ou das que dão trabalho?

Um filme sem lero lero é só bolero

Nosso único elo é um afeto carnal

Quanto menor a redundancia mais lenta a informação circula

Melhor que satisfazê-las é exibí-las

Bom é quando o inho vira ão

Ela tinha os quadris mais promissores que o seu rosto de menina

Nem sempre acontece o que a gente mais quer

Se quem tem boca vai a Roma tu vai até o Paquistão

Posso ir? Até pode mas sem exigências

Um homem quando olha uma mulher só pensa naquilo

As meninas que eu quero não me querem

Pode só hoje ou quando você quiser

Você vai querer me comer e eu não quero

É e não é

Os nervos ficam lerdos

É difícil convencê-la que ela é bi

Se há maçãs podres em tua cesta tu não devias tê-las deixado apodrecer

O bagaço também é bom

Se o mundo acabar ninguém vai saber

Se der pra fazer nóis faiz se não der nóis repousa

Tem hora que até o falastrão se cala

Ninguém deve ter mais do que pode consumir

A história não se repete nós é que a repetimos

Cada dia a mais é um dia a menos

Eu precisava de uma coisinha assim como travesseiro

Seu coração tem dono?

Sentir o mundo

O depois não existe sem o antes

Pensei que era mais fácil

O vento vem pra aliviar o verão

Eu te persigo à frente

Por que escreves? Escrevo porque escrevo

O perigo é não se soltar

Do sublime ao vulgar sem saber qual é qual

Cada um escreve as bobagens que lhe ocorrem

Sobras

janeiro 11th, 2012 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O tempo e a vida é o que é intransferível

Bem que eu merecia que algumas meninas do passado e algumas do presente me visitassem amiúde

O prazer que eu tenho em ir beber na esquina é incomparável

Enquanto o mundo roda é difícil dizer é difícil pensar

Não exercite comigo tua sedução eu sou fraco

A mulherada enlouqueceu quer atenção exclusiva

O melhor de uma mulher é da noite pro dia e no clarear ainda cabe mais uma

Não há como impedir o mundo continua a girar

O progresso só é necessário pra fazer a vida crescer

Que direito tenho eu de atravessar no teu caminho

O que rola é o que fica

Algum dia se há de entender que reprimindo a criação nada vai acontecer

Sempre e para sempre

Vivendo a gente enlouquece

Não é que seja confuso é difuso

Por que gente que não tem a minha inteligencia é mais inteligente do que eu

Se não fôr pra lá não vem pra cá

Ativamente calmo e calmamente ativo

Tem perdas que são um ganho

Cinema é contágio

O cinema é o que o cineasta afirma que é

E se eu disser que só quero te comer você acha ruim?

A maior prova de amor é deixar eu dormir dentro

O mundo é por demais complexo pros meus pobres neurônios os que restaram

Não dá pra ser uma rapidinha você nem tira os sapatos

Eu não divido eu somo

Eu não duvido eu creio

É tirar os panos

Desde que não falte o meu

Só dou uma mas aprecio o objeto de desejo

Eu gosto do teu gôsto

Onde dorme um dorme dois

Tem as que preferem a brutalidade da outra à delicadeza do outro

Meu sonho é te botar no tanque na cozinha e na cama

Posso ir com ele? Pode. Posso ir com ela? Pode. Posso ir com você? Não.

Mulher não quer nada até que quer

A tua honestidade me encanta

Se você gosta você vai gostar

Muitas vêzes o melhor avanço é o recuo

Não penso em rupturas e diferenças penso em contínuos

Governos são pirotécnicos e como já se viu são piromaníacos também

O cara não queria nada só queria tudo

Re-ontens

janeiro 11th, 2012 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro
O que passou passou abre alas pro que virá
Quase nunca é sempre fácil
O fim não determina os meios
Quero que você me dê o que só você pode me dar
Qualquer um exerce sobre qualquer outro um inegável fascínio
Diz o vulgo: a gatinha estranha veio se chegando se levar uma porrada não reclama
Posso olhar você sem nenhuma intenção mais funda
Uma menina boazinha assim merece um tratamento completo
Venci a tentação
Pode ser que eu durma ou que não deixe você  dormir
Quem vai me aguentar mais profano do que já sou
Nunca vou dizer vem agora só digo vem amanhã
Vem me visitar ou era tudo mentira
Perdi o bacalhau e a bacalhoa
Ela tinha horror do cheiro de cerveja
Se não se incomoda gostaria de passar um tempo  com você
Sem vulgaridade não há paixão
Só sei o que convivemos
Sou aquele babaca que acha que não tem nada de errado comigo
Pra que tanto papo uma trepada se resolve em meia hora
Eu gosto de ver essa coisa melosa e agradecida que é uma mulher
Eu olho a menina ela vê que eu a olho isso pode durar uma eternidade
Isto é a libertação
Nós a natureza as estrelas
E aí pode ser ou tá difícil
Ah, deixa passar o ano
Depois de Reis
Depois do carnaval
e da semana santa
e São Pedro e as férias
e vem a primavera
deixa passar o verão
ah, e deixa o ano passar

Ontens

dezembro 21st, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

É como se fôsse ontens

Não sei se foi hoje

O problema é que o cara acaba se achando o cara

Ela dava tudo eu não entendi era a despedida

Se ela quiser que eu peça vai ficar esperando

Não se dá mole pra vadia elas abusam

Você não me olha com os olhos amanteigados de antes

Você só vai quando eu fôr

Mulher que não quer é um ultraje

Qualquer mulher comporta qualquer homem

O que eu não posso fazer sem você é o que eu posso fazer com você

Maldade feminina o bobo só quer trepar

Quem ama não cobra quem cobra não ama

Enquanto viver quero saber de tudo quando morrer não saberei mais nada

Deixa eu esfregar o que eu tenho no que você tem

Eu fico numa boa com as sobras dela

Você desperta a bêsta em mim

A gente quer sobreviver com o sangue das meninas

Tem que ter amor não basta ter desejo?

Todos nós precisamos superar nossas limitações

Se diz não é porque macacos há no sótão

Não fui eu a franga é que soltou-se

Metade plebéia metade rainha metade senhora metade putinha

Em cima e em baixo ela tem o mesmo gôsto

Quem erra de propósito acerta

Nós dois se juntar não faz um inteiro

As mulheres dão porque é próprio das mulheres dar

Nada é benévolo se o espírito é malévolo

Acho você uma delícia física e espiritualmente

Se enrola aí não rola

As pessoas vão se indo e a gente vai ficando até que a gente se vai

Não quero ser tratado como ovelha ao menos tratem-me como carneiro

Os velhos já passaram por tudo  que os mais novos vão passar

Ontem pra mim é seis e sete

Retalhos

dezembro 16th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A cabra acaba com o cabra

Nem sempre a gente tá de bobeira

O que faz mal não é bom

Tem que tirar o que o mofo deu

Só dá pra resolver os problemas de agora

Você é boba iludida por um tesão passageiro

Tu acha que a minha vida é caber nos intervalos da tua

Você sabe o que eu quero dizer

De 22 às 10 é difícil eu  ligar só de 10 às 22

Se não fizer na hora vai fazer fora de hora

Todos os governos são de direita nada fazem para impedir a mais valia

Ninguém se cansa de dizer bobagem muito menos eu

As palavras jogam-se apenas as aparo

Qualquer coisa que eu fizer pode  ser usada contra mim

Há momentos difíceis de superar e há momentos insuperáveis

Meu aniversário sempre foi abafado pelo do outro

Cabrito só berra se for pra não morrer

Eu errei? Fui eu que errei?

Eu ando pra frente o mundo puxa pra trás

Não vais me dar por vontade mas por compaixão tanto faz

O tributo que presto à  humanidade é a sinceridade

Naquele tempo eu era bom botava as meninas nas práticas do prazer

Se alguém cruza eu descruzo se descruza eu cruzo

Ninguém precisa de ataques ou defesas apenas me esforço para entender o que se passa à minha volta

Os muito alegres que me perdoem mas cinema não é divertimento é antenação

Maltrata mas não machuca

Eu queria que você me quisesse mais

Não se pode viver a mercê de tiranias

O novo engole o velho e envelhece

A porta aberta previne arrombamentos

Fecha a janela que é pro frio não entrar

A fortuna não garante a proteção

O clamor não pode não ser ouvido

Quem não cede não progride

Quem não viu não acredita

O sonho vale mais que a ordem

Cismar precede o querer

Revolução é negar-se o não

Ninguém assiste a quem desiste

A teimosia sucumbe à demasia

Homens não vêem a menor graça na extravagância de suas mulheres

Quero me esconder dentro de ti

O mar reflete a cor do céu

Dizeres

dezembro 6th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A vida é muito doida bobeia vira morte

Mais de um é maioria

Já fui menor que muita gente agora nem tanto

Utopia é o  que se almeja

Não se perde o que não se tem

Ao entrar em casa me sinto um soberano com saudade

Quando eu vou você não vai quando você vai eu não vou

O cheiro de mulher é bastante pra me enlouquecer

Seres primitivos que nem eu tem no olfato o primordial sentido em seguida o paladar e depois quem sabe o resto

Por que não diz logo que tá a fim de mim

Você já faz parte do meu café da manhã

Viva sem pressa

Tudo se recicla e recupera

Longe é castigo

Você quer que eu não preste atenção numa gracinha como você passando ao largo?

Você não sabe o que quer

Quando é sempre uma boa pergunta

Enfrentar o destino com tranquilidade não é fácil

Esfrega mas não chateia

Nem sempre é do bom

Não complica simplifica

Aproveita estamos mais uma vez vivendo as vésperas da revolução mundial

Elas sobem depois pela  força inercial da inércia elas param as tomadas do poder são o início do fim

Temos que aprender com o eterno recomeço

As mulheres se enganam e nós também

Não se deve brigar com todo o mundo ao mesmo tempo a gente perde

O que nos atrai é sua condição de mulher que não é exclusiva dela

É de sugerir-se um tanto de cautela o caminho não é macio

Nem sempre se deve comer todo mundo

Planos são palavras que  formam sequências como frases em um filme

Escrever é inscrever

O problema não é o que eles fazem é o que deixamos eles fazerem

Só depois que o último brasileiro tiver quatro refeições diárias pode ser que eu pense nos que vem de fora

Não discuto critérios porque não os há

Tudo é pouco

Tá todo mundo de prova que você está me assediando e que eu estou deixando

Se o fundamentalismo é o que tem fundamentos não pode ser tão ruim assim

O problema da  energia é que não é de todo boa nem de todo má e dá sobrecarga

Chega uma hora em que o conhecimento abusa da minha consciência

Tá tudo bem joguei pra dentro um belo sanduiche

Derrotas

novembro 23rd, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro
Sem prazer a vida não tem graça
O de dentro cutuca o de fora que cutuca o de dentro
A arte independe da vida que independe da arte
Acho que cheguei na beira do poço
Pro que não tem mercado a opção é zerar o custo
É chato viver sozinho
Quem dorme de dia não dorme de noite
O nada não existe
Não faz mal saber demais
Urinar é melhor que urinar-se
Aonde estamos a quantas andamos
Com muito ou com pouco
É difícil encontrar o fácil
Não me deu certeza nem ao menos esperança
Mais vale um alho que um repolho
As inleição vem aí tudo devia ser municipal
A destreza vale mais que o metal
Corre pra dentro que o mal tá lá fora
Esquecer não diminui a perda
O bordão da menina era eu não tenho tempo a perder
Ninguém deve cobrar mais do que merece
Descaroçar o caroço é o que  todo mundo quer
Se você não vier eu posso fingir que estou almoçando você
Eu não sou quem você pensa que eu sou
Mulher gosta é de confusão
Isso é que é a maldade feminina?
Leva tempo mas eu me livro dela
Sou um pobre satélite perdido na galáxia
Se eu disser que ela me planta há mais de uma semana ninguém vai acreditar
Eu não sei se ela pisca pra todo o mundo ou se é só pra mim
A cada dia uma epifania
Mulher acende e apaga
Eu sou a favor de tudo e sou contra o nada
Gosto de menina que não gosta de homem
Mulher adora dar pista
Quando  você não vier pelo menos  manda tua boca
Não gosto de mulher difícil
Mais faz quem não se esconde
Se eu contar ninguém vai acreditar se eu não contar ninguém vai saber
Vitoriosa a revolução involui
A vitória não é só dinheiro no banco
O poder é rude
Sempre contei com a compreensão dos meus pais
O melhor era acordá-la pra trepar
E eu nem gosto tanto assim de  dinheiro
O cinema e a arte não mudam uma palha na realidade somos apenas o seu reflexo
Minha é força  de expressão
Vivo preocupado com o próximo … dia
O problema tá no nome chamasse boaconha ninguém implicaria
O mal da vida em sociedade é que ela é crescentemente dispersiva
Educadores não podem reprimir educandos
O que isso quer  dizer?
O terço que falta tu completa
Eu canso e não me canso de ver o mulherio de passagem
Não sou carente sou querente
Até quero mas não vou brigar por isso
Nem pretensioso nem presunçoso esperançoso
É essa a tal de democracia?
A gata soube levar

Machadianas

novembro 8th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Aos que se apropriam comercialmente da inovação tecnológica é preciso lembrar-lhes que ela é patrimônio da humanidade

A cultura brasileira é tudo aquilo que é  feito por um(a) brasileira(o) não importa onde não importa como

O velho é lúdico não só porque é velho mas porque é lúdico

Os velhos assediam as meninas

Banalidades valem mais que  solenidades

Não estou nem lá nem cá

É preciso buscar a sinceridade sempre que possível

Nada é verdade até que se prove o contrário

Sentimentos não sufocam o que sufoca é sua ausência

O ataque não foi fulminante mas queria

Se quiserem saber pode ser que  sim

Se disseres não posso ouvir que sim

Triste a vida não ter ninguém para lamber meus pés

A vida é inacreditável

A moça não precisa de mim e  eu também não preciso delas

Você é você mesma ou é beirada do teu namorado

A vida é generosa derrota mas não escracha

Se insistirem em criminalizar tudo que é bagulho a briga vai ficar impossível alivia!

O emocional sinto muito é muito frágil

A música é manhosa o cinema é duro

Realidade é tudo que não é você

Pra ser como tu quer vais ter que cuidar da lixeira à cozinha

Se alguém me perguntar eu digo o que sou

Não olha pro lado deixa a menina entrar no quadro

Vejo uma menina que passa a mão no teclado como eu passaria nela

Não morro sem não ver gringo nenhum no pedaço

Eu queria tanto ver você na minha casa

Corre que  a porta fecha

Sou doido pra namorar você

Isso me lembra o que eu perdi

Dou o que me pediram pra não dar o que não pediram

Eu não sabia que você fugia

As moças precisam ser mais gentis

Gosto das que não se assustam

Gosto  do teu humor rascante além de ser uma gracinha é  claro

Mastiguei o camarão com a casca o coco não só a polpa e você?

Quem  sabe o que se passa no íntimo de cada um

A vida é tentar resolver-se enquanto vivo

Inverta a equação menos é mais

Ninguém pode dizer que eu não tentei

E não é nem Copa nem Olimpíada nem Governo é Nóis!

Posso dizer que te amo ainda que não seja verdade

Nunca tantos fizeram tanto com  tão pouco

Capitalistas de todo o mundo desuni-vos

A vida é uma centelha

Cinzas

novembro 3rd, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Um gole e uma baforada me tiram do  caminho

Cumpra o que prometeu

Hoje mesmo namorei as meninas elas disfarçavam

Não é a geral cada um tem que assumir  a sua

Onde você está?

A casa é a morada do repouso

O que preferes, carinho ou a brutalidade carnal?

O que você quiser eu também quero

O melhor presente que você puder me dar não existe sem você

Não se deixa um homem da minha idade com  fome

Escrever não é concordar

O que nas ruas abunda não sossega o periquito

É preciso descontenciar

Quem se impõe não se põe

Como será que a vida é?

Se eu dissesse o  que me passa na cabeça até eu ficaria arrepiado

Ela não veio

Rola rola rola bola

Quando dois fracos se encontram

A parte que  se vai não prejudica a que ficou

Homens procuram mulheres procuram homens

Sem babaquice a coisa é a coisa

Quem não quiser que passe adiante

Algum dia gostaria que você  ficasse à minha  disposição

Nóis num quer nem saber elas que se garantam

Elas só pensam naquilo

Sinergia sinergia o barato é a sinergia

Não pode é não gostar da coisa

Ai meu bem assim já tá bom

Eu precisava ser visitado por uma ninfa

Você ainda não pode me namorar um pouquinho?

A metamorfose nem sempre se completa

Preciso de uma princesa