Bolas

novembro 29th, 2016

Quem não quando sim lambuza-se
Derrubada por fiscais ela vem esfuziante pedalando de verdade pelas ruas das cidades
O renegado juntado ao ilegítimo
A vida ensina mas nem sempre aprende-se
Se ficar sem comer não posso ficar sem beber
Se ficar sem beber não posso ficar sem comer
O imediato não garante o amanhã
Nem sempre percebe-se o instantâneo
Um inteiro vale mais que dois meios
Perguntar ofende
Responder ofende
Ignorar ofende
Ofender ofende
Sonhar não ofende mas também não resolve
A coisa piora
A coisa é piorável
Se o que é público não investe no que é público
O privado só investe na privada
E nem se puxa a descarga
Enquanto os narizes melequeiam-se
E os bandidos nem se tocam
O bode velho e o cabra cego chafurdam no abismo
Martelar na bigorna não quebra mas faz um barulho dos diabos
Melhor não
Você viu o invisível por aí?
Diz pra ele aparecer
Antes que se prove o improvável
Ou se defenda o indefensável
Ou se vislumbre o invislumbrável
Ou se quebre o inquebrável
Ou se esqueça o inesquecível
Ou se decline o indeclinável
Ou se pense o impensável
Ou se adie o inadiável
Ou se regurgite o ingurgitável
Ou se pondere o imponderável
Ou se sirva o inservível
Ou se confunda o inconfundível
Não é possível suportar o insuportável
Indispensável é desprezar o desprezível

Sopas

novembro 24th, 2016

Só não deixa esfriar
O governo se deixou acusar e acuar
E derrubar
O tempo não corre o tempo aguarda
É eterno porque despe suas peles velhas para ficar com as novas
Tem quem chame urubu de gaivota
Quem?
Pergunta ao urubu
És gaivota?
O macaco acordou com a macaca
Como é que faz?
Dá uma penca de banana pra ele
Prefiro o linguajar
Não importa a procela alguém tem que cuidar do leme
Até pode errar o alvo mas vê se não acerta em inocente
A vitória da direita não acaba com a esperança do povo
Quem invade é a puliça os minino ocupa o que é de casa
O tempo que vivemos é sinistro
Emergem as forças do mal avassaladoras
E vamos ter que encarar
Modestamente é claro
Não sou e não recomendo a ninguém ser herói
O mal faz muito mal
Devemos todos ficar protegidos
Respirando respirando o que acontece se respirarmos fundo
Bobagem pouca é bobagem
Enquanto a esquerda diverge a direita invade o congresso
Aplaude o inquisidor e pede a intervenção militar
É o direito da direita
Doleiro tem crédito e domicílio premiado
Bom é a vida sem pesares
Por que pesares na vida
Minha casa minha vida
Boa frase boas políticas
E aí trágicamente a canalha toma o poder
É a ditadura dos patrões
Dinheiro eles querem só dinheiro dinheirô
Pra fazer o quê?
Propinas de bilhões?
Dá um milhão pra cada cidadão e deixa eles investirem

Fotogenias

novembro 14th, 2016

Deixa estar 18 vem aí!
A culpa nunca é do povo
É dos que se dizem de esquerda e não procuram se unir numa frente ampla
Em cada disputa tem que ser um só candidato para toda a esquerda
Sou feliz acordei e estou vivo
O povo os 200 milhões a tudo sobrevive
Apesar dos ataques dos burgueses
A revolução popular é preciso que se faça sem nem mais uma morte
A ABD é um estado de espírito é de quem reivindicá-la e pugnar em seu nome é clandestina
Ninguém tem que pedir a ninguém pra ser revolucionário
Cada um tome a dose que suporte
Um homem quer a mulher de todas as formas e meios possíveis
Não se pode compactuar deve-se repudiar a crueldade na história
Delação não é prova e sob tortura é crime
Ou o Brasil acaba com o golpe ou o golpe acaba com o Brasil
Todo mundo precisa e merece viver bem
Basta que se queira
Devíamos combinar o espírito da época e a consciência possível
A arte é dada à hipérbole e a seu avesso
O problema do cinema estrangeiro é que eles se lixam pro que é estrangeiro
Só querem a nossa bufunfa
E viva o curta o mais democrático jeito de cinema
Nunca estamos sós o universo interage-se
Abrir e fechar todo dia o negócio
Lembrar de esquecer
A maior ofensa que se faz a um autor é perguntar o que ele quis dizer
Perdeu mas ganhou
Ganhou mas perdeu
Nem ganhou nem perdeu
E quando todos perdem?
É quando surge inesperada uma cavalgante avalanche de assalto ao poder
Primeiro o cara que junta uma tosca delação premiada com o domínio do fato
E liberou geral para a garotada jurídica do interior a detonar o país inteiro
Até quando até quando
Quantos seres há no mundo
Por que seres tão cruéis
Por que seres tão banais
Só se vive uma vida
Mais de uma ninguém vive
Somos mortais

A Fotogenia em Miguel Freire

novembro 7th, 2016

Em seu livro a ser lançado em 9 de novembro “Fotografia Getuliana – a Imagética Getuliana na Construção do Olhar Fotográfico nos Tempos do Estado Novo”, Kotter Editorial, Curitiba, 2016
E que vem a ser a tese de doutoramento do colega professor da UFF – Universidade Federal Fluminense em Niterói
A fotogenia: imaginar-se a imagem como política de estado
A fotografia ilusão de realidade e o cinema ilusão de movimento permitem enquadrar a vida ao gosto e responsabilidade de quem a enquadra
Sinal dos tempos os regimes autoritários e de exceção e de poder querem dispôr a sua mercê a representação da realidade
No entanto a imagem é imanente
Contém o que queremos e também o que não queremos ela fala por si e demonstra-se a olhos apurados em buscar seus sentidos
Miguel Freire chama de olhar germânico a montagem da imagem no estado novo o odioso regime implantado e maior legado getulista
Procede a uma detalhada e minuciosa descrição de materiais fotocinematográficos do DIP – Departamento de Imprensa e Propaganda em que vê os procedimentos técnicos que induzem à criação de uma mística do poder brutalmente imposto à sociedade mas aparentemente edulcorado como faz a mídia burguesa no mundo de hoje
Não se desmontou o aparelho de repressão policial do estado nem nas posteriores democracias e igualmente não se desmontou o aparelho de repressão audiovisual que escurece os caminhos e ilude a massa agora nas tevês
O meio massera
E não obstante entrega-se porque tem as marcas da dominação que pratica
O enquadramento é uma questão moral quer dizer quem está no mando mas não me venham com simplificações não é porque se filma de baixo pra cima que se convence da superioridade do de cima
Induz-se sim ou quer induzir-se no entanto o que no máximo se consegue é a semeadura do culto à personalidade ilusão suprema de que a ditadura com suas mãos de ferro a todos seduz
O curioso é que o pagante no caso o estado acredita na propaganda que paga
A autoindulgência individual já é triste imagina a do estado
Vale para ontem vale para hoje e sonho que não valha para amanhã
O Miguel Freire é um fotógrafo que como tantos de nós era um calouro estudante e filmou a invasão da UnB – a Universidade de Brasília em 68 um documento histórico militante o avesso do que hoje desvenda na construção da imagem oficial
É uma questão moral não se há de permitir que o poder de estado ao se apropriar dos meios de produção audiovisual se aproprie de nossos instrumentos de trabalho de nossas foices de nossas enxadas de nossas bandeiras
A câmera nas mãos é para imortalizar as idéias na cabeça e se as idéias forem do mal também se imortalizam mas como exemplos a não serem seguidos
Nem tanto poder podemos almejar como o poder do estado mas podemos almejar o poder de denunciar o poder do estado

Propinas

novembro 1st, 2016

Dízimo é propina
Propina é dízimo
Dize-mo com que mandas e dizer-te-ei quem eras
Eles andam juntos
E repentinamente emerge o bode velho
Andava escondido andava cabisbaixo
A cabrinha reclamava
Onde já se viu bode sem bode
Pedala bode pedala
A cabrinha cabriola
Nunca se viu tanto afinco
Diz-me por que tanto louvas o golpe a traição
Dar um golpe de mão
Um torneio de dedos
Bode velho sacumé
Todo mundo sabe
Só ele é que não
O cara se acha
E nem é tão esperto
Sujou na largada
Era só esperar
Devem tê-lo empurrado
Vai lá ser canalha mais uma vez
Nem todo bode velho é assim eu não sou
Mas esse é dos dedos que mexem pra lá e pra cá
Dedurando não se chega tão longe
O mané devia saber
Ou será que é sua sina
A sua e a da cabrinha
A lambança do bode há de entrar para a história
Não é a história um cordão de vitórias
Ela é coisa trôpega
Ela tropeça
E a cada tropeço se arrasta e arrasta consigo quem ficar distraído
Ou quem peitá-la
Deixem-na passar
Ela é coisa gigante não se importa com as gentes
Ela é determinada e determinante
Já passeamos no cosmos
Só nos falta a justiça na terra

Remotos

outubro 25th, 2016

O que vivemos tornou-se uma ditadura de bacharéis
Nem militar nem burguesa apenasmente pequeno burguesa
De interino a ilegítimo a ditador
Engana-se quem pensa que a direita vence ela só retarda
Cada um vive a revolução como pode
Nestes tempos de guerra nada melhor que um grande guerreiro
Na beira do infinito tem um mundo que acaba
E tem um que começa?
Pense em você imerso sózinho no oceano
E se um bando de gaivotas te dão um rasante
E se um monstro do mar resolve alimentar-se
E se você desastrado esbarra no remo que se afunda no mar
E se você nem sabe remar
O mar derrama no mar
A Nelson no seu dia aos 87
Por um cinema popular socialista
É popular porque dedica-se a procurar e descobrir a pesquisar e afirmar os valores culturais do povo
É socialista porque todos são personagens não há figuração
Até o policial que vai apurar a ocorrência um majestoso negro no rádio de sua viatura
O ferroviário que atende o Espírito caído do trem nos trilhos
Enfim todos os que habitam a tela são personagens neste pedaço do drama da vida que é “Rio Zona Norte”
Como se valeu em “Rio 40 Graus” de igual intenção e sucesso um painel na vida da cidade reafirmando não só a denuncia social como qualquer arte que se preze
Mas a criação de um mosaico de interações sociais
Os moleques a favela a escola de samba modelo de vida o deputado a gatinha o pachola
Como idealista utópico que é
Idealista pois não só crê mas realiza sua construção de idéias em filmes
Utópico porque ao contrário do que se vulgarizou utopia não é sonho devaneio ou quimera
Utopia é projeto
É o que se quer ser
Se não for agora é amanhã
Se não for assim é assado
Só precisa não desgarrar-se de si
Não desistir
Proteger-se
As ondas vem em levas
Passar a primeira atenta à segunda
Passar a segunda que é maior que a primeira
Cuidado com o refluxo que arrasta
E mergulhe sem bater com a cabeça no fundo
E ao surgir de novo acima da água
Olhe o horizonte
E agradeça estar vivo que é pra isso que vivemos nos mares da terra

Cúmulos

outubro 19th, 2016

Só um idiota não enxerga como as mídias idiotizam o público
A derrota nas urnas aprofunda o golpe
Com o ilegítimo nenhuma legitimidade é possível
O bom vai ter que ser melhor
A eleição é momentânea já o mandato
É um erro federalizar a eleição no Rio
A majoritária votação na direita que é reflexo do golpe assusta qualquer previsão
A eleição é um instantâneo que dura quatro anos
Batalha perdida não é guerra perdida
E isto no Rio é um choque titânico
De um lado a pregação monocrática com acessos de violência acusatória
De outro a emergência da diversidade, da juventude, da justiça e da paz social
Mas desde o nefando “domínio do fato” ao golpe o país permite-se uma devastação inédita
O Rio é o pandeiro do Brasil
A direita eleita no poder vai ser osso
Nenhum deus tal há de permitir
Evangélicos não são satânicos só os seus condutores
O capitalismo se é tão bom que seja para todos
Cada pessoa vê o mundo do seu jeito
O que não é problema desde que não queira impô-lo aos outros
A frente de direita avança alvissareira enquanto a de esquerda xinga o eleitorado
A guerra no Rio e em toda parte é dos ricos contra os pobres
Nem côr nem gênero nem credo a guerra é de classe
A vida invade a arte invade a vida
Levantar os fundos com os fundilhos?
Pior que os militares são os para-militares
Neguinho é tão burro que acredita na propaganda que paga
A vida é o que fazemos pra vivê-la
Sempre na política o confronto é entre ricos e pobres
Nem discutiria méritos pessoais mas digamos como é moda modelos de gestão
Aos ricos o neoliberal e seu “estado mínimo” abrindo-se à deslavada privataria que assola o país ilegítimamente destruindo o patrimônio público
Aos pobres a necessidade do estado participativo suficiente para garantir o acesso de todos aos bens do progresso
Mas a desilusão com a política afasta os eleitores das urnas
E é essa gente que não foi votar que vai decidir quem nos vai governar a cidade
O duelo de titãs em que o país está perdendo tem seu desfecho no Rio
O Rio não pode sucumbir
Geralmente o final é triste só não queria que seja o pior
No capitalismo quem se favorece é sempre a burguesia
Não preciso ser preciso
E segue a farra do bode velho

Próximos

outubro 11th, 2016

Quem não vive a própria quer viver a do alheio
A direita quer fabricar uma guerra
É preciso a todo custo evitar o confronto físico
A índole pacífica do povo não pode ser jogada no abismo
Não é possível que as sumidades jurídicas políticas e sociais do país permitam a marcha do golpe
Não se pode expôr o povo à repressão
Não sou íntimo da certeza
E tampouco da verdade
Achego-me mas não sou chegado
Não comece o fogo amigo que a parada é da pesada
Só há dois lados escolha o seu
Não nego meu fado pagão e profano
O dever de um mais velho é prestar testemunho
Como em 64 até os promotores do golpe irão se arrepender
As gerações não tem melhores tem pares
Ainda que não se reconheçam entre si
O cinema brasileiro conta a história do Brasil mas o que o pessoal mais vê é filme estrangeiro e sai ignorante
O que chamamos de revolução é caminhante
Arrasta a corja toda
Nenhuma pergunta sem resposta
Se procura acha
Prender a vanguarda empresarial não ajuda a criar emprego
Como em 64 a cultura não demissionou-se não acovardou-se não desistiu
Não exclua inclua
A revolução não se faz só de vitórias
Há transgressões
Como pode um juiz de província destruir um país
Não se queira parar o mundo o trem passa na estação
Cada cateto sua hipotenusa
Muitas coisas pra se ver mesmo sem querer
Ele não poupa o país
Se não nas municipais as lideranças que se consideram de esquerda no país tem a obrigação de combinar uma ação conjunta e unificada contra o golpe
Não se entrega a economia de um país a um gerente de banco estrangeiro senil
A lava só náo lava a lingua de quem lava
Não há nenhuma instância jurídica que acabe com a farra do neném?
A bela e a fera numa só pessoa ninguém aguenta
Aos jovens se diz faça sua biografia antes de achincalhar a dos outros
Xô encosto
Delação nada prova
E aprisionada menos ainda

Nesgas

outubro 3rd, 2016

Se violada então é causo de viola
Cada tempo sua fala
Lampião que não cultivo só foi filmado por um cineasta ambulante o cinema é ambulante
Se confessar que sou não vão me levar a sério
As eleições municipais são uma boa hora para o protesto
Ao vencer o golpe uma realidade se impõe ao país é continuar vencendo o golpe
Carisma é coisa caprichosa antes não tinha agora tem
Os mais velhos a nossa ambição deve ser contribuir para o processo
A vida é um processo social
Cada um no seu pedaço juntando para ficar maior
Golpes não prosperam sempre
Vivemos o ciclo do fanfarrão
A boca e a coisa é boa mas o outro é bom
Não se bula com a caserna
O cara tá brincando de casinha
Pra se mostrar pra patroa
Maldita a língua de mil e um sentidos
Bendita a língua de mil e um sentidos
O cinema brasileiro veio de algo messiânico para algo existencial
O que há com o Brasil?
Por que se permite esse vergonhoso assalto pela quadrilha legislativa grudada à quadrilha judiciária para botar essa quadrilha no poder?
Às vezes eu erro mas desta vez não errei
O que acontece se há uma entropia revolucionária?
Paladinos no passado promovem o golpe?
O golpe é fruto da inveja e os invejosos acorrem aos milhares
Como uma pessoa pode querer impor-se dessa maneira tão desastrada
Operações contábeis cassam mandatos
Cata a lata vira a lata chuta a lata
O genro do genro do genro
Tudo o que se ouviu no Supremo e na Câmara é que o golpe é golpe
Chego a propor uma anistia ampla e geral
É preciso acreditar-se no voto
Discutir comigo na minha área de interesse é ruim
Sou pelo cinema de empolgação
Tu vê um filme e fica empolgado
E empolgação na avenida é fundamental
E pode tudo menos violência
Cada passo é um problema
Esfriou

Outubro

setembro 23rd, 2016

Estamos com Claudio Salles que vimos evoluindo sua energia desde os palcos da música e sua Pop Goiaba até os da ação política em nossa cidade
Sou municipalista onde moramos e vivemos é que se precisa criar uma base sólida de convívio e paz
Sou da cultura e fico feliz de ver um dos nossos assumir essa missão de fazer a cidade nosso lar melhor
Sou da educação ou melhor fui agora aposentado no ainda atual limite de 70 anos para a expulsória e afinal 40 anos de magistério publico na minha querida UFF a universidade fluminense sei como é importante a ação municipal integrada que é o papel da administração publica prefeitura e vereança
Na minha opinião cada um contribui mais com o que faz com o que sabe
Nem bairrismo nem corporação nesse país gigante atribulado atropelado ameaçado um bom caminho é retomar o pedaço de cada uma das células da nação a cidade o município
Quem se garante se garante na cidade
Niterói, a cidade sorriso, a fundação vermelha, a capital fluminense evolui e evoluiu nas marcas de nosso canhestro capitalismo
Mas há de ser nessas marcas que ainda se pode estender a melhoria de vida para toda a população
Há quem diga não há como atender a todos
Não há verba
Ué mas todos não pagamos impostos diretos e indiretos a dar com pau?
E pra que serve a gestão?
Infelizmente vivemos nessa bagunça de estado e nação que pelo menos possamos fazer aqui mais perto de cada um de nós o que estão a nos atrapalhar de longe
Ao município sobra pouco do assalto fiscal e seus encargos são muitos atender suas necessidades fica além de suas possibilidades
Bem sei um vereador não é o executivo mas pode e deve repercutir as nossas demandas e acompanhar nas decisões que afetam a comunidade
Acho que não é hora de ficar disputando opiniões e palpites
Arregaçem-se as mangas
Crescer com a cidade deve ser a meta de todos nós cada um escolha em quem confia
Não é preciso repetir a minha escolha é 13001