Notícias

agosto 27th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Mamar na gata todo mundo quer
Pouco importa o resultado nunca se viu tanta festa
A gata deixa a gata gosta
Em guerra não se pode ser desviado por afetos
A rebeldia anarco juvenil nunca deu certo
Quero te ter sem te reter
Pouco importa o resultado o talento é brasileiro
Pouco importa o resultado Brasil joga bonito
Urgências são neurogênicas
Estar presente é a melhor forma de não ser ausente
Quando quiser avisa
Uma trégua é maravilha recolhe-se as perdas e talvez descobre-se que não vale a pena brigar
Não se anda bêbado na noite
O pior não foi na Copa
Em hipótese alguma pode o estado atacar a população como virou mania dos governos civis eleitos
O negócio é levar a vida na flauta se não a gente morre mais cedo
Melhor a panela fervendo que o fogo morto
Se os governadores não mandarem reprimir a polícia não reprimirá
O mundo não é uniforme
É disforme
Numa gentileza diplomática podiam deixar fumar nos jogos do Uruguai
Só não vale pra Colômbia
Enquanto vivo a gente vai fazendo depois que morre não pode mais
Beijos mais velhos mais maduros
Meninas frágeis indefesas sempre foram meu melhor quinhão
Entre nós não pode haver nada além de uma trepada
Não converso com máquinas
Não me negue o tempo que preciso
Ah que vontade que dá
Já estava mesmo de saída
Nada que gera ferida é bom
Adoro andar trôpego em casa não gosto de andar trôpego na rua
O problema não foi a Copa é a pós-Copa
Quem disse que tinha que ganhar no campo no resto já ganhou
Imagino você aqui dando mole pra mim
O barato é a pós-Copa
O que falta à seleção é o mesmo que falta ao país: conjunto
E pelo mesmo motivo: treino
Cada um joga sozinho porque não sabe direito como o colega vai se comportar
Mas só nós é penta.

Mazelas

agosto 19th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Quem vem depois não cabe no modelo de quem veio antes
Cada um clama por si
Go(a)stamo-nos o quanto possível sem ressentimentos
Mas eu sou mais velho portanto melhor
E é daí pra mais
Onde abunda a bunda
O pior de reverenciar o passado é reverenciá-lo
O melhor é a paz doméstica
Do petróleo ao chocolate todos nós navegamos nas drogas
O delas é fatalismo o meu é escolha
Como conviver com a guerra como conviver com a miséria
São nossas culpas são culpas nossas
Individualmente socialmente historicamente ser dominado por um outro é terrível
Cada um afixa a placa como lhe convém
Não se busca encontra-se
Quem fala é o espírito a carne é latente
Encostar num lombo é das coisas boas da vida
Tudo na vida parece que é centrífuga
O fervor juvenil a serviço do mal é catastrófico
Boas lembranças são lembranças boas
Ninguém nasce sabendo
Denegais o que é nosso e louvais o que não é
Bom combatente é o de todas as horas
Velho não pode gripar
Isto é assédio? Assédio é o que me fazes
Eu fiquei apavorado
Sou bundão né fia
Sou exógeno não endógeno
A esquerda achava-me vanguardista a vanguarda achava-me esquerdista
E finalmente chega o dia em que não tenho mais nem um tostão
De farsa em farsa o farsante disfarça
Tudo que é abrangente me seduz
Mas que ninguém se exponha ao perigo
O problema no Brasil não é a falta de leis mas o excesso
Se entrar assim na ciranda ninguém vai dançar com você
É complicado quando não se quer a si mesmo mas o dos outros
O país e o mundo são monstruosos
Mulher vigiada faz besteira
Não se vive de atacado a vida é a cada dia
Desarvorado não rende frutos.

Ais

agosto 13th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Quais?
Nem um nem dois mais
Não esbanjeis a matéria um pouco menos um pouco mais no equilíbrio nossos ais
Podemos ser mais lúcidos podemos ser visionários
A notícia correrá quando o jornal chegar
Melhora ainda mais siga a notícia
Pense você em como nos rolamos
Desrespeitar uma greve é como desrespeitar um sinal de transe
De primeira você me serve depois a gente pensa
Já vejo uma beirada de lua
Que vai iluminar-me a noite
Uma coisa que se faça é melhor que o que não se faz
Eu a queria saudável e gostosa como ela é
Eu agradava a gata até morrer
Eu sou burro como um touro
Se virar lata é fácil é porque ela está vazia
Aí você quer ser melhor que o próximo
Você levanta da mesa com mais um quilo de gordura feliz
Boca na cuia
Quarenta diálogos quarenta quartas
Ela me olha como mulher
Do jeito que vai ser eu vou pegar pesado
Até o ar que respiro era mais puro ao meu nascer
Por mais que nos esforcemos não vamos conseguir adulterar a natureza ela vence
Imaginar que alguém te representa
O artista na sociedade capitalista felizmente alguns há que fogem à rima
Até as eleições de outubro estaremos no caldeirão
Depois a coisa começa
A questão é que não é o melhor é o mais votado
Pelo menos um voto tu terias o teu
Sempre tem alguém passando na frente
Uns contra outros a favor então veremos
Melhor depois que antes
A massa amassa ou é amassada?
Partes que vêm de todas as partes
Cuidado a estética da violência é uma violência
Peço 24 horas e a vida não me dá
Na panela de barro ou na de pedra
É prazer de velho: cozinhando … cozinhando

Sustos

agosto 6th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

É difícil dizer pra quem tá fazendo que não é assim que se faz
Dizer que faz e depois não faz vou reclamar na defesa do consumidor
O que não for de direito não pode ser de fato
Nem tudo na vida é como a gente quer às vezes o feijão queima-se
Dizer é bom mas repetir é ruim
Desilusão é só pra quem faz ilusão
Pra quem só quer o gozo não adianta dar trabalho
Se não me tirarem de lá ardo no fogo do mundo
Pó dexá eu mermo tiro
Não lhe faço uma declaração de amor meu negócio é só passar a tarde
Por que você abriu todas as janelas da minha casa
Houve uma separação de egos que nunca mais se reatou
Não te sentes estranha de querer mandar no que não te pertence
Só se for longe daqui
Quem não se incomoda se acomoda
Tu sempre achou que eu fosse o capeta encarnado
Não se deixe ser seduzido por seduções capricha na tua
Eu sou da tropa não fiz curso pra oficial
Enfim a vida muda
Faça um esforço pela paz consigo mesmo o resto vem depois
É preciso uma manifestação contra tudo que está errado ninguém ficará de fora
Agora que você já está desperta e responsável pela porta eu vou tomar banho
Se ainda causa polêmica é porque está vivo
É preciso criar a Brasilbrás!
Eu não vou sair correndo porque eu vou me sentir mal
Estratégias femininas querendo dar certo
Eu lavo a louça
A admiração que você sinta por uma pessoa logo se converte em atração
A garota brinca
Precisamos forjar um ariete contra o poder do estado
Gata de barranco o menor cuidado é melhor
Homens e mulheres quando atentam ao outro não merecem resultados
Tudo é uma infinita promessa
Você não é capaz de entregar-se uma tarde a mim sem limites
Isto é um convite à fartura
Descuida-se da incrível potencia do que é brasileiro
Foi desentocar o bobo olha o bobo aí
Antes a partida que a despedida
Uma menina como você não pode dizer essas coisas para um homem como eu
Foi-se.

Pensamentos

julho 30th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A bala que me dás é a que me baba a boca
A que me destes nem me lembro mais o gosto
Esse tudo não é nada
Política de estado: A Petrobras e demais estatais e que tais deviam é investir seus recursos avulsos e aleatórios que esbanjam nas respectivas áreas de governo responsáveis em cultura, esporte e educação senão é desgoverno estatais e seus marqueteiros não podem sobrepujar ministérios
Imagina se eu der palpite nas políticas de petróleo
A cultura brasileira é a melhor cultura brasileira do mundo
Façamos antes que ninguém faça
Só é bom o que é para todos
Fosse mãe gentil a pátria a todos abrigaria
Sugerir não ofende: ao invés de protestos contra por que não protestos a favor
Padrão Fifa não é recomendável aquilo é um bando de gatunos imperialistas
Qualquer violência gera a violência qualquer
Não deixa a gringalhada mandar na tua terra mais parecem gafanhotos
Se deixar um logo vem a tralha toda
A vida me dá o que eu não tenho
Não transfira o ônus para os outros faça você mesmo
Protestos por favor sem mortos e feridos
A memória é um abismo sem fim
Agora é a ágora
A novela é só um desfile dos preconceitos de quem as escreve
Só se for depois
O teu mal é não saber parar
O que alguém pensa não é o que todo mundo pensa
Por que a supremacia de alguém sobre alguém
Pode-se entender sem conseguir explicar-se
Não se pode estar atento a tudo
Não sou a causa sou a cauda
Atenção: há leis demais e há leis ilegais
Não pago prenda de omisso
A maioria do bem devia impedir a minoria do mal
O bem é a paz o mal é a guerra
Dois espectros me assaltam a arcada dentária e a arcada vertebral
A vida é uma infinidade de pontos de vista
Meu sonho é viver em paz
Nu dos outros é fresco
Não gosto que me interrompam
Não há mal que sempre dure e não há bem que nunca acabe
Mais pra lá mais pra cá ajeita e encaixa
A capacidade de receber da mulher é fenomenal
Não é o que vocês estão pensando.

Vilanias

julho 23rd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Não ser inconveniente
Ganhei uma fita
Pra quem é de cinema é bom
Do ovo quero a casca pedacinhos
Da vida quero tudo pedações
Bala perdida não tem dono nem de quem dá nem de quem recebe
Acho que foi algum desafeto do morro talvez um dos bandidos amigos
Não quero me dizer o que não quero ouvir
Quem fez faz
Nem um tanto nem um tão pouco
Não faço mal por querer faço sem saber
A vida guarda ensinamentos secretos
Santa Republica: há quem ache que presidente faz o que bem quer quem tem que querer é o povo que o elege
De tanto rever o passado acabamos por não ver o presente
Só acredito se for verdade
Amém ou Amem?
Quando estava quase a esmilinguir-se recobrou a chama
Se assim for assim é
A febre não me impede de ser razoável
Desde que eu não queira a mesa virar
Esqueci-me do que não me lembro
O mundo não é de um só ou é de todos ou é de nenhuns
O que vale é o voto os(as) mais votados(as) governam o resto é bobagem
Só nos resta o que nos resta
Não faço mais do que devo e assim continuo a dever
Melhor republica da(o)s bananas que o império do mal
Não há como evitar o inevitável
A vida é a única escola
Da minha imagem o dono sou eu
Quase perfeito já é bom demais
Quem for melhor que se apresente
Mulheres são insaciáveis
Seria bom se fosse só sexualmente
Discordar não é ofensa
Se até o vidro é fumê por que nós não pode ser
Não corra pela vida corra para a vida
As coisas são como são e nós somos como somos
Só a barbárie é a mesma
Queira-se ou não se queira
É transmimento de pensação.

Errâncias

julho 16th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Se eu disser que errei talvez tenha acertado
Vou aí ou vens cá
Não posso oferecer o que não tenho
O que não dou fica guardado
O poder é o quintal dos déspotas
Preciso é de um restauro geral na minha boca
O que se elimina não faz falta
Tudo que tem eu é meu
Três batatas e quatro cenouras
Interessa-me tê-las
Quando um fala o outro aguça a orelha
O que é grande pesa mais
E se eu pegar a tia e fizer gato e sapato
A premonição é uma sobrecarga de lembranças
A política é um mero jogo de conveniências suportado por todos nós
Não é mas pode não ser
O problema é que chegando ao poder a oposição deixa de ser oposição
O poder é que escolhe o que vai ser escolhido
Quando superamos uma fase não há porque voltar atrás
Uma causa quando é justa permanece até vingar
Uso tudo que você me dá
Você é que é
O que eu lhe dou você merece
Quando eu for chutar não mexa na bola
Eles riem-se de nós
Já choveu o que tinha que chover
Aproveitemos o quanto nos resta
Pra ter mais só se vier atrás
Beijo pra quem sabe beijar
É na cabecinha da flor
Só é fácil pra mim
Todo mundo faz o importante é saber limpar
Boa cozinha é cozinha limpa
Antes de acabar não terei acabado
Não quero dar obrigado
Quilo ou grama aquilo vale nada
Não resolve nada e atrapalha tudo
Esqueço até o que nem ouvi
Se faltar não me faltará
Se disser a verdade pode ser que me arrependa.

Desastres

julho 9th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Eu conteúdo agradeço a forma que me contém
Por que a alguém é dado o poder de comandar impérios?
O inimigo principal é o estrangeiro
Entre nós dá pra acertar as contas
Mas com eles nós só perdemos
Como saber o que quer o público antes que veja a obra?
E ainda me rifa baratinho
A meus pés és rainha
Pauta para todos os governos: fim da violência policial e militar contra o povo
Aonde fomos parar: o extremismo de esquerda dos anos 70 servindo à repressão ao povo nos dias de hoje
Precisamos de uma Comissão da Verdade Hoje para apurar e denunciar os crimes de agora
A força é um monopólio do estado ela não pode ser usada contra o povo que o constitui
O massacre de pretos brancos índios e mestiços não pode ser acobertado pelo Estado
Cada um dá sua ideia e vejamos como sair do buraco
O Brasil é um país de futuro
Comer a própria comida não tem preço
Pra menos decepções é só não ampliar expectativas
Não quero ser a palavra de instantes mas a de momentos
Tem a tua entrega e tem a minha vontade
Tô só trocanu o óleo
O que chamusca não incendeia
Tô só calibranu os pneus
Tá na área?
Entre um e outro o assédio é inevitável
Se apareceu é bem aparecida
O futuro pode ser só um dia
Não temos que pensar as mesmas coisas
Pena que nestas horas me falte a paciência
Ela é simpática e tem um grande porto
Todo mundo sabe que você quer me amar
Inatingível não é indesejável
É preciso pensar o que se vive
Nem casto nem castiço nem castigo
É uma pilantra que me dá algo de bom
Podes pensar que sou libertino
Só quero notícias boas
Me interessa o que já veio não o por vir
A página virou-se por si mesma
Que não me falte tempo para aproveitar a vida
Uma casa tem muitas portas nem todas são de saída

A propos do Rô

julho 2nd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Sim é possível pintar uma época a partir de alguém e se ele faz cinema através de seus filmes
Um fragmento da vida social e cultural bem caracterizado é revelador se não do todo pelo menos de sua parte no todo
Pra se ter plural é preciso ter singulares
Há que delimitar-se quase cirurgicamente a nada além do que se queira demonstrar
Neste trabalho, a excelente monografia de Bárbara Morais sobre o cinema de Luiz Rosemberg Filho, é o que se faz observando a inclusão do Rô no cenário audiovisual desde os anos pós do golpe de 64 a partir da escassa fortuna crítica de cinema ainda mais no que é um cinema menos evidente
Já que os próprios dela não gostam não subscrevo a definição de marginal à cultura e ao cinema da época embora a julgue pertinente pelo estandarte de Oiticica “Seja Marginal Seja Herói”
Prefiro chamá-la de geração 68 por tudo que a data signifique na emergência das radicalizações contra a ditadura e lamentavelmente a radicalização da própria e sobre tudo isso rios ainda tem-se que escrever
Por ser de uma geração não se está uniformizado apenas são aqueles que se expõem contemporaneamente aos mesmos estímulos e nisto constrói-se um elo comum.
Em cinema o elo comum sempre é o cinema de autor desde a primeira manivela até os dias de ontem e de hoje e nisto mais faz quem mais dá de si cada um no seu estilo a indelével marca que há nos filmes de cada autor
O Rô tem algo de vulcânico despeja de suas entranhas da mente e do corpo em sons, textos e imagens às vezes suave às vezes duro mas sem perder a clareza também ela visceral
Seja na forma lúdica como “Assuntina…” e “O Santo e A Vedete” seja na forma rascante como “Jardim das Espumas” e “Crônica de um Industrial”
Com a sua escolha como estudo de caso de”Crônica …” (1978), um Rosemberg mais severo densamente analisado passo a passo que eventualmente remete a “Terra em Transe” que remete a “O Desafio” que remete a Rosselini que remete a “La Fièvre Monte a El Pao” que remete a Eisenstein que remete a Griffith
E chega-se a Brecht/Godard seus interlocutores preferenciais e à palavra sua grande arma dentro e fora das telas
Em seguida a análise do curta em vídeo “O Discurso das Imagens” (2010) com o recurso à bricolagem que é uma evolução para o cinema do uso da colagem em papel que ele sempre fêz resultando em seus tantos filmes-colagens
Finalizando o extenso levantamento de filmes e vídeos consegue abranger a postura autoral de um dos expoentes da geração 68 que se segue ao cinema novo cortados entre si inapelavelmente pelo golpe de 64.

Átomos

junho 25th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O cinema se instaura e vigora como o culto da violência cadê o humano?
Não podemos servir pra projetar o mal temos que projetar o bem
O problema de estar no geral é que todo mundo é igual
Os bancos são bancados pelo Tesouro Nacional
O que é a vida senão um rolar de dívidas
Se há alguém que não saiba eu sempre sou feliz
Não faça perguntas quando eu não tenho respostas
Confesso a minha inaptidão para o fracasso
Quero ser rei na minha casa o mundo que se dane
Quando perguntares direi que não sei
A menina é esperta
Elas criam caso até no aceite
Ninguém tem como saber o futuro pode-se sonhá-lo
Nem todas eu quero nem todas me querem
Não quero estar onde não estou
Podes fazer todos os teus jogos em público porque em casa vais ter que fazê-los no privado
O problema é a solução
Cada companheiro que se vai parece que encorpa na gente
Tudo é fácil pra quem é fácil
Não se aplaude excessos
Isto tem moral
Quando me esquecer não vou mais lembrar
Uma imagem é simultânea a outra mesmo que não seja
O espaço diz mais que a palavra
Ela era a melhor almofada da praia
Pode ser que dê vontade pode ser que valha a pena
Se não pensar falo o que não quero
Quem não acha procura
A estória dos outros me importa menos que a minha
O negócio é malhar a freguesia
Só pergunte depois
Dou-te cinquentinha e tu me lambe o rabo
Se viajar na dos outros perdes a tua viagem
Se não tiveres tino vais arranjar encrenca
Como são medíocres as letras das músicas de outros paises que não o meu
Manda brasa no que pensas ninguém o fará por ti
Depois não reclama
Vou apertar mais um e vou acender agora
Tudo vale por uma boa causa
Pensei mas não digo
Eu não sou tão elegante assim eu sou um pouco mais
Que importância tem o que tem importância
Nenhuma