Pensamentos

julho 30th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A bala que me dás é a que me baba a boca
A que me destes nem me lembro mais o gosto
Esse tudo não é nada
Política de estado: A Petrobras e demais estatais e que tais deviam é investir seus recursos avulsos e aleatórios que esbanjam nas respectivas áreas de governo responsáveis em cultura, esporte e educação senão é desgoverno estatais e seus marqueteiros não podem sobrepujar ministérios
Imagina se eu der palpite nas políticas de petróleo
A cultura brasileira é a melhor cultura brasileira do mundo
Façamos antes que ninguém faça
Só é bom o que é para todos
Fosse mãe gentil a pátria a todos abrigaria
Sugerir não ofende: ao invés de protestos contra por que não protestos a favor
Padrão Fifa não é recomendável aquilo é um bando de gatunos imperialistas
Qualquer violência gera a violência qualquer
Não deixa a gringalhada mandar na tua terra mais parecem gafanhotos
Se deixar um logo vem a tralha toda
A vida me dá o que eu não tenho
Não transfira o ônus para os outros faça você mesmo
Protestos por favor sem mortos e feridos
A memória é um abismo sem fim
Agora é a ágora
A novela é só um desfile dos preconceitos de quem as escreve
Só se for depois
O teu mal é não saber parar
O que alguém pensa não é o que todo mundo pensa
Por que a supremacia de alguém sobre alguém
Pode-se entender sem conseguir explicar-se
Não se pode estar atento a tudo
Não sou a causa sou a cauda
Atenção: há leis demais e há leis ilegais
Não pago prenda de omisso
A maioria do bem devia impedir a minoria do mal
O bem é a paz o mal é a guerra
Dois espectros me assaltam a arcada dentária e a arcada vertebral
A vida é uma infinidade de pontos de vista
Meu sonho é viver em paz
Nu dos outros é fresco
Não gosto que me interrompam
Não há mal que sempre dure e não há bem que nunca acabe
Mais pra lá mais pra cá ajeita e encaixa
A capacidade de receber da mulher é fenomenal
Não é o que vocês estão pensando.

Vilanias

julho 23rd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Não ser inconveniente
Ganhei uma fita
Pra quem é de cinema é bom
Do ovo quero a casca pedacinhos
Da vida quero tudo pedações
Bala perdida não tem dono nem de quem dá nem de quem recebe
Acho que foi algum desafeto do morro talvez um dos bandidos amigos
Não quero me dizer o que não quero ouvir
Quem fez faz
Nem um tanto nem um tão pouco
Não faço mal por querer faço sem saber
A vida guarda ensinamentos secretos
Santa Republica: há quem ache que presidente faz o que bem quer quem tem que querer é o povo que o elege
De tanto rever o passado acabamos por não ver o presente
Só acredito se for verdade
Amém ou Amem?
Quando estava quase a esmilinguir-se recobrou a chama
Se assim for assim é
A febre não me impede de ser razoável
Desde que eu não queira a mesa virar
Esqueci-me do que não me lembro
O mundo não é de um só ou é de todos ou é de nenhuns
O que vale é o voto os(as) mais votados(as) governam o resto é bobagem
Só nos resta o que nos resta
Não faço mais do que devo e assim continuo a dever
Melhor republica da(o)s bananas que o império do mal
Não há como evitar o inevitável
A vida é a única escola
Da minha imagem o dono sou eu
Quase perfeito já é bom demais
Quem for melhor que se apresente
Mulheres são insaciáveis
Seria bom se fosse só sexualmente
Discordar não é ofensa
Se até o vidro é fumê por que nós não pode ser
Não corra pela vida corra para a vida
As coisas são como são e nós somos como somos
Só a barbárie é a mesma
Queira-se ou não se queira
É transmimento de pensação.

Errâncias

julho 16th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Se eu disser que errei talvez tenha acertado
Vou aí ou vens cá
Não posso oferecer o que não tenho
O que não dou fica guardado
O poder é o quintal dos déspotas
Preciso é de um restauro geral na minha boca
O que se elimina não faz falta
Tudo que tem eu é meu
Três batatas e quatro cenouras
Interessa-me tê-las
Quando um fala o outro aguça a orelha
O que é grande pesa mais
E se eu pegar a tia e fizer gato e sapato
A premonição é uma sobrecarga de lembranças
A política é um mero jogo de conveniências suportado por todos nós
Não é mas pode não ser
O problema é que chegando ao poder a oposição deixa de ser oposição
O poder é que escolhe o que vai ser escolhido
Quando superamos uma fase não há porque voltar atrás
Uma causa quando é justa permanece até vingar
Uso tudo que você me dá
Você é que é
O que eu lhe dou você merece
Quando eu for chutar não mexa na bola
Eles riem-se de nós
Já choveu o que tinha que chover
Aproveitemos o quanto nos resta
Pra ter mais só se vier atrás
Beijo pra quem sabe beijar
É na cabecinha da flor
Só é fácil pra mim
Todo mundo faz o importante é saber limpar
Boa cozinha é cozinha limpa
Antes de acabar não terei acabado
Não quero dar obrigado
Quilo ou grama aquilo vale nada
Não resolve nada e atrapalha tudo
Esqueço até o que nem ouvi
Se faltar não me faltará
Se disser a verdade pode ser que me arrependa.

Desastres

julho 9th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Eu conteúdo agradeço a forma que me contém
Por que a alguém é dado o poder de comandar impérios?
O inimigo principal é o estrangeiro
Entre nós dá pra acertar as contas
Mas com eles nós só perdemos
Como saber o que quer o público antes que veja a obra?
E ainda me rifa baratinho
A meus pés és rainha
Pauta para todos os governos: fim da violência policial e militar contra o povo
Aonde fomos parar: o extremismo de esquerda dos anos 70 servindo à repressão ao povo nos dias de hoje
Precisamos de uma Comissão da Verdade Hoje para apurar e denunciar os crimes de agora
A força é um monopólio do estado ela não pode ser usada contra o povo que o constitui
O massacre de pretos brancos índios e mestiços não pode ser acobertado pelo Estado
Cada um dá sua ideia e vejamos como sair do buraco
O Brasil é um país de futuro
Comer a própria comida não tem preço
Pra menos decepções é só não ampliar expectativas
Não quero ser a palavra de instantes mas a de momentos
Tem a tua entrega e tem a minha vontade
Tô só trocanu o óleo
O que chamusca não incendeia
Tô só calibranu os pneus
Tá na área?
Entre um e outro o assédio é inevitável
Se apareceu é bem aparecida
O futuro pode ser só um dia
Não temos que pensar as mesmas coisas
Pena que nestas horas me falte a paciência
Ela é simpática e tem um grande porto
Todo mundo sabe que você quer me amar
Inatingível não é indesejável
É preciso pensar o que se vive
Nem casto nem castiço nem castigo
É uma pilantra que me dá algo de bom
Podes pensar que sou libertino
Só quero notícias boas
Me interessa o que já veio não o por vir
A página virou-se por si mesma
Que não me falte tempo para aproveitar a vida
Uma casa tem muitas portas nem todas são de saída

A propos do Rô

julho 2nd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Sim é possível pintar uma época a partir de alguém e se ele faz cinema através de seus filmes
Um fragmento da vida social e cultural bem caracterizado é revelador se não do todo pelo menos de sua parte no todo
Pra se ter plural é preciso ter singulares
Há que delimitar-se quase cirurgicamente a nada além do que se queira demonstrar
Neste trabalho, a excelente monografia de Bárbara Morais sobre o cinema de Luiz Rosemberg Filho, é o que se faz observando a inclusão do Rô no cenário audiovisual desde os anos pós do golpe de 64 a partir da escassa fortuna crítica de cinema ainda mais no que é um cinema menos evidente
Já que os próprios dela não gostam não subscrevo a definição de marginal à cultura e ao cinema da época embora a julgue pertinente pelo estandarte de Oiticica “Seja Marginal Seja Herói”
Prefiro chamá-la de geração 68 por tudo que a data signifique na emergência das radicalizações contra a ditadura e lamentavelmente a radicalização da própria e sobre tudo isso rios ainda tem-se que escrever
Por ser de uma geração não se está uniformizado apenas são aqueles que se expõem contemporaneamente aos mesmos estímulos e nisto constrói-se um elo comum.
Em cinema o elo comum sempre é o cinema de autor desde a primeira manivela até os dias de ontem e de hoje e nisto mais faz quem mais dá de si cada um no seu estilo a indelével marca que há nos filmes de cada autor
O Rô tem algo de vulcânico despeja de suas entranhas da mente e do corpo em sons, textos e imagens às vezes suave às vezes duro mas sem perder a clareza também ela visceral
Seja na forma lúdica como “Assuntina…” e “O Santo e A Vedete” seja na forma rascante como “Jardim das Espumas” e “Crônica de um Industrial”
Com a sua escolha como estudo de caso de”Crônica …” (1978), um Rosemberg mais severo densamente analisado passo a passo que eventualmente remete a “Terra em Transe” que remete a “O Desafio” que remete a Rosselini que remete a “La Fièvre Monte a El Pao” que remete a Eisenstein que remete a Griffith
E chega-se a Brecht/Godard seus interlocutores preferenciais e à palavra sua grande arma dentro e fora das telas
Em seguida a análise do curta em vídeo “O Discurso das Imagens” (2010) com o recurso à bricolagem que é uma evolução para o cinema do uso da colagem em papel que ele sempre fêz resultando em seus tantos filmes-colagens
Finalizando o extenso levantamento de filmes e vídeos consegue abranger a postura autoral de um dos expoentes da geração 68 que se segue ao cinema novo cortados entre si inapelavelmente pelo golpe de 64.

Átomos

junho 25th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O cinema se instaura e vigora como o culto da violência cadê o humano?
Não podemos servir pra projetar o mal temos que projetar o bem
O problema de estar no geral é que todo mundo é igual
Os bancos são bancados pelo Tesouro Nacional
O que é a vida senão um rolar de dívidas
Se há alguém que não saiba eu sempre sou feliz
Não faça perguntas quando eu não tenho respostas
Confesso a minha inaptidão para o fracasso
Quero ser rei na minha casa o mundo que se dane
Quando perguntares direi que não sei
A menina é esperta
Elas criam caso até no aceite
Ninguém tem como saber o futuro pode-se sonhá-lo
Nem todas eu quero nem todas me querem
Não quero estar onde não estou
Podes fazer todos os teus jogos em público porque em casa vais ter que fazê-los no privado
O problema é a solução
Cada companheiro que se vai parece que encorpa na gente
Tudo é fácil pra quem é fácil
Não se aplaude excessos
Isto tem moral
Quando me esquecer não vou mais lembrar
Uma imagem é simultânea a outra mesmo que não seja
O espaço diz mais que a palavra
Ela era a melhor almofada da praia
Pode ser que dê vontade pode ser que valha a pena
Se não pensar falo o que não quero
Quem não acha procura
A estória dos outros me importa menos que a minha
O negócio é malhar a freguesia
Só pergunte depois
Dou-te cinquentinha e tu me lambe o rabo
Se viajar na dos outros perdes a tua viagem
Se não tiveres tino vais arranjar encrenca
Como são medíocres as letras das músicas de outros paises que não o meu
Manda brasa no que pensas ninguém o fará por ti
Depois não reclama
Vou apertar mais um e vou acender agora
Tudo vale por uma boa causa
Pensei mas não digo
Eu não sou tão elegante assim eu sou um pouco mais
Que importância tem o que tem importância
Nenhuma

Rescaldos

junho 18th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A poesia não se abandona
Sofrer é melhor não
Os velhos vão descansar os novos têm que ralar
Quando quiser te aviso
Quando a vaca tossir eu cuspo o leite
Não se deve unir os inimigos
Quem dança conforme a dança acaba dançando
Alguém acha que se deve deixar o povo à mercê da bandidagem?
Direita é o que impede esquerda é o que avança
Se não houver resistência ao que parece não haverá abusos
Nasci pro bem o mal não me contagia
Reclamar de tudo não resolve nada
Protesta mas não abusa
Quem arrisca pode se dar mal
São poucos os meus mais velhos e tantos os meus mais novos
Seja sincero não precisa ser original
O bom da vida é partilhar
A primeira nunca se esquece
Se precisa não hostiliza
Comemorar ou descomemorar o passado é irrelevante o que importa é ter motivos para comemorar o presente
Se tantos tens não precisas de mais um
Não posso ser quem queres que eu seja
Se posso agradar pra que desagradar
Pra palhaço palhaço e meio
Não estás juntando o nome à pessoa
Junta b com p
Quem me conhece não me chama pra duelo
Viado! Vadia!
Sei que é machista e escroto mas Deus foi cruel com o que fez com a costela haja disciplina
Se explicar complica
Apesar do nome não sou santo
O que eu não entendo é por que policiais e militares arriscam-se a morrer e à invalidez pra defender o lucro dos patrões e seus herdeiros
A sociedade precisa descobrir e construir formas pacíficas de convivência social
Acho que deviam deixar os proprietários eles mesmos defenderem suas propriedades
A mando do poder burguês brancos negros e mestiços perseguem brancos negros e mestiços
A história não se mostra instantânea ela demora a fazer sentido
Conhecer o seu mercado de trabalho é essencial o dos outros é supérfluo
Só peça o possível
Não se negocia com o inimigo
Morrer é o último pedaço da vida melhor que demore a chegar ou acabe rápido

Matreirices

junho 11th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Faz que vai mas não vai
Se eu perguntar teu nome é porque estou a fim
Esquece a pilha
Faz que vem mas não vem
Faz que foi mas não foi
Faz que é mas não é
Faz que dá mas não dá
Eu não sabia que você é assim
Se eu não soubesse até podia tentar
Se não deixarem a polícia cuidar só dos bandidos vai sobrar pra quem?
Tou não sou não sou não
Estranho essa mania de rezar missa pra blasfemos totais quando for a minha vez espero que ninguém me dê este vexame
Tanto faz pôr no ou pôr na
Moro ao lado de uma inacreditável amendoeira que já passa do sétimo andar
Não bato palma pra palhaço dançar
Carnaval! Isto é que é rolezinho!
Pareces uma leoa insaciável tanto no bom como no mau sentido
Há quem faça musicas eu faço frases
Diga-me o que ainda não vi
Qualquer lugar não é melhor que algum lugar
Finjo não saber o que já sei
Nem sempre estou assim nem sempre estou a fim
Fazer o que já fizeram não fará ninguém feliz
Todo mundo disfarça e olha pro lado
É preciso esvaziar as prisões
Medo de almar
Quando não interessa o que interessa
Quem não está satisfeito com a vida devia abster-se de aporrinhar a dos outros
O que ainda não sou serei
Eu já nem sei se as meninas são meninas e se os meninos são meninos
Quem prende não aprende
Amar o amor
O problema é cada um pensar só em si
Só se acredita no que lhe é cômodo
Quando se vai alguém mais velho até entendo mas um mais novo acho que é injusto
Nem tivemos tempo direito de aproveitar o convívio
Queijo com alho não se recomenda se come na merenda
Frente às pedras do caminho não podemos ser tão sensíveis
Mas se não formos sensíveis como podemos criar
Não somos nós o tempo é que nos conta

Sabenças

junho 4th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Se eu conseguisse dizer o que penso
E eu pergunto o que fazer? Emparedar-nos?
Há carências mas há suficiências
Compenso a quantidade pela qualidade
Sou doido pra ver você dando
E aí cai a chuva com firmeza espero que sem tragédias
A vitória está próxima e nunca chega
Servidores vencedores servem melhor que servidores vencidos
O que você quer é mole
Afora as tragédias o Brasil chega a ser engraçado
Talvez pelo que tenho de negro o meu maior desejo é a liberdade
Enquanto estamos vivos somos capazes de muitas ações depois que morremos não somos capazes de mais nenhuma
Se fosse melhor o meu diário se fosse melhor o meu calvário
Se insistir eu como e cuspo fora
Prejudicar a Copa é estar à direita do processo democrático brasileiro
Eu só quero que você engula a sua empáfia
Não deixa a safadeza tomar conta de mim
Às vezes consigo às vezes não
Invés de ir pra frente queres espanar de lado
Muito menos com você
Às vezes fico nocauteado até por uma brisa
Nem sempre a verdade é de verdade
Aonde a onda vai depois que quebra
Acho ridícula a prosápia dos prosaicos
Poesia põe ou tira
Pó no uísque não pode morres sufocado
A vida é fruto do coletivo ninguém sobreviveu sozinho
Cada um faz a política que merece
Periga perder voto
Eu me divirto com o viver
A mesma época gera produtos semelhantes
É preciso um armistício antes que a guerra mais se acirre
A indução ao mundo de fora nos impede de aproveitar o mundo de dentro
A cada semana você pede na terceira eu respondo
A morte é uma contingência não é algo que se busque
E vara tudo
Levando em conta meu arbitrário critério de geração a cada 4 anos quantas se terão passado em 40
Não se deve homenagem a quem abusa da sorte
Quando tudo acaba a gente recomeça
Se tardar é melhor nem vir.

Outras

maio 28th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Não sei se o sabor do saber sabe melhor que o sabor da sede
Mais uma vez perdi mas não me emendo quem sabe na próxima
Ao chegar à minha gloriosa idade descobri o óbvio: não complica simplifica
Há coisas que são atraentes mas não devem ser confessadas
Resta-me a saborosa sabedoria nos meus lábios
Todo mundo tem que saber se divertir e se proteger
Um urubu sozinho não faz verão
Quem foi nunca perde
Por um cinema popular socialista
Propaganda nem comercial nem política nem religiosa
A minha estratégia quase nunca deu certo
Povos não coincidem com os limites
Não sigo muito esse papo de tecnologia o que me interessa é o que se lhe bota
Já que não resolve o estado devia ao menos oferecer os prédios públicos para abrigar o povo das ruas cujo abandono é inaceitável
O que não for bom rejeite
Tudo meu carece de organização
De boca em Baco
Eu queria você quando eu queria você agora quero mais não
Vida boa é a do marqueteiro esbanja um dinheiro que não é o dele
Gasta uma fábula só pra contar outra fábula
É incrível como as figuras de desenho são sempre auto-retratos
Você não serve pra tudo
Acho que o estado devia pagar um salário mínimo a todos que não tem e limitar o resto a dois salários mínimos
Os eleitores precisam chamar os eleitos à responsabilidade
É difícil pensar o complexo por isso prefiro o simplexo
É difícil pra mim fingir que não te quero mesmo assim eu finjo
Vejo o desejo estampado nela
Ao longe a meta
O destino não me deixa ficar só
O que se chama de corrupção é indissociável do que se chama de capitalismo
Somos uns rebeldes solitários
Se ela brinca com o meu brinco
Se eu excluir quem eu comi só vou deixar quem me comeu
Pensar que seríamos como imaginei
Ninguém é total vivemos fragmentos
Algum dia as pessoas do mundo saberão viver com as pessoas do mundo
Imaginar-se o comprometimento do poder publico com as negociatas da burguesia e vê-lo blindado pela polícia contra a massa proletária é a maior traição à democracia que tanto se lutou para conquistar
Que nem xuxú na relva
Direi uma palavra final
Fim