Verdades

outubro 21st, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A herança é o principal esteio do capitalismo se abolida seremos todos iguais
Posse sem usufruto não serve pra nada
Mais que o outro não pode ser
Ninguém é melhor que ninguém
Seletiva não é democracia
É pra todos não pode ser pra alguéns
Usufruto sem posse
Produção só pra demanda
Desculpa a pergunta mas um pedaço de canal de satélite grátis para todos não resolve o problema da comunicação?
Quem chega é que pede bença
Como garantir ao mesmo tempo a liberdade e a segurança das pessoas
O que fazer quando seu bem vai embora
Entre grandes não se há de ler ao pé da letra
É preciso cessar a perseguição a ativistas não são eles os baderneiros
Não se assina cheque em branco
Ninguém pode ser responsabilizado por atos de terceiros
Todo veículo devia ser bloqueado de fábrica a 40 km de velocidade máxima
O transporte publico devia ser em longos e lentos bondes solares gratuitos dia e noite em ruas centrais exclusivas
Cada um cuide de si precisamos de todos
Estamos em pleno vandalismo jurídico instituído vocês sabem por quem
Adoro a vida
Acho a vida uma coisa vital
Rola porque é uma bola
Não acredito em mágica
Se florir se esvai?
É o contrário do tomate em que a flor vira fruto?
O poder é a capacidade de fazer alguma coisa
Nunca se deve juntar os adversários
É difícil mas já foi muito pior
Ninguém presta nem eu
A vida é uma múltipla escolha só de ingredientes
Muito mas muito mas muito mais melhor
Fosse a igualdade seríamos felizes?
Se não conseguimos segurar os nossos radicais vai ser mais difícil segurar os deles
O protagonismo nunca foi o meu forte
Não é bom mas não é tão ruim assim
O mundo revira na undécima crise do capitalismo
Cuidado com as rebarbas são brabas
Como sou tá bom não gostaria de ter sido

Populares

outubro 14th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Dil+
A Presidenta vai ampliar o que já fez o outro promete o que nunca fez
A melhor propaganda não é a trilha sonora
É uma prestação de contas precisa como faz quem tem o que mostrar
Corrupção é assunto pra polícia
Se domínio do fato valesse Deus seria condenado por tudo que há e houve na Terra
Delação não se recomenda nem se premia é conversa de marginal
Quem disser que roubou primeiro devolve a grana depois o Judiciário resolve
Corrupto e corruptor é quem bota dinheiro publico no próprio bolso
Alguém imagina que a Presidenta tenha feito isso?
Há um genial país no mundo com 200 milhões de pessoas que são técnicos de futebol
Ah se o Brasil fosse um jogo do Brasil
É preciso retomar e punir o que os sonegadores sonegam
Macroeconomia é caô de economista ninguém sabe a próxima que a burguesia mundial vai aprontar
O povo desunido será sempre vencido
Governo eleito é portanto legítimo para o bem ou para o mal
O Brasil é quando não precisa mas quando precisa não é
Se não melhorar pode piorar
A môsca azul
O Estado não atende a quem reivindica o Estado só atende a quem cochicha
Tudo que li na vida ensinou-me a abrir o verbo
O roubo só se justifica para quem precisa
Só perde quem não ganha
Só ganha quem não perde
Eu faço como posso
O Lobo se desdobra
Pelo menos isso as redes sociais quebram o monopólio de discurso dos barões das concessões publicas da comunicação social
Nunca vi tamanha energia e fome de mundo
Uma parte esbanja a outra espia
A burguesia flerta com o poder não sei se o poder flerta com a burguesia
Prometer é fácil o barato é fazer mais
Lererê entregou o primeiro vê se não entrega o segundo
Neguinho fica nos conversê e num chega nos finalmente
Não me importa se alguém se vende o que me importa é que não quero comprar
Agora é encruzilhada é pra lá ou pra cá
Este é o melhor Brasil do mundo candidato é recebido com uma chuva de aviõezinhos de papel
Ou o cinema e a cultura se dão ao respeito ou ninguém mais dará
Essa onda anti-trabalhista pode como em 64 interromper a construção de uma sociedade mais socialmente progressista e isto não é uma questão partidária
Canudos nunca mais
Nosso Norte é o Sul
E um bom dia pra vocês

Nadas

outubro 8th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O melhor do Brasil é que nós chora
Se disser o que penso nem ao espelho encaro
Nunca peguei um pênalti
Nóis é o que nóis é às veiz a coisa não rola
Belos cabelos são seus óleos
Reclamar de tudo como rir de tudo é desespero
Iluminado e iluminante
E eu que levo 24 horas a decidir o que fazer
Não queiram fazer dos meus afetos desafetos
Para ouvir as bobagens que se fala era preciso muito mais talento
Quem não gosta de quarto brasileiro não é
Cuidado pra não errar o inimigo
O grande evento internacional no Brasil foi a reunião dos Brics e não copas de futebol
Se você ameaçar o gol do adversário ele vai cair de pau em você
Proteste à vontade desde que não atrapalhe o ir e vir dos demais
Cada um faz o que sua consciência manda a deles manda apanhar
Os protestos deviam se assumir como tais e não ficar a reboque de outras coisas
É difícil ouvir a voz do outro
Numa ditadura ninguém vaia e muito menos xinga o ditador
Ah! Perdemos no jogo mas ganhamos no amor mundial
Sem distúrbios a tropa fica nos quartéis
Quem é da área não erra o tiro
Às vezes estremeço
É difícil navegar entre todas as ilhas de nossos arquipélagos
Sou vítima dos pensamentos confusos em que me debato
O resto do mundo pode secar mas nós vai secar por último
No país do futebol qualquer moleque sabe que não se entra em dividida
Convivi com os maiores talentos do país e acho que aprendi alguma coisa
Estou entre a dor e o gozo
Essa casa ficou vazia sem essas meninas saracoteando por aqui
Vira e revira pra ver se vira e não vira
Desculpa eu sou covarde só de pensar em apanhar nem saio de casa ainda bem que tenho onde esconder será?
Setentenário se baba ao lembrar-se
Descobri uma verdade plantas precisam de água
Não quero ser agradável quero é ser responsável
Bater na bigorna com a mão nem barulho faz
A democracia audiovisual: excluir filme dos outros pode?
Ou porque me ufano de ser selecionado
Se a maioria dos negros é pobre proponho então abolir o conceito de raça que é indevido e concentrar no de classe que a todos abrange pretos índios brancos e mestiços

Gentes

setembro 24th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Não sei lidar com carência alheia basta a minha
O problema do brasileiro é o estrangeiro
Não sei como é ser estrangeiro estar num lugar que não é o seu
Nada meu é descartável
Abomino essa forma predatória de viver
Não me dás o botão da flor?
Então por que não corres atrás de um magno cacete?
É a fruta que não se joga fora
Em algumas pode-se até cravar os dentes
Mas não é pra arrancar pedaço
Deixa a coisa correr
Só pare até recuperar o fôlego
De longe até parece um grande prêmio
Mas tens no sorriso uma trava de insatisfação
Vais chegar cansada pronta pro descanso
Não faças nada aproveita só o movimento
Minta magias
Às vezes dá às vezes não dá
As mulheres são assim não têm saco pra mim
Mas eu tenho pra elas
É estranheiro
Segundo Pasô a prosa venceu a poesia
Quando bebo muito durmo
Não te quero tanto a tal ponto que te queira tanto
Quem na vida não foi derrotado um pouco mais
Num adianta recramá se carma pintá vai tê de encará
As mulheres se fazem de gostosas
Umas na frente das outras não é de todo mal
Se você tem problema com homens eu não sou tão homem assim
O meu abrigo é no limite do meu equilíbrio mental
Preciso de uma mulher como biombo para o mundo
Não fui eu foram elas que quiseram
No meio do caminho teve um joelho
Há quem ache que a sociedade contemporânea não é primitiva
O que um inesperado joelho produz?
Não é porque já te comi que não vou querer o resto
O negócio é meter a mão na massa
Quem vive tá no lucro
Se milhões olharem pra mim eu surto
Eu não quero mas acontece

Percalços

setembro 17th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Não conto pra ninguém
Bota pra tirar
É biodegradável ou biodegradante
Infinitesimal é a espécie humana imagina a vida de cada um
O nosso mundo de dentro é como nosso mundo de fora
Alianças não se usa alianças fazem-se
Ê Brasil! Comemora-se a continuidade da colônia e da monarquia na proclamação de uma independência pelo futuro monarca Pedro IV de Portugal neto da rainha que anos antes trucidou Tiradentes
Não errar o hemisfério nosso norte é o sul
Quando eu saio apago a luz
O que faz a mídia todo o tempo é atemorizar e intimidar a população
Esses hinos são uns sambas de branquelo doido
Todas não só as melhores
Quem morre leva a verdade consigo
O bom é o borrado
Não atiço nem apago incêndio
Se um não implica com o outro o outro não implica com o um
Menos que isso é nada
O que mais me impressiona é o poder da palavra
Só não quero é morrer atirado
Tem que empurrar é no voto
Só o voto é soberano
Às vezes tenho ataque de velhice fico achando que sou mais velho do que sou
O engraçado é que o cliente o governo inclusive é o primeiro a acreditar na propaganda que ele mesmo paga
Imagina se aeronaves estrangeiras cruzassem livremente os céus do Brasil mas no audiovisual pode
Se chorarmos as perdas ficaremos secos
Por mais que me esforce jamais chegarei à frente do mais velho
É feio dizer que quando as mina enraba os cabelo me dá tesão
É difícil ir além do município
Se é só pra conversar é melhor parar
Eu também no audiovisual sou contra tudo que aí está
Boa ideia você faz de mim mas tem razão
Tem vez que é a princesa que vira sapo
Sobrevivente não precisa de licença pra viver
Não se joga a pamonha na rua
Não fosse exuberante ainda bota pra fora os peitos
Quero que você me agrade
A vida é um mar
E tem quem acredite
Se não em corpo no que for brasileiro estarei em espírito
Tô que nem cachorro mijando a área.

Causos

setembro 10th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Um dos mais gritantes problemas brasileiros só vale ouro prata é ofensa bronze é desonra
Vai ver! Eu tô na esquina
Por favor me sirva
Não sou monoteísta nem monógamo
Todos tem intimidade com a bola mas nem sempre uns com os outros
A televisão ainda pensa que é rádio
Pra ter plural é preciso ter singulares
Não mato um leão por dia e nem uma formiga
Cada um no seu cada um
Imagino que ninguém imagina que eu tenho dinheiro sobrando pra dar
Há quem troque o sublime pelo vulgar
Por que as tevês estatais perdem para as comerciais?
Por que as tevês estatais copiam o formato das comerciais e com programação estrangeira ao invés da produção brasileira?
Sem divergir do mestre que é coisa que não se faz a produção de 150 filmes é de fato um grande feito
É no entanto um feito de seus realizadores apesar dos maus tratos de nosso governo audiovisual
Tolerar as manobras monopolistas de mercado dos estrangeiros é inqualificável
E as instituições oficiais de cinema que ditam a política são novas
E logo tornaram-se pirâmides
Deixa os meninos jogarem o que será será
É bobagem não querer é preciso querer mais
Se não desmontam estádios aeroportos e estradas por que fazer isso com os telões?
A pequena burguesia precisa é se cuidar ao transitar em território dos excluídos
Pode ser presa fácil dos ódios de classe
Cada um desabafa o que lhe pesa
Mulher quanto menos melhor
Não é o quê é o como
A este preço era melhor nem começar
Qualquer filme brasileiro tem que ter precedência sobre qualquer filme estrangeiro
Toda morte é lamentável e intolerável é toda violência
Quem tem não anda sem
O cotidiano independe da hora
Sou intenso não sou extenso
A vida não é instantânea
Bater cabelo tô no páreo
Sou meio feminino tenho que ser cortejado
O erro é não ver o outro como igual
Não gosto de formas reconhecíveis
Tanto audiovisual e tão pouco espaço
Pra que tanto assédio se não tens tempo
A julgar pelas sirenes alguma forma de poder passa pelas ruas.

Misérias

setembro 2nd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O país está convocado a definir seu futuro em outubro e não é só para a presidência mas para os governos estaduais que comandam a repressão e para os legislativos federais e estaduais que a tudo assistem inermes
Mas funesta mesmo é a recorrente militarização do estado
Nada some tudo coexiste
Pra quem não tem o próprio o alheio é luxo
Sair de casa é mau augúrio
Não gosto de estar fora de casa
Avisa lá que a minha mulher é questão fora de questão
Não avacalha não acavala não bestializa não se acostume
Pra minha surpresa descubro que não passo de um lobista do pequeno cinema
Se reivindicações são justas deviam deixar o sufoco passar
Quem precisa de trégua é o povo espremido entre os protestos e os governos
O perrengue não é meu o perrengue é de vocês
Estou interessadíssimo é na minha auto-ajuda
Peitos e ancas quanto mais se tem mais se quer
Não adianta me chamar de feio porque eu não acredito em você
Um pensa em amor o outro pensa em tesão
Ainda havemos de ver a mãe gentil
Será que estou tão em baixa que precise tirar sarro com você
Não sente no acento
Dinheiros esperados não entram dinheiros inesperados saem
O que vier é bom mas se não vier é bom também
Se as coisas não são como queria terei de conviver com isso mesmo assim
Quem me deve não se preocupe a quem devo ainda menos
Cada um se lambuza como pode
Melhor que o ponta-pé inicial nunca em tempo algum em todo o mundo
Só me mexo no último instante
Se perder a palavra espero até encontrá-la
Meu orgulho é ver as meninas dormindo em casa
O desafio era quem era o último a arrastar uma perdida depois da meia noite
Ninguém me conhece mais que eu
Obsessão gera obstrução
Talvez inevitáveis rebeliões anarco juvenis não costumam dar certo
Quem é de vidro não sapateia no telhado
Não é recomendável atrair o leão
Ele vem mas não vai
Para melhor fluir é melhor que flua
Mil e tantos
Menos uns
Mais uns
Igual a zero.

Notícias

agosto 27th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Mamar na gata todo mundo quer
Pouco importa o resultado nunca se viu tanta festa
A gata deixa a gata gosta
Em guerra não se pode ser desviado por afetos
A rebeldia anarco juvenil nunca deu certo
Quero te ter sem te reter
Pouco importa o resultado o talento é brasileiro
Pouco importa o resultado Brasil joga bonito
Urgências são neurogênicas
Estar presente é a melhor forma de não ser ausente
Quando quiser avisa
Uma trégua é maravilha recolhe-se as perdas e talvez descobre-se que não vale a pena brigar
Não se anda bêbado na noite
O pior não foi na Copa
Em hipótese alguma pode o estado atacar a população como virou mania dos governos civis eleitos
O negócio é levar a vida na flauta se não a gente morre mais cedo
Melhor a panela fervendo que o fogo morto
Se os governadores não mandarem reprimir a polícia não reprimirá
O mundo não é uniforme
É disforme
Numa gentileza diplomática podiam deixar fumar nos jogos do Uruguai
Só não vale pra Colômbia
Enquanto vivo a gente vai fazendo depois que morre não pode mais
Beijos mais velhos mais maduros
Meninas frágeis indefesas sempre foram meu melhor quinhão
Entre nós não pode haver nada além de uma trepada
Não converso com máquinas
Não me negue o tempo que preciso
Ah que vontade que dá
Já estava mesmo de saída
Nada que gera ferida é bom
Adoro andar trôpego em casa não gosto de andar trôpego na rua
O problema não foi a Copa é a pós-Copa
Quem disse que tinha que ganhar no campo no resto já ganhou
Imagino você aqui dando mole pra mim
O barato é a pós-Copa
O que falta à seleção é o mesmo que falta ao país: conjunto
E pelo mesmo motivo: treino
Cada um joga sozinho porque não sabe direito como o colega vai se comportar
Mas só nós é penta.

Mazelas

agosto 19th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Quem vem depois não cabe no modelo de quem veio antes
Cada um clama por si
Go(a)stamo-nos o quanto possível sem ressentimentos
Mas eu sou mais velho portanto melhor
E é daí pra mais
Onde abunda a bunda
O pior de reverenciar o passado é reverenciá-lo
O melhor é a paz doméstica
Do petróleo ao chocolate todos nós navegamos nas drogas
O delas é fatalismo o meu é escolha
Como conviver com a guerra como conviver com a miséria
São nossas culpas são culpas nossas
Individualmente socialmente historicamente ser dominado por um outro é terrível
Cada um afixa a placa como lhe convém
Não se busca encontra-se
Quem fala é o espírito a carne é latente
Encostar num lombo é das coisas boas da vida
Tudo na vida parece que é centrífuga
O fervor juvenil a serviço do mal é catastrófico
Boas lembranças são lembranças boas
Ninguém nasce sabendo
Denegais o que é nosso e louvais o que não é
Bom combatente é o de todas as horas
Velho não pode gripar
Isto é assédio? Assédio é o que me fazes
Eu fiquei apavorado
Sou bundão né fia
Sou exógeno não endógeno
A esquerda achava-me vanguardista a vanguarda achava-me esquerdista
E finalmente chega o dia em que não tenho mais nem um tostão
De farsa em farsa o farsante disfarça
Tudo que é abrangente me seduz
Mas que ninguém se exponha ao perigo
O problema no Brasil não é a falta de leis mas o excesso
Se entrar assim na ciranda ninguém vai dançar com você
É complicado quando não se quer a si mesmo mas o dos outros
O país e o mundo são monstruosos
Mulher vigiada faz besteira
Não se vive de atacado a vida é a cada dia
Desarvorado não rende frutos.

Ais

agosto 13th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Quais?
Nem um nem dois mais
Não esbanjeis a matéria um pouco menos um pouco mais no equilíbrio nossos ais
Podemos ser mais lúcidos podemos ser visionários
A notícia correrá quando o jornal chegar
Melhora ainda mais siga a notícia
Pense você em como nos rolamos
Desrespeitar uma greve é como desrespeitar um sinal de transe
De primeira você me serve depois a gente pensa
Já vejo uma beirada de lua
Que vai iluminar-me a noite
Uma coisa que se faça é melhor que o que não se faz
Eu a queria saudável e gostosa como ela é
Eu agradava a gata até morrer
Eu sou burro como um touro
Se virar lata é fácil é porque ela está vazia
Aí você quer ser melhor que o próximo
Você levanta da mesa com mais um quilo de gordura feliz
Boca na cuia
Quarenta diálogos quarenta quartas
Ela me olha como mulher
Do jeito que vai ser eu vou pegar pesado
Até o ar que respiro era mais puro ao meu nascer
Por mais que nos esforcemos não vamos conseguir adulterar a natureza ela vence
Imaginar que alguém te representa
O artista na sociedade capitalista felizmente alguns há que fogem à rima
Até as eleições de outubro estaremos no caldeirão
Depois a coisa começa
A questão é que não é o melhor é o mais votado
Pelo menos um voto tu terias o teu
Sempre tem alguém passando na frente
Uns contra outros a favor então veremos
Melhor depois que antes
A massa amassa ou é amassada?
Partes que vêm de todas as partes
Cuidado a estética da violência é uma violência
Peço 24 horas e a vida não me dá
Na panela de barro ou na de pedra
É prazer de velho: cozinhando … cozinhando