Percalços

setembro 17th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Não conto pra ninguém
Bota pra tirar
É biodegradável ou biodegradante
Infinitesimal é a espécie humana imagina a vida de cada um
O nosso mundo de dentro é como nosso mundo de fora
Alianças não se usa alianças fazem-se
Ê Brasil! Comemora-se a continuidade da colônia e da monarquia na proclamação de uma independência pelo futuro monarca Pedro IV de Portugal neto da rainha que anos antes trucidou Tiradentes
Não errar o hemisfério nosso norte é o sul
Quando eu saio apago a luz
O que faz a mídia todo o tempo é atemorizar e intimidar a população
Esses hinos são uns sambas de branquelo doido
Todas não só as melhores
Quem morre leva a verdade consigo
O bom é o borrado
Não atiço nem apago incêndio
Se um não implica com o outro o outro não implica com o um
Menos que isso é nada
O que mais me impressiona é o poder da palavra
Só não quero é morrer atirado
Tem que empurrar é no voto
Só o voto é soberano
Às vezes tenho ataque de velhice fico achando que sou mais velho do que sou
O engraçado é que o cliente o governo inclusive é o primeiro a acreditar na propaganda que ele mesmo paga
Imagina se aeronaves estrangeiras cruzassem livremente os céus do Brasil mas no audiovisual pode
Se chorarmos as perdas ficaremos secos
Por mais que me esforce jamais chegarei à frente do mais velho
É feio dizer que quando as mina enraba os cabelo me dá tesão
É difícil ir além do município
Se é só pra conversar é melhor parar
Eu também no audiovisual sou contra tudo que aí está
Boa ideia você faz de mim mas tem razão
Tem vez que é a princesa que vira sapo
Sobrevivente não precisa de licença pra viver
Não se joga a pamonha na rua
Não fosse exuberante ainda bota pra fora os peitos
Quero que você me agrade
A vida é um mar
E tem quem acredite
Se não em corpo no que for brasileiro estarei em espírito
Tô que nem cachorro mijando a área.

Causos

setembro 10th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Um dos mais gritantes problemas brasileiros só vale ouro prata é ofensa bronze é desonra
Vai ver! Eu tô na esquina
Por favor me sirva
Não sou monoteísta nem monógamo
Todos tem intimidade com a bola mas nem sempre uns com os outros
A televisão ainda pensa que é rádio
Pra ter plural é preciso ter singulares
Não mato um leão por dia e nem uma formiga
Cada um no seu cada um
Imagino que ninguém imagina que eu tenho dinheiro sobrando pra dar
Há quem troque o sublime pelo vulgar
Por que as tevês estatais perdem para as comerciais?
Por que as tevês estatais copiam o formato das comerciais e com programação estrangeira ao invés da produção brasileira?
Sem divergir do mestre que é coisa que não se faz a produção de 150 filmes é de fato um grande feito
É no entanto um feito de seus realizadores apesar dos maus tratos de nosso governo audiovisual
Tolerar as manobras monopolistas de mercado dos estrangeiros é inqualificável
E as instituições oficiais de cinema que ditam a política são novas
E logo tornaram-se pirâmides
Deixa os meninos jogarem o que será será
É bobagem não querer é preciso querer mais
Se não desmontam estádios aeroportos e estradas por que fazer isso com os telões?
A pequena burguesia precisa é se cuidar ao transitar em território dos excluídos
Pode ser presa fácil dos ódios de classe
Cada um desabafa o que lhe pesa
Mulher quanto menos melhor
Não é o quê é o como
A este preço era melhor nem começar
Qualquer filme brasileiro tem que ter precedência sobre qualquer filme estrangeiro
Toda morte é lamentável e intolerável é toda violência
Quem tem não anda sem
O cotidiano independe da hora
Sou intenso não sou extenso
A vida não é instantânea
Bater cabelo tô no páreo
Sou meio feminino tenho que ser cortejado
O erro é não ver o outro como igual
Não gosto de formas reconhecíveis
Tanto audiovisual e tão pouco espaço
Pra que tanto assédio se não tens tempo
A julgar pelas sirenes alguma forma de poder passa pelas ruas.

Misérias

setembro 2nd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O país está convocado a definir seu futuro em outubro e não é só para a presidência mas para os governos estaduais que comandam a repressão e para os legislativos federais e estaduais que a tudo assistem inermes
Mas funesta mesmo é a recorrente militarização do estado
Nada some tudo coexiste
Pra quem não tem o próprio o alheio é luxo
Sair de casa é mau augúrio
Não gosto de estar fora de casa
Avisa lá que a minha mulher é questão fora de questão
Não avacalha não acavala não bestializa não se acostume
Pra minha surpresa descubro que não passo de um lobista do pequeno cinema
Se reivindicações são justas deviam deixar o sufoco passar
Quem precisa de trégua é o povo espremido entre os protestos e os governos
O perrengue não é meu o perrengue é de vocês
Estou interessadíssimo é na minha auto-ajuda
Peitos e ancas quanto mais se tem mais se quer
Não adianta me chamar de feio porque eu não acredito em você
Um pensa em amor o outro pensa em tesão
Ainda havemos de ver a mãe gentil
Será que estou tão em baixa que precise tirar sarro com você
Não sente no acento
Dinheiros esperados não entram dinheiros inesperados saem
O que vier é bom mas se não vier é bom também
Se as coisas não são como queria terei de conviver com isso mesmo assim
Quem me deve não se preocupe a quem devo ainda menos
Cada um se lambuza como pode
Melhor que o ponta-pé inicial nunca em tempo algum em todo o mundo
Só me mexo no último instante
Se perder a palavra espero até encontrá-la
Meu orgulho é ver as meninas dormindo em casa
O desafio era quem era o último a arrastar uma perdida depois da meia noite
Ninguém me conhece mais que eu
Obsessão gera obstrução
Talvez inevitáveis rebeliões anarco juvenis não costumam dar certo
Quem é de vidro não sapateia no telhado
Não é recomendável atrair o leão
Ele vem mas não vai
Para melhor fluir é melhor que flua
Mil e tantos
Menos uns
Mais uns
Igual a zero.

Notícias

agosto 27th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Mamar na gata todo mundo quer
Pouco importa o resultado nunca se viu tanta festa
A gata deixa a gata gosta
Em guerra não se pode ser desviado por afetos
A rebeldia anarco juvenil nunca deu certo
Quero te ter sem te reter
Pouco importa o resultado o talento é brasileiro
Pouco importa o resultado Brasil joga bonito
Urgências são neurogênicas
Estar presente é a melhor forma de não ser ausente
Quando quiser avisa
Uma trégua é maravilha recolhe-se as perdas e talvez descobre-se que não vale a pena brigar
Não se anda bêbado na noite
O pior não foi na Copa
Em hipótese alguma pode o estado atacar a população como virou mania dos governos civis eleitos
O negócio é levar a vida na flauta se não a gente morre mais cedo
Melhor a panela fervendo que o fogo morto
Se os governadores não mandarem reprimir a polícia não reprimirá
O mundo não é uniforme
É disforme
Numa gentileza diplomática podiam deixar fumar nos jogos do Uruguai
Só não vale pra Colômbia
Enquanto vivo a gente vai fazendo depois que morre não pode mais
Beijos mais velhos mais maduros
Meninas frágeis indefesas sempre foram meu melhor quinhão
Entre nós não pode haver nada além de uma trepada
Não converso com máquinas
Não me negue o tempo que preciso
Ah que vontade que dá
Já estava mesmo de saída
Nada que gera ferida é bom
Adoro andar trôpego em casa não gosto de andar trôpego na rua
O problema não foi a Copa é a pós-Copa
Quem disse que tinha que ganhar no campo no resto já ganhou
Imagino você aqui dando mole pra mim
O barato é a pós-Copa
O que falta à seleção é o mesmo que falta ao país: conjunto
E pelo mesmo motivo: treino
Cada um joga sozinho porque não sabe direito como o colega vai se comportar
Mas só nós é penta.

Mazelas

agosto 19th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Quem vem depois não cabe no modelo de quem veio antes
Cada um clama por si
Go(a)stamo-nos o quanto possível sem ressentimentos
Mas eu sou mais velho portanto melhor
E é daí pra mais
Onde abunda a bunda
O pior de reverenciar o passado é reverenciá-lo
O melhor é a paz doméstica
Do petróleo ao chocolate todos nós navegamos nas drogas
O delas é fatalismo o meu é escolha
Como conviver com a guerra como conviver com a miséria
São nossas culpas são culpas nossas
Individualmente socialmente historicamente ser dominado por um outro é terrível
Cada um afixa a placa como lhe convém
Não se busca encontra-se
Quem fala é o espírito a carne é latente
Encostar num lombo é das coisas boas da vida
Tudo na vida parece que é centrífuga
O fervor juvenil a serviço do mal é catastrófico
Boas lembranças são lembranças boas
Ninguém nasce sabendo
Denegais o que é nosso e louvais o que não é
Bom combatente é o de todas as horas
Velho não pode gripar
Isto é assédio? Assédio é o que me fazes
Eu fiquei apavorado
Sou bundão né fia
Sou exógeno não endógeno
A esquerda achava-me vanguardista a vanguarda achava-me esquerdista
E finalmente chega o dia em que não tenho mais nem um tostão
De farsa em farsa o farsante disfarça
Tudo que é abrangente me seduz
Mas que ninguém se exponha ao perigo
O problema no Brasil não é a falta de leis mas o excesso
Se entrar assim na ciranda ninguém vai dançar com você
É complicado quando não se quer a si mesmo mas o dos outros
O país e o mundo são monstruosos
Mulher vigiada faz besteira
Não se vive de atacado a vida é a cada dia
Desarvorado não rende frutos.

Ais

agosto 13th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Quais?
Nem um nem dois mais
Não esbanjeis a matéria um pouco menos um pouco mais no equilíbrio nossos ais
Podemos ser mais lúcidos podemos ser visionários
A notícia correrá quando o jornal chegar
Melhora ainda mais siga a notícia
Pense você em como nos rolamos
Desrespeitar uma greve é como desrespeitar um sinal de transe
De primeira você me serve depois a gente pensa
Já vejo uma beirada de lua
Que vai iluminar-me a noite
Uma coisa que se faça é melhor que o que não se faz
Eu a queria saudável e gostosa como ela é
Eu agradava a gata até morrer
Eu sou burro como um touro
Se virar lata é fácil é porque ela está vazia
Aí você quer ser melhor que o próximo
Você levanta da mesa com mais um quilo de gordura feliz
Boca na cuia
Quarenta diálogos quarenta quartas
Ela me olha como mulher
Do jeito que vai ser eu vou pegar pesado
Até o ar que respiro era mais puro ao meu nascer
Por mais que nos esforcemos não vamos conseguir adulterar a natureza ela vence
Imaginar que alguém te representa
O artista na sociedade capitalista felizmente alguns há que fogem à rima
Até as eleições de outubro estaremos no caldeirão
Depois a coisa começa
A questão é que não é o melhor é o mais votado
Pelo menos um voto tu terias o teu
Sempre tem alguém passando na frente
Uns contra outros a favor então veremos
Melhor depois que antes
A massa amassa ou é amassada?
Partes que vêm de todas as partes
Cuidado a estética da violência é uma violência
Peço 24 horas e a vida não me dá
Na panela de barro ou na de pedra
É prazer de velho: cozinhando … cozinhando

Sustos

agosto 6th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

É difícil dizer pra quem tá fazendo que não é assim que se faz
Dizer que faz e depois não faz vou reclamar na defesa do consumidor
O que não for de direito não pode ser de fato
Nem tudo na vida é como a gente quer às vezes o feijão queima-se
Dizer é bom mas repetir é ruim
Desilusão é só pra quem faz ilusão
Pra quem só quer o gozo não adianta dar trabalho
Se não me tirarem de lá ardo no fogo do mundo
Pó dexá eu mermo tiro
Não lhe faço uma declaração de amor meu negócio é só passar a tarde
Por que você abriu todas as janelas da minha casa
Houve uma separação de egos que nunca mais se reatou
Não te sentes estranha de querer mandar no que não te pertence
Só se for longe daqui
Quem não se incomoda se acomoda
Tu sempre achou que eu fosse o capeta encarnado
Não se deixe ser seduzido por seduções capricha na tua
Eu sou da tropa não fiz curso pra oficial
Enfim a vida muda
Faça um esforço pela paz consigo mesmo o resto vem depois
É preciso uma manifestação contra tudo que está errado ninguém ficará de fora
Agora que você já está desperta e responsável pela porta eu vou tomar banho
Se ainda causa polêmica é porque está vivo
É preciso criar a Brasilbrás!
Eu não vou sair correndo porque eu vou me sentir mal
Estratégias femininas querendo dar certo
Eu lavo a louça
A admiração que você sinta por uma pessoa logo se converte em atração
A garota brinca
Precisamos forjar um ariete contra o poder do estado
Gata de barranco o menor cuidado é melhor
Homens e mulheres quando atentam ao outro não merecem resultados
Tudo é uma infinita promessa
Você não é capaz de entregar-se uma tarde a mim sem limites
Isto é um convite à fartura
Descuida-se da incrível potencia do que é brasileiro
Foi desentocar o bobo olha o bobo aí
Antes a partida que a despedida
Uma menina como você não pode dizer essas coisas para um homem como eu
Foi-se.

Pensamentos

julho 30th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A bala que me dás é a que me baba a boca
A que me destes nem me lembro mais o gosto
Esse tudo não é nada
Política de estado: A Petrobras e demais estatais e que tais deviam é investir seus recursos avulsos e aleatórios que esbanjam nas respectivas áreas de governo responsáveis em cultura, esporte e educação senão é desgoverno estatais e seus marqueteiros não podem sobrepujar ministérios
Imagina se eu der palpite nas políticas de petróleo
A cultura brasileira é a melhor cultura brasileira do mundo
Façamos antes que ninguém faça
Só é bom o que é para todos
Fosse mãe gentil a pátria a todos abrigaria
Sugerir não ofende: ao invés de protestos contra por que não protestos a favor
Padrão Fifa não é recomendável aquilo é um bando de gatunos imperialistas
Qualquer violência gera a violência qualquer
Não deixa a gringalhada mandar na tua terra mais parecem gafanhotos
Se deixar um logo vem a tralha toda
A vida me dá o que eu não tenho
Não transfira o ônus para os outros faça você mesmo
Protestos por favor sem mortos e feridos
A memória é um abismo sem fim
Agora é a ágora
A novela é só um desfile dos preconceitos de quem as escreve
Só se for depois
O teu mal é não saber parar
O que alguém pensa não é o que todo mundo pensa
Por que a supremacia de alguém sobre alguém
Pode-se entender sem conseguir explicar-se
Não se pode estar atento a tudo
Não sou a causa sou a cauda
Atenção: há leis demais e há leis ilegais
Não pago prenda de omisso
A maioria do bem devia impedir a minoria do mal
O bem é a paz o mal é a guerra
Dois espectros me assaltam a arcada dentária e a arcada vertebral
A vida é uma infinidade de pontos de vista
Meu sonho é viver em paz
Nu dos outros é fresco
Não gosto que me interrompam
Não há mal que sempre dure e não há bem que nunca acabe
Mais pra lá mais pra cá ajeita e encaixa
A capacidade de receber da mulher é fenomenal
Não é o que vocês estão pensando.

Vilanias

julho 23rd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Não ser inconveniente
Ganhei uma fita
Pra quem é de cinema é bom
Do ovo quero a casca pedacinhos
Da vida quero tudo pedações
Bala perdida não tem dono nem de quem dá nem de quem recebe
Acho que foi algum desafeto do morro talvez um dos bandidos amigos
Não quero me dizer o que não quero ouvir
Quem fez faz
Nem um tanto nem um tão pouco
Não faço mal por querer faço sem saber
A vida guarda ensinamentos secretos
Santa Republica: há quem ache que presidente faz o que bem quer quem tem que querer é o povo que o elege
De tanto rever o passado acabamos por não ver o presente
Só acredito se for verdade
Amém ou Amem?
Quando estava quase a esmilinguir-se recobrou a chama
Se assim for assim é
A febre não me impede de ser razoável
Desde que eu não queira a mesa virar
Esqueci-me do que não me lembro
O mundo não é de um só ou é de todos ou é de nenhuns
O que vale é o voto os(as) mais votados(as) governam o resto é bobagem
Só nos resta o que nos resta
Não faço mais do que devo e assim continuo a dever
Melhor republica da(o)s bananas que o império do mal
Não há como evitar o inevitável
A vida é a única escola
Da minha imagem o dono sou eu
Quase perfeito já é bom demais
Quem for melhor que se apresente
Mulheres são insaciáveis
Seria bom se fosse só sexualmente
Discordar não é ofensa
Se até o vidro é fumê por que nós não pode ser
Não corra pela vida corra para a vida
As coisas são como são e nós somos como somos
Só a barbárie é a mesma
Queira-se ou não se queira
É transmimento de pensação.

Errâncias

julho 16th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Se eu disser que errei talvez tenha acertado
Vou aí ou vens cá
Não posso oferecer o que não tenho
O que não dou fica guardado
O poder é o quintal dos déspotas
Preciso é de um restauro geral na minha boca
O que se elimina não faz falta
Tudo que tem eu é meu
Três batatas e quatro cenouras
Interessa-me tê-las
Quando um fala o outro aguça a orelha
O que é grande pesa mais
E se eu pegar a tia e fizer gato e sapato
A premonição é uma sobrecarga de lembranças
A política é um mero jogo de conveniências suportado por todos nós
Não é mas pode não ser
O problema é que chegando ao poder a oposição deixa de ser oposição
O poder é que escolhe o que vai ser escolhido
Quando superamos uma fase não há porque voltar atrás
Uma causa quando é justa permanece até vingar
Uso tudo que você me dá
Você é que é
O que eu lhe dou você merece
Quando eu for chutar não mexa na bola
Eles riem-se de nós
Já choveu o que tinha que chover
Aproveitemos o quanto nos resta
Pra ter mais só se vier atrás
Beijo pra quem sabe beijar
É na cabecinha da flor
Só é fácil pra mim
Todo mundo faz o importante é saber limpar
Boa cozinha é cozinha limpa
Antes de acabar não terei acabado
Não quero dar obrigado
Quilo ou grama aquilo vale nada
Não resolve nada e atrapalha tudo
Esqueço até o que nem ouvi
Se faltar não me faltará
Se disser a verdade pode ser que me arrependa.