Orações

dezembro 16th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Melhor é quando eu aproveito

Tem que ser que nem barro que se molda

A mulherada usa tarja só para esconder o que tem de melhor

São as palavras que se contradizem

Não adianta ficar de olho na merenda do colega

É a precariedade que me faz feliz

Um ser acompanhado não é um desacompanhado

O que falamos é parte do que esquecemos

É o tal com o qual

Os mais novos devem precedência aos mais velhos

Tanta produção pra como sempre pífio resultado

Tô na campana dos próximos pra cultura

O capitalismo não dá nó sem prego

Brasileiros só podem aspirar a um pedaço do ar que respiram

No mundo de zebedeu cada um defende o seu

Bebi à tarde e aí não deu pra sair de casa

O que é socialmente criado não pode ser individualmente apropriado

As palavras não querem dizer quem quer é quem as usa

Não deixe que a cobra chegue perto

Quem não fez não fará

Sem contradição não há fogo

Nem tudo que se repete enjoa

Como se carrega a arma eu boto um maço na cartucheira

Alguém já imaginou um banco falido na presidência de uma república?

Ter e professar idéias

A vida universitária é só mais uma passagem em que a gente firma pé em alguma direção

Vê se não esquece a vassoura

Ninguém sabe de nada quanto mais de tudo

Traição não é conversa de casal

Abaixo o imperialismo: se o petróleo é nosso por que a cultura não é?

Cultura se acha na esquina nem precisa cavar brota

As meninas são inocentes ao atrair o desejo dos homens?

Só me mexo se me mexem

A religião o capital e o trabalho

Pés-quisas servem nem pra vender sabonete

Nada como uma boa noite

Talvez fosse o que eu queria

Não sei o que é melhor a simetria ou a assimetria

Além dos representantes as eleições indicam os desejos do país

Quem hoje não foi amanhã pode ser.

Cacos

dezembro 9th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O diabo é o pensamento único
Não pára não pára não
Se eu te pedir o um me dás os dois e se pedir os dois me dás os três
Já fui a quase tudo hoje vou a quase nada
Gosto de ganhar presentes
Quando você casar eu pinto a casa de dourado
Se eu disser que não fui eu alguém há de acreditar
O que eu quero não tem a menor consistência
Era bom pensar que não é hora de brincar mas se quiser
Pés-quisa serve pra nada a não ser engordar marqueteiro
O acaso não é poder
Negócio é lucro
Por que o cinema não é como o futebol e a música no seio do público
Dá-me o licor que em ti carregas e eu te darei o meu
Sou pela paridade a cada um nosso no mercado deles um deles no mercado nosso
Quando e quanto quiseres
Às vezes como demais bebo demais e durmo
Olhou-me como se quisesse comê-la
Se na bola não pisar vida mansa vou levar
Por algum motivo ou por motivo algum eu posso não fazer
Perguntar nem sempre é fácil responder nem sempre é difícil
Não vote em cobra vote e cobre
Aproveita que o pessoal está em campanha
Pouco se me dá com quem desfrutes tua praia
A humanidade pode não descender de um único casal
Como saber pra quem escrevo se não sei quem vai me ler
Cada estado podia ser um país
Mais rápido não dá
É preciso às vezes evitar a complexidade
Pareces um peixe no anzol
Melhor lenda viva que lenda morta
Não assedio prefiro ser assediado
Isto é o que me diverte
Sem malabarismos: é o capital contra o trabalho
O barato é a busca da beleza
Vivo de glórias como as que me concedes
É a perversão do capital frente à construção do trabalho
Por que a esquerda não se une e bota o imperialismo e seus asseclas pra correr
Unir é melhor que desunir
Somar pode subtrair não pode.

Tugúrios

dezembro 2nd, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

De como palinha virou palhinha
Eu não estou parado
Sou fã a melhor coisa do mundo é o futuro
Não gosto de homem
Por piores que sejam mulheres sempre cabem no meu barato
Você é muito delicada mandou-me chocolate aos pedacinhos
Eu ganho muita coisa só não ganho teu carinho
Só se aprende com experiência própria
Jura que tu pensa assim
O amor é de alguma forma bestial
Não se pode ser simples tem-se que ser múltiplo
Quanto mais se tem mais se quer
A paranóia do capitalismo que é o consumo a qualquer preço é ruim
Chapado tem que ter uma noção absoluta de destino
Se me distraio na rua posso errar a esquina
Antes de ser julgado pelos outros o teu comportamento te permite julgar a ti mesmo
O que terá se passado na cabeça do meu pai ao me ver tantas vezes prostrado pela vida
Prefiro comer em casa
A gente absorve e expele
Atirei o pau na gata mas a gata não correu quem ouviu admirou-se do berro que a gata deu
Galinha não o que posso é ser galo
Mais que tudo a poesia é fruto da imaginação
A quem isto serve a mim de desabafo
O que a mídia diz não se escreve e o que escreve não se diz
Cheguei a propor para a Constituinte: – É proibido o uso comercial de palavras estrangeiras
Essas pés-quisas não servem nem pra vender sabonete
O negócio é sair sem correr
Boa é a que se dá uma molhada ela fica viçosa
Nessa estrada eu já voltei
Si num juntá vai sobrá
Querer eu quero mas não pode
É melhor ignorar
Só acredito no mínimo
Gostei da precocidade mas aí descobri que tens um quadril de adulta
Sexo nem devia ser nomeado
Não sou de reclamar ausências
Você prefere assim firo
Não sei como encerrar meus 40 anos de vida letiva
E não se olhe pra trás
Assim escrevo.

Dissabores

novembro 25th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

E despejam sobre nós o cúmulo de suas experiências
Como a barbaridade jurídica de um Pedro Aleixo ao proclamar o golpe de 64 como uma”contra-revolução de caráter preventivo”
E em nossos dias o “domínio do fato”que o Supremo entubou
Adoro cuidar de casa sem excessos como faxina
Não sou exemplo a não ser pelo fato de ser um cidadão comum
De quase perfeito fui promovido a melhor padrasto do mundo
Não preciso de poder preciso de potência
A esta altura da evolução humana é perfeitamente possível garantir 4 boas refeições a cada habitante do planeta
Se dá flores imagino que dê frutos
Pra ninguém nem pra mim sou exemplo
O meu é um puro sentimento de desejo e esquecimento
Cuspir fora o caroço
Pra massacrar o país com soja de exportação eles se mexem
Ou a eucaliptose bicho inútil
Não estou banalizando nem fazendo drama mas reconheço que tenho traços esquizóides
Sempre tive medo de perder-me em mim mesmo
Apesar do empenho de alguns companheiros os governos subestimam o poder das artes
O episódio do Gasômetro e o do Riocentro são coisa do pior terrorismo de Estado
Quem é esperto não joga
Friagem faz mal a velho
Não morrerei de miséria nem eu nem ela
Acho que o sol imprime um senso de vida nos alimentos
O problema é que ainda hoje os idiotas estão na primeira revolução industrial que é o vapor ou foi o tear
Quem está na chuva periga se gripar
E revogue-se a AP 470
O que há de intenção no que eu quero
Na minha época ouvia-se voz nas ruas
O problema de mulher é que só com uma já se está em minoria
Qualquer candidato promete o que vai fazer sem ver-se o que já fez
Se quiseres discutir o capitalismo predatório terás que fazê-lo no Congresso
Riofilme? Não sei se rio não sei se filmo
Gosto de pornografia não gosto de pornografia
Os primeiros também guerreavam entre si
Você pensou que eu não conseguiria
Com ela eu faço tudo
Com você não faço nada
Antes eu ouvia tenho idade para ser sua mãe agora eu digo tenho idade para ser seu avô
Eu não sou bonzinho
Há sempre algum intruso em nossas vidas
É minha culpa se querem usar meu corpo para seu próprio gozo

Sabores

novembro 18th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Vivemos numa ditadura burguesa
Se o Rio Grande do Sul ou São Paulo quiser agregar-se ao Uruguai o que é que o resto do país tem com isso?
Trabalho tem que ser pago à vista em moeda corrente que é a que paga o pão na padaria
Me faz gozar
Mais vale um rei deposto que um rei morto
É pra servir ao público e não servir-se dele
Como diz o nome a média ponderada é a mais equilibrada
Embucetado errou a curva
Sou o que sempre quis ser
Só se sente a falta quando falta
Quero ver você gargalhar na minha boca
O problema não é ter dinheiro é saber dispensá-lo
Descacetado errou o alvo
Por um lado acho que tens razão por outro acho que não
Casa é onde a gente sente cheiro de comida
Jovens demais pra tanta presunção e velhos demais pra tanta arrogância
Se tudo der certo sim se não não
Só fiz porque muito insistiu
Tentei evitar ela não deixou e me puxou por baixo
Como dizia-me meu pai faz só uma coisa por dia senão você fica nervoso e acaba não fazendo nada
Eu dou pra você
Tu é boa de cozinha?
É sinal de bom gosto
Não adianta olhar pra trás
O barato que nos ensinam os índios é que ninguém precisa de civilização para viver
Se não acabar com a mercantilização não adianta ter eleição os ricos levam
Um espírito inquieto não se aquieta
Pena que o espaço que abrimos para o audiovisual brasileiro tenha se tornado em mera festa de medalhas
Falta tino sobra ganância
Insistimos na intervenção do poder publico por nós eleito para garantir que nossos filmes cheguem ao nosso mercado para dialogarmos com os públicos e crescermos juntos
O poder público esbanja nossos recursos
E não impede o vandalismo imperialista nas telas telinhas e telões
Não é possível que se queira espremer os 150 filmes deste ano em apenas 5% de nosso mercado porque os 95% são monopolizados pelos estrangeiros
E também em todos os outros espaços como as tevês abertas ou fechadas privadas ou públicas todas são concessões publicas e nelas predomina o controle estrangeiro sobre nossos modos de vida
Somos formados desde o berço por essa invasão de imagens chulas e agressivas impondo um clima de violência que favorece a indústria armamentista norte-americana que a financia
O que esperar dos novos governos que se avizinham
Que deem um basta
Primeiro os de casa os seus eleitores e depois se sobrar o resto
Os caras tem a petulância de entrar na tua casa comer a tua comida e ainda mandar a conta
É ou não é?

Disfarces

novembro 11th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A esta altura da vida não tenho mais tempo para maiores complexidades
Não vou fazer das minhas as suas causas
Nem pobre nem rico remediado
Nem vou te contar sabe o cara não digo o nome vai que você conhece
Então vocês decidiram que eu sou um criminoso
Olharam uns papéis que nem seu avô sabia
E concluíram que sou um mal para a sociedade
Trancafiar-me em grades privar-me do convívio social
O tempo que foi necessário para se desfazer a intriga?
Aliás por que prisões
Salvo em casos de violência física a ninguém se deveria atribuir tal destino
Prisões são coisas medievais
Nem pra isso serve a tal da tecnologia?
Podem patrulhar-nos a todos sem que sequer notemos
A malfeitos deve-se dar alguma contenção nem tanto nem tão pouco
E o que o homem de bem o cidadão comum tem a ver com isso
Um homem de bem sente-se bem onde está bem
Conviver com conflitos sociais faz mal à cabeça aos pés e mãos
Na manhã de um belo dia tem-se que correr na ventania
Fez loucuras comigo e perdi o endereço
Inútil essa gente é inútil
Rima com fútil e outras coisas mais
Não adianta querer viver além do essencial
Sou culto inteligente delicado e grosseiro
Tão importante quanto saber entrar é saber sair
O pequeno comércio às centenas nos bairros aos milhares nas cidades
E a extraordinária capacidade do brasileiro em descolar uns trocados
O que é injusto não se justifica
O que é jovem precisa superar o que não é
O interesse da nação acontece nas urnas
Felizmente o brasileiro é crédulo
Não nos encanta a barbárie
Mas como enfrentá-la e derrotá-la
Meu negócio é viver o dia a dia não tenho validade para o futuro
É coisa de gente mal comida
Gastei umas boas gatas hoje gasto mais não
Infelizmente este talento eu perdi
Você é tão tão que a minha intuição é te tratar como homem
Sou nada só sou mais velho
Exigências não se discute exigências cumpre-se.

Acenos

novembro 4th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Onde tem fogo tem fumaça
Cada país podia e devia ser redividido segundo seus ecosistemas e seus povos nativos
Não sei porque tanto medo do futuro o problema é o agora senão nem se chega lá
Só devia ser tolerado o arsenal que destrua apenas uma vez o planeta
Não sei se alguém sai do ovo ensinando a cantar
Imagina sugar o seio da terra e achar que está se dando bem
Longevo é a maior vitória sobre o mundo
Você pode ser tão boa quanto você
A gata reduzida a uma montanha carnal
Não vá na rua tá cheio de bandido bandido legal bandido ilegal bandido doutor bandido senhor bandido moleque bandido bacana bandido sacana eu mesmo se ninguém estiver me vendo eu também faço minha bandidagem
A mulher olha agradecida ao homem por ter toda aquela prancha pra surfar
Não gostar de filme brasileiro é como dar tiro no olho
Ah! Como fazer a doce brutalidade
Eu sou um inútil útil
Aos 70 a certeza da vida é pior que aos 30
Experiências de liberdade atraem violência
Cada gesto de independência desperta muitos outros
Desbancar a banca desanca a anca
A maior burrice em política é a busca do martírio
Contra ou a favor do acontecido é tarefa ingrata
Não sou exemplo pra ninguém nem pra mim mesmo
Tudo que é projeto é bom o difícil é fazê-lo vingar
Vocês acham justo que quem mais contribuiu para a atividade seja excluído em favor de quem ainda não?
Não se preocupem comigo eu jogo no mercado futuro
A capital do século XXI é o Brasil
Aceito apostas
Um só dia em Paris prenderam mais manifestantes do que aqui em meses
Assim como nas cidades o Brasil é periferia
E o país crescendo criando problemas para os brasileiros
É como na condução você não cede o lugar a quem é devido?
O extraordinário fascínio de um autor fascinado
As meninas hoje são mais baixo custo não sei se os meninos se aproveitam disso
A liberdade de hábitos e costumes foi conquistada nos anos 60
Deixa o vento evoluir
Nada a não ser o teu talento vai me fazer subir
Acho que nos damos bem enquanto humanos é tudo que se pode querer
O problema das mulheres é que elas não querem só sexo
Se você vai ficar o tempo todo fora o que é que eu vou dizer pra tua mãe
Mais vale um pássaro na mão que uma multidão voando
A casa é sua.

Fados

outubro 28th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

É preciso pensar em todos os injustamente presos: uma anistia ampla geral e irrestrita
A imprensa imprensa
A campanha da anistia foi a porta de entrada para a democracia no país
Não é bom discutir pra trás só é bom discutir pra frente
Não é possível avançar sem parar
Tá na hora de começar de novo
Desentendimentos fazem parte da vida
Desde que nascemos vamos tentando nos entender
E agora com essa chuva de mísseis só morre quem não está na guerra
A sua dos outros não é melhor que a que é sua
O meu barato é entrar e sair de casa qualquer outra coisa é problema
O Brasil só tem jeito se ficar município a município
Essa estória de reboque à economia global já deu
Desde que abri meus braços pra você não quis abri-los para mais ninguém
Eu sou um fingidor chego a fingir que é prazer o que deveras sinto
Ela aproveitou em todos os sentidos toda a energia que eu tinha pra lhe dar
Há quem pense que a poesia é um grito mais das vezes é nada
Vem cá senta aqui
Não me dou bem com remédios prefiro envenenar-me sozinho
Se não como é que faz
É preciso amar em casa para enfrentar o desamor lá fora
Quem não gostar de entre pernas bom sujeito não é
Dois coelhos numa só caixa d’água
E se não fosse como você queria
E se favor não me faz pelo menos não chateia
Nem precisa ser inflável toda mulher é maleável
O mamar na mãe é meteórico e metafórico
Pena que não consegui subjugar-te inteira como sempre quis
Eu queria que você encerasse o meu chão se é que você me entende
As mulheres atraem os homens indistintamente
Se você ficar nessa conversa comigo é melhor abrir os braços
Nóis recrama mas sobreviver é o que há
O mar vai virar o mar
O autor compõe por uma necessidade própria de comunicação
Ele tem que ser honesto senão a coisa não vinga
Recado à humanidade: não dá pra caber todo mundo nesse mundo?
Não sou senão uma pálida promessa
Se você desse pra mim eu viveria feliz pra sempre
Louco mas não rasgo dinheiro
E nem a mim mesmo

Verdades

outubro 21st, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A herança é o principal esteio do capitalismo se abolida seremos todos iguais
Posse sem usufruto não serve pra nada
Mais que o outro não pode ser
Ninguém é melhor que ninguém
Seletiva não é democracia
É pra todos não pode ser pra alguéns
Usufruto sem posse
Produção só pra demanda
Desculpa a pergunta mas um pedaço de canal de satélite grátis para todos não resolve o problema da comunicação?
Quem chega é que pede bença
Como garantir ao mesmo tempo a liberdade e a segurança das pessoas
O que fazer quando seu bem vai embora
Entre grandes não se há de ler ao pé da letra
É preciso cessar a perseguição a ativistas não são eles os baderneiros
Não se assina cheque em branco
Ninguém pode ser responsabilizado por atos de terceiros
Todo veículo devia ser bloqueado de fábrica a 40 km de velocidade máxima
O transporte publico devia ser em longos e lentos bondes solares gratuitos dia e noite em ruas centrais exclusivas
Cada um cuide de si precisamos de todos
Estamos em pleno vandalismo jurídico instituído vocês sabem por quem
Adoro a vida
Acho a vida uma coisa vital
Rola porque é uma bola
Não acredito em mágica
Se florir se esvai?
É o contrário do tomate em que a flor vira fruto?
O poder é a capacidade de fazer alguma coisa
Nunca se deve juntar os adversários
É difícil mas já foi muito pior
Ninguém presta nem eu
A vida é uma múltipla escolha só de ingredientes
Muito mas muito mas muito mais melhor
Fosse a igualdade seríamos felizes?
Se não conseguimos segurar os nossos radicais vai ser mais difícil segurar os deles
O protagonismo nunca foi o meu forte
Não é bom mas não é tão ruim assim
O mundo revira na undécima crise do capitalismo
Cuidado com as rebarbas são brabas
Como sou tá bom não gostaria de ter sido

Populares

outubro 14th, 2014 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Dil+
A Presidenta vai ampliar o que já fez o outro promete o que nunca fez
A melhor propaganda não é a trilha sonora
É uma prestação de contas precisa como faz quem tem o que mostrar
Corrupção é assunto pra polícia
Se domínio do fato valesse Deus seria condenado por tudo que há e houve na Terra
Delação não se recomenda nem se premia é conversa de marginal
Quem disser que roubou primeiro devolve a grana depois o Judiciário resolve
Corrupto e corruptor é quem bota dinheiro publico no próprio bolso
Alguém imagina que a Presidenta tenha feito isso?
Há um genial país no mundo com 200 milhões de pessoas que são técnicos de futebol
Ah se o Brasil fosse um jogo do Brasil
É preciso retomar e punir o que os sonegadores sonegam
Macroeconomia é caô de economista ninguém sabe a próxima que a burguesia mundial vai aprontar
O povo desunido será sempre vencido
Governo eleito é portanto legítimo para o bem ou para o mal
O Brasil é quando não precisa mas quando precisa não é
Se não melhorar pode piorar
A môsca azul
O Estado não atende a quem reivindica o Estado só atende a quem cochicha
Tudo que li na vida ensinou-me a abrir o verbo
O roubo só se justifica para quem precisa
Só perde quem não ganha
Só ganha quem não perde
Eu faço como posso
O Lobo se desdobra
Pelo menos isso as redes sociais quebram o monopólio de discurso dos barões das concessões publicas da comunicação social
Nunca vi tamanha energia e fome de mundo
Uma parte esbanja a outra espia
A burguesia flerta com o poder não sei se o poder flerta com a burguesia
Prometer é fácil o barato é fazer mais
Lererê entregou o primeiro vê se não entrega o segundo
Neguinho fica nos conversê e num chega nos finalmente
Não me importa se alguém se vende o que me importa é que não quero comprar
Agora é encruzilhada é pra lá ou pra cá
Este é o melhor Brasil do mundo candidato é recebido com uma chuva de aviõezinhos de papel
Ou o cinema e a cultura se dão ao respeito ou ninguém mais dará
Essa onda anti-trabalhista pode como em 64 interromper a construção de uma sociedade mais socialmente progressista e isto não é uma questão partidária
Canudos nunca mais
Nosso Norte é o Sul
E um bom dia pra vocês