Anseios

Anseios (de Sergio Santeiro).

Prefiro os dois e os de trás

Adoro a vulgaridade é sincera

Não fôsse um queria duas

Te vira e não chateia

Melhor eu que qualquer um

Voce parece prometer as maiores loucuras

Eu acredito

As mais novas deviam ser desencaminhadas pelos mais velhos

As meninas passam e não param

Liguei ela não estava

O país é uma loucura, todo mundo vestido como no mundo velho

Não faz, é danoso

No frigir dos ovos os ovos não frigiram

Há coisas sublimes  e outras nem tanto

Por amor morreria mas prefiro viver

Difícil não é escrever é ser lido

A mulher é móvel daí que a família é mobília

Nada é mais divertido

Cada um a seu modo

A sabedoria é a popular

Você não é mais o amor da minha vida

Barato é melhor que caro

O pensamento pensou que pensava

Amor só é bom quando quer

Que feio! Sair batendo a porta

A mão bôba não tem no que pegar

O inimigo é uma cocacola com polvilho

Agora não é hora disso é hora da novela

Mulheres são como escudos

Não me peça para pedir

Ofereça-se

Não sei não te conheço

Eu quero só um pouco

Fumando dois cigarros ao mesmo tempo

Os parvos que me perdoem mas parvoíce não leva a lugar algum

Eu não! Sou só uma sombra passageira

“É um mal não frequentar o bem” (Chacal).

Sergio Santeiro (santeiro@vm.uff.br)

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