Melindres

Eu sim eu não eu talvez.
Muitas vezes eu não esqueço o que me é dito, muitas esqueço.
Amem-me.
Chamei-o um construtor de pirâmides ironicamente agora repito iconicamente.
Se você me levar eu vou.
Fiquem os intolerantes com a intolerância, fiquemos os tolerantes com a tolerância.
Antes de dormir não se esqueça de me fazer uma boa noite.
Sempre quis ser o que sou.
O mundo dá voltas e eu dou voltas no meu quarto.
Sempre fui lento… agora ainda mais
A vida é uma multidão de espelhos.
Foi em 71 no Festival de Brasília que minha cabeça voou
Nosso maior inimigo é a inércia do sistema.
Se eu mandar você faz.
Eu sou ligado em vós.
Eu só mato a cobra.
O ridículo me atrai.
Não se entrega o ouro ao bandido e nem ao mocinho.
Quanto mais rola mais arredonda.
Era uma exímia encantadora de serpentes.
Em breve o daqui a pouco já será antigamente.
Não é todo dia é só de quando em vez.
Entre o queimado e o aceso o fogo.
Tracei a primeira, quase a segunda, a terceira mandei esperar.
Não é pra se revelar o que escondido está.
A vida está pela hora da morte.
O que eu não puder fazer por mim eu não encomendo.
Nem tanto nem tão pouco.
Quero comer só um pouquinho.
Nunca o antes foi melhor que o agora.
Quero apenas ser mais eu nem mais nem menos que ninguém.
Tudo na vida fica melhor um terço menos.
Não se preocupem comigo eu não me preocupo.
A mão que acarinha não pode ser a mesma que fere.
Nada é fácil quando nos parece difícil.
Às vezes vai mesmo sem querer.
A onipotência é só o maior grau da potência.
Para um elefante um rato deve ser o que há de mais imponderável no universo.
Nem sei o peso da goiaba, o bom é que é gostosa.
Cada um se desincumbe do que lhe incumbem.
Velho é que nem carro, tem que ter revisão permanente senão fica no meio da estrada.
Perguntas são respostas.
Levei a cabrita pra comer o cabrito, até comemos, até gostou, mas a cabrita não era cabrita.
23/7/2011

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