Traquejos

Nem sempre é a gente que ganha

Viver o máximo com o mínimo

O que é muito simples às vêzes fica muito complicado

Tem as que acham que putaria emporcalha até se emporcalharem babando na porcaria

Querer quase nunca é poder

Ao discordar do mestre ele está certo e você errado

Não queiras o que não tens

E nem tenhas o que não queres

Não tripudio comigo menos ainda com o próximo

Reivindico a complexidade

Se me vir agarrado nela aparta que é briga

Pensei que a compreensão anulava os desvios

Há que descobrir-se o que é bom  e o que é melhor

O  pássaro piou a pássara sorriu estavam namorando

Quando não se entende é legítimo fingir que entendeu

Um trago no  fumo traz uma multidão de sentidos

Verdes anos também merecem ser curtidos

Esqueci de jogar no lixo o presente com o passado

Por mais que demore a curva acaba por se encontrar

Todas as formas são possíveis

Quem não se cansa não descansa

Dou pra você o que você quiser

Ninguém vive o que  sonha

O calo sabe onde o sapato aperta por isso migrei para as sandálias

O ficcionista é o que exterioriza o seu mundo interiorizado

Viver um dia a cada dia

A cada um seu chapéu

Começou tem que acabar

Só vou  sossegar  quando uma lolita  atravessar de novo o meu caminho

Isto é o troco do que eu paguei

Tudo nem sempre  é possível

Uma questão se não se resolve me obceca

A mão que suspende é a mesma que abaixa

Passeei na ida e quis correr na volta

O caminho das pedras nunca será o  teu

Só vou cantar Vitória! quando a encontrar

Um outro dia só começa quando este acaba

Você disse que de vermelho só um detalhe eu vou botar o vermelho nos meus pés

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