Até há um ano atrás eu era um hoje sou outro
O meu negócio é babar no teu babado
Ninguém se importa com o que eu digo
Piscar sim pestanejar não
Até aqui tudo bem
Queira-me bem que não lhe custa um tentém
O cinema é um reflexo da realidade distorcido pela ótica de seu realizador
É preciso não temer o amanhã
Carniça não protege urubu
Nem boas mas pelo menos nem más notícias
Não se deve agir sem pensar
Diga me onde dói
Era a favorita do rei
Não importa o preço mas quero capricho no serviço
Uma volta a minha volta não me tira do lugar
Não era ela a que eu queria
Bacalhau no integral mais o verde e o vermelho pimentão no barro
Despreocupadamente se vive mais e melhor
O que hoje se perde amanhã se pode ganhar
Melhor faria requerer falência
Quando a máquina deixa o humano sobressai
Não é bom embebedar-se de perfume
Ainda falta
Mastro alto não melhora o naufrágio
Não teve jeito de ajeitar com jeito
Faz melhor quem espera menos
Fazer as contas não abate o débito
Pensei que era a saída era a entrada
Um dia pesado prenuncia a noite leve
Por onde andei não vi o que queria
Se a nódoa não sair acostume-se com ela
Mais vale quem menos aborrece
Vou esperar sentado
Estava de saída quando ela chegou
Olhar pra trás não pode é feio
Ninguém aguenta a gritaria nem a própria
Deixei passar porque a carga era pesada
Olhar de longe é mais bandeira
As mulha são um objeto interessante de se ver
Vi quando a cobra me armou o bote
Quem está fora não entra quem está dentro não sai