Outranças

O  opróbrio subiu-me a cabeça

O que é redondo rola

Exames nunca são conclusivos

Nem sempre é recomendável mudar de assunto

O que machuca fere

Passo o tempo no passatempo

Nem sempre os remédios curam

Se não for bom não quero

Não  gosto de comer só a beirada

O abismo sempre espera o próximo passo

Ninguém sabe o dia de manhã

O céu desfez-se em chuva

Quando menos se espera é surpresa

A tempestade vem depois da bonança

Não fui eu foi um outro

Não sei aviar receita

Finjo que nem vi

Se não botar fé a coisa não anda

A tua curva é o melhor caminho

Não é de bom tom cuspir no que se come

O que se viu não regala a vista

Tropeçar não é cair

Magro como um bacalhau

Corta o que é demais e fica com o de menos

O pior não espera o melhor

Quem corre atrás nunca chega na frente

Não era o que você estava pensando

Meu sim vale mais que teu não

Não ouvi porque foi muito alto

Sempre deixo o pior passar

Quem sabe outro dia rola

Tem gente que acha que eu sou burro

Deixa estar que não há de ser nada

Assédio não é pecado

Não se deve encostar na encosta

A cura não é fatal

Não estava na hora da chegada

Não sei a galinha que esse ovo botou

Pode calma e paciência mais que fúria e violência

Meu olho não fere a beleza

Nunca atravesso no sinal fechado

O que podia ser não foi

O consumo excessivo não se recomenda

Não achei a perdida

Nem sempre se escuta o ronco do trovão

Não é porque não é é porque nem soube

Não sei dizer mais do que disse

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