O que é bom para o invasor não pode ser bom para o invadido
O amor brinca quando ama
Não sei se despretencioso é sem pretensão
A casa velha respinga por todo lado
Se queres que te fale direito não me podes ouvir torto
Eu quero até a tua orelha
Mesmo sem querermos eu como mesmo assim
Ela é minha sereia não sei o que fazer com ela
Não pode ser tão fácil mas também nem tão difícil
Não a vejo como santa e nem como megera vejo-a como um barco sem espera
Qualquer coisa que não me permite alimentar-me pra mim é merda
A vida exige uma certa malemolência de corpo e alma
Gozar é bom não importa com quem
Sinto tesão por quem não devo
Eu sou o que tu engole
Cada um vai querendo entrar em cada outro
Nada acontece entre mentes
Às vêzes sinto-me estranhamente estranho
A receita pra vida é viver muito
A sobrevivência é algo extraordinário
O dizer é fraco sem o fazer
Melhor trazer alguma água pra cá
Chupar o caroço é um bom esporte pra eles e pra elas
O dito pelo bendito
Não dá pra arriar tudo de uma vêz
Mais seis pra ficar freguês
Não me dás essa pele pra um lobo faminto saciar sua sede?
São frases soltas sem nenhum endereço a não ser o seu
Seu, de quem? De quem me lê!
Penso logo falo
À noite veio pra ficar
3, 2, 1