Banalidades

Nada pode ser melhor que o estado
A poesia não deve ser elusiva
O que é meu não é teu
As mulheres não são salientes no que têm de melhor
O artista é o que se emite no que emite
Não se deve confundir u com unda
Só nado na minha praia
Não sou de aspirar mas aspiro ao poder
Se você deixar eu vou deixar você me deixar como quiser
Quem é bom sempre foi bom
Jamais deixamos a peteca cair
Saques sacadas sacanas
Antes só que acompanhado
Às vezes não rio
Eu acho que você se vira muito bem
Não dou conta dos recados
Esqueci a minha sanha
Se ligou é porque quer se ligar
Eu não sei lidar com o poder foi o recado que me fêz romper com ele
Bêbado, chapado e incréu
Ela me faz comer e beber além do que preciso
Presto-lhe a maior homenagem a uma mulher cortejo-a
Como me sinto poderoso dormindo à noite
Alimentar vários fogos pra que não te falte comida
Tem coisas que você diz que faz e que eu ainda não fiz
Encher você de mim
Nem sempre cabe mais um
Se até as pedras se movem
O que é meu eu não divido
Difícil é o que não é fácil
Não queira que eu queira o que eu não quero
Tudo se passa entre o 0 e o 1
Ah os meus defeitos
Como somos muitos temos que ser plurais
Foi-se o resto mas ficaram os dentes
Isso não pode dar certo
O que dizemos dos outros é o que vemos em nós mesmos
Não caibo nas tuas artimanhas
Todo mundo quer que o mundo caiba no seu bolso mas não cabe
Os males a todos afligem

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