Nódoas

Quem come môsca logo descobre o que lhe falta
A poesia não existe se escondida
Vocês acham que eu sou autoritário? Vocês não acham, acham?
Quem tem razão não abusa dela
Não sou xamã é assim que me chamam
Sou contra a exclusão
Até tem mas não tô afim
O amor fugaz ameaça de felicidade
Há desejos imperscrutáveis
Rola na boca rola nas bocas rola
Tem não gosto pra tudo
É bom chupar uma fruta saborosa
Não pede pra não gerar cobrança
Divertido é divertir-se consigo mesmo
O que é sério encareta o possível
Leviano é o que é leve?
Não espere o último momento pule no penúltimo
Não adianta conter a vida ela supera
Se você não me acordar você pode dizer que não quis me incomodar
Não é mole ela quer alho
O que está feito já está feito o problema é o que há de vir
Não é possível amarrar a vida ao compasso de vocês
O mal não é bom conselheiro
Se cansar avisa
Não esqueço o que devia esqueço o que não devia
Até que meus ais são pequenos frente aos ais de todo mundo
Passei uma semana sem esquecer de você
Quem manda e desmanda vai ter que encarar
A que eu vi não é a mesma que me viu
Não sou muito bom de interação se der pra ser já tá muito bom
É bom fazer o que se gosta
O que será o que ainda não foi
Se não concorda não precisa afrontar
Ela vai dizer que não lembra mas por um momento olhos olharam-se densamente
Você é uma menina e eu quero barbarizar
Sempre fui aos trancos e barrancos levado para outros caminhos
Quem se acha tá perdido
Não sair é fundamental para sair de mim
E se eu pedir pra ela chegar mais
Não me queiram mal são flôres do estilo

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