Archive for novembro, 2012

Começos

quarta-feira, novembro 21st, 2012

Diz pra ir que eu vou
Não quero uma mulher eu quero uma vadia
Não quero que me cansem quero que me aliviem
Tropeçar não é pecado é estrada
Tem uma jovem a meu dispôr
O que foi ajuda o que já é
O que nos resta senão singrar na maravilha
Um comandante não pode se deixar prender
Os bunda na janela não sabem o que é a construção da democracia
Tudo tem que ser bom
Sedentário é o que tem sede?
Quem merece não chateia
Somos a transição do nada para a coisa nenhuma
Essas mina tá muito luxenta
Que bom que somos tantos
Finjo que não sei o que não sei
A sociedade precisa zerar seu passivo carcerário
Sejamos inteligentes busquemos soluções
Isto é um assalto
Pior que inventar crimes é inventar condenações
Quem jamais poderá aplacar os delírios de Otelo
O anúncio anuncia a propaganda propaga
Galo não precisa sair do quintal
Inspirar sim expirar não
A música permite a qualquer um gritar
Aconchegando-me sinto-me aconchegado
Escreva o que te dá na telha
Quem se diz não é
A esquina o carro atravessou
Admiro teu volume
Se é para deixar algo de fora prefiro deixar os de fora
A justiça foi cega
Duvide ou acredite
Os meninos precisam de instrumentos para se construirem
Anódino é o que anodina?
Desaprisionem ao máximo
A última palavra não pode ser a última
Depois que foi sempre dá pra voltar
Mestiço é o que todo mundo é
Jogado é resultado

Poeiras

quarta-feira, novembro 14th, 2012

Negócio só é bom para quem faz quem não faz não faz

O encantamento de encantar

Andamos nos defendendo dos outros e de nós mesmos

Cheia de marra a marrenta armou a minha arma

Muito já é bastante

Pensar cansa

Eu sou você ontem

Não é povinho nem povão é povo

Vocês acham que subjugar a moça é tara?

Nômade não sou. Sedentário

O que importa não é se vens é se estás

Acho que temos que esquecer o mundo e pensar por nós mesmos

Sejamos generosos com os meninos

Não se deve nem de leve acirrar a repressão

Os dois nus

Os burocratas não sabem do futuro

A jovialidade é uma promessa

Bebe-se o suficiente nem o necessário nem o excedente

A gente pode até nem se encontrar

E há o maneirismo

Intriga-me não responderes-me

A arte não é a transcrição dos meus desejos

Se perguntar for ofensa a quem terei ofendido agora

Pra fazer tem que ser bom

Eis o Supremo!

Tv Educativa de Niterói já montei dois canais públicos municipais será que não monto mais um?

E eu não sei blefar?

Roialidades para a Educação

Pesado não alça voo

Não bebo o que me faz mal

Se olhar posso querer

O que não for será

Quero nem saber o verbo é mandar ver

Quem não viver o amanhã não terá onde acordar

A tua ausência é o que me inspira

Como é difícil perceber o óbvio

Como fico feliz sozinho

Mas eu também gosto

O que não vier é pra não ir

Quem gosta gosta mais

Benignas

quarta-feira, novembro 7th, 2012

Ver neguinho receber um troco não tem preço
Só está na crista da onda quem serve de alimento para a máquina
Alivia meu bem
Eu não queria mas ela quis
Há as que cantam
Eu quero o limão
Ficar na esquina é promessa de prazeres passantes
O meu problema é que gosto de tudo em excesso
Destacar um e sufocar milhares não pode ser uma boa
Criado o monstro vai se ter que alimentá-lo
É condenável quem condena o incondenável
Eu gosto quando a vida se acomoda
Os governos precisam entender que não podem constranger pessoas
Tem gente aí que me tira do sério
Cada dia mais convicto que essa consciência de aluguel é uma vergonha
Cisca mas não leva
Quem quer morar na minha cabeça
Não concordo mas estou de acordo
Precisei esperar pra não ganhar
A favor não navegamos somos arrastados contra tem que remar
Mande ver rapaziada detona o mundo detona o país
Criar-me problemas é só pra satisfazer o meu ego
Ela não tem interesse em mim pode ser que tenha em você
Não sei e nem quero saber
Geração é quem gera a ação não quem a digere
Eu não sou tudo eu não sou muito eu não sou pouco
Você não estava lá fui namorar a lua toda nua,
Que tempo foi aquele?
Mas parece mesmo que é Jorge e o Dragão
Às vezes me parece que chora
É preciso buscar o que se quer
Ganhei uma nova peça para o meu museu
O tudo que é tanto não cabe nas minhas mãos
Sou um louco a teus pés
É preciso que o Legislativo impeça o Judiciário de achacar o Executivo
Nem vendo eu acredito
Não deixa o que atravanca te atravancar
Melhor sem mim que contra
Outros virão a ser melhores
Menos conta quem mais aparece