Começos

Diz pra ir que eu vou
Não quero uma mulher eu quero uma vadia
Não quero que me cansem quero que me aliviem
Tropeçar não é pecado é estrada
Tem uma jovem a meu dispôr
O que foi ajuda o que já é
O que nos resta senão singrar na maravilha
Um comandante não pode se deixar prender
Os bunda na janela não sabem o que é a construção da democracia
Tudo tem que ser bom
Sedentário é o que tem sede?
Quem merece não chateia
Somos a transição do nada para a coisa nenhuma
Essas mina tá muito luxenta
Que bom que somos tantos
Finjo que não sei o que não sei
A sociedade precisa zerar seu passivo carcerário
Sejamos inteligentes busquemos soluções
Isto é um assalto
Pior que inventar crimes é inventar condenações
Quem jamais poderá aplacar os delírios de Otelo
O anúncio anuncia a propaganda propaga
Galo não precisa sair do quintal
Inspirar sim expirar não
A música permite a qualquer um gritar
Aconchegando-me sinto-me aconchegado
Escreva o que te dá na telha
Quem se diz não é
A esquina o carro atravessou
Admiro teu volume
Se é para deixar algo de fora prefiro deixar os de fora
A justiça foi cega
Duvide ou acredite
Os meninos precisam de instrumentos para se construirem
Anódino é o que anodina?
Desaprisionem ao máximo
A última palavra não pode ser a última
Depois que foi sempre dá pra voltar
Mestiço é o que todo mundo é
Jogado é resultado

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