Dizeres

A vida é muito doida bobeia vira morte
Mais de um é maioria
Já fui menor que muita gente agora nem tanto
Utopia é o que se almeja
Não se perde o que não se tem
Ao entrar em casa me sinto um soberano com saudade
Quando eu vou você não vai quando você vai eu não vou
O cheiro de mulher é bastante pra me enlouquecer
Seres primitivos que nem eu tem no olfato o primordial sentido em seguida o paladar e depois quem sabe o resto
Por que não diz logo que tá a fim de mim
Você já faz parte do meu café da manhã
Viva sem pressa
Tudo se recicla e recupera
Longe é castigo
Você quer que eu não preste atenção numa gracinha como você passando ao largo?
Você não sabe o que quer
Quando é sempre uma boa pergunta
Enfrentar o destino com tranquilidade não é fácil
Esfrega mas não chateia
Nem sempre é do bom
Não complica simplifica
Aproveita estamos mais uma vez vivendo as vésperas da revolução mundial
Elas sobem depois pela força inercial da inércia elas param as tomadas do poder são o início do fim
Temos que aprender com o eterno recomeço
As mulheres se enganam e nós também
Não se deve brigar com todo o mundo ao mesmo tempo a gente perde
O que nos atrai é sua condição de mulher que não é exclusiva dela
É de sugerir-se um tanto de cautela o caminho não é macio
Nem sempre se deve comer todo mundo
Planos são palavras que formam sequências como frases em um filme
Escrever é inscrever
O problema não é o que eles fazem é o que deixamos eles fazerem
Só depois que o último brasileiro tiver quatro refeições diárias pode ser que eu pense nos que vêm de fora
Não discuto critérios porque não os há
Tudo é pouco
Tá todo mundo de prova que você está me assediando e que eu estou deixando
Se o fundamentalismo é o que tem fundamentos não pode ser tão ruim assim
O problema da energia é que não é de todo boa nem de todo má e dá sobrecarga
Chega uma hora em que o conhecimento abusa da minha consciência
Tá tudo bem joguei pra dentro um belo sanduíche

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