Deicídios

Sempre pode ser pior
Nada que se faça apaga o que já se fez
Se eu não molhar as minhas plantas vão morrer
Não gosta de cebola roxa?
Bocaaboca
Pensar que cada um somos um
Melhor é quando nem volta
Por algo de vinte em vinte anos abre-se da chaleira a tampa
Se não sabe avançar é melhor dar um tempo
Revolta não é revolução
Não me diga o que fazer estou querendo inventar
Todo mundo deve fazer o que achar melhor desde que ninguém morra
Eu sou mineiro de Copacabana
O acaso é fruto do acaso
Nem pensando nem dispensando
Se deus existe foi ele que inventou o coito
Quando não se está a fim de nada
Deixo o dia correr como um rio
Não facilita que eu tô doidão
Tudo no mesmo balaio só falta a fagulha
É pra arrumar de baixo pra cima e não de cima pra baixo
Só se vive o que se vive
Quem esquece não aprende
Os governos estão sempre aquém dos povos que representam
A ausência da reforma agrária desde Canudos gerou esse capitalismo predatório internacional de exportação
É preciso ser humano
Vou não posso não quero
É tudo nós quem não acredita em deus não pode acreditar no diabo
Passeata é pra quem nunca passeou
Tempo não me falta o que falta é o que fazer com ele
Não sei decidir que companhia quero
Pior é um problema sem solução
Quero ver se tu vale o que tu fala
Tem coisas que você faz e que vai fazer comigo
É uma coisa meio assim deflorar a flor
Tô brincando de pega pega tá vendo como não é mais menina
De dia esqueço que tem um lombo que eu sinto falta de noite
De tanto ver máscaras caírem chego a acreditar que elas de fato caiam
Crer não é poder
A página final é a que nunca se escreve

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