Troços

Biografias têm as autorizadas as não-autorizadas e também têm as oferecidas
É assim um palmo com meio de fundura e aí dá até pra bater osso com osso
Ela não dá pra qualquer um
Isto não vai lhe fazer nenhum mal espero
Meninas como tu fazem tudo menos o principal
O meu barato é só comer
Não faço nada pelo próximo preciso é cuidar de mim mesmo
Depois que entrar é bom relaxar
A gente arruma tudo e de repente tudo se desarruma de novo
Eu vou vivendo
Algumas coisas são genéricas outras são pessoais
Se me podem dar prazeres por que negar
“Ninguém pode ficar pra trás”
Pra que ficar no varejo se tem o atacado
Não precisa ser de repente pode ser aos poucos
Em cada um de nós convivem muitos
Apego-me a bobagens
É ou não é possível que as coisas piorem
Por que transformar uma coisa em outra
Ela me nutre
E no jogo das subserviências os subservientes vão se servindo
Esqueci de procurar o que não achei
Se travar no começo é porque não quer chegar ao fim
Ir ou não ir não é uma questão
Vivo no acaso
É de dentro pra fora e não de fora pra dentro
Um monumento municipal não pode alienijar-se
É melhor chamar-se do que ser chamado
Quando a ponta da minha cabeça souber o que o resto quer o querer já mudou
O tempo é uma perda
Um dentro do outro e o outro dentro do um
Se já ganhei não posso perder
Agradeço a quem me queira bem desconheço a quem me queira mal
Ser grande é uma preocupação muito da idiota
Entrar sem precisar cortar
O negócio é o local
E pode também ser o boçal
Não me obrigue a ser grosseiro
Se não conseguimos resolver nossos problemas o problema é ainda nosso
Mais nosso que de ninguém

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