Metas

O que vale pra uns não vale pra todos
A que lhe cabe é a mesma que me cabe
Mergulhar mas não tão fundo
O que já foi não tem como voltar
No ou na é questã de opiniã
Não é comum nascer doido
Há quem se mostre não como pessoa mas caricatura
Infelizmente eu sou informal
Eu sou de chamar papagaio de meu louro
Viver a vida é o que devemos todos fazer
Feliz herói trinta anos de cadeia e conseguiu libertar seu povo
Vem aqui que eu dou
Todo mundo vai se esgrimindo vida afora
Quem com fio confia com fio será confiado
Não me engana que eu não gosto
Com a data da porcaria só nos falta conhecer o é-de-tal!
Do jeito que falam até parece que só pensam naquilo
Superexposição abate o teu valor
Tem horas que a gente precisa mesmo é de um poste
Quem complica não explica
Não me cobrem o que não posso dar
O difícil é aviar a receita
Não sou assíduo sou assim
Só de olhar já me encanta
O bastante me abastece
Quem se pavoneia com o louvar alheio decerto não é íntimo de seu próprio espelho
Todo poderosa é a natureza não é a toa que por vezes confundem-na com deuses
Basta o mínimo não é preciso o mais
Fosse minha botava de joelho no milho
Como eu me sinto satisfeito
Não existe o não ser
As mãos nem sempre se lembram
Melhor só amanhã
A máscara que cai pode não ser a derradeira
O dia passa e você continua a noite chega e você continua é de manhã e você continua o dia passa
Tem que levantar o macaco
A vida que eu levo não é a vida que me leva
Cantada de cinema: não queres ver um filme comigo?
Vale um bis vale um triz?
Juro que não conto o final

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