Brados

Não adianta querer mais do que se pode
Democracia é uma coisa muito simples é voto
Pé de asfalto não sabe pisar no mato
Bastava-me uma cabocla para me ordenhar de quando em vez
Vai ter que rebolar
Ninguém me autorizou sou folgado mesmo
Prefiro os retornos da pública que os da privada
Se a receita é boa não exagera no sal
Mais emprego mais salário e que se dane a recessão
Amatronada ocupa mais da metade da cama
Envelhecer é um bem triste é morrer cedo
Tudo que eu preciso é de uma negona que já prometeu que só quer esquentar o bule do café
O problema do jacto é que ele jacta-se
Vem dar pra mim
A poesia até calada fala
Num dá trela que urubu magro não pode com cavalo gordo
Pra quem há muito rala ralar não tira pedaço
Nem toda justiça é justa
O país quer voltar ao pré-industrialismo?
Indispensável a governabilidade é difícil
Fosse o bode que a mídia pinta ninguém ia brigar pelo poder
Nem manhoso nem caprichoso ambíguo
Demarco a vida na medida do meu alcance
A vida não tem segredo é só você se fazer presente
Não sou afetado
O Brasil é uma monarquia é cheio de princesas
E não é pra nada não é só pra ser
Vendeu ação e comprou dólar amanhã vende dólar e compra ação
O que pra mim faz diferença pra você não faz
É difícil chamar a si as forças do universo
Os deuses são uma invenção do homem para acreditar no inacreditável
Depois de idas e vindas chega uma hora em que é só contigo mesmo
Nomear o inimigo é fazer-lhe propaganda
Por ser humano às vezes a gente erra
O governo audiovisual inverte o bolsa família favorece os mais favorecidos
É circular as palavras
Pirâmides não servem ao povo é preciso municipalizar o país
Mais que menos e menos que mais
Quando chegar avisa
Faz! Desfaz! Refaz!

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