Mexidas

Sempre quero o que sempre quis
O meu barato é encurtar a metragem
Tudo que é velho é bom
O capitalismo não conhece o critério de qualidade o único que conhece é o de quantidade
Nada é melhor do que cada um quer
Tu ama qualquer um
Deu mole? Dê duro!
Quem persiste não desiste
Não bate em nós bate panela
Quando morrer quero ser cremado
Se sobrar faz outro
Não dá pra entupir filme
Temos tantos de nós e não vencemos batalhas
Demorei porque pensei que era tu a me dar essa cana
Um monte de menino metido só querendo um é-de-tal pra chamar de seu
Estouvada como és nada mal ter amante
Não acho que o problema do mundo é meu e nem que o meu é problema do mundo
Pode ser que eu queira ficar com você mas você não é nada fácil
A vida ocorre em ciclos
Um se fecha e outro se abre
Não quero domar meus sentimentos sofra-os
O pior não é a coisa em si é ter acompanhado
Gosto de roubar as moças
Muita coisa acontece no país pena que os babacas no poder acham que é só eles
Quando olha pra mim desaba
A burguesia estimula a desordem no poder
Política não é pelada
Só quero que faça tudo para me agradar
Ninguém precisa se patrulhar é o que o mundo já faz
Há os que estão do lado de cá e há os que estão do lado de lá
Não adianta buscar fora o que é de dentro
As certezas mudam
Fico exultante com as descobertas
Meça os outros por si mesmo
Faça de mim o que quisermos
Comigo o que vale é o cara a cara
Não sou muito exigente só quero a alma
Como sempre empurra com a barriga bem
Aquele que o sol não doura
Que é para atrair a senhorinha ao lado

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