Archive for dezembro, 2015

Falas

terça-feira, dezembro 29th, 2015
A gente  dobra a meta
A barragem foi por àgua abaixo no doce
Tanto existe que existiu
Serà que eles vão esconder os rostos?
Sem pedalar sò ladeira abaixo
O melhor do curta é que todo mundo pode fazer
E quando é ruim acaba logo não chateia
Na luta é que se mostra a fibra não é como os canalhas espancando crianças
Como no repente a gente vai no mote
Se ainda não perceberam a América Latina està sob brutal assédio do imperialismo com seus fantoches burgueses
O imperialismo quer fazer daqui um outro Oriente Médio
Petroleo pra eles e miséria pra nòs
Cor tem flor
A poesia navega na mão e demão da historia
Aproveitou que eu dormia e fugiu
A mega-sena acumulou isto é que é superàvit
E viva a Cassinobràs
Agradecido a tantas e dedicadas mensagens no meu aniversàrio de 71 em 2015
Vê como você me cansa
Torce o coração que lava a alma da gente como a àgua que escorre é làgrima
Eu sò quero um pouco
O comedimento gera o bom momento
Melhor que tres é dois
Pensar no mundo é pensar no agora
Viemos ao mundo pra fazer politica
Não consigo ser mais do que sou
O democràtico não pode ser o governo do demo
Sem cimento
Maus momentos não valem ser lembrados
Se os homens de bem não se candidatam a coisa fica nas mãos da canalha
Se os homens de bem não fazem uma frente a coisa fica nas mãos da canalha
As coisas não são como voce quer
O magistério não pode mentir
Tem que deixar o pensamento fluir
Quando eu crescer quero ser que nem ele
Bem sabes o que quero
Nem precisa tudo não
Tà cada dia mais duro
De dificil né pensou o que?
Feliz 2016

Buracos

terça-feira, dezembro 22nd, 2015

Os buracos se comunicam
Era mais fácil taxar as fortunas
Hipocrisia pequeno burguesa não pode propina nem combinar licitação
O que não pode é a apropriação privada dos meios de produção
Mais de milhão recolhe os milhões
Não peça mais do que lhe posso dar
Já apertei só me falta acender agora
Toma banho rápido e mija no final
Alguém duvida?
Vem aí as eleições municipais em 16 é hora de resolver
Não se pára um país!
Quem é o juiz que vai autorizar a polícia espancar as crianças
Intervém Supremo
Eles tão de olho é no pré-sal da gente
Eles levam o minério e nós a lama
Você sabe como é a vida você sabe como a vida é
Tesão não é assédio
Elas reclamam sempre a mesma coisa será que elas têm razão?
É preciso que chamemos cada um de nossos semelhantes irmão
Não é pra cada um levar vantagem
É pra levar pra todos
Não entendo como os mais afortunados se metem em tão vís tramóias
Nada lhes basta?
Quem é do Brasil o queijo suiço ou o de Minas?
Quem manda no circo não é o palhaço
Essas coisas eu não faço em casa
Diz com o povo impitimeuzôvo
Haja amor
O problema do Brasil é que tem muito sabichão
E o que faz o burro: zurra
Poderia sim ou poderia não
A menina passando do banho
O seu pedido foi recebido com sucesso … entretanto
Em visita ao quilombo America como parte da itinerância do  FICCA – Festival Internacional de Cinema do Caeté  no encontro na escola ficamos sabendo do abandono do poder público a nossos irmãos e irmãs.
Mas tem flores também como na tarde a roda de carimbò na barraca da Bacana a melhor comida de Bragança
E a lindinha quilombola Michele que nos seus quatro meses de idade acompanhava com os olhos por mais de uma hora quem estivesse falando era a pessoa mais atenta da reunião
Quando voltar quero ficar de novo no Solar do Caeté na beira do rio
Racismo não existe porque não existe raça o que existe é opressão aos pobres
Mais luz! Lindo o Goethe de folhas que ganhei
Ser-se.

Febres

quarta-feira, dezembro 16th, 2015
O grande feito da revolução soviética foi criar um formidável mercado de massa
Minha sigla em política é UEP: Unidos da Estação Primeira
Utopia não é devaneio é projeto
Não se pesca tubarão com tarrafa
Não se deve unir os adversários tem que abrir a rodinha
Reclamam da doutrinação nos vídeos islâmicos os entusiastas admiradores do cinema americano
Quantos ovos bota uma serpente
Sentar a pua num conflito alheio é que pode atrair os suicidas
Mineração já era deixa a terra em paz
O Brasil não é uma ilha
Sabe como é formiga em maré baixa as da frente vão se afogando para as outras por cima passarem
Vitória moral e política dos estudantes paulistas parece como a resistência à ditadura
Se como se anuncia o audiovisual é sucesso no mercado então é hora de varrer a gringalhada pra fora do país
Ninguém me engana a meu respeito
A história do Brasil não é a do mundo não é a das Américas é a do Brasil
O   povo sim nos representa os governos passam
No capitalismo dívida é investimento
Organize-se
Restaure-se as nascentes
Se possível evitar a ação do homem diz que a natureza sozinha se regenera
Cada um cuide de si
É preciso parar com essa bobagem de ficar cavucando o chão
A tecnologia empregada na guerra seria mais que suficiente para salvar o mundo
A tese de que todo o mundo é inimigo é prejudicial ao convívio humano
Tudo que é do nosso lado é bom e o que não é é mau
Muitíssimo do pouquíssimo ou pouquíssimo do muitíssimo
É ruim circular ideias que não sejam suas
A humanidade parece que ainda não descobriu que é sua própria vítima e seu próprio algoz
Ascenção e Queda do Capitalismo no Brasil?
Farofa e dendê pra quê
A presidenta tem mais o que fazer do que ser responsável por todos os malfeitos do país
Dêem-me óculos e ósculos
Não duvido da candura das autoridades espanta-me sua ignorância
As mulheres tem medo de mim e com razão
Não que eu seja violento mas é que sou sedutor
Quando a conversa complica eu peço a saideira
A tua desenvoltura se for integral é um sucesso
Parece até profissional
O mal é o poder ser exercido por indivíduos
Sempre corres para mim.

 

Disputas

quarta-feira, dezembro 2nd, 2015

Saudações a Santos Dumont transtornado pelo que fizeram à sua invenção
Transformaram a pomba em míssil
Os inimigos dos meus inimigos são meus …
Cuidado com a próxima
Tragédias chegam mais tarde
Não me atribua perversidades que não tenho
E agora com vocês: o terrorismo de Estados
Os sagrados e os profanos
Nem sonhe em confundir-me com a barbárie
Que não se deixe a Maria na lama
E atenção: cada célula tem autonomia de ação
Algumas coisas vão outras não vão
Prender o capitalismo? Só se for papo de anarquista
Na minha casa sou rei
O que fazer com o inimigo dentro de nós
Descreva-me
Quando for correto aviso
A guerra do povo contra o polvo
Pula a guerra e parte logo pro armistício
Garantam a cada povo a sua terra sem países ou nações hostís
Não subestimem a nossa direita
Não é possível que a vontade de alguém determine a vida de milhões
O extremismo: que caldo de cultura faz nascer seu caule
Ninguém pode ser morto por vontade de outrem
O capitalismo nos devolveu à Idade Média
Cada povo tem direito à sua terra e nenhum tem direito à terra alheia
Tesão pela fêmea não é machismo
É melhor apaziguar
Violência não pode
Resguardo-me
Ex-presidente não preside
Adestrando a freguesia
Um candidato único de esquerda resolve a eleição municipal
Que seja o que já teve mais votos
Alguma coisa está errada como podem condenar milhões à morte
Quem antecede precede
É melhor procurar a paz porque a guerra é que é o terror
Não há como combater um exército de suicidas
A não ser adiantando-lhes a missão
Explodam-se