Crenças

Com Dilma até 18
Primeiramente devolve
O que fazer com os golpistas
Sei lá pra eles a justiça
O melhor plebiscito é a eleição municipal
Espero que a esquerda capriche
Só se vence no voto
Governar com esse congresso chantageando
Quem sabe até pode ser
E em 18 o julgamento final
Quem se há de eleger!
E tem que caprichar na presidência da câmara
Olha a confusão que o outro armou
Ou deixa o Supremo presidir o congresso até 18
Sem esquecer que tal pôsto será o eventual substituto eventual da Presidenta
Ora direis o Supremo!
Apesar de tudo é preciso um voto de confiança na Republica
Em tempo de olimpíada o cara queimou na largada
E né por nada não
O que o país comemora
E o mundo admira
São os feitos dos governos eleitos e reeleitos
Pré-Sal Bôlsa Familia Eventos Mundiais Inclusão Social
E a corrupção!
É o capitalismo
Fazer o quê
Sequestra os bens
Socializa as emprêsas
Nem precisa prender
Não há de haver prisão que baste
E custa caro
O que precisa é desprender
Prisões abarrotadas medievais inventa outra não geram o progresso
E a violência!
Esta sim é o mal dos males
E é de novo o capitalismo
E sua brutal exploração de classe
A violência é fruto da miséria
Não pela reação dos miseráveis
Mas pela brutal opressão de classe
A burguesia ostenta seu domínio
Ora senhores o Estado é um aparelho da classe dominante
Há que se tomá-lo
Na marra é difícil
Morre muita gente
Há que ser democràticamente
Demora demorô
E a violência do capitalismo é também externa
Mundializa-se
Chama-se imperialismo
Por dentro e por fora
Assedia golpeia
Propineia
Massacra povos e países
Apodera-se de terras e gentes
Por que não pode cada povo viver na sua
Nem todos têm as mesmas riquezas
Porque as riquezas são da natureza
A ninguéns pertencem
No atual estágio do que se diz civilização a ninguém faltaria o que comer e onde dormir
Não fôsse a ostentação da classe dominante mundial
Que joga chuvas de bombas e venenos sôbre o mundo
Destroçadamente
Desgraçadamente
Ninguém consegue comer ou dormir mais vezes que ninguém
A organização universal do mundo é possível
Desde que não destrua-se o presente
Ninguém vive no passado ou no futuro
A todos o de cada qual
E seremos todos felizes

Comments are closed.