Anos

Quem não faz quando vai quer fazer quando volta
Há formatos
É preciso quebrá-los
Se derrubar o novo vai ter que derrubar o velho
Antes que o mundo acabe
Variáveis são variáveis
Precisamos de bençãos para o cinema guerreiro
Sempre precisamos de mestres para nos abençoar
E um eterno desbunde
É do sorvete
É mas é o que é
Não há como desconhecer principios fundamentais como o “espirito de época”´ e a “consciência possível”
O maior dos triunfos é ser longevo
Já me disseram que sou estouvado
Não se pode mais dizer verdades a uma mulher
Ela te xinga de machista
Vendo o povo passar na rua alimenta a minha esperança
Carioca não reclama do calor
Metade é ideal a outra metade é insuportável
A ambiguidade é nociva
Grato pelo barato
O meu querer não se nutre do poder
O por fazer é melhor que o que vem pronto
Ver as crianças passar na rua me enche de esperanças
Ver os pivetes passar na rua me enche de esperanças
Ver todo mundo passar na rua com as suas compras me enche de esperanças
Ah! Os déspotas
A sua hora vai chegar
Nem vem que não tem o ano acaba e o novo começa
Já foi pior muito pior
Que seja melhor
Basta um pouquinho e já é bom
É só mandar esses moleques catar coquinho
Diretas já
A Presidenta concorda
E Lula lá de novo e com força
Anula o golpe
Libertem os aprisionados
E passemos o país a limpo
Nenhum estrangeiro tem direito algum ao que é nosso os que nascemos aqui

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