Idéias

Prefiro um governo de realizações que um desgoverno de destruições
Comemorando Tiradentes os vendilhões da pátria
O que é ser progressista no século XVIII?
A desgraça do Brasil foi escravizar a mão de obra
O que não é pra todos não deve ser pra ninguém
Mané acha que a economia de um país é igual a da mamãe
A livra jato cria da escola da América onde aprendeu suas técnicas de tortura como naqueles anos de chumbo e agora nestes anos de alfafa
Os imbecis tomaram conta do país
Se as forças sociais não repuserem o país nos trilhos o desastre será total
Pede pra sair
Não se deve menosprezar a força da direita e nem sua absoluta falta de caráter
A gente não pode estar em todos os cantos do país mas a palavra pode
Um bando de celerados impondo a autoridade usurpada ao povo
O povo que na verdade é um conjunto de povos que são a base de qualquer país
E que são a maioria da população em todo o mundo
No entanto os países são governados por uma elite econômica política social
Servida por uma classe media mais ou menos extensa que teme ser rebaixada
Que aspira ser incluída na classe alta
Para usufruir de seus privilégios o que não é possível ou não seriam privilégios de classe
Abriga-se então no consumo ostentativo dos aparentes valores que ambiciona
Bens, viagens, negócios, trambiques
Tudo menos o povo
E sendo tais valores antinacionais
E sendo tais valores a submissão a interesses alienígenas
Segue a ciranda da tragédia do país e seus povos
E então a luta de classes vira a guerra de classes
Nem pago quanto mais de graça
O país morreu vai ter que ressuscitar
Ou quer que desenhe
A banana está no ponto a casca manchada
As plantas crescem inadequadamente
Vasos pequenos muitas sementes
Como crescerão?
É o que veremos nos próximos segmentos
Segmentos ou seguimentos?
Bananas amassadas com mel e aveia
Ou no dente
Enquanto ainda me restam alguns
A terceira dentição
Mastigarei

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