Archive for agosto, 2018

Mundos

terça-feira, agosto 28th, 2018

Às urnas cidadãos!
Alguma autoridade se alguma resta tem que tirar o futuro presidente de lá
Um processo infame processos infames para emprisionar os milhões mais da metade do eleitorado brasileiro
Delação sob coação vale nada só prova a crueldade do processo
Precisa quebrar a pessoa para confessar o que quiserem
O tribunal de Curitiba é um covil de exceção
Denunciado em cena aberta no Supremo ao vivo para o Brasil e o mundo
Que reage com centenas de marchas protestos e denúncias em toda a terra
Nunca se viu embate tão desigual
De um lado uns chicaneiros atrelados ao dólar
Do outro a imensa maioria do imenso país
Não podem tribunais sequestrar a vontade popular
Se insistirem em mantê-lo preso vai de lá eleito presidir o país
É caso de revolta popular
É caso de incitamento à violência
E em nossos dias o que será?
É um absurdo insistir na farsa de Curitiba
KGB lá e CIA aqui?
A questão não são os outros
A questão é eleger os nossos
A melhor estratégia de campanha é nem reconhecer adversários
Não há melhor enxadrista que o véio
Aproveita as eleições não reclama faz politica
Os minoritários deviam era concorrer ao congresso
E torná-lo decente formando bancadas do bem
Esforço-me por ser razoável
Esforço-me por ser coerente
Mas se não fôr
Meia dúzia de jurídicos cassar o voto de no mínimo 39% do eleitorado é um abuso
Quer dizer que um processo desde o início fraudado pelo cúmplice do doleiro delator vale mais que a maioria do eleitorado?
Tás brincando!
Não tem pra ninguém o voto do povo é Lula e o meu também
Não entendo como minoritários arriscam ficar sem mandato
Político sem mandato não manda
Os minoritários deviam realinhar-se
E liquidar a fatura no 1o.
Pra que gastar em 2o. turno?
Economiza pra que agravar o déficit fiscal
Só o voto salva
Vote em quem te representa

Prévias

sábado, agosto 25th, 2018

Aos jovens conclamo
Fica esperto estás vivendo tua primeira ditadura
E é mais leve
Não dispersa
Em todo o mundo o imperialismo ataca a emergência social dos povos
Vão-se os dentes ficam as gengivas dentadure-se
Aprendi com o imperador da Cantareira
O meu prazer é ver o senhor por aí
A quem dediquei o meu filme Antigamente
Não gosto das mazelas prefiro as procelas
O meu computador anda como eu
Eu ando muito bem
Desde que não seja longe
Besteira a orgia dazelite melhor seria o bem comum
O Brasil anseia por nove dedos
O vendedor me encheu de banana
O que eu faço? Um doce de banana
A vida é maior do que pensamos
Então deixa viver
Adoro encostar no teu lombo
Odeio encostar na tua bronca
Um país com tantas frutas não pode ser infeliz
O Brasil que vivíamos não era tão mal
Tanto que despertou a fúria da direita
Que é muito pior
Cumpadi firme na trincheira que é chumbo grosso
Ao que tudo indica o eleito é o velho meia dúzia do jurídico vai mantê-lo refém?
Ninguém tem que pedir licença pra se manifestar
A maioria vote feliz o resto não se apoquente ainda não é a revolução
Quanto mais demorardes maior será vossa culpa
Nascemos da troca de gases no universo
Água vira pedra vira água
Quem veio primeiro o homem ou a pedra?
Quem vai primeiro o homem ou a pedra?
Quem vai ficar o homem ou a pedra?
A nuvem de gases no universo
Não me lembro de tudo
E nem quero
Só me lembro
Do que quero

Raízes

terça-feira, agosto 21st, 2018

Passado o susto será preciso refundar a república
O imperialismo avacalhou com tudo
E aí vem o carro importado implicar com o nosso povo
Se perdermos as eleições a esquerda será tudo o que seus críticos afirmarem
Se até os astros no céu se alinham por que não as criaturas
De lá vieram os asteroides que chocando-se com a terra produziram a faísca que é a vida
Eleições
Cada um na sua? Torcer pra dar certo
Torcer pra dar certo em meio à vaga imperialista nas Américas e no mundo
Vai-se apostar no segundo turno?
Da última vêz quase deu ruim
A melhor forma de homenagear os mortos é cuidar dos vivos
Sem Lula quem perde é o país
Os jovens são afoitos
Os velhos nem tanto
Corre corre num adianta o véio na cadeia é que sabe
Na minha idade vivo bebo e chapado
Como assim condenado sem provas só porque o falsário quis?
A B C ou D o plano é L
Quem perder o bonde vai sentar no trilho
Quem for contra o golpe devia aderir
E arrombar a festa
Pouco importa o 2o. é Lula no 1o.
Os avanços foram muitos os retrocessos também
O equilíbrio não é bom
No inverno hiberno no verão desperto no outono caio na primavera afloro
A tropa policial é classe baixa que no entanto serve de guarda à burguesia
A burguesia é hostil a tudo que não seja ela
E um acerto de contas nas urnas será inevitável
Quem se acha de esquerda apóia a frente de esquerda
Ah os radicais!
Ah os judiciais!
Ah os oficiais!
Ah os policiais!
Ah os negociais!
Ah os eteceteretais!
Sei dizer coisas
Não sei se as que se quer ouvir
Mesmo assim posso dizê-las
A alguém

Capitais

terça-feira, agosto 14th, 2018

Não é só um sôro são soros
Não é só um moro são moros
Primeiro difama depois frauda depois condena
E seus pares entre pares confirmam a difamação
Nem pruridos nem escrúpulos o abuso é liberado
Desde o início da trama na 470 ilaciona-se
Frauda-se e condena-se
Entrementes o capital se agita
Não o nosso pobre metal
O deles o que passeia livre e solto em terra alheia
E ai se resistir: o golpe em 64 repete-se em 16
Não de todo igual não são os fardados são os togados
A pequena burguesia ascendente isto é um perigo
Um só juiz de província destrói o país
Difama frauda e condena
Milhares e milhares de vozes em toda a sociedade e no mundo
Opõem-se aos processos desses tribunais de exceção
A maioria do eleitorado uns sessenta milhões excluídos do sufrágio universal
À mercê das odientas táticas fascistas da condenação prévia
A democracia no país desaba
Um miserável complô de doleiros réus confessos e sinistros juízes
A data se aproxima as datas se aproximam
Pensam que sossegam?
A ciranda financeira dispara
A jurídica quer disparar também
Soros e moros
Matam o país e morremos
Desde oito oito renascemos para de novo em 16 cairmos
A dose é cruel e amarga
Primeiro a economia depois a política
Recessão?
Mas como?
O único país autossustentável do mundo?
Desde a primeira invasão portuguesa aferroado pelo imperialismo
Retrocessos querem nos manter colônia
Não temos opção
É vencer ou vencer no voto
Não importa a circunstância cada eleitor é uma bala
Capricha
Só o farol em ti cura

Muitas

terça-feira, agosto 7th, 2018

Nem pra uns nem pra outros sou exemplo
Só sou exemplo pra mim mesmo
A poesia pede vida
A vida pede vida
Ninguém quer saber de morte
O meu combinado maconha e cachaça muitas vezes me impede de sair à noite
O macarrão não é mole nem é duro é no dente
Redes grades teias
Sou tipo olhudo olho tudo
Sempre leva algum tempo para acertar os ponteiros da história
Somente eleições livres afastarão o caos do golpe imperialista de 16
Nunca pensei que o que escrevo não fosse imediatamente inteligível
Enfezado é quando se está cheio de merda
E cheio de merda não se tem bom humor
É fácil cultuar o passado
Difícil é o que fazer no presente
Quem bate e rebate não precisa de debate
Tudo que virou comércio escapa à nossa individual vontade
Animal vem de anima é o que tem alma
Não gosto do cru prefiro o cozido
Bebe-se enquanto se come
Deixa estar
Entre o povo e a elite não hesite Lula Presidente
Finalmente entendi: é um golpe da elite ou dazelite contra o povo
Uns apressados emergentes que querem comer caviar
Velho é mais lento mas é mais certeiro
Até no presídio presidente preside
Falo pra quem não sei quem é
Não só eu somos tantos
Antes já existíamos
Mas o Brasil foi criado pelo imperialismo português e passado para o imperialismo inglês
Desde a guerra mundial vivemos sob o inclemente ataque do imperialismo nortestadunidense
Quando avançamos os emergentes locais açodam-se em retrocedermos
São de múltipla feição
Brotam como mato
Crescem como gafanhotos
E viram praga
A serviço da praga maior que engole o mundo
Como derrotá-los?
Pelo voto