Potocas

Não adianta ficar querendo coisas
A máquina é que tem que andar
O golpe foi muito criativo
Invés do toma lá dá cá
Inventou o tomou cá deu lá
Eleições sob tutela de nomeados em governos legítimos por que se tornam seus e nossos algozes
Afinal democrático é o governo do demo?
Ganharam a batalha?
Então devolve a bandeira
Solta o véio
Uma montanha de lixo audiovisual estrangeiro inunda o país
O problema com os caras do mal é que eles acham todo mundo igual a eles
Só restou o que menos importa: o prédio
Infelizmente resta-nos aprender a lição
Talvez a Luzia tenha vindo resgatar sua alma aprisionada pela colonização
Talvez Tiradentes tenha vindo vingar-se de terem queimado e salgado suas terras
Quem manda querer comemorar a farsa da independência
Os jovens levam a vantagem de viver mais do que nós velhos
A julgar por nós o que foi que aprendemos?
Não sei por que temos que preservar às nossas custas essa arquitetura senhorial portuguesa no país
Nunca se viu coisa mais feia
Só se ainda somos colônia deles
À presidência não se pode imputar a gestão de cada uma de suas centenas de elos de governo
Pra que entrevista se não deixam o entrevistado falar
Mais parece como o outro um tribunal de exceção
As banalizações dos males
Apara a aspereza
Lula vence no 1o.
Condenar sem provas pode?
O feitiço contra o feiticeiro
Chamou a violência?
Avisa lá a independência será no dia 11
Qual?
Como pode alguém prender alguém?
Liberta o país
Privar a escolha de milhões
Com a fraude aberta e escancarada
Que cada um vote em quem quiser
E então saberemos a cara do país
Se azul se vermelha sempre verde e amarela

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