Archive for julho, 2019

Pragas

terça-feira, julho 16th, 2019

O sertão do Paraná a destruir um país inteiro
O que eles querem é vencer o peão
E o que queremos é o peão vencê-los
Era bom que quem defendesse o Brasil no jogo também defendesse na real
Por que a polícia é truculenta?
Como pode um ex-comandante ser afrontado por seus ex-comandados
A realidade é totalmente dinâmica
Ela se movimenta sempre em todas as direções
O que predomina?
Em cada direção e no conjunto
Parece que é no ensaio e erro
Erro e ensaio
Não é toma lá dá cá
É dá cá e toma lá
A vida é assim
Quem escreve continua escrevendo
Quem nada faz
Continua não fazendo
Quem algo faz
Continua algo fazendo
Só dá pra fazer o que se sabe
O que não sabe tem que aprender
O que já sabe deve ensinar
O bom é que todos saibam o que fazer
E façam
E quererão os USA? Os USA quererão?
E quem virá pra cá?
Um país inteiro caiu no golpe de 16
É a pirâmide assentada sobre o formigueiro
Que é como as pessoas vivem
Azafamadas
Pelo de comer e de morar
E vive-se
Menos mal que bem
Afora os que não tem o de comer e nem onde morar
Nas calçadas dormem à noite pessoas e famílias até
E faz frio e chuva
E tantos e tantos prédios públicos vazios e acesos
Se são públicos por que não abrigar os da rua
Pelo menos à noite quando ninguém os ocupa

Armas

terça-feira, julho 9th, 2019

Sem elas como enfrentá-las
O Brasil o país o estado é responsável pela vida e sobrevivência de seus 210 milhões de habitantes
Cruzes mais que isso!
Enquanto haja um único ser humano espoliado o resto não faz sentido
Premissa errada compromete a conclusão
Já vivemos momentos terríveis mas pelo visto vamos viver muitos mais
O mundo de perna virada e cara no chão
A maioria relativa dos votantes mundiais está votando no pior
É seu direito votar no que quiser
Sem dúvida com efeito
E como se conserta se vier com defeito
Espera a próxima rodada
A vontade da maioria é sagrada
Mas o que fazer se fôr como foi fraudada
Cada região brasileira podia ser um país
O imperialismo não tolera estados nacionais
E os pró-populares então!
Até que de novo chegar a vez do povo?
Parece que essa praga é cíclica
De vinte em vinte anos a rota entorta
E vem surgindo uma maré de fulanos vindos do nada
Vão se infiltrando cavando caminho
E vão se juntando daqui e dali
Para impedir o governo pró-popular
E entregar de vêz o país ao jugo imperialista
É o que está acontecendo
E não há nada o que fazer?
A maioria é povo
O povo é maioria
Como botar o estado contra o povo?
É o que está acontecendo
Como aceitar uma eleição fraudada?
Este governo é fruto da mais escandalosa fraude eleitoral é ilegítimo
E tudo o que nêle ocorre e desde o golpe de 16
Todo mundo é igual
Todo mundo é diferente
Depende
De quem olha
E como olha
E quando

Pontes

terça-feira, julho 2nd, 2019

Bom é ser bem recebido no entorno de sua casa
Mas é claro que não é de graça
O ex é refém do cel do Dalla?
Confessada e comprovada a fraude até quando vão manter o velho prêso?
Por que a minoria burguesa domina a maioria que é o povo?
O nordeste devia recriar a sudene e desfederalizar-se
É preciso acabar com o estado-nação
Pela autodeterminação de cada povo em sua terra natal
Não existe imperialismo do bem imperialismo bonzinho
Se lhe der na telha ataca o Irã
Mas se periga perder a reeleição não ataca
O país não morre espera a praga passar e renasce mais forte
Um governo se avalia por suas ações concretas
E não por intrigas palacianas
E fraudes forjadas
Embora já sabidas finalmente se revelam a olhos vistos
Já houve capitães dignos
Toda atividade capitalista é comercial
No comércio é de praxe remunerar a compra e a venda
Ontem e hoje o imperialismo e seus lacaios locais
Se cada um fôr resolver seus problemas à bala isso aqui fica mais furado que queijo das suissas
Quanto mais tardar a justiça se enlameia
Quanto mais tardar mais vai se enlamear
Não se dê chance ao acaso
Realmente nos devem uma autocrítica como foram nomear essa gentalha?
Todo mundo é sempre único
Como mantê-lo prêso apesar da evidência da escandalosa farsa jurídica?
Nem o óbvio quanto mais nióbio
A polícia federal é uma força civil para-militar?
O flagelo do mundo é o culto à brutalidade
Os invasores acolhidos cordialmente pelos nativos respondem com a violência
A violência com a supremacia das armas permite a minorias dominarem as maiorias
E aí reside o drama da humanidade
Poucos exploram muitos
Porque tudo é pirâmide
Talvez aprendeu-se a caçar
Mas não se aprendeu a ser caçado
O ensino não é para aprender o ensinado
É para ensinar a aprender
A vida é perpétua até mais não ser