Ontens

dezembro 21st, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

É como se fôsse ontens

Não sei se foi hoje

O problema é que o cara acaba se achando o cara

Ela dava tudo eu não entendi era a despedida

Se ela quiser que eu peça vai ficar esperando

Não se dá mole pra vadia elas abusam

Você não me olha com os olhos amanteigados de antes

Você só vai quando eu fôr

Mulher que não quer é um ultraje

Qualquer mulher comporta qualquer homem

O que eu não posso fazer sem você é o que eu posso fazer com você

Maldade feminina o bobo só quer trepar

Quem ama não cobra quem cobra não ama

Enquanto viver quero saber de tudo quando morrer não saberei mais nada

Deixa eu esfregar o que eu tenho no que você tem

Eu fico numa boa com as sobras dela

Você desperta a bêsta em mim

A gente quer sobreviver com o sangue das meninas

Tem que ter amor não basta ter desejo?

Todos nós precisamos superar nossas limitações

Se diz não é porque macacos há no sótão

Não fui eu a franga é que soltou-se

Metade plebéia metade rainha metade senhora metade putinha

Em cima e em baixo ela tem o mesmo gôsto

Quem erra de propósito acerta

Nós dois se juntar não faz um inteiro

As mulheres dão porque é próprio das mulheres dar

Nada é benévolo se o espírito é malévolo

Acho você uma delícia física e espiritualmente

Se enrola aí não rola

As pessoas vão se indo e a gente vai ficando até que a gente se vai

Não quero ser tratado como ovelha ao menos tratem-me como carneiro

Os velhos já passaram por tudo  que os mais novos vão passar

Ontem pra mim é seis e sete

Retalhos

dezembro 16th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A cabra acaba com o cabra

Nem sempre a gente tá de bobeira

O que faz mal não é bom

Tem que tirar o que o mofo deu

Só dá pra resolver os problemas de agora

Você é boba iludida por um tesão passageiro

Tu acha que a minha vida é caber nos intervalos da tua

Você sabe o que eu quero dizer

De 22 às 10 é difícil eu  ligar só de 10 às 22

Se não fizer na hora vai fazer fora de hora

Todos os governos são de direita nada fazem para impedir a mais valia

Ninguém se cansa de dizer bobagem muito menos eu

As palavras jogam-se apenas as aparo

Qualquer coisa que eu fizer pode  ser usada contra mim

Há momentos difíceis de superar e há momentos insuperáveis

Meu aniversário sempre foi abafado pelo do outro

Cabrito só berra se for pra não morrer

Eu errei? Fui eu que errei?

Eu ando pra frente o mundo puxa pra trás

Não vais me dar por vontade mas por compaixão tanto faz

O tributo que presto à  humanidade é a sinceridade

Naquele tempo eu era bom botava as meninas nas práticas do prazer

Se alguém cruza eu descruzo se descruza eu cruzo

Ninguém precisa de ataques ou defesas apenas me esforço para entender o que se passa à minha volta

Os muito alegres que me perdoem mas cinema não é divertimento é antenação

Maltrata mas não machuca

Eu queria que você me quisesse mais

Não se pode viver a mercê de tiranias

O novo engole o velho e envelhece

A porta aberta previne arrombamentos

Fecha a janela que é pro frio não entrar

A fortuna não garante a proteção

O clamor não pode não ser ouvido

Quem não cede não progride

Quem não viu não acredita

O sonho vale mais que a ordem

Cismar precede o querer

Revolução é negar-se o não

Ninguém assiste a quem desiste

A teimosia sucumbe à demasia

Homens não vêem a menor graça na extravagância de suas mulheres

Quero me esconder dentro de ti

O mar reflete a cor do céu

Dizeres

dezembro 6th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

A vida é muito doida bobeia vira morte

Mais de um é maioria

Já fui menor que muita gente agora nem tanto

Utopia é o  que se almeja

Não se perde o que não se tem

Ao entrar em casa me sinto um soberano com saudade

Quando eu vou você não vai quando você vai eu não vou

O cheiro de mulher é bastante pra me enlouquecer

Seres primitivos que nem eu tem no olfato o primordial sentido em seguida o paladar e depois quem sabe o resto

Por que não diz logo que tá a fim de mim

Você já faz parte do meu café da manhã

Viva sem pressa

Tudo se recicla e recupera

Longe é castigo

Você quer que eu não preste atenção numa gracinha como você passando ao largo?

Você não sabe o que quer

Quando é sempre uma boa pergunta

Enfrentar o destino com tranquilidade não é fácil

Esfrega mas não chateia

Nem sempre é do bom

Não complica simplifica

Aproveita estamos mais uma vez vivendo as vésperas da revolução mundial

Elas sobem depois pela  força inercial da inércia elas param as tomadas do poder são o início do fim

Temos que aprender com o eterno recomeço

As mulheres se enganam e nós também

Não se deve brigar com todo o mundo ao mesmo tempo a gente perde

O que nos atrai é sua condição de mulher que não é exclusiva dela

É de sugerir-se um tanto de cautela o caminho não é macio

Nem sempre se deve comer todo mundo

Planos são palavras que  formam sequências como frases em um filme

Escrever é inscrever

O problema não é o que eles fazem é o que deixamos eles fazerem

Só depois que o último brasileiro tiver quatro refeições diárias pode ser que eu pense nos que vem de fora

Não discuto critérios porque não os há

Tudo é pouco

Tá todo mundo de prova que você está me assediando e que eu estou deixando

Se o fundamentalismo é o que tem fundamentos não pode ser tão ruim assim

O problema da  energia é que não é de todo boa nem de todo má e dá sobrecarga

Chega uma hora em que o conhecimento abusa da minha consciência

Tá tudo bem joguei pra dentro um belo sanduiche

Derrotas

novembro 23rd, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro
Sem prazer a vida não tem graça
O de dentro cutuca o de fora que cutuca o de dentro
A arte independe da vida que independe da arte
Acho que cheguei na beira do poço
Pro que não tem mercado a opção é zerar o custo
É chato viver sozinho
Quem dorme de dia não dorme de noite
O nada não existe
Não faz mal saber demais
Urinar é melhor que urinar-se
Aonde estamos a quantas andamos
Com muito ou com pouco
É difícil encontrar o fácil
Não me deu certeza nem ao menos esperança
Mais vale um alho que um repolho
As inleição vem aí tudo devia ser municipal
A destreza vale mais que o metal
Corre pra dentro que o mal tá lá fora
Esquecer não diminui a perda
O bordão da menina era eu não tenho tempo a perder
Ninguém deve cobrar mais do que merece
Descaroçar o caroço é o que  todo mundo quer
Se você não vier eu posso fingir que estou almoçando você
Eu não sou quem você pensa que eu sou
Mulher gosta é de confusão
Isso é que é a maldade feminina?
Leva tempo mas eu me livro dela
Sou um pobre satélite perdido na galáxia
Se eu disser que ela me planta há mais de uma semana ninguém vai acreditar
Eu não sei se ela pisca pra todo o mundo ou se é só pra mim
A cada dia uma epifania
Mulher acende e apaga
Eu sou a favor de tudo e sou contra o nada
Gosto de menina que não gosta de homem
Mulher adora dar pista
Quando  você não vier pelo menos  manda tua boca
Não gosto de mulher difícil
Mais faz quem não se esconde
Se eu contar ninguém vai acreditar se eu não contar ninguém vai saber
Vitoriosa a revolução involui
A vitória não é só dinheiro no banco
O poder é rude
Sempre contei com a compreensão dos meus pais
O melhor era acordá-la pra trepar
E eu nem gosto tanto assim de  dinheiro
O cinema e a arte não mudam uma palha na realidade somos apenas o seu reflexo
Minha é força  de expressão
Vivo preocupado com o próximo … dia
O problema tá no nome chamasse boaconha ninguém implicaria
O mal da vida em sociedade é que ela é crescentemente dispersiva
Educadores não podem reprimir educandos
O que isso quer  dizer?
O terço que falta tu completa
Eu canso e não me canso de ver o mulherio de passagem
Não sou carente sou querente
Até quero mas não vou brigar por isso
Nem pretensioso nem presunçoso esperançoso
É essa a tal de democracia?
A gata soube levar

Machadianas

novembro 8th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Aos que se apropriam comercialmente da inovação tecnológica é preciso lembrar-lhes que ela é patrimônio da humanidade

A cultura brasileira é tudo aquilo que é  feito por um(a) brasileira(o) não importa onde não importa como

O velho é lúdico não só porque é velho mas porque é lúdico

Os velhos assediam as meninas

Banalidades valem mais que  solenidades

Não estou nem lá nem cá

É preciso buscar a sinceridade sempre que possível

Nada é verdade até que se prove o contrário

Sentimentos não sufocam o que sufoca é sua ausência

O ataque não foi fulminante mas queria

Se quiserem saber pode ser que  sim

Se disseres não posso ouvir que sim

Triste a vida não ter ninguém para lamber meus pés

A vida é inacreditável

A moça não precisa de mim e  eu também não preciso delas

Você é você mesma ou é beirada do teu namorado

A vida é generosa derrota mas não escracha

Se insistirem em criminalizar tudo que é bagulho a briga vai ficar impossível alivia!

O emocional sinto muito é muito frágil

A música é manhosa o cinema é duro

Realidade é tudo que não é você

Pra ser como tu quer vais ter que cuidar da lixeira à cozinha

Se alguém me perguntar eu digo o que sou

Não olha pro lado deixa a menina entrar no quadro

Vejo uma menina que passa a mão no teclado como eu passaria nela

Não morro sem não ver gringo nenhum no pedaço

Eu queria tanto ver você na minha casa

Corre que  a porta fecha

Sou doido pra namorar você

Isso me lembra o que eu perdi

Dou o que me pediram pra não dar o que não pediram

Eu não sabia que você fugia

As moças precisam ser mais gentis

Gosto das que não se assustam

Gosto  do teu humor rascante além de ser uma gracinha é  claro

Mastiguei o camarão com a casca o coco não só a polpa e você?

Quem  sabe o que se passa no íntimo de cada um

A vida é tentar resolver-se enquanto vivo

Inverta a equação menos é mais

Ninguém pode dizer que eu não tentei

E não é nem Copa nem Olimpíada nem Governo é Nóis!

Posso dizer que te amo ainda que não seja verdade

Nunca tantos fizeram tanto com  tão pouco

Capitalistas de todo o mundo desuni-vos

A vida é uma centelha

Cinzas

novembro 3rd, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Um gole e uma baforada me tiram do  caminho

Cumpra o que prometeu

Hoje mesmo namorei as meninas elas disfarçavam

Não é a geral cada um tem que assumir  a sua

Onde você está?

A casa é a morada do repouso

O que preferes, carinho ou a brutalidade carnal?

O que você quiser eu também quero

O melhor presente que você puder me dar não existe sem você

Não se deixa um homem da minha idade com  fome

Escrever não é concordar

O que nas ruas abunda não sossega o periquito

É preciso descontenciar

Quem se impõe não se põe

Como será que a vida é?

Se eu dissesse o  que me passa na cabeça até eu ficaria arrepiado

Ela não veio

Rola rola rola bola

Quando dois fracos se encontram

A parte que  se vai não prejudica a que ficou

Homens procuram mulheres procuram homens

Sem babaquice a coisa é a coisa

Quem não quiser que passe adiante

Algum dia gostaria que você  ficasse à minha  disposição

Nóis num quer nem saber elas que se garantam

Elas só pensam naquilo

Sinergia sinergia o barato é a sinergia

Não pode é não gostar da coisa

Ai meu bem assim já tá bom

Eu precisava ser visitado por uma ninfa

Você ainda não pode me namorar um pouquinho?

A metamorfose nem sempre se completa

Preciso de uma princesa

Quiseras

outubro 26th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Queria ver você  enroscada em mim pra cima e pra baixo como um novelo

Tenho que dizer as coisas  como as sinto

Dê um passo à frente e dê um passo atrás

Se é bom ter a vida pela frente não é mau tê-la pelas costas

Estar em casa é melhor que tudo

Embriagado não resolve mas melhora

Que bom que você não venha nunca mais

Não quero te ver todo dia é só de vez em quando

Quando não somos nós  são elas as atrevidas

O negócio é negociar

A ousadia é um dos  traços de qualquer arte no mundo

A arte é como uma febre que alerta para a saúde da comunidade

Ilustre é quem lustra o lustre

Eu teria sido o que não fui se não fosse o que sou

Agora só falta comer o galeto

Não sei se foi o que falei ou o que ouvi

Posso ser gentil mas não sou

Nada é melhor que o delírio

Você me fez revelações tão sedutoras

É tão bom cagar de manhã

O que entra tem que sair

É chulo é vil o céu de anil?!

Cada pé não anda sozinho

É um dos dois talentos das meninas

É preciso abolir as dificuldades

A violência sai mais caro a quem está na base

Se eu for vista com você vão achar que você está me comendo. E não estou?

Já percebi nunca perguntei jamais conferi

Ela  quer que eu seja como ela quer

Banana é tão bom

O melhor sistema é o de casa na mesa e na cama

Desse jeito vou acabar parecendo um velho tarado

Não sei o que aprendi

Você nunca me viu bêbado e chapado. Por que? Vai querer me comer?

Você não inspira amor

Não te direi o que pensei que diria

O teu olhar de desejo intenso me provoca

Espera a lógica do universo tudo proverá

Mais vai o que menos vem

Sorrisos

outubro 23rd, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

O sucesso é fruto da oportunidade

Nem tudo que é ou que não é de grátis é bom

Os mares são constantes os ventos não

Cada um se diverte como pode

Tudo é assim simples e banal

Como eu gostaria de ser mal interpretado

Perder é parte  do jogo

O problema é essa gente que acha que pensa grande

No pequeno espaço que eu lhe dou da minha vida você manda

Não diga que não vens prefiro descobrir ao por do sol

Quanto mais melhor

Você não ia se perdoar se fosse o contrário

Não é bom ver as coisas unilateralmente

Um bom barato é ficar sarrando a mulher do lado

A água que bate não me fura

Melhor pensar que fui liberado

Brinque com a sua não com a dos outros

Acontece que o poder acabou-se só ficou a grana

Impressionante o poder da marvada, umazinha tu fica animado, na terceira dá um soninho

Tudo é filme mas nem tudo é cinema

Não posso perder o que nunca foi meu

O ruim da vida é não fazer

A vida é múltipla

Eu  vou pedir quantas vezes você negar

É difícil discutir com equívocos

Você precisa dizer pros outros que me  comeu?

Por que você não diz logo o que quer?

Eu vou com você onde você quiser

Por ser movimento o cinema é permanência

Dormir sozinho não é um mau programa

Tem uma cama limpinha que é pra gastar com elas e tem a que eu uso

Até parece que as coisas acontecem sem a gente  querer

O passado não pode servir para esconder o presente

Nem ontem nem amanhã só o presente existe

Uma onda se espalha se não tiver obstáculo se tiver ela o derruba

Melhor não

Velho não gosta de sair na chuva, nem todos

Estarmos expostos às mesmas condições de tempo e espaço configura uma geração

Um hiato de quatro anos a partir  do que os extremos se afastam

Prédios públicos abandonados e moradores de rua abandonados

O indivíduo só se mexe no coletivo

Só metade é ruim

O sol nasce mais pra uns que pra todos

A menina é fina

Buscar a palavra é não encontrá-la, encontrá-la é não buscá-la é ser por ela achado

O que não acontece não tem importância

Quando você faz uma coisa que nunca fez você atrai todas as possibilidades

Vira e revira mexe e remexe que o baú não tem fundo

Busque a sintonia

Uma mão lava a outra e a outra a uma

Venha passear e ser passeada

Roçe e role

Eu quero que se  abra como uma flor para o formigão sugar seu jeito

Tô trocando por um churrasquinho

Era o que eu queria ouvir da sua boca

Só não vale chamar de tio

O problema é que se virmos passar um grupo armado não saberemos se são insurgentes, policiais, milicianos ou bandidos

Quando bate o coração do mundo o meu fica parado

E assim desfazem-se castelos

Criancices

outubro 19th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

Tudo que é semente pipoca na fritura

Assim como um sorriso no meu caldeirão

Todos nós somos uma parte de cada um de nós

Não disse que sim mas também não digo que não

Só vais uivar que nem uma loba vais zunir como a serpente vais bramir como a leoa

Estou no meio de tudo e não saio de casa por nada

Eu pedi você não deu eu vou pedir de novo

Há bons momentos na vida em que só se pode estar sozinho

Reclamar pode não pode é  desistir

Viver sem pensar

Tudo é  a  favor

Com quantos afetos se faz um desafeto

Só vai se eu for

Se reclamar piora

Ser si mesmo

Não se pode ter medo de  tudo

A fantasia é uma das formas de vida

A vida se segue

O negócio é sair antes que comecem a gritar

Para todos ou para nenhuns

Só me falta aquilo que a tantos sobeja

O que marca o humano é a matéria

Ela não aparece quando eu a quero

Às vezes você passeia nos meus sonhos

Não peço o que me possa ser negado

Gosto de trocar desaforos

Vê-la desejá-la apetecê-la

A guerra não conduz à paz

É a pedra que passa por trás de Copacabana a que vai até a Pedra da Gávea e além a que vem desde o Pão de Açucar?

Precipitar-se é ruim porque não tem freio

Precavido é mais difícil de evitar

A paz que  vem do mato

É o que vai não é o que fica

A vida exige parceiros

Mais fácil é fingir que não viu

As pessoas se dizem coisas incríveis

Só me sinto emulado quando parte de um movimento

Eu não devia me preocupar com os problemas dos outros

Quando a porta se abre a gente sabe que pode  entrar

Por que você não pediu?

Só enxergo bem de perto

Não me diga o que não quero saber

Você estava tão atenta que nem pensei em disputar tua atenção

Só falta uma pra eu comer o resto do dia

Uma era ativa a outra era manhosa

Procuro não esquecer menos o bom que o ruim

Cada um faz por si o que não faz pelos outros

A cachaça, o charo e a xana fazem a combinação perfeita

Acho que você  deixa fazerem o que quiserem com você

Empurrar no dela faz bem ao meu

Todo mundo é até deixar de ser

Se repetir fica de castigo

É preciso saber abrir

O pensamento caminha por afirmações

Ainda bem que pelo menos isso

Abre o olho e  fecha o bolso

Dois mais um periga não dar certo

Se seguir a trilha só vai dar no mesmo

Antes corda que caçamba

Tudo é devido

Não quero ser senhor nem quero ser  escravo

O que há de melhor é se você estiver sendo o que é

Era uma vez e mais uma e tantas vezes

Pormenores

outubro 13th, 2011 by Sergio Costa de Magalhães Santeiro

É preciso realizar um ato amoroso pleno ao menos uma vez na semana.

Estar disposto a tudo é algo que não se recomenda.

A qualidade não é refém da quantidade.

Não prometa o que não quiser cumprir.

Ela me desafia e mostra que tem namorado.

Eu me sinto provocado mas não deixo a menina passar.

O que nos dói são as verdades não as mentiras.

Eu quero mais querer.

Migalhas de pensamentos fazem um banquete pra mim.

Você só vai retribuir o carinho e a atenção que eu tive com você.

Não terei a liberdade de fazer na tua casa o que faço na minha.

Qualquer pessoa como eu, exposta às drogas, faria o que jamais pensei fazer.

Velho, tarado, bêbado e drogado, que mais?

Não recomendo e não recrimino.

Deixa quem acha que faz acontecer.

Deita e não chateia.

Não presto a menor atenção no alvo.

O que há de ser será.

Eu gostaria que você dissesse estou chegando.

A beleza eterna está na natureza do mundo que nos foi dado.

Como falar com a moça?

Se não escorregar não chega lá.

Considerando que eu não comi ninguém melhor que você, você ganha.

Não pense que é só porque é aquilo.

A lógica do grande não atende ao pequeno.

Quem já foi doidão nunca perde a ocasião.

A tua liberdade acaba onde a minha começa.

Melhor só ao vivo a cores e com emoção.

Desmamar a bezerra é que é problema.

Enquanto eu travo a polêmica a turma trava o conchavo.

O fim só acontece no final.

Você não vem me dar o que tem de melhor.

Levei a galeta pra comer um galeto.

A moça do lado gostou de você.

Mais vale esperar que desesperar.

Não sou de esquecer, sou de não lembrar.

Ela não rola na minha.