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  • UNESCO inclui Moedas Criativas na agenda

    UNESCO destacou moedas criativas entre +20 ideias para mudar o mundo

    A UNESCO no Brasil, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, lança o projeto +20 Ideias para girar o mundo como contribuição para os debates no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20. O projeto Moedas Criativas é um dos destaques na agenda. Veja o vídeo.

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  • BNDES patrocina Moedas Criativas

    O BNDES aprovou em 2010 a concessão de patrocínio ao ciclo de eventos Moedas Criativas, conforme publica o Diário Oficial da União de 23 de novembro de 2010.

    O ciclo foi realizado em março de 2011. Em 2012, o BNDES realizou o segudo aporte de recursos para debates em torno do projeto. O programa e alguns resultados da segunda conferência internacional sobre moedas criativas estão publicados no blog do evento.

    Outras entidades do setor público federal, do setor privado, do terceiro setor e empreendedores já confirmaram interesse ou estão em processo de formalização de parcerias para a implementação de projetos associados às Moedas Criativas desde 2011. Além da realização dos ciclos de debates, a cada ano são experimentadas novas tecnologias voltadas à emissão e monitoramento das moedas, sobretudo via telefonia celula.

    Acompanhe este blog e o Twitter – @moedascriativas para acompanhar a teoria, a prática, a produção de conteúdos digitais e os projetos movidos por Moedas Criativas, novas formas de criar, representar e distribuir riqueza a partir do saber, do fazer e do brincar.

    Link para o Diário Oficial da União de 23 de novembro de 2010

    http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=145&data=23/11/2010

    O projeto remonta aos experimentos realizados no âmbito do Convênio entre o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e a Universidade de São Paulo (2003-2006), processo que ao longo dos anos contou ainda com financiamento da FINEP (Ministério da Ciência e Tecnologia), Caixa Econômica Federal e recebeu duas premiações do Ministério da Cultura (Interações Estéticas, 2009 e Cultura e Pensamento, 2010).

    A experimentação criativa com moedas voltadas à produção cultural, educacional e social envolveu ainda a implementação de projetos locais e específicos como o LIGAÇÃO – Festival de Literatura Infantojuvenil, Games e Artes em Ação, em parceria com a Universidade de Taubaté (UNITAU) e a rede “MotoAnjos”.

    O processo criativo é registrado no vídeo “Van House” (2010).

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  • Moedas Criativas: Filme-Ensaio sobre Pesquisa-Ação

    O projeto Moedas Criativas culmina, em 2010, com a apresentação de um curta (filme-ensaio sobre presquisa-ação) de 10 minutos, elaborado a partir das apresentações realizadas em 2009 no I Forum de Inclusão Financeira promovido pelo Banco Central do Brasil e pelo SEBRAE.

    Assista ao vídeo “Moedas Criativas”.

    O projeto foi apresentado ainda como parte da agenda para desenvolvimento da internet do futuro no âmbito do Framework Program 7 da União Européia, em Bruxelas, com apoio do consórcio PRO-IDEAL.

    Assista ao vídeo com a apresentação do projeto “Creative Currencies” em Bruxelas (2010).

    Finalmente, um vídeo com foco no “making off” da pesquisa-ação é “Van House” (registro de preparativos para o evento LIGAÇÃO em Taubaté e visita a depósito da Receita Federal em São Paulo, preliminar à implementação de parceria para uso de mercadorias apreendidas como lastro das moedas criativas).

    Além dos vídeos, outros conteúdos serão publicados a partir das pesquisas, atividades, eventos e projetos relacionados ao tema. Esse projeto recebeu o prêmio “Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura” em 2009 (Ministério da Cultura e Funarte).

    O debate em torno de conceitos como economia criativa e suas novas formas de produção, distribuição, financiamento, promoção e consumo foi realizado em 2011 e 2012 com patrocínio do BNDES. A proposta de um ciclo de discussões sobre o tema já fora premiada pelo Ministério da Cultura, no Edital Cultura e Pensamento de 2010.

    Acompanhe o projeto “Moedas Criativas” pelo Twitter.

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  • Moedas Criativas 2010-2011: Histórico

    O projeto “Moedas Criativas – Interações Estéticas 2009-2010” teve como resultado a produção de conteúdo audiovisual que serviu  de base para um curta-metragem sobre o tema “Dinheiro e Cultura”.

    Nessa etapa, realizada como Residência Artística no Ponto de Cultura Eletrocooperativa (Salvador e São Paulo) foram realizadas pesquisas, entrevistas, casting e locações, gerando conhecimentos sobre o processo de emissão de moedas criativascom base local. Já em 2010, o projeto articulou-se ao programa “Gestão de Mídias Audiovisuais para o Desenvolvimento Local – GeMA”.

    Esse blog é um registro do projeto e publicará mais imagens, vídeos, podcasts e outros conteúdos audiovisuais e informações relativas ao projeto. A criação ou mesmo remixagem de conteúdos será incentivada com moedas criativas e parcerias estratégicas para a realização de projetos e eventos locais.

    A primeira iniciativa ocorreu entre os dias 9 e 17 de outubro de 2010, período de expedições diárias, durante 8 dias, foi o evento “SELIGA! – Semana de Literatura Infantojuvenil, Games e Artes” no Sítio do Pica-Pau Amarelo e na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Taubaté (UNITAU). Em 2011 o evento consolidou-se como “Semana de Literatura Infantojuvenil, Games e Artes em Ação – LIGAÇÃO“, já com patrocínio da Fundação Volkswagen, AMD Foundation, União Européia e parceria com o Instituto Todo Mundo. O evento tornou-se ainda parte do calendário internacional da rede “Games for Change”.

    No final de 2010 o projeto foi aprovado para patrocínio pelo BNDES, convergindo para a realização em março de 2011 do evento “Moedas Criativas” na Universidade de São Paulo.

    Finalmente, ainda em 2011, foram usadas moedas criativas no Festival Games for Change América Latina, realizado na USP, Mackenzie, Museu da Imagem e do Som e Paço das Artes.

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  • Garatuí: Experiência Pioneira

    Em 2003, na Praia da Pipa, a instalação de um telecentro com apoio da Cidade do Conhecimento da USP e patrocínio dos governos federal, estadual e municipal em Tibau do Sul, Rio Grande do Norte, teve como uma de suas inovações a criação de uma moeda local, amparada pela comunidade de empresários, artistas e intelectuais. O objetivo era testar a ideia de uma transformação na cadeia de valor do turismo local a partir da emissão de uma moeda complementar cuja circulação iluminava um roteiro de conteúdos educacionais, artísticos, técnicos e de cidadania. A “pesquisa-programa-ação” engajada e colaborativa foi realizada até 2006 com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia (FINEP) e do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) da Presidência da República.

    Em 2009, o Banco Central do Brasil reconheceu a importância das “moedas sociais” e realizou o I Forum sobre Inclusão Financeira, em Salvador. O debate de encerramento foi realizado por Paul Singer (Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES, do Ministério do Trabalho) e Gilson Schwartz, já em Salvador como artista residente no Pontão de Cultura “Eletrocooperativa”.

    Neste blog você poderá conhecer as mídias, moedas e teorias que abrem no século 21 as fronteiras da emissão criativa de dinheiro que tem diretamente ligação com a cultura, e vice-versa.

    Saiba mais sobre essa experiência pioneira implementada pelo grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento da Universidade de São Paulo.

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  • Moeda é Mídia

    A crise econômica internacional é uma crise de ícones, a começar do ícone maior do sistema econômico global: a moeda. Do euro que derrete ao dólar que estremece, o terremoto financeiro põe a nu as engrenagens da própria representação da riqueza. A cultura, a arte, o mecenato, as leis de incentivo, a economia feita de capitais humanos, sociais e simbólicos não passa ao largo. E se além de vítima da crise, o mundo da representação tivesse em si a semente da reconstrução de uma sociedade global mais harmônica, íntegra e sustentável?

    Esse é o espírito do projeto transmídia Moedas Criativas: inverter a determinação causal que sempre colocou a cultura a reboque dos “fatores econômicos” para levar a cabo, numa rede global de experimentação sócio-técnica, o poder criativo contido na liberação do poder coletivo de criação monetária.

    Moeda é mídia. No planeta atravessado por novas tecnologias de informação e comunicação, o poder, a técnica e o sentido que emanam da representação maior da riqueza, o fetiche do dinheiro, passam a atuar em sinal contrário, instaurando relações de troca, acumulação, entesouramento, poupança e investimento que aproximam Adam Smith de Georges Bataille, John Maynard Keynes de Michel Foucault, Milton Friedman de Jacques Lacan, o Banco Central de uma galeria de arte e o sistema de crédito de uma poderosa e inovadora máquina de criação e inteligência coletivas.

    Moedas Criativas é um jogo, uma rede, um pacto político, uma revolução local que muda o sinal da transformação global.

    Moeda e Medo

    A crise global trouxe para primeiro plano o imperativo de repensar e reconstruir o marco regulatório global para as atividades financeiras. Também ganhou prioridade a reconexão dos mecanismos e instituições de financiamento ao “mundo real”, ou seja, a atividades com resultados sustentáveis e relevantes para a geração de emprego, conhecimento e identidades locais. A especulação que se alimenta da euforia traduz-se na crise monetária em novas formas de medo, paranóia e mistificação.

    O financiamento à cultura destaca-se entre as possíveis (e necessárias) novas “âncoras” da circulação monetária e financeira. E o Brasil já ganha destaque nesse contexto, ao trazer para o centro do debate a reforma das instituições de fomento à cultura, da Lei Rouanet ao “vale cultura”.

    Fenômenos como bancos comunitários, formas colaborativas de produção, microcrédito e moedas sociais também ganham destaque e se espalham no país das reformas monetárias, financeiras e fiscais.

    O projeto “Moedas Criativas” coloca em discussão as novas formas de representação do valor da cultura assim como a cultura dos que lideram a reconstrução do sistema produtivo globalizado,  mobilizando entes de governo federal como o Banco Central, a Receita Federal, o Ministério da Ciência e Tecnologia, a Secretaria de Economia Solidária (SENAES) e a USP.

    Open Source Money – Dinheiro P2P

    As mais expressivas lideranças no ativismo digital e cultural hoje ampliam os horizontes da economia criativa gerando novas tendências e projetos em comunidades locais que já se lançam ao uso de “moedas criativas”, também conhecidas como “sociais” ou “complementares”.

    “Moedas Criativas” tem duplo endosso do Ministério da Cultura: pela  FUNARTE (Edital Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura – 2009-2010) e agraciado com o Selo Cultura e Pensamento – 2010.

    Essas moedas abrem novas possibilidades de produção e distribuição de bens e serviços culturais, combinam inclusão digital, geração de renda e empoderamento de comunidades locais, abrindo uma nova era de interações (online e offline), em escalas onde ganha densidade o hibridismo entre o local e o global.

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